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Corinthians Campeão da Supercopa do Brasil 2026

A Supercopa do Brasil de 2026 abriu oficialmente a temporada do futebol brasileiro e marcou a realização da nona edição do torneio, que reúne os campeões nacionais do ano anterior. Flamengo e Corinthians garantiram presença na decisão: o clube carioca chegou após conquistar o Campeonato Brasileiro pela nona vez, enquanto a equipe paulista se classificou ao levantar a Copa do Brasil pela quarta vez.

O título ficou com o Corinthians, que se tornou bicampeão da competição após um intervalo de 35 anos. A equipe repetiu o feito de 1991 e, de forma curiosa, novamente diante do Flamengo, adversário daquela primeira decisão vencida pelo Timão.

O confronto foi disputado no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, que voltou a sediar a Supercopa depois de três anos. Esta foi a quarta vez que o estádio recebeu a decisão do torneio, com divisão exata de 50% a 50% nas arquibancadas entre torcedores de Flamengo e Corinthians.

No primeiro tempo, o Flamengo iniciou melhor a partida, mas sem conseguir encaixar o ataque nas chances que criou. Com o passar dos minutos, o Corinthians equilibrou as ações e passou a explorar os contra-ataques. O placar foi aberto aos 37 minutos, quando Gabriel Paulista marcou após cobrança de escanteio e um bate-rebate dentro da área.

Com um jogador a mais durante todo o segundo tempo, o Corinthians passou a controlar o jogo e neutralizou as ações do Flamengo. O título foi confirmado nos acréscimos, aos 52 minutos, quando Yuri Alberto aproveitou a defesa aberta e finalizou por cobertura sobre o goleiro, fechando o placar em 2 a 0.


Foto Rafael Ribeiro/CBF

Corinthians Campeão Paulista 1983

O Brasil se aproximava da abertura política, as Diretas Já batiam a porta e a Democracia Corinthiana continuava a render frutos. Embora menos marcante que em 1982, o movimento dos atletas do Corinthians seguia em parte da rotina em 1983, ano do bicampeonato paulista, o 19º estadual do clube.

O Paulistão daquela temporada teve 20 times divididos em quatro grupos. Na primeira fase, todos se enfrentaram em dois turnos, independente da chave. Os dois melhores de cada grupo avançaram para a segunda fase, que foi jogada em dois quadrangulares de dois turnos. Os dois primeiros de cada chave foram à semifinal, e os vencedores disputaram a final.

O Corinthians ficou no grupo B da primeira fase. Na abertura, venceu a Ferroviária por 1 a 0 em Araraquara. A estreia em cada aconteceu na terceira rodada, com outra vitória por 1 a 0 sobre a Inter de Limeira. Nos outros 36 jogos, o Timão venceu 17, empatou 12 e perdeu sete, terminando na liderança da chave com 50 pontos, e com a segunda melhor campanha no geral, dois pontos atrás do São Paulo.

Na segunda fase, os alvinegros enfrentaram Santos, Ponte Preta e São Bento. A trajetória começou no empate por 1 a 1 com os santistas fora de casa. No restante do quadrangular, o Corinthians empatou mais duas vezes e venceu três, encerrando na liderança com nove pontos, superando o Santos no saldo de gols.

Na semifinal, o Timão encarou o Palmeiras em dois jogos no Morumbi. No primeiro Derby, ficou no empate por 1 a 1. Já no segundo, o Corinthians venceu por 1 a 0 e se classificou para a final. Do outro lado, o São Paulo superou o Santos para ser o outro finalista.

Assim como em 1982, Corinthians e São Paulo decidiram o estadual em duas partidas no Morumbi. E mais uma vez deu Timão. Na ida, o alvinegro venceu por 1 a 0, gol de Sócrates. Na volta, o Doutor marcou de novo, o Corinthians empatou por 1 a 1 e confirmou mais um título.

A campanha do Corinthians:
48 jogos | 24 vitórias | 17 empates | 7 derrotas | 68 gols marcados | 39 gols sofridos


Foto José Pinto/Placar

Corinthians Campeão da Copa do Brasil 2025

Para a alegria de uma torcida fiel, o Corinthians conquistou a Copa do Brasil de 2025, alcançando o seu quarto título na competição e encerrando um jejum de 16 anos. A taça chegou após temporadas marcadas por instabilidades e representa um marco de retomada para o clube. O trabalho de Dorival Júnior foi novamente decisivo: com esta conquista, o técnico atingiu o feito histórico do tetracampeonato da Copa do Brasil, vencendo por quatro clubes diferentes (Santos, Flamengo, São Paulo e Corinthians).

A campanha do Timão iniciou-se na terceira fase. No confronto contra o Novorizontino, o Corinthians venceu o jogo de ida por 1 a 0, no interior paulista, e confirmou a classificação com nova vitória pelo mesmo placar na Neo Química Arena.

Nas oitavas de final, o Alvinegro encarou o Palmeiras em dois capítulos eletrizantes do Derby. No primeiro confronto, em Itaquera, o Corinthians venceu por 1 a 0. No jogo de volta, no Allianz Parque, o Timão foi soberano e venceu por 2 a 0, eliminando seu maior rival e ganhando o fôlego necessário para o restante do torneio.

Na fase seguinte, o adversário foi o Athletico-PR. No jogo de ida, na Arena da Baixada, o Corinthians foi eficiente e venceu por 1 a 0. Na volta, em São Paulo, o Alvinegro ampliou a vantagem com um triunfo por 2 a 0, carimbando o passaporte para a semifinal.

A semifinal contra o Cruzeiro reservou o maior drama da campanha. No Mineirão, o Corinthians venceu por 1 a 0. Na volta, na Neo Química Arena, a Raposa chegou a abrir 2 a 0. Mas o Timão buscou um gol salvador, fechando o placar em 2 a 1 e levando a decisão para as penalidades. Com o apoio da Fiel, o Alvinegro venceu por 5 a 4 nos pênaltis.

