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Vitória Campeão Baiano 1980

A década de 1970 não foi nenhum pouco positiva em termos de títulos para o Vitória. Desde 1972 sem vencer o estadual, o clube viu o rival Bahia ganhar sete vezes consecutivas entre 1973 e 1979. Em 1980, porém, a conquista mudaria de lado, indo para os rubro-negros pela nona vez.

Treze equipes participaram do Baianão de 1980, dividido em três fases. Na primeira e na segunda, todos se enfrentaram em turno único. Os oito primeiros avançaram para dois quadrangulares, também em turno único. Os dois melhores de cada grupo classificaram para outro quadrangular, novamente em mão única. O líder garantiu três pontos extras para a fase final, enquanto o vice ficou com um ponto extra. Na decisão, com duas, três ou quatro equipes, ficou com o título quem primeiro atingiu seis pontos.

O Vitória abriu a campanha no empate por 1 a 1 com o Botafogo de Salvador. O restante da primeira parte da fase seguiu com mais cinco empates, três vitórias e três derrotas em 11 partidas. O Leão da Barra somou 12 pontos, avançando em oitavo. No primeiro quadrangular, a campanha seguiu com empates sem gols com Fluminense de Feira e Leônico, e vitória por 2 a 0 sobre o Bahia. Com quatro pontos, o Vitória foi ao segundo quadrangular e repetiu a sequência de resultados: empates de zero com Itabuna e Galícia, e vitória por 3 a 1 sobre o Fluminense. O rubro-negro fechou a primeira fase em segundo lugar, classificado para a final com um ponto extra. O Galícia foi o líder.

Na segunda fase, o Leão iniciou com derrota por 1 a 0 para o Ypiranga. A primeira vitória veio na terceira rodada, por 5 a 0 sobre a ABB. Nos demais dez jogos, a equipe venceu cinco, empatou quatro e perdeu uma. O Vitória ficou em quarto lugar, com 16 pontos. No quadrangular seguinte, o time fez 3 a 1 no Atlético Alagoinhas, 3 a 0 no Redenção e empatou por 1 a 1 com o Bahia, somando cinco pontos e passando ao próximo grupo. Por fim, os rubro-negros disputaram o segundo quadrangular e venceram as partidas por 1 a 0, sobre Leônico, Galícia e o Bavi. O Vitória terminou a fase com seis pontos e em primeiro lugar, conquistando mais três pontos extras para a decisão. O Bahia ficou na segunda posição.

A decisão ficou entre Vitória, Galícia e Bahia. Rubro-negros tinham quatro pontos, contra três dos azulinos e um dos tricolores. Ou seja, o título podia ser conquistado com vitória simples sobre qualquer adversário. Na primeira rodada, Galícia e Bahia empataram por 1 a 1. A conquista do Leão foi confirmada na segunda partida, na vitória por 1 a 0 em cima do Galícia.

A campanha do Vitória:
37 jogos | 17 vitórias | 15 empates | 5 derrotas | 44 gols marcados | 21 gols sofridos


Foto Arquivo/Vitória

Vitória Campeão Baiano 1972

Clube baiano mais antigo, fundado em 1899, o Vitória tem uma história com altos e baixos. Campeão estadual em 1908 e 1909, o time só chegou ao terceiro título em 1953, 44 anos depois. Nesse meio tempo, o rival Bahia foi fundado e se tornou hegemônico. Aos poucos, o rubro-negro voltou ao cenário.

Em 1972, o Vitória já tinha sete títulos, que o deixavam como terceiro maior ganhador. Mas naquele ano o time já era a segunda força, pois o Ypiranga, segundo maior campeão, parou de vencer em 1951. O Bahia tinha 23 títulos e era bicampeão no momento. Coube então ao Leão da Barra frear o rival e conquistar a oitava taça, a única da década e que quebrou com sete anos de fila.

O estadual teve 13 participantes e três fases. Na primeira, as equipes atuaram em turno único, com os dois primeiros disputando uma partida que definiu um classificado à decisão. Na segunda fase, os times ficaram em dois grupos, com partidas em turno único. O líder de cada grupo também fez um jogo para definir outro finalista. A terceira fase foi igual, mas com os times jogando em chaves cruzadas.

