Criciúma Campeão Catarinense 1986

Santa Catarina voltou a ver um novo campeão estadual em 1986. Depois de oito temporadas de dominância do Joinville, o Criciúma tornou-se vencedor pela segunda vez em sua história, 18 anos depois do primeiro título. Em 1968, o clube se chamava Comerciário e possuía as cores azul e branco.

O torneio foi realizado por dez times. Na primeira fase, a Taça Governador do Estado, os participantes foram divididos em dois grupos e se enfrentaram em dois turnos. Os dois melhores de cada chave foram à semifinal, e o vencedor garantiu um ponto extra na fase final. Nas duas etapas seguintes, a Taça UFSC e a Taça Plínio de Nes, as equipes se enfrentaram em turno único, e cada líder se classificou para a fase final. A etapa decisiva, a Taça Pedro Lopes foi disputada em um hexagonal de dois turnos com os vencedores das duas fases anteriores e os quatro melhores na soma das duas pontuações. O time com mais pontos no índice técnico também levou um bônus para a decisão.

O Criciúma iniciou mal a campanha do título, perdendo por 3 a 0 para o Inter de Lages fora de casa. Mas a equipe se recuperou com quatro vitórias e dois empates nos sete jogos seguintes, além de sofrer outra derrota. Com dez pontos, o Tigre foi líder do grupo B e avançou na primeira fase. Na semifinal contra o Figueirense, o Tricolor perdeu a ida por 1 a 0 no Orlando Scarpelli e venceu a volta por 1 a 0 no Heriberto Hülse, indo à final por ter melhor campanha. Na decisão, o Criciúma bateu o Joinville por 2 a 0 em casa e empatou sem gols no Ernestão, garantindo o ponto extra na fase final.

Na segunda fase, o Criciúma estreou com vitória por 3 a 0 sobre o Hercílio Luz em Tubarão. Nos outros dez jogos, os carvoeiros venceram mais quatro vezes, empatou uma e perdeu três, chegando a 11 pontos. A equipe teve a mesma pontuação que Joinville, Inter de Lages e Avaí, mas com cinco vitórias ante quatro de cada adversário. Assim, o Tigre ficou na liderança e se classificou para o hexagonal final.

A trajetória do Criciúma seguiu forte na terceira fase. Na abertura, o time fez 2 a 0 no Hercílio Luz no Heriberto Hülse. Depois, venceu outros três jogos, empatou quatro e perdeu um. Com 12 pontos, o Tigre ficou novamente no primeiro lugar, desta vez isoladamente, abrindo uma quinta vaga de classificação para o índice técnico. Avaí, Joinville, Marcílio Dias, Próspera e Hercílio Luz foram os classificados. Já o Criciúma, líder duas vezes, foi o melhor de todos e conseguiu o segundo ponto extra.

Com dois pontos de vantagem, o Criciúma entrou no hexagonal final. Na estreia, o time empatou por 0 a 0 com o Marcílio Dias no Heriberto Hülse. O tropeço em casa foi compensado com a vitória por 2 a 1 sobre o Hercílio Luz em Tubarão. Nas cinco partidas seguintes, o Tigre manteve-se invicto com três vitórias e dois empates, chegando a 13 pontos na liderança e faltando três rodadas para o fim.

O Criciúma entrou na oitava rodada três pontos a frente de Joinville e Avaí, e quatro a frente do Marcílio Dias, podendo ser campeão de maneira antecipada. O adversário foi o Próspera, no Heriberto Hülse. Com gols de Edemilson e Vanderlei, os carvoeiros venceram por 2 a 1 e confirmaram o título.

A campanha do Criciúma:
40 jogos | 21 vitórias | 12 empates | 7 derrotas | 48 gols marcados | 26 gols sofridos


Foto Silvio Ávila/Placar

Santa Cruz Campeão Pernambucano 1986

Após um pequeno momento de dominância do Náutico, o Santa Cruz voltou a ser campeão pernambucano em 1986, atingindo o 19º título estadual, três anos após a última conquista.