A grande final foi contra o Vasco, que chegava à decisão após eliminar União Rondonópolis, Nova Iguaçu, Operário-PR, CSA, Botafogo e Fluminense. O primeiro jogo, na Neo Química Arena, terminou em um tenso 0 a 0. A decisão ficou para o Maracanã, onde o Corinthians confirmou o título com uma vitória por 2 a 1, com gols de Yuri Alberto e Memphis Depay. Mantendo a tradição dos três títulos anteriores, o Timão celebrou a conquista da Copa do Brasil longe de seus domínios, reafirmando sua vocação para grandes glórias em solo visitante.

A campanha do Corinthians:
10 jogos | 8 vitórias | 1 empate | 1 derrota | 12 gols marcados | 3 gols sofridos


Foto Alexandre Battibugli/FPF/Placar

Corinthians Campeão Paulista 1982

"Ganhar ou perder, mas sempre com democracia". Este lema moveu o Corinthians no início da década de 1980. Em 1982, o Brasil ainda estava na Ditadura Militar, porém promoveu eleições diretas para governadores estaduais. E o clube, aproveitando-se desta abertura política, promoveu um histórico movimento no qual decisões como contratações, concentração, consumo de álcool e liberdade de opiniões eram decididas por meio do voto igualitário de seus membros, sejam atletas, funcionários e dirigentes. A Democracia Corinthiana foi liderada por Sócrates, Wladimir, Casagrande e Zenon, e o período rendeu dois títulos paulistas ao alvinegro. Em 1982, foi conquistado o 18º troféu.

O Paulistão de 1982 envolveu 20 times, com um regulamento muito simples. Na primeira fase, todos os participantes se enfrentaram em turno único, com o líder avançando à final. Na segunda fase, a mesma coisa aconteceu. O vencedor de cada etapa se enfrentou na decisão.

O Corinthians começou a campanha na vitória por 1 a 0 sobre o Santo André em casa. Depois, venceu mais 11 vezes, empatou cinco e perdeu duas, garantindo a vaga na final logo na primeira fase. O Timão somou 29 pontos na liderança, cinco a mais que o vice-líder São Paulo. Entre os principais resultados, o mais celebrado pelo Timão foi a goleada por 5 a 1 em cima do rival Palmeiras, na sexta rodada.

Embora já classificado para a decisão, o Corinthians manteve o ritmo alto na segunda fase. Na estreia, venceu a Inter de Limeira por 2 a 0 fora de casa. Nos outros 18 jogos, a equipe venceu 11, empatou três e perdeu quatro. Mas a boa campanha não foi suficiente para dar o título estadual antecipado ao Timão, que acabou em segundo lugar na tabela com 27 pontos, quatro atrás do São Paulo, que se classificou para defender um bicampeonato na final.

Dois Majestosos no Morumbi decidiram o Campeonato Paulista. Na primeira partida, pouco mais 23 mil torcedores compareceram ao estádio. E eles viram Sócrates marcar o gol da vitória do corinthiana por 1 a 0. No segundo jogo, quase 67 mil pessoas acompanharam Biro-Biro anotar duas vezes e Casagrande fechar a conta na vitória do Timão por 3 a 1. Com muita Democracia, o Corinthians voltou a ser campeão estadual depois de três anos.

A campanha do Corinthians:
40 jogos | 26 vitórias | 8 empates | 6 derrotas | 75 gols marcados | 33 gols sofridos


Foto Ronaldo Kotscho/Placar

Corinthians Campeão da Libertadores Feminina 2025

O Corinthians chegou ao sexto título da Libertadores Feminina em 2025. Assim como aconteceu nos anos de 2017, 2019, 2021, 2023 e 2024, o clube alvinegro atingiu o hexacampeonato da competição, sendo esta a terceira taça consecutiva.

O torneio manteve o formato dos últimos anos, com 16 times separados em quatro grupos na primeira fase, seguidas por quartas de final, semifinal e final, de maneira simples e de tiro curto. A sede foi a cidade de Buenos Aires, na Argentina, em dois estádios.

O Corinthians ficou no grupo A da primeira fase, junto com Independiente Del Valle (Independiente Dragonas), Always Ready e Santa Fe. Na estreia, sofreu o empate por 1 a 1 com as equatorianas. Na segunda rodada, aplicou 11 a 0 sobre as bolivianas, e na última partida da fase de grupos venceu as colombianas por 1 a 0, garantindo a liderança da chave com sete pontos, à frente das Dragonas pelo saldo de gols.

Nas quartas de final, o adversário alvinegro foi o Boca Juniors. O time paulista venceu por 4 a 0 e avançou à semifinal, onde enfrentou a Ferroviária. Após empate em 1 a 1 no tempo normal, o Corinthians venceu o complicado confronto brasileiro por 6 a 5 nos pênaltis.

Na final, o Corinthians enfrentou o Deportivo Cali, que havia eliminado São Paulo e Colo-Colo no mata-mata. O jogo foi disputado no estádio Florencio Sola, e terminou empatado em 0 a 0, em outra partida difícil. Nos pênaltis mais uma vez, o Corinthians se saiu melhor nas cobranças e venceu o rival colombiano por 5 a 3, conquistando o hexacampeonato da Libertadores Feminina e mantendo a enorme hegemonia do Brasil na competição.

A campanha do Corinthians:
6 jogos | 3 vitórias | 3 empates | 0 derrotas | 18 gols marcados | 2 gols sofridos


Foto Lucila Guede @lucilaguedefotos

Corinthians Campeão Brasileiro Feminino 2025

O Corinthians conquistou o Campeonato Brasileiro Feminino de 2025. Neste ano, a competição manteve quase todo o mesmo regulamento que foi adotado em 2019, com 16 participantes. A única diferença foi a diminuição no número de clubes rebaixados de quatro para dois. O movimento por parte da CBF se deu rumo a uma maior valorização e o aumento gradual da competição até a Copa do Mundo de 2027, sediada no Brasil: 18 times em 2026 e 20 a partir de 2027.