O Vitória começou a campanha derrotando o Jequié por 2 a 1 em Salvador. Nas 11 partidas seguintes, teve mais sete vitórias e quatro empates, que deixou o time com 20 pontos na vice-liderança, mas empatado em pontos com o líder Bahia. Na decisão, porém, o rubro-negro perdeu o Bavi por 1 a 0.

Na segunda fase, o Leão ficou no grupo B, com Fluminense de Feira, Palestra de Salvador, Ypiranga, Botafogo de Salvador, Ilhéus e Conquista. O Vitória fez seis jogos, com três vitórias e três empates, e foi líder com nove pontos. Na decisão de fase com o Bahia, o time venceu por 2 a 1, na prorrogação.

Na terceira fase, foi a vez de enfrentar os times do grupo A: Bahia, Atlético Alagoinhas, Itabuna, Galícia, Jequié e Leônico. Em seis partidas, o Vitória teve três vitórias, dois empates e uma derrota, que deixaram o time em primeiro da chave B com oito pontos. Na final, em outro Bavi, empatou sem gols e perdeu nos pênaltis por 5 a 4.

A final do Baianão teve Vitória, com um ponto extra da segunda fase, e Bahia, com dois pontos extras da primeira e terceira fases. O time que atingisse quatro pontos levava o título. Em dois jogos na Fonte Nova, o Leão superou essa pontuação, e foi campeão com vitórias por 2 a 1 e por 3 a 1.

A campanha do Vitória:
29 jogos | 17 vitórias | 10 empates | 2 derrotas | 39 gols marcados | 15 gols sofridos


Foto Raimundo de Jesus/Placar

Vitória Campeão Baiano 2024

Vitória do Vitória! O Leão da Barra quebrou com sete anos de jejum e conquistou o 30º título baiano em 2024. Sem nem mesmo chegar em finais neste período, o clube se reestruturou e voltou aos holofotes, a começar pelo retorno à Série A do Brasileirão.

O Baianão 2024 contou com a participação de dez times, que jogaram em turno único. Em nove jogos, o Vitória ganhou seis, empatou um e perdeu dois, somando 19 pontos e se classificando na segunda posição, empatado com o Bahia mas perdendo no saldo de gols. Na semifinal, o rubro-negro passou pelo Barcelona de Ilhéus com vitórias por 2 a 0 na ida fora e por 4 a 1 na volta em casa.

Na final, dois clássicos Bavi com o Bahia, que eliminou o Jequié. A ida foi no Barradão, que viu uma época virada do Vitória, que levou dois gols mas no fim venceu por 3 a 2. A volta foi na Fonte Nova, e o empate por 1 a 1 confirmou a conquista do Leão.

A campanha do Vitória:
13 jogos | 9 vitórias | 2 empates | 2 derrotas | 24 gols marcados | 9 gols sofridos


Foto Victor Ferreira/Vitória

Vitória Campeão Brasileiro Série B 2023

O roteiro para o título do Vitória no Brasileirão Série B de 2023 é um dos mais bonitos já vistos na história recente do futebol brasileiro. A história começa ainda em 2022, quando o time baiano estava na Série C e ocupava a zona de rebaixamento para a quarta divisão. Mas a virada aconteceu a tempo e o Leão da Barra arrancou rumo ao acesso na competição.

Em 2023, ninguém colocou o Vitória como favorito a brigar por uma das vagas na Série A, principalmente depois da eliminação na primeira fase do estadual. Porém, o clube trabalhou quieto e foi obtendo os resultados necessários para o retorno à elite de pois de seis anos e o primeiro título nacional em 124 anos de história.

A campanha rubro-negra começou com vitória por 3 a 0 sobre a Ponte Preta no Barradão. Foram mais quatro vitórias nas partida seguintes, até a primeira derrota, por 3 a 2 para o Atlético-GO em casa. Nesta altura, o Vitória já era o líder do campeonato, posição que ocupou na terceira rodada, entre a quinta e a 11ª, na 18ª, 19ª e 21ª, e em definitivo a partir da 24ª.

