Goiás Campeão Goiano 1983

O Campeonato Goiano de 1983 voltou a ser verde. O Goiás chegou ao sétimo título estadual dois anos após a última conquista, em um período marcado pela alternância de hegemonia com o rival Vila Nova.

A competição contou com oito times. Nas duas primeiras fases, todos se enfrentaram em dois turnos, com a classificação dividida em dois grupos. Os dois melhores de cada chave avançaram para a semifinal de fase, e os vencedores foram à final. A decisão foi disputada entre os ganhadoras das etapas.

A campanha do Goiás iniciou na vitória por 2 a 0 sobre o Goiânia. Nas demais 13 partidas da primeira fase, venceu mais sete vezes, quatro empates e duas derrotas. Com 20 pontos, o Esmeraldino ficou na primeira colocação do grupo B. Na semifinal, o time enfrentou o Goiânia. Na ida, perdeu por 2 a 1. Na volta, venceu por 3 a 1, com o gol da classificação saindo na prorrogação.

Na final, o Goiás iria enfrentar o Itumbiara, mas o clube foi punido em dois pontos na semifinal e sua vaga foi repassada à Anapolina, que havia sido derrotada pelo clube. O Itumbiara recorreu da decisão e disputa foi parar nos tribunais, o que fez a primeira fase ficar indefinida e travada.

Enquanto isso, a segunda fase foi iniciada. O Goiás estreou com derrota por 1 a 0 para o Itumbiara fora de casa. Na sequência, se recuperou com seis vitórias, cinco empates e duas derrotas, o que valeu 17 pontos e outra vez a liderança do grupo B. Na semifinal, o Esmeraldino encarou o Vila Nova. No primeiro jogo, venceu por 1 a 0. Na segunda partida, perdeu por 2 a 0. Como o regulamento da época não levava em conta a soma dos placares, mais uma prorrogação foi disputada para a definição do vencedor. Nela, o Goiás marcou mais um gol, diminuiu a derrota para 2 a 1 e se classificou.

A decisão da segunda etapa reuniu Goiás e Anapolina, que bateu o Itumbiara sem ressalvas. Na ida, os esmeraldinos perderam por 2 a 0. Na volta, a equipe devolveu os 2 a 0. Na prorrogação, deu empate. A vitória definitiva só veio nos pênaltis, por 5 a 4, o que garantiu o Esmeraldino na decisão.

Faltava ainda a primeira fase. O Itumbiara não conseguiu recuperar os pontos e a final acabou sendo mesmo entre Goiás e Anapolina, outra vez, tornando-se de certa forma a decisão do estadual. No primeiro jogo, em Anápolis, o Esmeraldino foi derrotado por 2 a 0. Na segunda partida, no Serra Dourada, venceu por 1 a 0. Na prorrogação, Mairon César marcou 2 a 0 e o Goiás ficou com o título antecipado, por ter vencido as duas fases.

A campanha do Goiás:
36 jogos | 18 vitórias | 9 empates | 9 derrotas | 49 gols marcados | 23 gols sofridos


Foto Arquivo/Goiás

Arsenal Campeão Mundial Feminino 2026

Pela primeira vez de maneira oficial, o futebol feminino teve seu Mundial de Clubes. A Copa das Campeãs da FIFA surgiu em 2026 com o objetivo de reunir as campeãs continentais em um formato semelhante ao que por anos foi adotado no masculino. De modo anual, a competição marcou um novo passo no processo de internacionalização do futebol feminino de clubes e serviu também como preparação institucional para um projeto ainda maior: a criação da Copa do Mundo de Clubes Feminina, prevista pela FIFA para 2028, também nos moldes do torneio masculino. Na edição inaugural, o título ficou com o Arsenal, que se tornou o primeiro campeão da história da competição.

Os participantes da Copa das Campeãs são sempre os campeões continentais do ano anterior. Na edição de estreia, o Auckland United, da Nova Zelândia, representou a Oceania; o Wuhan Jiangda, da China, entrou como campeão da Ásia; o AS Far, do Marrocos, defendeu a África como vencedor continental; o Gotham, dos Estados Unidos, representou a Concacaf; o Corinthians chegou como campeão da Libertadores Feminina; e o Arsenal, da Inglaterra, participou como campeão da Liga das Campeãs da Europa.

