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Brasiliense Campeão Candango 2022

O Jacaré voltou a morder no Distrito Federal e é bicampeão candango. Agora dono de 11 título estaduais, o Brasiliense segue na tentativa de retornar a uma divisão fixa no Brasileirão. Para isso, precisa manter a hegemonia local.

Dez times participaram do Candangão 2022, em turno único na primeira fase. Em nove jogos, o Brasiliense conseguiu vencer cinco e empatar um, encerrando na terceira posição, com 16 pontos.

Para a segunda fase, quatro equipes avançaram em quadrangular de dois turnos. E o Jacaré manteve-se em alta, ganhando mais quatro vezes e empatando mais uma em seis partidas. Com 13 pontos, o time amarelo ficou na primeira posição e chegou à final juntamente com o vice Ceilândia. Ambos deixaram para trás o Capital e o Gama.

Na decisão, as pontuações das duas fases foram somadas na hora de definir os mandos de campo, e deu Ceilândia: 32 a 29. Assim, o Brasiliense mandou a ida no Abadião e venceu por 2 a 1. A volta também foi na região de Ceilândia, e o Jacaré levou a conquista ao empatar por 1 a 1.

A campanha do Brasiliense:
17 jogos | 10 vitórias | 3 empates | 4 derrotas | 34 gols marcados | 16 gols sofridos


Foto Divulgação/Candangão BRB 2022/FFDF

Brasiliense Campeão Candango 2021

Com uma campanha irretocável, a melhor de todos os tempos do Candangão, o Brasiliense conquistou o décimo título estadual em sua história de 21 anos. O campeonato foi jogado por 12 times divididos em dois grupos. O Jacaré ficou no grupo A, e na primeira fase venceu todas as suas seis partidas, já que o regulamento previu o enfrentamento entre as chaves ao invés do interno.

Na segunda fase, oito clubes formaram dois novos grupos em turno único, e o Brasiliense voltou a fazer 100% de aproveitamento em três jogos. Na terceira fase, quatro equipes compuseram o quadrangular semifinal, agora em dois turnos. Os únicos pontos perdidos pelo Jacaré foram aqui, na quinta rodada, ao empatar por 1 a 1 com o Ceilândia fora de casa.

Com 16 pontos em seis partidas, o time superou Gama e Luziânia e foi à final, contra o próprio Ceilândia. No único jogo, que definiu o primeiro campeão estadual de 2021, o Brasiliense por 1 a 0 no Mané Garrincha, voltando a comemorar no Distrito Federal, invicto, depois de quatro anos.

A campanha do Brasiliense:
16 jogos | 15 vitórias | 1 empate | 0 derrotas | 43 gols marcados | 7 gols sofridos


Foto Júlio César Silva/Esportes Brasília

Brasiliense Campeão da Copa Verde 2020

A Copa Verde de 2020 não aconteceu em 2020. Exatamente isso que você leu. A pandemia de Covid-19 atrasou tanto os preparativos da competição que ela acabou postergada para o início de 2021, durante 34 dias entre janeiro e fevereiro.

O regulamento foi semelhante ao da temporada anterior, com pequenas mudanças para encaixar no calendário curto, como a primeira fase e oitavas de final ocorrendo em mão única. As 24 equipes participantes mantiveram-se. E o campeão foi um velho conhecido, mas que anda longe das principais divisões nacionais: o Brasiliense, do Distrito Federal.

Vice estadual, o Jacaré precisou começar pela fase preliminar. Jogando em casa contra o Vitória-ES, goleou por 4 a 0 e mostrou logo de cara que chegava para assustar. Nas oitavas de final, venceu o Luverdense por 2 a 1 no Mato Grosso. As quartas foram disputadas contra o Atlético-GO, e o Brasiliense venceu as duas partidas, por 2 a 1 em Goiânia e por 3 a 1 em Taguatinga.