Enquanto outras oito equipes se embolaram na luta por três lugares na zona de acesso, o Leão foi acumulando vitórias no último quarto da Série B, se distanciando do restante do bolo e se credenciando como único candidato ao título. A arrancada para a taça começou na 28ª rodada, na vitória por 3 a 0 sobre o Botafogo-SP no Barradão.

Depois, o time conseguiu mais quatro vitórias, dois empates e uma derrota, até a 36ª rodada. Contra o Novorizontino no interior paulista, uma vitória de virada, por 2 a 1, garantiu o acesso e o título rubro-negro. Em 36 jogos até a conquista, o Vitória venceu 21, empatou seis e perdeu nove.

A campanha do Vitória:
37 jogos | 22 vitórias | 6 empates | 9 derrotas | 49 gols marcados | 28 gols sofridos


Foto Victor Ferreira/Vitória

Vitória Campeão da Copa do Nordeste 2010

Foram sete anos de pausa. A esvaziada edição de 2003 da Copa do Nordeste levou à descontinuidade da competição a partir de 2004. Não havia espaço no calendário, já que o Brasileirão fora esticado e as federações jamais soltaram seus ossos, os deficitários estaduais.

Até que chega 2010 e a Liga do Nordeste se reúne com força. Baseada no regulamento de 2002 e com direitos de transmissão vendidos ao Esporte Interativo, a Copa do Nordeste consegue seu reingresso no calendário, aproveitando a parada da Copa do Mundo daquele ano. Sem parte na organização da competição, a CBF deu o sinal verde para que fossem usadas as lacunas de calendário para a disputa das rodadas. Foram 15 participantes, já que o Sport preferiu não entrar.

O nivelamento da competição era evidente, já que os clubes integrantes da Série A e da Série B optaram em usar suas equipes de aspirantes. Uma delas foi o Vitória, que seria vice na Copa do Brasil e brigaria para não cair no Brasileiro. O Leão da Barra estreou perdendo por 1 a 0 para o CRB fora de casa, e na sequência empatou por 2 a 2 com o ABC em casa.

O time só engrenou no terceiro jogo, quando tocou 5 a 1 sobre o rival Bahia em Pituaçu. Tendo o controle dos resultados e sempre próximo ou dentro da zona de classificação, o Vitória ficou definitivamente lá a partir da décima rodada, ao fazer 2 a 1 no América-RN no Barradão. A equipe não chegou a liderar, mas ficou sem perder desde então.

A vaga na semifinal foi confirmada na última rodada, ao empatar sem gols com o Treze em casa. Vice-líder com 25 pontos, livrou três do eliminado Bahia, superou o CSA no saldo de gols e ficou cinco atrás do ABC. Foram sete vitórias, quatro empates e três derrotas na campanha. Na semifinal em partida única, o rubro-negro venceu por 2 a 1 o CSA em Salvador.

A final da Copa do Nordeste também foi em jogo único. O ABC passou pelo Treze na outra chave e ficou com o direito de receber o Vitória no Frasqueirão. Então, o time de aspirantes foi até Natal, e não se assustou com a pressão. Até saiu perdendo, mas conseguiu a virada durante o segundo tempo. Com 2 a 1 no placar, o Leão conquistou o tetra, até hoje insuperável. Quatro dias depois, a equipe principal encerraria o Brasileirão em 17º lugar, rebaixada para a Série B.

A campanha do Vitória:
16 jogos | 9 vitórias | 4 empates | 3 derrotas | 26 gols marcados | 18 gols sofridos


Foto Frankie Marcone/FuturaPress

Vitória Campeão da Copa do Nordeste 2003

De todos os campeonatos regionais realizados entre 1997 e 2002, a Copa do Nordeste foi certamente o de maior sucesso, tanto para o clubes quanto para os torcedores. O ano de 2003 tinha tudo para seguir com o modelo adotado um ano antes, mas a criação do Brasileirão de pontos corridos mudou os planos. 

Com maior duração, a competição nacional diminuiu o tempo dos estaduais de cinco para apenas dois meses (janeiro a março). O baque fez as federações pressionarem a CBF, que removeu os regionais do calendário. Só que a Liga do Nordeste bateu o pé e organizou sozinha sua copa. O problema é que Bahia, Fortaleza, Confiança e o trio pernambucano pularam fora antes da disputa.

