Bahia Campeão Baiano 1984

A rotina de títulos do Bahia continuou em 1984. Naquela temporada, o clube conquistou seu 34º título baiano, a 13ª taça nos últimos 15 estaduais e o tetracampeonato, que encerrou mais uma sequência vencedora do Tricolor de Aço.

O campeonato contou com dez participantes. Nas duas primeiras fases, todos se enfrentaram em turno único, com os quatro melhores avançando para um quadrangular. Na terceira fase, as oito melhores campanha na soma das etapas anteriores jogaram em mais um turno, com os quatro primeiros também indo a um quadrangular. O ganhador de cada quadrangular foi à fase final com um ponto extra, junto com o clube de melhor retrospecto no geral.

A campanha do Bahia iniciou no triunfo por 1 a 0 sobre a Catuense em casa. Nos outros oito jogos da primeira fase, ganhou mais quatro, empatou três e perdeu um, terminando na liderança com 13 pontos. No quadrangular, porém, o time foi somente o segundo, após empatar sem gols com o Serrano, fazer 2 a 0 no Leômico e ficar em outro 0 a 0 com o Ypiranga. O Tricolor de Aço fez os mesmos quatro pontos que o Serrano, mas ficou atrás do adversário no saldo de gols.

Na segunda fase, o Bahia estreou com empate por 1 a 1 com o Vitória. Depois, triunfou quatro vezes, empatou duas e perdeu duas, encerrando em segundo lugar com 11 pontos. No quadrangular, a equipe fez 1 a 0 no Leônico, empatou por 2 a 2 com a Catuense e ganhou por 3 a 1 do Atlético de Alagoinhas. Com cinco pontos, o Tricolor ficou em primeiro e se garantiu na fase final.

Mais sossegado, o Bahia começou a terceira fase com derrota por 2 a 0 para o Itabuna. Nas seis partidas seguintes, ganhou três e empatou três, encerrando na terceira colocação com nove pontos. No quadrangular, o saldo de gols voltou a fazer falta. Os tricolores fizeram 1 a 0 no Itabuna, perderam por 2 a 1 para a Catuense e triunfaram por 1 a 0 sobre o Vitória. Com quatro pontos, o time empatou duplamente com Catuense e Vitória, mas o time do interior teve três gols de diferença contra dois dos rubro-negros e um do Bahia, que foi somente o terceiro colocado.

Bahia, Serrano, Catuense e Leônico disputaram o quadrangular final em dois turnos, os três primeiros com um ponto extra cada. Com mais time, o Tricolor de Aço não teve problemas para bater os adversários. Chegou a empatar duas vezes por 1 a 1 contra Serrano e Leônico, mas engatou três triunfos nos jogos seguintes, por 2 a 1 sobre a Catuense, por 5 a 2 sobre o Serrano, no returno, e por 4 a 1 sobre o Leônico, confirmando o tetra com dez pontos e uma rodada de antecedência.

A campanha do Bahia:
40 jogos | 20 triunfos | 15 empates | 5 derrotas | 64 gols marcados | 30 gols sofridos


Foto Gildo Lima/Placar

Mixto Campeão Mato-Grossense 2026

O Mixto, maior campeão da história de Mato Grosso, deixou para trás uma fila de 18 anos e voltou a vencer o Campeonato Mato-Grossense. O título representou a 25ª conquista na história do clube, além de ser a segunda no século 21.

A competição teve dez times, que se enfrentaram em turno único na primeira fase. Em nove partidas, o Tigre da Vargas venceu quatro, empatou três e perdeu dois, terminando em segundo lugar com 15 pontos, dois a menos que o líder Luverdense. Com os resultados, o time avançou diretamente à semifinal, enquanto do terceiro ao sexto foram às quartas.

O adversário do Mixto na semifinal foi o seu maior rival, o Operário de Várzea Grande, que eliminou o Nova Mutum. Depois de empatar as duas partidas por 1 a 1, no Dito Souza e no Dutrinha, o time alvinegro venceu nos pênaltis por 4 a 2.