O estadual contou com 11 participantes e teve o regulamento muito parecido com o do ano anterior. Nas duas primeiras fases, os times ficaram em dois grupos, um com os seis primeiros colocados de 1985 clubes e outro com os cinco restantes, onde os times se enfrentaram em dois turnos dentro de cada grupo. Na virada de cada turno, o lanterna da chave A trocou de lugar com o líder da chave B. O líder do grupo A em cada um dos dois turnos fez a final de fase, e cada vencedor foi para a etapa final. Na terceira fase, os quatro melhores do returno da segunda etapa disputaram um quadrangular de dois turnos, com o líder indo para a decisão. A fase final reuniu o ganhador das três fases.

A história do Santa Cruz começou no grupo A da primeira fase, com vitória por 3 a 0 sobre o Paulistano, fora de casa. Nos outros quatro jogos, a equipe venceu uma, empatou uma e perdeu duas, terminando apenas na quarta colocação com cinco pontos, cinco a menos que o líder Sport. No returno, a Cobra-coral abriu fazendo 2 a 0 no América de Recife, e depois seguiu com mais duas vitórias e dois empates. No fim, o time somou oito pontos e ficou na liderança, indo à decisão contra o Sport. Na Ilha do Retiro, os rivais empataram por 1 a 1. Por ter sido líder no returno, o Santa Cruz ficou com a vaga na fase final.

Na segunda fase, o Santa Cruz estreou com vitória por 2 a 0 sobre o Sete de Setembro, no Arruda. Depois, o time venceu mais três vezes e perdeu uma, encerrando na segunda colocação do primeiro turno com oito pontos, dois atrás do líder Sport. No segundo turno, o Santinha também abriu fazendo 2 a 0 no Sete de Setembro, em Garanhuns. Porém, na segunda rodada, a equipe levou 5 a 0 do Sport na Ilha do Retiro, resultado que abalou o desempenho posterior. O time venceu mais uma vez, empatou uma e perdeu também para o Náutico, encerrando no quarto lugar do grupo A, com cinco pontos. A primeira colocação ficou de novo com o Sport, com nove pontos, e isso fez o clube avançar à fase final. A Cobra-coral seguiu, no limite, para a terceira fase.

O Santa Cruz se recuperou no quadrangular da terceira etapa. Na abertura, empatou por 2 a 2 com o Central em Caruaru. Na sequência, venceu três partidas, incluindo um 4 a 0 sobre o Náutico, empatou mais uma e perdeu outra. O Santinha somou oito pontos e empatou na liderança com o próprio Central. O empate gerou uma partida extra entre as equipes no Lacerdão, em Caruaru. Após nova igualdade em 2 a 2, as equipes foram aos pênaltis e o Santa Cruz venceu por 5 a 4, conquistando a terceira fase.

A decisão do estadual foi disputada entre Sport e Santa Cruz. Por ter vencido duas fases, os tricolores tinham a vantagem do empate no Clássico das Multidões, mas a partida seria disputada na Ilha do Retiro, pois os rubro-negros tinham a maior pontuação na soma geral. Resiliente, a Cobra-coral aguentou a pressão, segurou o 0 a 0 e comemorou o título na casa do rival.

A campanha do Santa Cruz:
29 jogos | 14 vitórias | 9 empates | 6 derrotas | 46 gols marcados | 24 gols sofridos


Foto Arquivo/Santa Cruz

Bahia Campeão Baiano 1986

O Bahia recuperou a hegemonia estadual em 1986 e voltou a aumentar a sua impressionante conta de títulos, chegando a 35 conquistas em 55 anos de existência, um número insuperável.

