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Gama Campeão Candango 2026

O Gama atingiu a histórica marca de 15 títulos estaduais em 2026, consolidando-se com o maior vencedor da história do Distrito Federal. O título, obtido de maneira invicta, também representou mais um bicampeonato na história do clube.

O torneio contou com dez times, que na primeira fase jogaram em turno único. Em nove partidas, o Gama venceu sete e empatou duas, encerrando na liderança com 23 pontos. Na semifinal, o time verde eliminou o Ceilândia, depois de empatar a ida por 1 a 1 fora de casa e vencer a volta por 2 a 1 no Bezerrão.

A final do Candangão foi realizada em partida única contra o Sobradinho, que superou o Samambaia na semifinal. No Mané Garrincha, em Brasília, os dois times não saíram do empate por 0 a 0. Mas, nos pênaltis, o Gamão confirmou o título ao vencer por 5 a 4.

A campanha do Gama:
12 jogos | 8 vitórias | 4 empates | 0 derrotas | 18 gols marcados | 6 gols sofridos


Foto Filipe Fonseca/Gama

Gama Campeão Candango 2025

O maior campeão do Distrito Federal volta a conquistar o título em 2025. Com um ataque econômico e uma defesa sólida, o Gama venceu o torneio pela 14ª vez na sua história, recuperando o troféu depois de cinco anos de fila.

O Candangão 2025 teve a participação de dez equipes, que se enfrentaram em turno único na primeira fase. Em nove partidas, o alviverde conseguiu cinco vitórias, dois empates e duas derrotas, garantindo a classificação no quarto lugar, com 17 pontos. Na semifinal, o Gamão passou pelo rival Brasiliense após vencer a ida por 3 a 0 no Bezerrão, em casa, e empatar a volta por 0 a 0 na Boca do Jacaré, em Taguatinga.

A final foi realizada contra o Capital, que na fase anterior eliminou o Ceilândia. A disputa aconteceu em jogo único no Mané Garrincha, em Brasília. Diante de quase 40 mil pessoas, o Gama buscou o empate por 1 a 1 no tempo normal e faturou o título com vitória por 3 a 1 nos pênaltis.

A campanha do Gama:
12 jogos | 6 vitórias | 4 empates | 2 derrotas | 11 gols marcados | 5 gols sofridos


Foto Júlio César Silva/FFDF

Gama Campeão Candango 2020

Com 159.526 casos e 2.250 mortes por Covid-19 até 29 de agosto, o Distrito Federal conheceu seu campeão estadual. O Gama aumenta sua hegemonia como maior vencedor do Candangão, com 13 títulos distribuídos em um intervalo de 41 anos. O clube alviverde teve uma primeira fase quase perfeita, com dez vitórias e um empate em 11 partidas.

O Gama precisou esperar quase cinco meses para poder completar a fase, pois o campeonato ficou paralisado de março até agosto, e o fez derrotando o Real Brasília por 2 a 0. A invencibilidade do Gamão seguiu no mata-mata, eliminando o Sobradinho nas quartas de final com vitórias por 5 a 0 e por 2 a 1. Na semifinal, eliminou o Formosa ganhando os dois jogos por 3 a 1. 

A final foi contra o rival Brasiliense. Na ida, no Mané Garrincha, teve sua única derrota na competição, por 3 a 1. Na volta, no Bezerrão, devolveu a diferença fazendo 2 a 0. Nos pênaltis, vitória por 4 a 3 valeu o bicampeonato.

A campanha do Gama:
17 jogos | 15 vitórias | 1 empate | 1 derrota | 57 gols marcados | 14 gols sofridos


Foto Júlio César Silva/Esportes Brasília

Gama Campeão Candango 2019

O maior campeão do Distrito Federal está de volta. O Gama conquistou o título candango depois de quatro anos, e com uma campanha quase perfeita.

