Sergipe Campeão Sergipano 2026

O Sergipe voltou a escrever seu nome na história do Campeonato Sergipano e venceu o estadual de 2026, depois de quatro anos longe da taça. A conquista levou o clube vermelho para 38 ao todo na história, cada vez mais à frente como o maior ganhador na história local.

A competição teve dez participantes, que atuaram em turno único na primeira fase. O líder foi direto à semifinal, já do segundo ao sétimo avançaram às quartas de final. Em nove partidas, o Sergipe venceu seis, empatou duas e perdeu uma, o que deixou o time tranquilo na liderança com 20 pontos, classificado diretamente para a fase semifinal. O Gipão esperou o América de Propriá, eliminando-o de maneira dramática, por 6 a 5 nos pênaltis após dois empates por 1 a 1, tanto no interior quanto em Aracaju, no Batistão.

Na final, o Sergipe encontrou o seu maior rival, o Confiança, que passou por Guarany e Itabaiana. Os dois jogos da decisão aconteceram no Batistão. No primeiro, os dois times empataram por 1 a 1. No segundo, o Diabo Rubro venceu por 1 a 0 e confirmou o título, evitando o tricampeonato do adversário.

A campanha do Sergipe:
13 jogos | 7 vitórias | 5 empates | 1 derrota | 17 gols marcados | 9 gols sofridos 


Foto Emanuel Rocha/FSF

Goiás Campeão Goiano 2026

O maior campeão goiano está de volta ao topo depois de oito anos. O Goiás chegou ao 29º título estadual em 2026, feito que não conseguia fazer desde 2018, contando no meio do caminho com alguns tropeços em casa. Todos foram superados.

O campeonato foi disputado por 12 clubes, em um formato inédito e semelhante aos utilizados no Paulista, no Paraense e na Liga dos Campeões da Europa. Todos os times ficaram em um mesmo grupo, porém só disputaram oito jogos. Nas partidas que disputou, o Goiás obteve seis vitórias e dois empates, que colocaram a equipe na liderança com 20 pontos.

Nas quartas de final, o Esmeraldino enfrentou o CRAC, empatando por 1 a 1 em Catalão e vencendo por 4 a 1 em Goiânia, na Serrinha. Na semifinal, o Goiás bateu a Anapolina de maneira dramática, por 4 a 3 nos pênaltis, após empatar por 2 a 2 em Anápolis e também por 1 a 1 em casa.

Na final, o Goiás enfrentou o Atlético-GO, que havia batido Abecat e Vila Nova. A decisão foi um tipo de revanche pelos três vices impostos pelo rival em 2019, 2022 e 2023, os dois últimos em plena Serrinha. Na ida, o Esmeraldino encaminhou o título ao vencer por 2 a 0 no Antônio Accioly, casa do adversário. Na volta, o empate por 0 a 0 em casa garantiu a taça de forma invicta.

A campanha do Goiás:
14 jogos | 8 vitórias | 6 empates | 0 derrotas | 24 gols marcados | 6 gols sofridos


Foto Léo Iran/Diário de Goiás

Bahia Campeão Baiano 1984

A rotina de títulos do Bahia continuou em 1984. Naquela temporada, o clube conquistou seu 34º título baiano, a 13ª taça nos últimos 15 estaduais e o tetracampeonato, que encerrou mais uma sequência vencedora do Tricolor de Aço.

O campeonato contou com dez participantes. Nas duas primeiras fases, todos se enfrentaram em turno único, com os quatro melhores avançando para um quadrangular. Na terceira fase, as oito melhores campanha na soma das etapas anteriores jogaram em mais um turno, com os quatro primeiros também indo a um quadrangular. O ganhador de cada quadrangular foi à fase final com um ponto extra, junto com o clube de melhor retrospecto no geral.

A campanha do Bahia iniciou no triunfo por 1 a 0 sobre a Catuense em casa. Nos outros oito jogos da primeira fase, ganhou mais quatro, empatou três e perdeu um, terminando na liderança com 13 pontos. No quadrangular, porém, o time foi somente o segundo, após empatar sem gols com o Serrano, fazer 2 a 0 no Leômico e ficar em outro 0 a 0 com o Ypiranga. O Tricolor de Aço fez os mesmos quatro pontos que o Serrano, mas ficou atrás do adversário no saldo de gols.