Na final, o Mixto encarou o Luverdense, que chegou lá ao passar ao superar o Sport Sinop. A primeira partida foi realizada em Cuiabá, no Dito Souza, terminando empatada sem gols. O segundo jogo ocorreu no Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde, também com empate por 0 a 0. Nos pênaltis, o Tigre voltou a se sair melhor que seu oponente e venceu por 5 a 3, garantindo o título histórico.

A campanha do Mixto:
13 jogos | 4 vitórias | 7 empates | 2 derrotas | 15 gols marcados | 6 gols sofridos


Foto Chico Ferreira/Jornal A Gazeta

Barra Campeão Catarinense 2026

Santa Catarina passa a ter um novo campeão estadual. O Barra, de Balneário Camboriú, chegou pela primeira vez ao título em 2026 em um contexto de forte crescimento. Fundado em 2013, o clube chegou à primeira divisão catarinense em 2022 e venceu a Série D do Brasileirão em 2025, estabelecendo-se como uma força local.

Com 12 participantes, o estadual o mesmo regulamento de vários outros na temporada, com a primeira fase dividida em dois grupos, onde os time de um enfrentaram os do outro. Em seis partidas, o Barra conseguiu três vitórias e três derrotas, no limite entre a classificação e a eliminação que o colocaria no quadrangular do rebaixamento. O Pescador ficou em quarto lugar no grupo B com nove pontos, empurrando o Figueirense para o torneio da morte. Os alvinegros acabariam rebaixados ao lado do Joinville.

Nas quartas de final, o Barra superou o Santa Catarina, depois em empatar a ida por 1 a 1 na Arena Barra, em Itajaí, e vencer a volta por 1 a 0 em Rio do Sul. Na semifinal, o Pescador eliminou o Camboriú ao empatar por 1 a 1 fora e vencer por 3 a 0 em casa.

Na final, o Barra enfrentou a Chapecoense, que passou por Criciúma e Brusque. O primeiro jogo aconteceu na Arena Barra, e o Pescador abriu grande vantagem ao vencer por 3 a 1. A segunda partida foi realizada na Arena Condá. Podendo perder por até um gol, o time azul só foi vazado nos acréscimos do segundo tempo, sendo derrotado por 1 a 0 mas comemorando o título.

A campanha do Barra:
12 jogos | 6 vitórias | 2 empates | 4 derrotas | 17 gols marcados | 9 gols sofridos


Foto Jery Souza

Operário-PR Campeão Paranaense 2026

Em uma grande história de redenção, o Operário Ferroviário passou de quase eliminado para bicampeão paranaense em 2026, consolidando o terceiro título estadual em sua história centenária e o primeiro bi de um clube do interior desde o feito do Grêmio Maringá em 1964.

O torneio contou com 12 participantes, que na primeira fase foram divididos em dois grupos. Os times de uma chave enfrentaram os da outra em turno único. Nas seis partidas que disputou, o Operário obteve apenas uma vitória, com mais dois empates e três derrotas. Com cinco pontos, o Fantasma conseguiu a classificação na quarta posição do grupo B, apenas um ponto a mais que o Andraus, que foi o quinto colocado e disputou o play-off do rebaixamento.

Os resultados fizeram o técnico Alex ser demitido, entrando no lugar Luizinho Lopes. Nas quartas de final, o Operário cresceu e eliminou o Azuriz com duas vitórias por 2 a 0, em Ponta Grossa e em Pato Branco. Na semifinal, o Fantasma passou pelo Coritiba depois de empatar duas vezes por 2 a 2, tanto no Germano Krüger quanto no Couto Pereira, vencendo nos pênaltis por 6 a 5.

Na final, Operário enfrentou o Londrina, em mais uma decisão interiorana. Os londrinenses superaram São-Joseense e Athletico. A ida aconteceu em Ponta Grossa, no Germano Krüger, encerrando com empate por 0 a 0. A volta ocorreu no Estádio do Café, e outro empate sem gols levou a definição do título aos pênaltis. Nas cobranças, o Fantasma venceu por 4 a 3.

A campanha do Operário-PR:
12 jogos | 3 vitórias | 6 empates | 3 derrotas | 12 gols marcados | 12 gols sofridos


Foto André Jonsson/Operário-PR

Paysandu Campeão Paraense 2026

O Paysandu mostrou venceu o Campeonato Paraense de 2026 e mostrou para seu rival quem é que manda no Pará. Mesmo com a queda para Série C do Brasileiro, somada ao acesso do rival à Série A, o clube bicolor não se abateu e levou o 51º título estadual.