O regulamento do campeonato juntou 12 times na disputa de três fases. Nas duas primeiras, os participantes foram divididos em dois grupos. Na primeira etapa, as equipe de uma chave enfrentaram as da outra em dois turnos. Na segunda, os enfrentamentos foram dentro de cada grupo. O líder de cada chave disputou a final de fase, valendo uma vaga na etapa final e dois pontos extras. A fase final trouxe, em um quadrangular de dois turnos, o ganhador das fases anteriores e os donos das melhores campanhas no geral, valendo o título.

A estreia do Bahia foi realizada contra o Galícia, com triunfo tricolor por 1 a 0. Nas dez partidas seguinte, o Tricolor de Aço triunfou mais seis vezes, empatou quatro e perdeu uma, encerrando na liderança do grupo B com 18 pontos. Na final da primeira fase, o Bahia enfrentou o Vitória. Na ida, ganhou por 2 a 1. Na volta, empatou por 1 a 1 e comemorou a vaga na decisão, com dois pontos extras.

Na segunda fase, o Bahia manteve-se forte. Na abertura, empatou por 1 a 1 com a ABB, fora de casa, seguido por um 0 a 0 com o Fluminense em Feira de Santana. O primeiro triunfo veio na terceira rodada, na goleada por 6 a 1 sobre o Atlético Alagoinhas, na Fonte Nova. Nos outros sete jogos, o Esquadrão venceu cinco e perdeu dois, terminando outra vez na liderança do grupo B, com 14 pontos. Na decisão, novamente em dois Bavis, o Bahia ganhou tanto na ida quanto na volta por 2 a 0, o que lhe valeu mais dois pontos a mais na fase final.

Com quatro pontos de vantagem sobre os adversários, o Bahia foi ao quadrangular final com Vitória, Catuense e Leônico. Na primeira rodada, o Tricolor de Aço bateu o Leônico por 1 a 0. Depois, o time fez o histórico Bavi em que goleou o Vitória por 5 a 0. Na terceira rodada, derrotou a Catuense por 1 a 0 e ficou a um passo de ser campeão. Após três jogos, o Bahia era o líder com dez pontos, contra quatro da Catuense. Só estes possuíam chances de título.

Na quarta rodada, o Bahia enfrentou o já eliminado Vitória na Fonte Nova, dependendo unicamente de si para levantar a taça. Com gol de Cláudio Adão, a equipe tricolor empatou por 1 a 1 com o rival, foi a 11 pontos e ficou inalcançável pelos adversários, garantindo a conquista antecipada em duas rodadas. 

A campanha do Bahia:
32 jogos | 19 triunfos | 8 empates | 5 derrotas | 54 gols marcados | 18 gols sofridos


Foto Sérgio Berezovsky/Placar

Coritiba Campeão Paranaense 1986

O Coritiba estava na crista da onda. Em 1985, o clube chocou o Brasil ao ser campeão do Campeonato Brasileiro, em cima do Bangu em pleno Rio de Janeiro. Em 1986, foi a vez de voltar a mandar no Campeonato Paranaense, com a conquista do 28º título, depois de encarar sete anos de fila.

A competição foi realizada com 12 times em duas fases. Em ambas, os participantes se enfrentaram em turno único, com os quatro primeiros avançando para um quadrangular de dois turnos, e um ponto extra para o líder. O vencedor de cada quadrangular se classificou para a final do estadual.

Enquanto se preparava para estrear na Libertadores, o Coritiba deu início ao estadual. Na abertura, a equipe venceu o Apucarana por 4 a 2 fora de casa. Apesar da boa estreia, o Coxa alternou bons e maus momentos na primeira fase, ao vencer cinco e perder cinco nas outras dez partidas que disputou, com destaques para a vitória por 2 a 1 sobre o Athletico e a derrota por 4 a 1 para o Matsubara, ambos no Couto Pereira. Com 12 pontos, o Coritiba acabou na quinta colocação, fora do quadrangular. Pinheiros, Platinense, Cascavel e Londrina seguiram, e a vaga na final ficou com o rival azul de Curitiba.