Na segunda fase, o Bahia estreou com empate por 1 a 1 com o Vitória. Depois, triunfou quatro vezes, empatou duas e perdeu duas, encerrando em segundo lugar com 11 pontos. No quadrangular, a equipe fez 1 a 0 no Leônico, empatou por 2 a 2 com a Catuense e ganhou por 3 a 1 do Atlético de Alagoinhas. Com cinco pontos, o Tricolor ficou em primeiro e se garantiu na fase final.

Mais sossegado, o Bahia começou a terceira fase com derrota por 2 a 0 para o Itabuna. Nas seis partidas seguintes, ganhou três e empatou três, encerrando na terceira colocação com nove pontos. No quadrangular, o saldo de gols voltou a fazer falta. Os tricolores fizeram 1 a 0 no Itabuna, perderam por 2 a 1 para a Catuense e triunfaram por 1 a 0 sobre o Vitória. Com quatro pontos, o time empatou duplamente com Catuense e Vitória, mas o time do interior teve três gols de diferença contra dois dos rubro-negros e um do Bahia, que foi somente o terceiro colocado.

Bahia, Serrano, Catuense e Leônico disputaram o quadrangular final em dois turnos, os três primeiros com um ponto extra cada. Com mais time, o Tricolor de Aço não teve problemas para bater os adversários. Chegou a empatar duas vezes por 1 a 1 contra Serrano e Leônico, mas engatou três triunfos nos jogos seguintes, por 2 a 1 sobre a Catuense, por 5 a 2 sobre o Serrano, no returno, e por 4 a 1 sobre o Leônico, confirmando o tetra com dez pontos e uma rodada de antecedência.

A campanha do Bahia:
40 jogos | 20 triunfos | 15 empates | 5 derrotas | 64 gols marcados | 30 gols sofridos


Foto Gildo Lima/Placar

Mixto Campeão Mato-Grossense 2026

O Mixto, maior campeão da história de Mato Grosso, deixou para trás uma fila de 18 anos e voltou a vencer o Campeonato Mato-Grossense. O título representou a 25ª conquista na história do clube, além de ser a segunda no século 21.

A competição teve dez times, que se enfrentaram em turno único na primeira fase. Em nove partidas, o Tigre da Vargas venceu quatro, empatou três e perdeu dois, terminando em segundo lugar com 15 pontos, dois a menos que o líder Luverdense. Com os resultados, o time avançou diretamente à semifinal, enquanto do terceiro ao sexto foram às quartas.

O adversário do Mixto na semifinal foi o seu maior rival, o Operário de Várzea Grande, que eliminou o Nova Mutum. Depois de empatar as duas partidas por 1 a 1, no Dito Souza e no Dutrinha, o time alvinegro venceu nos pênaltis por 4 a 2.

Na final, o Mixto encarou o Luverdense, que chegou lá ao passar ao superar o Sport Sinop. A primeira partida foi realizada em Cuiabá, no Dito Souza, terminando empatada sem gols. O segundo jogo ocorreu no Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde, também com empate por 0 a 0. Nos pênaltis, o Tigre voltou a se sair melhor que seu oponente e venceu por 5 a 3, garantindo o título histórico.

A campanha do Mixto:
13 jogos | 4 vitórias | 7 empates | 2 derrotas | 15 gols marcados | 6 gols sofridos


Foto Chico Ferreira/Jornal A Gazeta

Barra Campeão Catarinense 2026

Santa Catarina passa a ter um novo campeão estadual. O Barra, de Balneário Camboriú, chegou pela primeira vez ao título em 2026 em um contexto de forte crescimento. Fundado em 2013, o clube chegou à primeira divisão catarinense em 2022 e venceu a Série D do Brasileirão em 2025, estabelecendo-se como uma força local.

Com 12 participantes, o estadual o mesmo regulamento de vários outros na temporada, com a primeira fase dividida em dois grupos, onde os time de um enfrentaram os do outro. Em seis partidas, o Barra conseguiu três vitórias e três derrotas, no limite entre a classificação e a eliminação que o colocaria no quadrangular do rebaixamento. O Pescador ficou em quarto lugar no grupo B com nove pontos, empurrando o Figueirense para o torneio da morte. Os alvinegros acabariam rebaixados ao lado do Joinville.