O regulamento da competição seguiu um modelo muito semelhante ao do Mundial masculino disputado entre 2005 e 2023. Na primeira fase, o campeão da Oceania enfrentou o vencedor da Ásia. Na segunda fase, o vencedor desse confronto encarou o representante africano. As semifinais foram divididas em dois lados: de um, os campeões das Américas, e do outro, o campeão europeu enfrentando o classificado da segunda fase. Após as semifinais, houve disputa de terceiro lugar e a decisão do título.

As duas primeiras fases foram realizadas na China e no Marrocos. No primeiro confronto, o Wuhan Jiangda venceu o Auckland United por 1 a 0. Na fase seguinte, o AS Far enfrentou o clube chinês e venceu por 2 a 1 na prorrogação, garantindo vaga na semifinal do torneio.

As semifinais e a fase final tiveram Londres como sede. Em uma das semis, o Corinthians contrariou muitos prognósticos e venceu o Gotham por 1 a 0. Na outra chave, o Arsenal enfrentou o AS Far e goleou por 6 a 0. Na disputa do terceiro lugar, o Gotham superou o AS Far por 4 a 0.

A final foi disputada no Estádio Emirates, casa do Arsenal. As gunners abriram o placar aos 15 minutos do primeiro tempo, com gol de Olivia Smith, mas o Corinthians empatou aos 21 minutos. No segundo tempo, o Arsenal voltou a ficar à frente aos 13 minutos, com gol de Lotte Wubben-Moy, e o Corinthians igualou novamente o placar aos 51 minutos, em cobrança de pênalti. Na prorrogação, as inglesas marcaram o gol da vitória aos 14 minutos do primeiro tempo, com Caitlin Foord, fechando o placar em 3 a 2 e conquistando o título inaugural da Copa das Campeãs da FIFA.


Foto Dantey Buitureida/@danteysart

Corinthians Campeão da Supercopa do Brasil 2026

A Supercopa do Brasil de 2026 abriu oficialmente a temporada do futebol brasileiro e marcou a realização da nona edição do torneio, que reúne os campeões nacionais do ano anterior. Flamengo e Corinthians garantiram presença na decisão: o clube carioca chegou após conquistar o Campeonato Brasileiro pela nona vez, enquanto a equipe paulista se classificou ao levantar a Copa do Brasil pela quarta vez.

O título ficou com o Corinthians, que se tornou bicampeão da competição após um intervalo de 35 anos. A equipe repetiu o feito de 1991 e, de forma curiosa, novamente diante do Flamengo, adversário daquela primeira decisão vencida pelo Timão.

O confronto foi disputado no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, que voltou a sediar a Supercopa depois de três anos. Esta foi a quarta vez que o estádio recebeu a decisão do torneio, com divisão exata de 50% a 50% nas arquibancadas entre torcedores de Flamengo e Corinthians.

No primeiro tempo, o Flamengo iniciou melhor a partida, mas sem conseguir encaixar o ataque nas chances que criou. Com o passar dos minutos, o Corinthians equilibrou as ações e passou a explorar os contra-ataques. O placar foi aberto aos 37 minutos, quando Gabriel Paulista marcou após cobrança de escanteio e um bate-rebate dentro da área.

Com um jogador a mais durante todo o segundo tempo, o Corinthians passou a controlar o jogo e neutralizou as ações do Flamengo. O título foi confirmado nos acréscimos, aos 52 minutos, quando Yuri Alberto aproveitou a defesa aberta e finalizou por cobertura sobre o goleiro, fechando o placar em 2 a 0.


Foto Rafael Ribeiro/CBF

Fortaleza Campeão Cearense 1983

Depois de acabar com oito anos de fila, o Fortaleza chegou ao bicampeonato cearense em 1983, o 27º título estadual na história do clube.

O torneio foi realizado com dez equipes divididas em dois grupos, o da capital com seis e o do interior com quatro. Em todas as três fases, os participantes se enfrentaram em dentro de suas chaves, a da capital em turno único e a do interior em dois. Os quatro melhores da capital e os dois melhores do interior avançaram para um hexagonal de dois turnos, com cada líder levando um ponto extra. O vencedor de cada fase se classificou para a final do estadual.