Desde a primeira fase, o Corinthians manteve posição de destaque. A estreia aconteceu com vitória por 8 a 2 sobre o Real Brasília, fora de casa, e a sequência foi marcada por resultados que o mantiveram entre os primeiros colocados. No total, foram dez vitórias, quatro empates e uma derrota em 15 partidas, números suficientes para encerrar a primeira fase na segunda posição com 34 pontos, dois atrás do líder Cruzeiro. As outras equipes classificadas foram São Paulo, Palmeiras, Flamengo, Ferroviária, Bahia e Bragantino.

Nas quartas de final, o Corinthians enfrentou o Bahia e venceu os dois confrontos, por 2 a 1 em Aracaju (o Bahia escolheu mandar a partida fora de seu estado) e por 2 a 0 em São Paulo. A semifinal foi disputada contra o São Paulo. O primeiro jogo foi realizado no Pacaembu, vencido pelo alvinegro por 2 a 0. A segunda partida aconteceu no Canindé e terminou empatada por 2 a 2, classificando o Timão para mais uma decisão.

Na final, o adversário foi o Cruzeiro, que vinha de superar Bragantino e Palmeiras. O regulamento do campeonato previa o acúmulo da pontuação do mata-mata com a primeira fase. Com três vitórias e um empate, o Corinthians ultrapassou o adversário (que venceu duas, empatou uma e perdeu uma) e inverteu os mandos de campo da decisão.

Portanto, o primeiro jogo aconteceu em Belo Horizonte, no Independência. Em um duelo aberto, a ida foi encerrada com empate por 2 a 2. Na partida de volta, realizada na Neo Química Arena, o Corinthians venceu por 1 a 0, aproveitando a desatenção do rival em momentos-chave da partida. O placar garantiu mais um título ao clube, o sétimo na história do torneio.

A campanha do Corinthians:
21 jogos | 14 vitórias | 6 empates | 1 derrota | 57 gols marcados | 17 gols sofridos


Foto Marcos Ribolli/ge.globo

Corinthians/Audax Campeão da Copa do Brasil Feminina 2016

Em 2016, a CBF organizou a décima e última edição da Copa do Brasil Feminina antes da interrupção. Àquela altura, a entidade encerrou a competição para criar a partir de 2017 a Série A2 do Campeonato Brasileiro, visto que este já tinha maior importância. O hiato da Copa do Brasil duraria até 2025.

Mais uma vez, 32 equipes participaram do torneio, que seguiu o formato eliminatório simples. O que também continuou como regra foi que, nas duas primeiras fases, se o time visitante vencesse a partida de ida por três ou mais gols de diferença, a volta era automaticamente cancelada.

O título ficou com dois clubes em parceria, o Audax Osasco e o Corinthians. O projeto visava recolocar o time corinthiano no cenário do futebol feminino após anos de inatividade, utilizando a estrutura e o registro federativo do Audax para disputar competições oficiais. A união permitiu que fosse montada uma equipe com jogadoras experientes e jovens talentos, capaz de competir em nível nacional, com Arthur Elias no comando técnico. A parceira durou até 2017, e a conquista da Copa do Brasil significou para o Corinthians o pontapé inicial de uma hegemonia que somou cerca de 20 títulos em voo solo.

O Corinthians/Audax começou a campanha contra o Pinheirense, vencendo por 9 a 0 ida em Osasco, no Estádio José Liberatti, e a volta por 2 a 0 no Pará. Nas oitavas de final, enfrentou o Santos. Após vencer por 3 a 0 em casa, a equipe segurou o empate por 1 a 1 na Vila Belmiro e passou mais uma fase.

Nas quartas de final, o adversário da dupla foi o Flamengo. O empate por 1 a 1 na ida no Rio de Janeiro e a vitória por 1 a 0 na volta em Osasco garantiram a classificação para a semifinal. Contra o Cresspom, do Distrito Federal, o Corinthians/Audax venceu por 2 a 0 o primeiro jogo, no José Liberatti, e perdeu por 2 a 1 em Brasília, conseguindo a vaga na final pela soma dos placares.

Na decisão, o Corinthians/Audax enfrentou o São José, que bateu Intercap-TO, Atlético-AC, JV Lideral-MA e Foz Cataratas. O jogo de ida, disputado no Martins Pereira, terminou empatado por 2 a 2. No confronto de volta, no José Liberatti, a equipe alvinegra e alvirrubra venceu por 3 a 1 e conquistou o título. Pardal abriu o placar, Chú Santos ampliou, e Gabi Nunes marcou o terceiro gol.

A campanha do Corinthians/Audax:
10 jogos | 6 vitórias | 3 empates | 1 derrota | 26 gols marcados | 8 gols sofridos



Foto Lucas Figueiredo/CBF

Corinthians Campeão Paulista 1979

O Paulistão de 1979 começou logo após o fim da edição de 1978, em julho. Sem intenção de diminuir a competição, a FPF a fez novamente atravessar o ano, com o encerramento colocado para fevereiro de 1980. O excesso de partidas no estadual fez a maioria dos clubes grandes - Corinthians, São Paulo, Santos, Portuguesa e Ponte Preta - desistir de jogar o Brasileirão. Apenas Guarani e Palmeiras, campeão e vice nacionais em 1978, dividiram as atenções - e mesmo assim somente a partir da terceira fase. Quem se deu bem no fim foi o Corinthians, que ficou com o título pela 17ª vez.