Líder da primeira fase com dez vitórias e um empate em 11 jogos, o Periquito se classificou ao mata-mata na liderança. Nas quartas de final, eliminou o Formosa com vitória por 2 a 0 fora de casa e empate por 1 a 1 em casa. Na semifinal contra o Real, passou com vitórias por 2 a 1 e por 1 a 0.

A final foi no clássico contra o Brasiliense. As duas partidas foram no Mané Garrincha, e o Gama não deu chances: venceu por 3 a 1 na ida e empatou por 2 a 2 na volta. Este título é o 12º na história do clube.


Foto Assessoria de imprensa/Fértil Comunicação/Gama

Gama Campeão Brasileiro Série B 1998

A Série B de 1998 permanece como uma das edições mais emblemáticas da história do futebol brasileiro. Naquele ano, a competição contou com o Fluminense, o quarto integrante do grupo dos 12 grandes a pisar na segunda divisão. Contudo, o clube carioca tornou-se o primeiro gigante a fracassar completamente no torneio: em meio a 24 participantes, o clube terminou na 19ª posição geral, foi vice-lanterna de sua chave e acabou rebaixado para a Série C, batendo no fundo do poço de sua história.

Longe do drama carioca, na capital federal, o Gama fazia o caminho inverso. Antes de a bola rolar, o regulamento da competição sofreu novas alterações: os participantes ficaram em quatro grupos e o número de rebaixados subiu para seis, sendo eles os quatro lanternas e os dois piores quintos colocados.

Na primeira fase, o Gama integrou o Grupo C, mas não teve um início avassalador. O time conquistou a última vaga de classificação, na quarta posição, somando 13 pontos em dez jogos, com quatro vitórias, um empate e cinco derrotas. O alviverde carimbou a vaga superando o Bahia apenas no saldo de gols, terminando a etapa inicial 11 pontos atrás do líder XV de Piracicaba.

A partir das oitavas de final, contra o Remo, a competição ganhou contornos de superação para os candangos. No jogo de ida, no Bezerrão, vitória gamense por 1 a 0. Na volta, no Mangueirão, goleada maiúscula por 4 a 1 eliminou a necessidade de um terceiro jogo e classificou o time do Distrito Federal.

Na terceira fase, os oito sobreviventes foram divididos em dois grupos de quatro. O Gama enfrentou Criciúma, Desportiva e XV de Piracicaba. Em um grupo extremamente equilibrado, o alviverde garantiu a liderança com dez pontos, obtidos em três vitórias, um empate e duas derrotas.

Gama, Desportiva, Botafogo-SP e Londrina alcançaram o quadrangular final. Nessa fase decisiva, o time do Distrito Federal não soube o que era perder. A caminhada começou com um empate sem gols contra os paranaenses no Estádio do Café, seguido por um 2 a 2 com a Desportiva, em Brasília. A primeira vitória veio em Ribeirão Preto, por 2 a 1 sobre o Botafogo-SP. Na sequência, mais dois empates mantiveram a equipe na briga: 1 a 1 com os paulistas em casa e 2 a 2 com os capixabas fora.

Com a tabela embolada, tudo ficou para a última rodada, e o Gama dependia apenas de suas próprias forças. No Mané Garrincha, o time recebeu o Londrina. Com uma atuação impecável, o Gama aplicou um 3 a 0 e conquistou o título inédito da Série B e o acesso à elite de 1999 ao lado do vice Botafogo-SP.

A campanha do Gama:
24 jogos | 11 vitórias | 6 empates | 7 derrotas | 33 gols marcados | 24 gols sofridos


Foto Nonato Borges/Placar

Gama Campeão Candango 2015

No Distrito Federal, o Gama quebrou jejum de 12 anos sem títulos ao conquistar o Candangão 2015. Eliminou na semifinal o Brasiliense e venceu na final o Brasília, 3x0 na ida e 1x0 na volta. Assim, o time se mantém na ponta do ranking de títulos, com 11.


Foto Silas Monteiro/Gama