O torneio teve 12 participantes, em um formato parecido com o utilizado no Campeonato Paulista e na Liga dos Campeões da Europa, conhecido como "sistema suíço": na primeira fase, todos os times ficaram em um único grupo, mas enfrentaram apenas metade dos adversários. Em seis partidas, o Paysandu venceu três, empatou uma e perdeu duas, classificando-se em terceiro lugar com dez pontos, um a menos que o líder Cametá.

Nas quartas de final, o Papão passou pela Tuna Luso ao golear o jogo único por 5 a 1 na Curuzu. Na semifinal, superou o Castanhal ao vencer por 1 a 0, também em casa.

Na final, o adversário do Paysandu foi o Remo, que eliminou Águia de Marabá e Cametá. Os dois Repas foram disputados no Mangueirão. No primeiro, o Papão venceu por 2 a 1. No segundo, a equipe segurou o empate sem gols e comemorou o título.

A campanha do Paysandu:
10 jogos | 6 vitórias | 2 empates | 2 derrotas | 14 gols marcados | 6 gols sofridos 


Foto Jorge Luís Totti/Paysandu

Fortaleza Campeão Cearense 2026

O controle do futebol cearense voltou a mudar de mãos em 2026. Depois de três anos, o Fortaleza reconquistou o título estadual e chegou a 47 conquistas ao todo, voltando a empatar em taças com o maior rival em um momento que o clube tenta se reerguer após o rebaixamento na Série A do Brasileiro em 2025.

A competição teve dez participantes, que na primeira fase foram divididos em dois grupos. Nos quatro primeiros jogos que disputou, o Fortaleza venceu três e empatou um, terminando na liderança do grupo A com dez pontos.

Na segunda fase, os três classificados de um chave enfrentaram os da outra, e em mais três partidas o Leão do Pici venceu uma e empatou duas, encerrando outra vez classificado em primeiro lugar, com cinco pontos. Na semifinal, o Fortaleza passou pelo Ferroviário com duas vitórias por 2 a 0, ambas no Presidente Vargas.

Na final, o Fortaleza enfrentou o Ceará em dois Clássicos-Rei  no Castelão, depois de o rival ter eliminado o Floresta. No primeiro jogo, os times empataram por 1 a 1. Na segunda partida, o mesmo resultado levou a disputa aos pênaltis, e o Leão venceu por 5 a 4.

A campanha do Fortaleza:
11 jogos | 6 vitórias | 5 empates | 0 derrotas | 14 gols marcados | 3 gols sofridos


Foto Mateus Lotif/Fortaleza

Sport Campeão Pernambucano 2026

O Sport conquistou o tetracampeonato pernambucano em 2026. O clube conseguiu este feito pela terceira vez em sua história, repetindo o que fez em 1999 e 2009, além de ter chegado a 46 títulos estaduais.

O torneio foi disputado por oito times, que se enfrentaram em turno único na primeira fase. Em sete partidas, o Sport venceu quatro, empatou duas e perdeu uma, encerrando a etapa inicial na segunda colocação, com 14 pontos, quatro a menos que o líder Náutico. O rubro-negro se classificou diretamente à semifinal, onde esperou o vencedor do confronto entre Retrô e Maguary.

A semifinal foi realizada contra o Retrô, o qual o Leão da Ilha eliminou ao vencer por 1 a 0 fora, nos Aflitos, e por 3 a2 na Ilha do Retiro.

Na final, o Sport enfrentou o Náutico, que havia eliminado o Santa Cruz. A ida foi disputada na Ilha do Retiro, com o empate por 3 a 3 sendo obtido nos acréscimos do segundo tempo pelos rubro-negros. A volta foi nos Aflitos, mas o Leão não quis nem saber e venceu por 3 a 0, garantindo o título na casa do rival.

A campanha do Sport:
11 jogos | 7 vitórias | 3 empates | 1 derrota | 25 gols marcados | 13 gols sofridos


Foto Paulo Paiva/Sport