O torneio contou com 20 participantes. Na primeira fase, todos se enfrentaram em dois turnos, com classificação em quatro grupos. Os três primeiros de cada chave passaram para a segunda fase, onde foram divididos em mais dois grupos e atuaram em turno único. Os dois melhores de cada chave avançaram à semifinal, e seus ganhadores disputaram a final.

O Corinthians ficou no grupo A e estreou com empate por 2 a 2 com a Ferroviária em Araraquara. A primeira vitória aconteceu em casa, por 2 a 0 sobre o São Bento na segunda partida. Nos 36 jogos seguintes, o Timão venceu 14, empatou 16 e perdeu seis, somando 47 pontos e garantindo a classificação na liderança da chave.

Na segunda fase, o alvinegro ficou mais uma vez no primeiro grupo. O começo corinthiano foi vencendo o América de Rio Preto por 1 a 0 fora de casa. Nas quatro partidas seguintes, obteve mais duas vitórias, um empate e uma derrota. O Corinthians conseguiu a classificação na vice-liderança, com sete pontos, um a menos que a líder Ponte Preta.

A semifinal foi realizada já em 1980, entre Corinthians e Palmeiras em dois clássicos no Morumbi. No primeiro, os times empataram por 1 a 1. No segundo, o Timão conseguiu a vitória por 1 a 0.

Na decisão, também no Morumbi e em melhor de quatro pontos, o Corinthians enfrentou mais uma vez a Ponte Preta, o mesmo adversário na quebra da fila em 1977 e que eliminou o Guarani na semi. Na ida, o Timão venceu por 1 a 0. Na volta, o empate por 0 a 0 forçou a disputa de um terceiro jogo. E o título corinthiano foi confirmado nesta partida, com vitória por 2 a 0. Os gols foram de Palhinha e Sócrates.

A campanha do Corinthians:
48 jogos | 21 vitórias | 20 empates | 7 derrotas | 58 gols marcados | 31 gols sofridos


Foto Arquivo/Gazeta Press

Corinthians Campeão Paulista 2025

O maior campeão paulista recuperou a hegemonia estadual. Pela 31ª vez, o Corinthians chega ao título a volta a conquistar o Paulistão depois de seis anos. Mais do que isso, o clube ainda evitou um inédito tetra de uma seus maiores rivais, o Palmeiras.

A competição contou com 16 equipes, divididas em quatro grupos, com enfrentamentos em chaves opostas. Em 12 jogos, o Timão venceu oito, empatou três e perdeu uma, ficando em primeiro no grupo A com 27 pontos. Nas quartas de final, eliminou o Mirassol ao vencer por 2 a 0 na Neo Química Arena, em São Paulo. Na semifinal, bateu o Santos por 2 a 1, também em casa.

O Corinthians foi para a final contra o Palmeiras, que passou por São Bernardo e São Paulo. A primeira partida foi disputada no Allianz Parque, e os alvinegros saíram de lá com uma ótima vitória por 1 a 0. O segundo jogo aconteceu na Neo Química Arena, terminando com o suficiente empate por 0 a 0, com direito a pênalti defendido pelo goleiro Hugo Souza e provocação do atacante Memphis Depay.

A campanha do Corinthians:
16 jogos | 11 vitórias | 4 empates | 1 derrota | 25 gols marcados | 14 gols sofridos


Foto Eduardo Carmim/Photo Premium/Gazeta Press

Corinthians Campeão Paulista 1977

O Natal corinthiano é celebrado em 13 de outubro. Porque foi nesse dia que, em 1977, os torcedores se libertaram do grito que estava parado no ar há 23 anos. Foi quando o Corinthians reconquistou o título paulista após um longo jejum, que começou no estadual de 1954. Foi quando os mais velhos voltaram a comemorar uma taça e os mais jovens puderam festejar pela primeira vez.

O Paulistão de 1977 teve 19 times e foi longo. Na primeira fase, todos se enfrentaram, mas classificados em quatro grupos. O líder de cada chave disputou o mata-mata que deu uma vaga para a terceira fase ao campeão. A segunda fase foi idêntica, com outra composição de grupos. O vencedor de cada etapa e as seis melhores campanhas somadas disputaram a terceira fase, que aconteceu na mesma dinâmica das outras: todos contra todos e duas chaves. O líder de cada grupo foi à decisão. Um diferencial do regulamento foi que as vitórias a partir de três gols de diferença valeram três pontos, ao invés de dois.

O Corinthians iniciou a campanha com vitória por 2 a 0 sobre a Portuguesa Santista. Nas demais 17 partidas da primeira fase, a equipe obteve mais oito triunfos, cinco empates e quatro derrotas, que renderam 26 pontos. O Timão ficou em segundo lugar do grupo B, seis pontos atrás do Botafogo de Ribeirão Preto, que superou Guarani e São Paulo no mata-mata e levou a primeira fase.

Na segunda fase, os alvinegros estrearam fazendo 2 a 0 no São Bento. Na sequência, conseguiram mais 12 vitórias e cinco derrotas, que somaram 29 pontos. O time ficou empatado com a Ponte Preta no grupo C, mas conseguiu a liderança por ter uma vitória a mais. Na semifinal, o Corinthians fez 2 a 1 no São Paulo, e na final, bateu o Palmeiras por 1 a 0, garantindo a vaga na terceira fase.

A etapa seguinte começou com o Timão empatando por 2 a 2 com o Santos. Depois, seguiu com três vitórias e duas derrotas até a penúltima rodada. Com sete pontos, o Corinthians era vice do grupo F e precisava vencer o último jogo com o São Paulo, que tinha oito, para ir à final. E conseguiu, por 2 a 1, ultrapassar o rival e chegar aos nove pontos. No grupo E, a Ponte Preta liderou com 12 pontos.