Na semifinal, outro goiano: o Vila Nova. Desta vez os candangos tiveram mais dificuldades. Na ida, vitória por 2 a 0 em pleno OBA. Na volta, o time foi surpreendido na Boca do Jacaré e perdeu por 3 a 1. Nos pênaltis, vitória por 5 a 3 e vaga na final conquista.

A final foi contra o Remo, e o primeiro jogo foi marcado para o Mané Garrincha, em Brasília. De virada, o Brasiliense venceu por 2 a 1. Os gols foram marcados por Sandy e Aldo, este segundo faltando dez minutos para o fim.

A segunda partida aconteceu no Mangueirão, em Belém. O Jacaré tentou segurar a vantagem, saiu atrás no placar e empatou no começo do segundo tempo com Zé Love, mas os paraenses venceram também por 2 a 1. Outra vez nos pênaltis, o Brasiliense alcançou a glória ao vencer por 5 a 4. O título coloca um fim em algumas sinas do clube, como a de perder todas as finais que disputou desde 2018, e a de não vencer algo fora do Distrito Federal desde a Série B de 2004.

A campanha do Brasiliense:
8 jogos | 6 vitórias | 0 empates | 2 derrotas | 17 gols marcados | 9 gols sofridos


Foto Fernando Torres/CBF

Brasiliense Campeão Brasileiro Série C 2002

O ano do penta do Brasil também foi o ano em que uma nova força do futebol despontou, diretamente do Distrito Federal. Com apenas dois anos de fundação, o Brasiliense já havia aprontado naquele 2002 durante a Copa do Brasil, quando eliminou Fluminense e Atlético-MG e foi parado na final contra o Corinthians.

Ao mesmo tempo, o clube foi terceiro colocado estadual e se classificou para a Série C. A competição não diferiu muito em relação às temporadas anteriores. Foram 61 participantes em 16 grupos que variaram entre três e cinco equipes cada.

Naquela primeira fase, o Brasiliense ficou no grupo 9. A estreia foi contra o Anápolis, derrota por 4 a 2 fora de casa. Na sequência, foram dois jogos na Boca do Jacaré com duas goleadas, por 5 a 0 sobre o CFZ e por 4 a 0 sobre o Grêmio Inhumense. No returno, vitória por 4 a 2 sobre o Grêmio Inhumense em Goiás, empate por 0 a 0 com o CFZ em Brasília e vitória por 1 a 0 sobre o Anápolis em casa deram a liderança e a classificação para o Jacaré, com 13 pontos.

Na segunda fase, o enfrentamento foi contra o CENE, o qual derrotou por 4 a 3 no Mato Grosso do Sul e perdeu por 2 a 1 no Distrito Federal. Nos pênaltis, vitória do Brasiliense por 6 a 5. Nas oitavas de final, novamente contra o Anápolis, empate sem gols fora de casa e vitória por 2 a 0 em Taguatinga. Nas quartas foi a vez de encarar o Villa Nova-MG. Venceu por 2 a 1 em Nova Lima e por 2 a 0 na Boca do Jacaré.

Rapidamente, o Brasiliense chegou ao quadrangular final. A luta final pelo acesso foi contra Marília, Ipatinga e Nacional-AM. A estreia foi no interior paulista contra o Marília, e terminou 1 a 1. Contra o Ipatinga em casa, novo empate por 1 a 1. A primeira vitória foi por 1 a 0 sobre o Nacional em Manaus. A série positiva seguiu com outra vitória sobre os amazonenses, agora por 2 a 0 em casa, e com a vitória que consolidou a vaga na segunda divisão, por 3 a 2 sobre o Ipatinga em Minas Gerais.

A partida final seria uma disputa exclusiva pelo título, contra o Marília, pois ambos já haviam conseguido o acesso. O jogo foi no Serra Dourada, em Goiânia. O Brasiliense largou atrás no placar mas empatou com o zagueiro Romildo. O 1 a 1 já servia para o time de Wellington Dias e Túlio Maravilha comemorar o primeiro título de sua meteórica história.