Nas quartas de final, o Barra superou o Santa Catarina, depois em empatar a ida por 1 a 1 na Arena Barra, em Itajaí, e vencer a volta por 1 a 0 em Rio do Sul. Na semifinal, o Pescador eliminou o Camboriú ao empatar por 1 a 1 fora e vencer por 3 a 0 em casa.

Na final, o Barra enfrentou a Chapecoense, que passou por Criciúma e Brusque. O primeiro jogo aconteceu na Arena Barra, e o Pescador abriu grande vantagem ao vencer por 3 a 1. A segunda partida foi realizada na Arena Condá. Podendo perder por até um gol, o time azul só foi vazado nos acréscimos do segundo tempo, sendo derrotado por 1 a 0 mas comemorando o título.

A campanha do Barra:
12 jogos | 6 vitórias | 2 empates | 4 derrotas | 17 gols marcados | 9 gols sofridos


Foto Jery Souza

Operário-PR Campeão Paranaense 2026

Em uma grande história de redenção, o Operário Ferroviário passou de quase eliminado para bicampeão paranaense em 2026, consolidando o terceiro título estadual em sua história centenária e o primeiro bi de um clube do interior desde o feito do Grêmio Maringá em 1964.

O torneio contou com 12 participantes, que na primeira fase foram divididos em dois grupos. Os times de uma chave enfrentaram os da outra em turno único. Nas seis partidas que disputou, o Operário obteve apenas uma vitória, com mais dois empates e três derrotas. Com cinco pontos, o Fantasma conseguiu a classificação na quarta posição do grupo B, apenas um ponto a mais que o Andraus, que foi o quinto colocado e disputou o play-off do rebaixamento.

Os resultados fizeram o técnico Alex ser demitido, entrando no lugar Luizinho Lopes. Nas quartas de final, o Operário cresceu e eliminou o Azuriz com duas vitórias por 2 a 0, em Ponta Grossa e em Pato Branco. Na semifinal, o Fantasma passou pelo Coritiba depois de empatar duas vezes por 2 a 2, tanto no Germano Krüger quanto no Couto Pereira, vencendo nos pênaltis por 6 a 5.

Na final, Operário enfrentou o Londrina, em mais uma decisão interiorana. Os londrinenses superaram São-Joseense e Athletico. A ida aconteceu em Ponta Grossa, no Germano Krüger, encerrando com empate por 0 a 0. A volta ocorreu no Estádio do Café, e outro empate sem gols levou a definição do título aos pênaltis. Nas cobranças, o Fantasma venceu por 4 a 3.

A campanha do Operário-PR:
12 jogos | 3 vitórias | 6 empates | 3 derrotas | 12 gols marcados | 12 gols sofridos


Foto André Jonsson/Operário-PR

Paysandu Campeão Paraense 2026

O Paysandu mostrou venceu o Campeonato Paraense de 2026 e mostrou para seu rival quem é que manda no Pará. Mesmo com a queda para Série C do Brasileiro, somada ao acesso do rival à Série A, o clube bicolor não se abateu e levou o 51º título estadual.

O torneio teve 12 participantes, em um formato parecido com o utilizado no Campeonato Paulista e na Liga dos Campeões da Europa, conhecido como "sistema suíço": na primeira fase, todos os times ficaram em um único grupo, mas enfrentaram apenas metade dos adversários. Em seis partidas, o Paysandu venceu três, empatou uma e perdeu duas, classificando-se em terceiro lugar com dez pontos, um a menos que o líder Cametá.

Nas quartas de final, o Papão passou pela Tuna Luso ao golear o jogo único por 5 a 1 na Curuzu. Na semifinal, superou o Castanhal ao vencer por 1 a 0, também em casa.

Na final, o adversário do Paysandu foi o Remo, que eliminou Águia de Marabá e Cametá. Os dois Repas foram disputados no Mangueirão. No primeiro, o Papão venceu por 2 a 1. No segundo, a equipe segurou o empate sem gols e comemorou o título.

A campanha do Paysandu:
10 jogos | 6 vitórias | 2 empates | 2 derrotas | 14 gols marcados | 6 gols sofridos 


Foto Jorge Luís Totti/Paysandu