A final foi entre Corinthians e Ponte Preta, histórica quaisquer fosse o resultado (primeiro título do interior ou a quebra do tabu). As partidas aconteceram no Morumbi, em São Paulo. Na primeira, o Timão venceu por 1 a 0. Na segunda, deu Ponte Preta, por 2 a 1. Foi preciso fazer um terceiro jogo, também no Morumbi, para o desempate. E então, eles vestiram uma camisa listrada e saíram por aí: Basílio pegou o rebote e fez 1 a 0 para o Corinthians, campeão paulista pela 16ª vez.

A campanha do Corinthians:
48 jogos | 30 vitórias | 6 empates | 12 derrotas | 73 gols marcados | 38 gols sofridos


Foto Arquivo/Estadão

Corinthians Campeão da Libertadores Feminina 2024

O Corinthians é pentacampeão da Libertadores Feminina em 2024. O clube repete os feitos de 2017, 2019, 2021 e 2023 e chega ao quinto título da competição. Com um detalhe: o time quebrou o tabu de não vencer a taça em anos pares.

O torneio de 2024 teve o mesmo regulamento da últimas temporadas, com 16 equipes divididas em quatro grupos na primeira fase, seguido por quartas, semifinal e final. O país-sede foi o Paraguai e os representantes brasileiros foram Corinthians, Ferroviária e Santos.

O clube alvinegro ficou no grupo A da competição, junto com Boca Juniors, Adiffem (Venezuela) e Libertad/Limpeño. Na estreia, um jogo sonolento e o empate sem gols com as argentinas. Na segunda rodada, veio a goleada por 8 a 0 em cima das venezuelanas. No fechamento da primeira fase, o Corinthians fez 3 a 1 nas paraguaias. Com sete pontos e saldo de gols superior ao do Boca, as brasileiras se classificaram na liderança do grupo.

Nas quartas de final, o adversário do Corinthians foi o Olimpia. Uma partida dura, mas que acabou vencida pelo alvinegro paulista por 2 a 0. Na semifinal, foi a vez de reencontrar o Boca Juniors. Em jogo ainda mais dificultoso, as brasileiras marcaram um gol no segundo tempo e venceram as argentinas por 1 a 0.

Na final, o Corinthians enfrentou o Santa Fe. As colombianas passaram no mata-mata por Alianza Lima e Independiente Dragonas (versão feminina do Del Valle). A partida aconteceu no Defensores del Caho, em Assunção. Com um gol em cada tempo de jogo, a equipe alvinegra chegou a vitória por 2 a 0 e ao quinto título da Libertadores Feminina, de maneira invicta.

A campanha do Corinthians:
6 jogos | 5 vitórias | 1 empate | 0 derrotas | 16 gols marcados | 1 gol sofrido


Foto Nayra Halm/Staff Images Woman/Conmebol

Corinthians Campeão Brasileiro Feminino 2024

Times de futebol precisam ter, além de tudo, sorte. É o caso do Corinthians feminino, que tem a sorte de que os outros clubes ainda não conseguiram a competência necessária para vencê-lo, por mais que a distância venha encurtando ano após ano. Em 2024, o alvinegro chegou ao hexacampeonato brasileiro, sendo este também o quinto título consecutivo no campeonato e o primeiro depois da saída do técnico Arthur Elias para a Seleção Brasileira.

Enquanto os outros times não conseguem, o Timão aproveita. O Brasileirão Feminino teve o mesmo formato utilizado desde 2019, com 16 participantes na primeira fase, com oito classificados ao mata-mata. Na estreia, o Corinthians venceu o Grêmio por 3 a 0 fora de casa. Depois, até a pausa para as Olimpíadas, a equipe seguiu com sequência invicta. Porém, no retorno, levou uma goleada por 7 a 2 para o Cruzeiro em Minas Gerais, na 14ª rodada.

Com 13 vitórias, um empate e a derrota por 7 a 2 para o Cruzeiro, o Corinthians ficou na liderança da primeira fase, com 40 pontos. Ferroviária, São Paulo, Palmeiras, Cruzeiro, Grêmio, Internacional e Bragantino foram os outros classificados ao mata-mata. Nas quartas de final, as alvinegras enfrentaram o Bragantino. Empataram a ida por 1 a 1 em Bragança Paulista e venceram a volta por 1 a 0 em São Paulo.

A semifinal foi sofrida e com a sorte ajudando. Contra o Palmeiras em Jundiaí, o time perdia a primeira partida até o momento que o rival se desconcentrou, aos 40 minutos do segundo tempo. Durante esse apagão, conseguiram a virada para 3 a 1. O segundo jogo foi no Canindé, em São Paulo, e o Corinthians saiu derrotado por 2 a 1, garantindo a classificação graças ao resultado do jogo de ida.

Na final, o adversário corinthiano foi o São Paulo, que eliminou Grêmio e Ferroviária no mata-mata e foi para sua primeira decisão na primeira divisão nacional. A ida foi disputada no Morumbi, e o Corinthians venceu por 3 a 1. A volta aconteceu na Neo Química Arena, e a vitória que confirmou o título alvinegro foi por 2 a 0.

A campanha do Corinthians:
21 jogos | 17 vitórias | 2 empates | 2 derrotas | 51 gols marcados | 22 gols sofridos


Foto Mauro Horita/Staff Images/CBF

Corinthians Campeão da Supercopa do Brasil Feminina 2024

Como tem acontecido desde 2022, a Supercopa do Brasil abriu a temporada do futebol feminino de 2024. A competição de tiro curto é simples, com oito times se enfrentando em mata-mata de mão única. O critério de seleção dos times também é básico: a melhor equipe por Estado no Brasileirão do ano anterior, ou que obteve o acesso na Série A2.

Para a terceira edição da Supercopa, apenas seis Estados atingiram o critério, portanto os dois melhores no ranking ficaram com duas vagas. São Paulo teve Corinthians e Ferroviárias como representantes, enquanto o Rio de Janeiro ficou com Flamengo e Fluminense. Completaram o torneio Internacional, Cruzeiro, Avaí/Kindermann e Real Brasília. Os confrontos e os mandos de campo nas quartas de final foram definidos por sorteio, enquanto semifinal e final foram ditadas pela campanha nas fases anteriores.