O jeito então foi convidar dois times de fora da liga (Corinthians-AL e Palmeiras de Feira) para fechar com 12 participantes e montar um simples regulamento de tiro curto, um mata-mata com preliminar de oito, quartas, semifinal e final. A única grande força da Copa do Nordeste de 2003 foi o Vitória, que levou o tricampeonato sem precisar de muito esforço.

O Leão da Barra entrou na competição já nas quartas de final, esperando o vencedor do jogo entre Sergipe e Palmeiras de Feira. Os sergipanos fizeram 2 a 0 e seguiram como o primeiro adversário do Vitória. Em partida única no Barradão, o time rubro-negro não teve nenhum problema e goleou por 4 a 0. Na semifinal, foi a vez do Leão encarar o América-RN. A ida foi no Machadão, em Natal, e o Vitória abriu vantagem vencendo por 1 a 0. Na volta em Salvador, o time baiano sofreu um pouco mas venceu por 3 a 2 e carimbou a vaga para a sexta final em oito edições. E ela seria realizada em um confronto estadual.

A última parada do Vitória foi o Fluminense de Feira, primeiro clube de interior na decisão e que eliminou Ceará e ABC. A primeira partida foi no Joia da Princesa, em Feira de Santana e acabou empatada por 1 a 1, com o rubro-negro saindo atrás no marcador. A segunda partida foi no Barradão. 

Apesar da pressão interiorana, o Leão tinha a vantagem do gol fora de casa e se segurou. Assim, o empate por 0 a 0 serviu bem para o Vitória chegar ao seu terceiro título, na única alegria de uma edição quase esquecida da Copa do Nordeste, que só gerou prejuízos e motivou a descontinuidade da competição para 2004.

A campanha do Vitória:
5 jogos | 3 vitórias | 2 empates | 0 derrotas | 9 gols marcados | 3 gols sofridos


Foto Carlos Santana/Agência A Tarde/Futura Press

Vitória Campeão da Copa do Nordeste 1999

Definitivamente no gosto popular, a Copa do Nordeste continuou firme e forte para 1999. Tanto que motivou as demais regiões a terem seus próprios campeonatos: o Torneio Rio-SP e a Copa Norte já estavam em pé desde 1997 (Rio-SP teve edição em 1993) e se fortaleciam igualmente. Só faltavam estrear a Copa Centro-Oeste e a Copa Sul (que virou Sul-Minas em 2000).

Voltando ao Nordeste, o regulamento para 1999 teve uma mudança. A segunda fase seria toda realizada em mata-mata. Assim, a competição teve um número menor de jogos, porém maior competitividade. Dento de campo, o Vitória formava um de seus melhores times da história, com Petkovic, Matuzelém, Fábio Costa, Preto Casagrande e outros, e partia para o bicampeonato.

Na primeira fase, o Leão ficou no grupo D, contra Sergipe, Porto de Caruaru e Juazeiro. Não foi tão fácil quanto aparentou, mas o time de Salvador fez o básico. Estreou com vitória por 1 a 0 sobre os conterrâneos do Juazeiro no Barradão. Depois, teve uma sequência negativa com derrota por 3 a 1 para o Sergipe em Aracaju e empate em 1 a 1 com o Porto em casa.

No returno, o Vitória suou e venceu fora de casa o rival baiano por 1 a 0 e os pernambucanos por 4 a 3. Já classificado, empatou em casa por 1 a 1 com os sergipanos. Com 11 pontos, o Leão ficou na vice-liderança.

Nas quartas de final, o adversário foi o Botafogo-PB. No jogo de ida no Barradão, o Vitória foi bem e fez 2 a 0. Defendendo a vantagem, na volta no Almeidão, o time rubro-negro se segurou e teve uma derrota controlada por 3 a 2. Na semifinal contra o Sport, a maior dificuldade no campeonato. O Leão da Barra venceu por 2 a 1 em Salvador e foi derrotado por 1 a 0 na Ilha do Retiro. Na decisão por pênaltis, o time baiano foi mais feliz e venceu por 4 a 2.