O Fortaleza estreou na primeira fase com vitória por 2 a 1 sobre o Tiradentes. Nos outros cinco jogos, venceu três e empatou um, liderando a chave da capital com nove pontos. No hexagonal, o Leão do Pici abriu com vitória por 1 a 0 sobre o Icasa em Juazeiro do Norte. Depois, venceu mais cinco partida e empatou quatro. Com 17 pontos, o time ficou em primeiro lugar e se garantiu na final.

Na segunda fase, o Fortaleza abriu com derrota por 1 a 0 para o América. A equipe se recuperou nas quatro partidas seguintes, com três vitórias e um empate, terminando na segunda colocação da capital com sete pontos. No hexagonal, os tricolores estrearam de novo contra o América, mas venceram por 2 a 0. Depois, conseguiu mais seis vitórias, um empate e duas derrotas. Outra vez, o Leão acabou na liderança, com 15 pontos, ganhando um ponto de vantagem na final.

Chegando à terceira fase, o Fortaleza iniciou com vitória por 3 a 0 sobre o Calouros do Ar. Na sequência, venceu mais uma vez, empatou duas e perdeu uma, encerrando na terceira posição com seis pontos. No hexagonal, o Leão do Pici abriu com empate sem gols com o Tiradentes. Nos outros nove jogos, o time tirou o pé, vencendo apenas um, empatando cinco e perdendo três. Com oito pontos, o time terminou em quinto lugar, nove pontos atrás do líder Ferroviário, que se classificou para a decisão.

Na final, o Fortaleza enfrentou o Ferroviário com um ponto de vantagem, já que o clube venceu duas fase contra uma do rival. Assim, o título poderia ser conquistado já no primeiro jogo, em caso de vitória do Leão. Os dois times se enfrentaram no Castelão, e o Fortaleza garantiu a taça ao vencer por 2 a 0.

A campanha do Fortaleza:
45 jogos | 31 vitórias | 7 empates | 7 derrotas | 87 gols marcados | 40 gols sofridos
 

Foto Edson Pio/Placar

Joinville Campeão Catarinense 1983

O Joinville manteve sua impressionante hegemonia estadual em 1983. Naquele ano, o clube conquistou o hexacampeonato catarinense e o sétimo título. Tudo isso em apenas oito temporadas desde a fundação.

O estadual reuniu 12 participantes. A primeira fase foi a Copa Governador do Estado, em que os times foram divididos em dois grupos e se enfrentaram em dois turnos. Os três melhores de cada chave passaram ao grupo dos vencedores e o restante foi ao grupo dos perdedores, em mais dois hexagonais de dois turnos. Os três melhores dos vencedores e o líder dos perdedores foram ao mata-mata que definiu o primeiro finalista. Na segunda e na terceiras fases, todos se enfrentaram em turno único, com as oito melhores indo a um mata-mata para definir mais dois finalistas. A fase final foi disputada em um quadrangular de dois turnos, com os vencedores das três fases e o time de melhor campanha no geral.

O Joinville abriu a campanha no empate com 1 a 1 sobre o Blumenau. Nos outros nove jogos da primeira fase, empatou mais duas, venceu cinco e perdeu duas, ficando em segundo com 13 pontos. No grupo dos vencedores, o JEC fez mais 13 pontos e acabou na liderança, com seis vitórias, um empate e três derrotas. Na semifinal, passou pelo Figueirense após perder por 1 a 0 fora e vencer por 3 a 0 em casa. Na final, foi superado pelo Avaí ao empatar duas vezes por 1 a 1 e perder o terceiro jogo por 1 a 0.

Na segunda fase, o JEC começou perdendo por 1 a 0 para o Blumenau. Na sequência, venceu quatro jogos, empatou dois e perdeu quatro, ficando em sexto lugar com dez pontos. Nas quartas de final, o Joinville voltou a encarar o Avaí e a empatar as duas partidas por 1 a 1. Mais uma vez o clube tricolor acabou eliminado, por ter campanha inferior ao adversário. O Figueirense foi o vencedor desta etapa.