O título ficou pela terceira vez com o Corinthians, agora sob o comando do técnico Lucas Piccinato. Nas quartas de final, a equipe venceu o Internacional por 4 a 2 no Beira-Rio. Na semifinal, na Neo Química Arena, foi a vez de fazer 2 a 0 na Ferroviária, que havia eliminado o Flamengo.

A decisão foi disputada contra o Cruzeiro, que passou pelo Real Brasília e pelo Avaí/Kindermann (que havia batido o Fluminense). A partida também foi disputada na Neo Química Arena, pois o Corinthians tinha a melhor campanha graças aos gols marcados. As mineiras bem que tentaram, tendo inclusive dois gols anulados, mas as alvinegras chegaram em mais uma conquista com vitória simples, por 1 a 0, no gol de falta marcado por Duda Sampaio no início do segundo tempo.

A campanha do Corinthians:
3 jogos | 3 vitórias | 0 empates | 0 derrotas | 7 gols marcados | 2 gols sofridos


Foto Leo Sguacabia/Staff Images/CBF

Corinthians Campeão Paulista Feminino 2023

Em São Paulo, e para finalizar com os 17 campeões estaduais de 2023 aqui no blog, o Corinthians recuperou o título estadual dois anos depois e chegou na quarta conquista, igualando Santos e Juventus como maior vencedor da competição.

O ano de 2023 foi perfeito para o Timão, que foi também foi campeão da Supercopa, do Brasileirão e da Libertadores. Mas o fato mais importante ficou no banco de reservas: a saída do técnico Arthur Elias para a Seleção Brasileira logo após o título continental e com sete anos de clube. Portanto, o Paulistão foi o primeiro torneio levantado sob outro comando (interino).

O estadual teve 12 times na primeira fase, em turno único. Em 11 jogos, o Corinthians venceu dez e empatou um, ficando com 31 pontos e muita folga na liderança. Na semifinal, a classificação sobre o Palmeiras veio com vitória por 1 a 0 na ida fora de casa e uma goleada histórica por 8 a 0 na volta na Neo Química Arena.

A final foi contra o São Paulo, que bateu o Santos. O primeiro jogo foi realizado na Vila Belmiro, com mando são-paulino, e as corinthianas sofreram a única derrota na competição, por 2 a 1. A segunda partida aconteceu na Neo Química Arena, com o Timão revertendo a desvantagem ao golear por 4 a 1.

A campanha do Corinthians:
15 jogos | 13 vitórias | 1 empate | 1 derrota | 67 gols marcados | 8 gols sofridos


Foto Alexandre Battibugli/FPF

Corinthians Campeão da Libertadores Feminina 2023

Com mais uma campanha irrepreensível, o Corinthians leva mais um título da Libertadores Feminina. A conquista de 2023 já seria histórica em modos normais, mas o gosto será mais especial por três motivos: o tetracampeonato, que desempatou o ranking com o São José-SP; derrotando o maior rival na decisão; e foi a última taça obtida sob o comando do técnico Arthur Elias, que de despediu do Timão para assumir a Seleção Brasileira.

A quarta conquista alvinegra na Libertadores veio com cinco vitórias e um empate. O regulamento da competição foi o mesmo das últimas edição, com 16 times divididos em quatro grupos e disputas em mão única. O Corinthians ficou no grupo C da primeira fase, com Colo-Colo, Libertad/Limpeño e Always Ready. A estreia foi com vitória por 1 a 0 sobre as chilenas. Depois, vieram duas goleadas, por 6 a 0 sobre as bolivianas e por 5 a 0 sobre as paraguaias. A equipe liderou a chave com nove pontos.

Nas quartas de final, o Timão enfrentou o América de Cali, algoz da semifinal da Libertadores de 2020. Desta vez a história foi bem diferente, com as corinthianas goleando de novo, por 4 a 0. Os gols foram de Millene, Victória e Fernandinha, além de um contra das colombianas.

Na semifinal, o adversário foi o Internacional. As coloradas saíram na frente no primeiro tempo, mas Victória anotou o empate por 1 a 1 a 14 minutos do fim. Nos pênaltis, o Corinthians só errou uma cobrança ante duas das gaúchas, vencendo por 4 a 3.

Na final, veio o Palmeiras, que no mata-mata passou por Olimpia e Atlético Nacional. O maior derby feminino da história foi disputado no Pascual Guerrero, em Cali, na Colômbia. E o tetra do Corinthians veio com mais um triunfo, no simples 1 a 0 sobre o rival. O gol do título foi marcado por Millene, aos 29 minutos do primeiro tempo.

A campanha do Corinthians:
6 jogos | 5 vitórias | 1 empate | 0 derrotas | 18 gols marcados | 1 gol sofrido


Foto Cris Mattos/Staff Images Woman/Conmebol

Corinthians Campeão Brasileiro Feminino 2023

O time feminino do Corinthians chegou a impressionante marca de cinco títulos brasileiros, sendo o de 2023 o quarto consecutivo, um feito inédito. Poderia ter sido mais, pois o clube desde 2017 acumulou sete finais em sequência, mas sendo vice em 2017 e em 2019. Em comum nesse tempo todo, a presença do técnico Arthur Elias na beira do campo. Em seis anos de trabalho, o profissional conquistou 14 títulos. Tanto sucesso lhe rendeu o maior passo que um treinador pode dar, que é ser contratado pela Seleção Brasileira..