Com a conquista, o Jacaré foi para a Série B e ali permaneceu até 2010, quando caiu e não retornou mais. Antes, em 2005, o clube teve sua única passagem pela primeira divisão nacional.

A campanha do Brasiliense:
18 jogos | 11 vitórias | 5 empates | 2 derrotas | 37 gols marcados | 17 gols sofridos


Foto Carlos Costa/Focal Image/Futura Press

Brasiliense Campeão Brasileiro Série B 2004

Autêntico fenômeno do futebol brasileiro no início deste século, o Brasiliense sagrou-se o campeão da Série B de 2004, logo em sua segunda participação. Fundado em 2000, o clube do Distrito Federal conquistou o vice-campeonato candango logo no ano seguinte, o que lhe garantiu vaga na Copa do Brasil de 2002, na campanha que chocou o país ao eliminar Fluminense e Atlético-MG, terminando com o vice diante do Corinthians. No segundo semestre daquele mesmo ano, faturou a Série C. Após estrear na segunda divisão em 2003, o Jacaré provou que, em 2004, não haveria adversário à sua altura.

O regulamento da competição seguiu o mesmo modelo da temporada anterior: 24 clubes se enfrentando em turno único na primeira fase, classificando os oito melhores para as etapas seguintes. A única alteração foi o aumento no número de rebaixados, que saltou de dois para seis.

O Brasiliense ditou o ritmo do torneio. A estreia ocorreu com um empate por 1 a 1 fora de casa contra o Ituano, e o cartão de visitas veio na terceira rodada, com um 3 a 0 sobre o Londrina, em solo paranaense. A classificação para a segunda fase foi assegurada na 21ª rodada, em uma vitória por 3 a 0 sobre o Santo André na Boca do Jacaré. O time candango encerrou a fase inicial na liderança isolada, somando 46 pontos, com 13 vitórias, sete empates e três derrotas. Avançaram ao seu lado as equipes do Náutico, Bahia, Ituano, Fortaleza, Marília, Avaí e Santa Cruz.

No quadrangular semifinal, o Brasiliense integrou uma chave com Fortaleza, Ituano e Santa Cruz. Venceu dois jogos, empatou dois e perdeu dois, garantindo a classificação na segunda posição com oito pontos, mesma pontuação de cearenses e paulistas, em segundo lugar.

A fase decisiva reuniu Brasiliense, Fortaleza, Avaí e Bahia na disputa pelas vagas de acesso. O Jacaré começou com o pé direito ao bater o Bahia por 2 a 1 em casa. Contudo, duas derrotas consecutivas por 1 a 0, diante de Fortaleza e Avaí, colocaram um ponto de interrogação sobre as chances do clube. A desconfiança foi desfeita na quarta rodada, com uma vitória por 2 a 0 sobre os catarinenses na Boca do Jacaré. Na penúltima rodada, o inédito acesso à elite do futebol brasileiro foi sacramentado com um triunfo por 1 a 0 sobre o Fortaleza em casa.

Faltava a taça. Na rodada final, o Brasiliense coroou sua trajetória ao derrotar o Bahia de virada por 3 a 2 em plena Fonte Nova, em Salvador. O Jacaré sagrou-se campeão com 12 pontos conquistados na fase final, quatro a mais que o vice-campeão Fortaleza.

A campanha do Brasiliense:
35 jogos | 19 vitórias | 9 empates | 7 derrotas | 57 gols marcados | 33 gols sofridos


Foto Edson Ruiz/Placar

Brasiliense Campeão Candango 2017

O Brasiliense volta a mandar no Distrito Federal depois de quatro anos. Vice-líder na fase inicial, O Jacaré eliminou na fase final o Real do Núcleo Bandeirante nas quartas, o Sobradinho na semifinal, e o Ceilândia na grande final. Com muitos gols, o Brasiliense empatou o jogo de ida em 2x2 e venceu o de volta por 3x2. É o nono título candango da equipe, em um intervalo de 13 anos.


Foto Michael Melo/Metrópoles/Brasiliense