A melhora do Joinville só começou na terceira fase. Na estreia, venceu o Rio do Sul por 2 a 0 fora de casa. Nas dez partidas seguintes, venceu mais cinco, empatou quatro e perdeu uma, o que valeu a liderança com 16 pontos. Nas quartas, o JEC passou pelo Marcílio Dias com vitórias por 1 a 0 em Itajaí e por 3 a 1 no Ernestão. Na semifinal, bateu o Criciúma com dois empates por 1 a 1. Na final, o Joinville venceu o Figueirense por 2 a 1 na ida em casa. Na volta em Florianópolis, perdeu pelo mesmo placar, mas venceu nos pênaltis por 3 a 0 e garantiu a classificação ao quadrangular final.

O Joinville enfrentou Avaí, Figueirense e Criciúma no quadrangular final. Nas cinco primeiras partidas, o time venceu quatro vezes e perdeu uma, assim como o Figueirense. Ambos foram para a última rodada com oito pontos e chances de título. Porém, o JEC tinha cinco gols de saldo contra três dos alvinegros, portanto o empate lhe servia no confronto direto. No Orlando Scarpelli, o Joinville segurou o 0 a 0 e usou a vantagem para sagrar-se hexa diante do rival.

A campanha do Joinville:
61 jogos | 30 vitórias | 17 empates | 14 derrotas | 70 gols marcados | 42 gols sofridos


Foto Orestes Araújo/Placar

Santa Cruz Campeão Pernambucano 1983

O controle do Campeonato Pernambucano foi retomado pelo Santa Cruz em 1983. Depois de quatro anos, o clube tricolor acabou com a festa do rival Sport e chegou ao 18º título estadual.

O torneio teve 11 participantes, divididos em dois grupos, sorteados individualmente a cada etapa avançada. Nas quatro primeiras fases, os times se enfrentaram em turno único dentro de cada chave, e os dois melhores avançaram para um quadrangular seguinte. Os líderes dos dois primeiros quadrangulares disputaram uma vaga na fase final, assim como os líderes na terceira e quarta fases. Na quinta fase, as oito melhores equipes na soma das quatro etapas anteriores atuaram em turno único, com os quatro primeiros indo a outro quadrangular. Os líderes do octogonal e do quadrangular fizeram a decisão de fase. Por fim, a final do estadual reuniu os vencedores das três decisões em um triangular.

O Santa Cruz estreou na primeira fase com goleada por 5 a 0 sobre o Santo Amaro. Depois, venceu mais três jogos e empatou um, indo ao quadrangular no segundo lugar do grupo A com nove pontos. Nos três jogos seguintes, o time venceu dois e perdeu um, acabando na vice-liderança com quatro pontos.

Na segunda fase, a Cobra-coral abriu goleando o Íbis por 6 a 0. A campanha seguiu com mais três vitórias e um empate, que rendeu novamente a segunda colocação do grupo A com nove pontos. No quadrangular, a equipe voltou a tropeçar com dois empates e uma derrota, terminando em último com dois pontos. Náutico e Sport foram os finalistas das duas etapas, com vitória rubro-negra.

O Santinha inicia a terceira fase de novo contra o Santo Amaro, e venceu por 2 a 0. Nas demais partidas, venceu mais três e empatou uma. O time repetiu os nove pontos, mas desta vez conseguiu a liderança do grupo A. No quadrangular, o Santa Cruz venceu os três jogos, liderarou com seis pontos e foi à final.

Na quarta fase, o Santa Cruz ficou no grupo B, estreando com goleada por 5 a 0 sobre o Sete de Setembro. Na sequência, a equipe venceu mais três vezes e perdeu uma, conseguindo a liderança com oito pontos. No quadrangular, a cobra-coral empatou os três jogos e terminou em segundo lugar com três pontos. O líder foi o Náutico, indo decidir a segunda vaga na fase final com o Santa Cruz. O Clássico das Emoções foi disputado no Arruda, mas o Santinha perderam por 1 a 0.

A última chance do Santa Cruz foi a quinta fase. Na abertura, goleou o Santo Amaro por 5 a 1. Nos outros sete jogos, venceu quatro, empatou um e perdeu um. O Santinha acabou em terceiro lugar com 11 pontos, um a menos que o líder Sport. No quadrangular, o time venceu duas vezes e empatou uma, garantindo o primeiro lugar com cinco pontos. Assim, a última vaga na decisão foi definida no Clássico das Multidões. Em Caruaru, no Estádio Pedro Victor, o Santa venceu por 1 a 0 e enfim se classificou.