A novidade do campeonato foi a entrada da Globo, que transmitiu boa parte do mata-mata às 16 horas dos domingos. Porém, não exibiu a primeira fase, onde o penta corinthiano começou a ser desenhado. A estreia foi na goleada por 14 a 0 sobre o Ceará. Cinco vitórias e um empate depois, veio a primeira das duas derrotas, por 2 a 0 para o Internacional fora. A outra foi na 12ª rodada, por 1 a 0 para o Avaí Kindermann em Santa Catarina.

Em 15 partidas, o Corinthians venceu 12 e empatou uma. Com 37 pontos, terminou a primeira fase na liderança. As outras sete vagas ficaram, na ordem, com Palmeiras, Ferroviária, Santos, Flamengo, Internacional, São Paulo e Cruzeiro. Nas quartas, o Timão passou pelo time cruzeirense com vitórias por 2 a 1 em Minas Gerais, e por 4 a 2 no Parque São Jorge.

Depois da pausa para a Copa do Mundo (onde o Brasil caiu na fase de grupos), a semifinal foi realizada entre Corinthians e Santos. O primeiro jogo aconteceu na Vila Belmiro, mas a vitória ficou com o alvinegro da capital, por 3 a 0. Na segunda partida, o triunfo foi por 2 a 0 em São Paulo.

Na final, o Timão enfrentou a Ferroviária, bicampeã brasileira que eliminou Internacional e São Paulo no mata-mata. A ida foi realizada na Fonte Luminosa, em Araraquara, terminando empatada por 0 a 0. A volta foi na Neo Química Arena, diante do novo recorde de público de 42 mil torcedores, mas quem saiu na frente do placar foi a Ferroviária, com menos de 15 minutos. O Corinthians pressionou até conseguiu o empate, no gol de cabeça de Jheniffer, a artilheira do time. No segundo tempo, Tamires anotou o gol da virada: 2 a 1 e ponto final.

A campanha do Corinthians:
21 jogos | 17 vitórias | 2 empates | 2 derrotas | 66 gols marcados | 12 gols sofridos


Foto Nayra Halm/Staff Images Woman/CBF

Corinthians Campeão da Supercopa do Brasil Feminina 2023

A Supercopa do Brasil abriu a temporada 2023 do futebol feminino. E com o campeão de quase sempre, o Corinthians. O clube chega ao bicampeonato na segunda edição na história da competição, que manteve o mesmo regulamento da primeira: oito participantes, num mata-mata de partidas únicas.

Cada uma das oito melhores federações do país (São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, Distrito Federal, Paraná e Ceará) tiveram o direito de indicar uma equipe para o certame. Os mandos de campo dos jogos foram predefinidos conforme a posição no ranking da CBF.

O adversário das alvinegras nas quartas de final foi o Atlético-MG. Na partida disputada em Diadema, no Distriral do Inamar, o Timão conseguiu uma vitória simples, por 1 a 0, e se classificou para a semifinal. O segundo confronto do Corinthians foi contra o Internacional, que havia eliminado o Athletico-PR. Na Neo Química Arena, a equipe bateu as gaúchas tal qual fez na decisão do Brasileirão de 2022, por 2 a 1.

A final foi entre Corinthians e Flamengo. As rubro-negras chegaram lá ao derrotar Ceará (por 10 a 0) e Real Brasília (que passou pelo Avaí/Kindermann nas quartas). Novamente, o jogo foi disputado na casa corinthiana. Com 45 segundos de bola rolando, Tamires já deixava o Timão em vantagem. Depois, Millene marcou outros dois gols. No segundo tempo, Tamires fez outro e o Flamengo ainda chegou a descontar a desvantagem. No fim, 4 a 1 e mais uma taça para a galeria alvinegra. A 14ª em 17 finais e sete anos de comando do técnico Arthur Elias.

A campanha do Corinthians:
3 jogos | 3 vitórias | 0 empates | 0 derrotas | 7 gols marcados | 2 gols sofridos


Foto Rodrigo Gazzanel/Agência Corinthians

Corinthians Campeão do Torneio Rio-São Paulo 2002

O que era para ter sido uma revolução no trato com os estaduais e regionais no futebol brasileiro, tornou-se na edição derradeira do Torneio Rio-São Paulo. Em 2002, a FPF tentou dar mais um passo no fortalecimento da competição. O número de participantes foi aumentado para 16 e a proposta era de que os mesmos ficassem ausentes dos estaduais, o que aconteceu de fato no Paulista.
Mas a FERJ não concordou inteiramente com a ideia, exigindo que seus clubes jogassem também o Carioca. Foram nove equipes de São Paulo e sete do Rio de Janeiro no torneio de grupo e turno únicos na primeira fase, e que ainda previa o rebaixamento do pior time colocado de cada Estado.
O desnível entre paulistas e cariocas ficou evidente, já que um lado jogava apenas o Rio-SP enquanto o outro era obrigado a dividir titulares e reservas com o estadual. Corinthians e Palmeiras ficaram disparados na frente com 31 pontos cada, mas a liderança sendo alvinegra devido ao saldo de gols. São Paulo e São Caetano fecharam o G-4 com 26 e 25 pontos, respectivamente.
O melhor carioca foi o Fluminense, em quinto com 24 pontos, seguido imediatamente por Vasco e Botafogo, que marcaram 24 e 23. Outros que lutaram pelas vagas na semifinal foram Paulista e Santos, oitavo e nono com 23 pontos. No limbo da classificação ficaram Portuguesa, Ponte Preta e Guarani, com 20 pontos cada. As decepções foram todas de um só lado: Flamengo com 15 pontos, Americano com 11, Bangu com oito e America com sete.
Líder e com o melhor elenco, o Corinthians enfrentou o São Caetano na semifinal, empatando a ida fora por 1 a 1 e vencendo a volta em casa por 3 a 1. A final foi contra o São Paulo, em duas partidas emocionantes no Morumbi. O Timão venceu a ida por 3 a 2 e foi campeão empatando a volta por 1 a 1. Foi a quinta e última conquista corintiana do Torneio Rio-São Paulo, que de 2003 em diante ficou sem lugar no calendário por causa do advento do Brasileirão de pontos corridos.