Assim, na final, o Vitória enfrentou o arqui-rival Bahia. Enquanto no estadual os dois times não se entenderam e foram à campo em estádios diferentes no jogo de volta, na Copa do Nordeste tudo ocorreu normalmente. Na ida no Barradão, o rubro-negro fez 2 a 0. Na volta na Fonte Nova, o Bahia até tentou, mas só devolveu um gol. Mesmo perdendo por 1 a 0, o Vitória conquistou o bicampeonato. O título antecipou a histórica campanha no Brasileirão, onde o clube foi semifinalista.

A campanha do Vitória:
12 jogos | 6 vitórias | 2 empates | 4 derrotas | 16 gols marcados | 12 gols sofridos


Foto Edson Ruiz/Placar

Vitória Campeão da Copa do Nordeste 1997

Passados três anos da organização da primeira Copa do Nordeste em Alagoas, a CBF assumiu a organização da competição em 1997. A partir de então, as vagas seriam determinadas através de critérios técnicos: os melhores times do estaduais de 1996 estavam qualificados para a disputa. Porém, nem toda a região foi contemplada. Maranhão e Piauí ficaram de fora da disputa, sob a alegação de que os Estados tinham uma proximidade maior com o futebol da região Norte.

Mas somente em 1998 que a outra região ganhou seu próprio campeonato. Enquanto isso, 16 times de sete Estados participaram da segunda Copa do Nordeste, que foi executada toda em mata-mata. Em campo, o campeão foi o Vitória, que tinha no ataque ninguém menos que Bebeto, tetra mundial três anos antes com o Brasil (e que jogaria outra Copa do Mundo no ano seguinte).

Nas oitavas de final, o Leão da Barra enfrentou o Confiança. Eliminou o time sergipano com duas vitórias por 2 a 1, na ida em Aracaju e na volta em Salvador. Nas quartas, foi a vez de encarar o Santa Cruz. Na ida no Barradão, vitória por 2 a 0. Na volta no Arruda, nova vitória por 4 a 3 e a vaga na semifinal.

Já entre os quatro melhores, o Vitória enfrentou o Ceará. O primeiro jogo foi realizado no Castelão, um movimentado empate por 3 a 3. O segundo jogo foi no Barradão, mas nem por isso deixou de ser menos tenso. O Leão conseguiu uma apertada vitória por 3 a 2, conquistando a vaga na final com certo sofrimento.

A decisão foi de parar tudo. O adversário do Vitória foi o arqui-rival Bahia, com as duas partidas realizadas na antiga Fonte Nova. Na ida, como "visitante", o Leão acabou com qualquer perspectiva rival (e as projeções da imprensa) ao vencer por 3 a 0, fora o baile. Os gols foram marcados por Uéslei, Gil Baiano e Chiquinho.

Na volta, agora sendo o "mandante", bastou ao Vitória controlar a vantagem, tanto que o time rubro-negro perdeu por 2 a 1, com o atacante Agnaldo marcando o gol "de honra" que selou a primeira das quatro conquistas do clube.

A campanha do Vitória:
8 jogos | 6 vitórias | 1 empate | 1 derrota | 20 gols marcados | 12 gols sofridos


Foto Arquivo/Vitória

Vitória Campeão Baiano 2017

Deu Vitória de novo na Bahia. Perfeito na primeira fase, com dez vitórias em 10 jogos, o Leão despachou na semifinal o Vitória da Conquista com empate em 1x1 e vitória por 5x0. Na final, encontrou seu maior rival, o Bahia, e se vingou da Copa do Nordeste com dois empates, 1x1 na Fonte Nova e 0x0 no Barradão. A melhor campanha lhe valeu o 29º título estadual.


Foto Betto Júnior/Correio

Vitória Campeão Baiano 2016

Depois de três anos, o Vitória voltou a conquistar o título do Campeonato Baiano. Enfrentou na final o Bahia, vencendo na ida no Barradão por 2x0 e perdendo na volta na Fonte Nova por 0x1. Dessa forma, o Leão quebra a hegemonia do rival e chega ao 28º título estadual.


Foto Francisco Galvão/Vitória