Os três rivais de Recife chegaram para o triangular final de 1983, chamado de "supercampeonato". Todos os jogos aconteceram no Arruda. No primeiro, o Santa Cruz ficou no 0 a 0 com o Sport. O mesmo resultado foi registrado entre o rubro-negro e o Náutico. Na terceira partida, o Santinha empatou por 1 a 1 com o alvirrubro. Todos terminaram com dois pontos, e como Santa e Náutico fizeram um gol, os dois times tiveram de disputar uma partida extra. Também no Arruda, eles voltaram a empatar por 1 a 1. O campeão estadual só foi conhecido nos pênaltis, após o Santa Cruz vencer por 6 a 5.

A campanha do Santa Cruz:
47 jogos | 29 vitórias | 13 empates | 5 derrotas | 100 gols marcados | 22 gols sofridos


Foto Maurício Coutinho/Placar

Bahia Campeão Baiano 1983

O Bahia conquistou o tricampeonato estadual em 1983, dando continuidade a mais uma hegemonia absurda no Campeonato Baiano. Com este título, o clube chegou a 33 taça somadas.

Doze clubes participaram do estadual, divididos em dois grupos. Quatro fases foram disputadas. Na primeira e na terceira, as equipes se enfrentaram em turno único único dentro de cada chave. As quatro melhores se classificaram para as quartas de final. No segunda e na quarta etapas, os times de um grupo enfrentaram os do outro, também com os quatro melhores passando ao mata-mata. O ganhador de cada fase avançou à final.

A campanha do Bahia começou no triunfo por 1 a 0 sobre o Atlético de Alagoinhas. Nos outros quatro jogos da primeira fase, ganhou três e perdeu um, terminando em primeiro do grupo A com oito pontos. Nas quartas de final, passou pelo Vitória ao empatar por 1 a 1 e triunfar por 3 a 1. Na semifinal, superou o Leônico ao fazer 3 a 0 na ida e perder por 1 a 0 na volta. Na final, bateu o Botafogo Bonfinense ao ganhar por 3 a 1 e empatar sem gols.

Na segunda fase, o Tricolor de Aço estreou com empate por 1 a 1 com o Serrano. Na sequência, o time obteve mais dois triunfos, dois empates e uma derrota, voltando a ser líder da chave A com oito pontos. Nas quartas de final, superou o Fluminense de Feira ao ganhar por 1 a 0 fora e por 3 a 0 em casa. Na semifinal, perdeu as duas partidas para o Itabuna, ambas por 1 a 0. A etapa foi vencida pela Catuense.

O Bahia começou a terceira fase com derrota, por 2 a 1 para o Atlético de Alagoinhas. Depois, se recuperou com dois triunfos e dois empates nas quatro partidas. Os resultados colocaram a equipe tricolor em segundo lugar no seu grupo com seis pontos. Nas quartas, bateu a Catuense após golear por 5 a 0 na ida fora e ganhar por 2 a 0 em casa. Na semifinal, passou pelo Leônico ao empatar os jogos por 1 a 1 e por 0 a 0. Na final, superou o Vitória ao triunfar por 2 a 1 na ida e empatar sem gols na volta.

Na quarta fase, o Bahia abriu fazendo 2 a 0 no Redenção. Nas outras cinco partidas, ganhou duas e empatou três, acabando na vice-liderança da chave com nove pontos. Nas quartas de final, eliminou o Atlético de Alagoinhas com triunfos por 2 a 1 fora e por 4 a 0 em casa. Na semifinal, tirou o Fluminense de Feira ao ganhar por 1 a 0 fora e por 3 a 0 em casa. Na final, foi a vez de bater o Serrano com mais dois triunfos, por 1 a 0 e por 2 a 1.

Bahia e Catuense chegaram à decisão. Na primeira partida, o Tricolor de Aço triunfou por 1 a 0, gol de Osni. No segundo jogo, perdeu por 2 a 0 em plena Fonte Nova. A terceira partida foi a definidora do título, no Estádio Carneirão, em Alagoinhas, e o Bahia chegou lá ao fazer novamente 1 a 0, gol de Emo.

A campanha do Bahia:
47 jogos | 28 triunfos | 12 empates | 7 derrotas | 69 gols marcados | 19 gols sofridos


Foto Mário Bonfim/Placar