Na segunda fase, o Coritiba voltou a fazer a primeira partida contra o Apuracana, vencendo-o por 3 a 1 no Couto Pereira. Desta vez, os resultados melhoraram e o time continuou com mais cinco vitórias, cinco empates e uma derrota nos dez jogos restantes. O Coxa somou 15 pontos e terminou na liderança, um ponto a frente de Londrina, Pinheiros e Cascavel.

Com um ponto extra, o Coritiba entrou no quadrangular da segunda fase. A primeira partida foi disputada contra o Londrina no Couto Pereira, com vitória por 1 a 0. Nas cinco partidas seguintes, a equipe venceu mais duas vezes e empatou três, chegando a dez pontos. A campanha foi idêntica ao do Pinheiros, mas o ponto de bônus fez a diferença a favor do Coxa, que avançou para a decisão.

Na final, o Coritiba encarou o Pinheiros. A partida de ida aconteceu na Vila Olímpica do Boqueirão. Na casa do rival, o Coxa não se intimidou e venceu por 1 a 0, gol de Tostão. A volta foi realizada no Couto Pereira. Com a vantagem adquirida no primeiro jogo, o Coritiba atuou ainda mais leve no segundo confronto e confirmou o título ao vencer por 3 a 0, gols marcados por Índio, Ademir e outro de Tostão.

A campanha do Coritiba:
30 jogos | 16 vitórias | 8 empates | 6 derrotas | 44 gols marcados | 26 gols sofridos


Foto Sérgio Sade/Placar

Vasco Campeão Brasileiro Feminino Série A2 2026

Um dos verdadeiros pioneiros do futebol feminino no Brasil, o Vasco recuperou seu lugar de direito em 2026. Ao ser campeão da Série A2 do Brasileirão, o Cruz-maltino carimbou o retorno à primeira divisão a partir de 2027, 11 anos depois da última participação. Mais longe ainda, o clube retomou uma tradição de títulos que remonta ao tetracampeonato da Taça Brasil em 1993, 1994, 1995 e 1998.

O Campeonato Brasileiro da Série A2 passou por uma reformulação histórica em 2026. O número de participantes continuou em 16, mas a CBF acabou com a divisão por grupos e fez uma primeira fase em que todos os times se enfrentassem. Desta forma, o número mínimo de partidas mais que dobrou para as equipes, de sete para 15. O restante seguiu igual, com os oito melhores classificando-se ao mata-mata.

Desde a primeira rodada, o Vasco mostrou que era o maior favorito ao acesso e ao título. Na estreia, o time fez 2 a 1 no Ação, em partida no Nivaldão, em Nova Iguaçu. Depois, as Meninas da Colina foram ao interior paulista para vencer o AD Taubaté também por 2 a 1. A grande sequência seguiu com vitórias em cima de Pérolas Negras, Itabirito, Sport, Paysandu, Itacoatiara, Atlético-PI, Rio Negro-RR, Doce Mel, Ceará, Vila Nova e UDA, além de empates com 3B da Amazônia e Minas Brasília. Com 41 pontos acumulados em 13 triunfos e duas igualdades, o Cruz-maltino foi o líder da primeira fase.

Nas quartas de final, o Vasco carimbou o acesso em cima do AD Taubaté, ao vencer a ida por 2 a 1 no Joaquinzão e a volta por 2 a 1 em São Januário. Na semifinal, foi a vez de eliminar o Atlético-PI com duas goleadas, por 4 a 1 em Teresina e por 4 a 0 no Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro.

O Vasco encarou o Itabirito na final. O clube mineiro, antes de se mudar para Varginha e criar outra identidade, passou por Sport e Minas Brasília. A ida foi realizada na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. Com gols de Fernanda Marcela, Vanessa Arce e Lourdes González, as Meninas da Colina venceram por 3 a 1. Na volta, em São Januário, as cruz-maltinas levaram dois sustos com os gols do Itabirito, mas Ju Santos descontou para 2 a 1. A derrota tirou a invencibilidade vascaína, mas não o título.