A campanha do Corinthians:
19 jogos | 11 vitórias | 6 empates | 2 derrotas | 38 gols marcados | 19 gols sofridos


Foto Ricardo Corrêa/Placar

Botafogo, Santos, Vasco e Corinthians Campeões do Torneio Rio-São Paulo 1966

A primeira era do Torneio Rio-São Paulo acabou de maneira agridoce, com um título dividido entre quatro campeões. O ano de 1966 foi conturbado para o futebol brasileiro devido à má preparação para a Copa do Mundo. Em abril daquele ano - três meses antes do Mundial -, a CBD pré-convocou 46 jogadores para treinos. Tal fato prejudicou os clubes, que precisaram paralisar suas atividades oficiais por um trimestre inteiro.
A conjuntura dos fatos levou as federações paulista e carioca tomarem duas decisões quanto ao Rio-SP: o regulamento voltou a ser o mesmo de antes, com pontos corridos e turno único, e se mais duas ou mais equipes terminassem empatadas na liderança ao fim das nove rodadas, o saldo de gols definiria o campeão, pois não haveria datas nem atletas de ponta para os jogos extras. Isto aconteceu com quatro clubes, todos alvinegros.
Botafogo, Santos, Vasco e Corinthians protagonizaram uma disputa tão forte pelo título que todos chegaram com chances de serem campeões sozinhos na última rodada. E para evitar desgastes com quaisquer dirigentes, os organizadores do torneio decidiram dividir o título entre os igualados ao invés do saldo de gols. A situação era a seguinte: o Vasco era o primeiro com 11 pontos, seguido por Santos e Corinthians com dez cada, e o Botafogo com nove. O Palmeiras seria o quinto clube na briga, mas acabou derrotado pelo São Paulo na última partida e acabou parado em nove pontos.
No dia seguinte, Corinthians e Santos jogaram no Pacaembu e Botafogo e Vasco se enfrentaram no Maracanã. Os paulistas não saíram do 0 a 0 e atingiram os 11 pontos do cruz-maltino. Então, bastava para o Vasco também empatar para ser campeão isolado, mas o time levou 3 a 0 da Estrela Solitária, que também chegou aos 11 pontos. No saldo de gols, deu Fogão (oito, contra sete do Peixe, um do Vasco e zero do Timão). Mas a regra inicial já tinha sido esquecida.

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Em 1967, as federações de São Paulo e do Rio de Janeiro decidiriam modificar sua competição e convidar clubes de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. O conceito e o nome Torneio Rio-São Paulo ficaram extintos até 1993, e no lugar seguiu o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, que deu origem ao Brasileirão moderno.

A campanha do Botafogo:
9 jogos | 4 vitórias | 3 empates | 2 derrotas | 19 gols marcados | 11 gols sofridos

A campanha do Santos:
9 jogos | 4 vitórias | 3 empates | 2 derrotas | 18 gols marcados | 11 gols sofridos

A campanha do Vasco:
9 jogos | 5 vitórias | 1 empate | 3 derrotas | 12 gols marcados | 11 gols sofridos

A campanha do Corinthians:
9 jogos | 5 vitórias | 1 empate | 3 derrotas | 15 gols marcados | 15 gols sofridos


Foto Arquivo/Botafogo


Foto Arquivo/Santos


Foto Arquivo/Vasco


Foto Arquivo/Corinthians

Corinthians Campeão do Torneio Rio-São Paulo 1954

O momento histórico vivido pelo Corinthians na primeira metade da década de 1950 teve seu ponto final em 1954. Naquele ano, o clube alvinegro levou para casa as conquistas do estadual (o famoso título do quarto centenário, já que a cidade de São Paulo completou 400 anos de fundação) e do Torneio Rio-São Paulo. Logo depois, o Timão amargaria o longo jejum de 23 anos sem conquistas, descontando o agridoce título dividido do Rio-SP de 1966 (e que vamos contar mais tarde).
O torneio de 1954 teve uma mudança de nome, para Torneio Roberto Gomes Pedrosa. A troca ocorreu em função da morte do então presidente da Federação Paulista de Futebol. O regulamento foi o mesmo, com dez equipes em turno único, com o adendo de ter sido em meio à Copa do Mundo daquele ano. Então, muitos clubes atuaram desfalcados. O Corinthians, por exemplo, ficou sem o goleiro Cabeção e sem o atacante Baltazar na maioria dos jogos.
Mas isso não foi problema, pois o Timão venceu as seis primeiras e logo pulou rumo à luta pelo tricampeonato. A estreia foi com 2 a 1 sobre o Botafogo fora. Depois, o clube fez 4 a 3 no America-RJ em casa, 4 a 1 no Vasco em casa, 1 a 0 no Fluminense fora, 3 a 2 na Portuguesa em casa e 2 a 1 no Flamengo fora. As derrotas só apareceram na sétima e oitava rodadas, por 2 a 0 para o Santos e por 1 a 0 para o São Paulo, ambas fora de casa.
Para a última rodada, a situação ficou a seguinte: Fluminense com 13 pontos e Corinthians e Palmeiras com 12. Enquanto os cariocas enfrentariam o Vasco no Maracanã, os dois paulistas fariam o Derby decisivo no Pacaembu. Em São Paulo, o Timão fez sua parte e derrotou o rival por 1 a 0. E no Rio de Janeiro, o tricolor carioca levou 1 a 0 dos vascaínos. A combinação de resultados deixou o Timão com 14 pontos e o tri do Rio-SP.

A campanha do Corinthians:
9 jogos | 7 vitórias | 0 empates | 2 derrotas | 17 gols marcados | 11 gols sofridos


Foto Arquivo/Corinthians