A campanha do Vasco:
21 jogos | 18 vitórias | 2 empates | 1 derrota | 68 gols marcados | 15 gols sofridos


Foto Thiago Ribeiro/Staff Images/CBF

Atlético-MG Campeão Mineiro 1986

A década de 1980 foi do Atlético em Minas Gerais. Em 1986, o clube conquistou o bicampeonato mineiro e o oitavo título nas últimas nove temporadas transcorridas. A conquista simbolizou a 32ª taça para o Galo, 11 a mais em relação ao rival Cruzeiro naquele momento.

O campeonato foi disputado por 16 equipes. Nas duas grandes fases, todos os participantes se enfrentaram em turno único, com o líder de cada etapa avançando para a fase final ao lado dos dois times de melhor campanha na soma geral. Porém, se um mesmo clube fosse o primeiro colocado em cada turno, este seria campeão de maneira antecipada.

Na estreia da primeira fase, chamada também de Taça Minas Gerais, o Atlético empatou por 1 a 1 com o América, seguido por outro empate por 1 a 1 com o Nacional de Uberaba no interior mineiro. A primeira vitória veio na terceira rodada, ao bater o Uberaba por 3 a 1, ainda no Triângulo. O primeiro triunfo em Belo Horizonte veio de maneira avassaladora, por 8 a 1 sobre o Fabril. Nos demais 11 jogos, o Galo obteve nove vitórias e dois empates, garantindo a liderança com extrema folga, somando 26 pontos, cinco a mais que o vice Cruzeiro e o terceiro colocado Uberlândia.

Já classificado à fase final, o Atlético queria mesmo era ser campeão antecipado. Na abertura, o time fez 2 a 0 no Democrata de Sete Lagoas em Belo Horizonte. A primeira derrota veio na segunda rodada, ao levar 3 a 0 do Uberlândia no Parque do Sabiá. Mas o Galo se recuperou com oito vitórias e dois empates nas 11 partidas seguintes, além de ter perdido outro jogo. Ao final da 13ª rodada, o alvinegro era o líder com 20 pontos, contra 18 do Uberlândia, 17 do Fabril e 16 do Cruzeiro e do América.

Na penúltima rodada, cinco times tinham chance de liderança, mas só o Atlético podia confirmá-la com antecedência. E isto também daria o título ao Galo. No Mineirão, o time recebeu o Esportivo de Passos, que já estava longe de qualquer pretensão no torneio. Com três gols de Nunes, dois de Everton e um de Renato, o Atlético goleou por 6 a 0 e carimbou o título faltando uma partida para o fim.

A campanha do Atlético-MG:
30 jogos | 21 vitórias | 7 empates | 2 derrotas | 69 gols marcados | 15 gols sofridos


Foto Arquivo/Atlético-MG

Os campeões do Brasileirão Sub-20 (era CBF)

Mais uma para nossa série das divisões de base. Agora com o Brasileirão Sub-20, competição que teve uma fase passada e tem uma atual. De 2006 a 2014, quem a organizava era a FGF (Federação Gaúcha de Futebol), sempre no fim de cada ano. A partir de 2015, a CBF passou a ter sua mão no torneio, passando a ser disputado durante a temporada.

Aqui, vamos abordar apenas a era CBF. Portanto, nada dos campeões da era FGF.

Campeões da era CBF

Em 2026, o Vasco foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi vice-líder. Nas quartas de final, eliminou o Cruzeiro. Na semifinal, bateu o Santos. Na final, perdeu para o Palmeiras por 1 a 0 no Rio de Janeiro e venceu por 2 a 0 em São Paulo.

Foto Rafael Ribeiro/CBF

Em 2025, o Palmeiras foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi líder. Nas quartas de final, eliminou o Juventude. Na semifinal, bateu o Cruzeiro. Na final, empatou com o Bragantino por 1 a 1 em Bragança Paulista e por 0 a 0 em São Paulo, vencendo por 4 a 3 nos pênaltis.

Foto Fábio Menotti/Palmeiras

Em 2024, o Palmeiras foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi líder. Nas quartas de final, eliminou o Santos. Na semifinal, bateu o Athletico-PR. Na final, empatou com o Cruzeiro por 2 a 2 em Belo Horizonte e venceu por 3 a 0 em São Paulo.

Foto Rafael Ribeiro/CBF

Em 2023, o Flamengo foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi líder do grupo A. Nas quartas de final, eliminou o Ahletico-PR. Na semifinal, bateu o Santos. Na final, empatou com o Palmeiras por 0 a 0 em Volta Redonda, vencendo por 3 a 2 nos pênaltis.

Foto Nayra Halm/Staff Images/CBF

Em 2022, o Palmeiras foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi vice-líder do grupo A. Nas quartas de final, eliminou o Vasco. Na semifinal, bateu o Athletico-PR. Na final, venceu o Corinthians por 1 a 0 em São Paulo.


Foto Thaís Magalhães/CBF

Em 2021, o Internacional foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi sétimo colocado. Nas quartas de final, eliminou o Palmeiras. Na semifinal, bateu o Atlético-MG. Na final, venceu o São Paulo por 2 a 0 em Porto Alegre e empatou por 1 a 1 em São Paulo.


Foto Marco Galvão/CBF

Em 2020, o Atlético-MG foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi líder. Nas quartas de final, eliminou o Palmeiras. Na semifinal, bateu o Corinthians. Na final, venceu o Athletico-PR por 2 a 1 em Belo Horizonte e perdeu por 1 a 0 em Curitiba, vencendo nos pênaltis por 5 a 4.

Foto Fábio Pinel/Atlético

Em 2019, o Flamengo foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi terceiro colocado. Nas quartas de final, eliminou o Fluminense. Na semifinal, bateu o Corinthians. Na final, perdeu para o Palmeiras por 1 a 0 em São Paulo e venceu por 3 a 0 em Cariacica.

Foto Lucas Figueiredo/CBF

Em 2018, o Palmeiras foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi líder do grupo B. Na segunda fase, foi líder do grupo E, na frente de Vitória, Corinthians e Internacional. Na semifinal, bateu o Fluminense. Na final, venceu o Vitória por 4 a 1 em Salvador e por 5 a 2 em São Paulo.

Foto Mauro Horita/CBF

Em 2017, o Cruzeiro foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi vice-líder do grupo D. Na segunda fase, foi vice do grupo F, superando Fluminense e Chapecoense. Na semifinal, bateu o Athletico-PR. Na final, empatou duas vezes com o Coritiba por 1 a 1, em Belo Horizonte e Curitiba, vencendo nos pênaltis por 7 a 6.

Foto Fernando Freire/GE

Em 2016, o Botafogo foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi líder do grupo A. Na segunda fase, foi vice do grupo E, superando Fluminense e Grêmio. Na semifinal, bateu o Coritiba. Na final, empatou com o Corinthians por 1 a 1 no Rio de Janeiro e venceu por 2 a 0 em São Paulo.

Foto Vitor Silva/Botafogo

Em 2015, o Fluminense foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi líder do grupo A. Na segunda fase, foi líder do grupo E, na frente de Flamengo, Palmeiras e Vasco. Na final, empatou com o Vitória por 1 a 1 no Rio de Janeiro e venceu por 3 a 0 em Salvador.

Foto Bruno Haddad/Fluminense

Campeões da era FGF
2014 - Corinthians
2013 - Internacional
2012 - Cruzeiro
2011 - América-MG
2010 - Cruzeiro
2009 - Grêmio
2008 - Grêmio
2007 - Cruzeiro
2006 - Internacional