Vitória Campeão da Copa do Nordeste 2026

Profundas mudanças marcaram a Copa do Nordeste de 2026, junto com a reformulação de calendário promovida pela CBF. A principal alteração foi a extinção da fase preliminar, deixando a competição com 20 clubes diretamente na fase de grupos, e dando ao campeão uma vaga na terceira fase da Copa do Brasil de 2027. Mas a polêmica do novo formato foi a decisão da CBF de colocar o torneio em paralelo com os torneios sul-americanos, excluindo quem disputava a Libertadores ou a Copa Sul-Americana. Isso tirou o então defensor do título, o Bahia, da disputa. O problema é que o clube caiu ainda na segunda fase da pré-Libertadores, ficando de fora de todas as competições.

Sob o novo formato, o Vitória se sagrou campeão pela quinta vez. Ou pela sexta, se for considerado o Torneio José Américo de Almeida Filho de 1976, sem reconhecimento pela CBF. De qualquer forma, eram 16 anos longe da taça, desde a conquista obtida em 2010. O regulamento da competição dividiu os 20 times em quatro grupos de cinco integrantes, em um formato onde as equipes do Grupo A enfrentavam as do Grupo B, e as do Grupo C duelavam contra as do Grupo D.

O Vitória iniciou sua trajetória no Grupo A, mas estreou com derrota por 2 a 1 para o Botafogo-PB no Barradão. A recuperação veio fora de casa, com a vitória por 4 a 2 sobre o CRB em Maceió. Nos outros três jogos, o Leão da Barra fez 4 a 1 no Juazeirense em casa, 3 a 1 no Piauí, também em Salvador, e empatou em 2 a 2 com o Confiança em Aracaju. Ao fim dessa etapa, o clube avançou na liderança da chave, somando dez pontos.

Nas quartas de final, disputada em jogo único no Barradão, o Vitória superou o Ceará por 1 a 0. Na semifinal, contra o ABC, o Leão abriu o confronto em Salvador e encaminhou a classificação ao golear por 6 a 2. Na volta, a equipe confirmou a vaga na final ao fazer 4 a 3 em Natal, na Arena das Dunas.

A decisão colocou o Vitória diante do Fortaleza, que passou por Confiança e Sport nas fases anteriores. Na ida, no Castelão, o Leão rubro-negro saiu perdendo, mas virou para 2 a 1 e abriu vantagem. Na volta, diante de um Barradão lotado, o Vitória voltou a largar atrás no placar, mas fez dois gols com Emmanuel Martínez e Renato Kayzer, selando outra virada para 2 a 1 e o título do Nordeste.

A campanha do Vitória:
10 jogos | 8 vitórias | 1 empate | 1 derrota | 29 gols marcados | 15 gols sofridos


Foto Flickr oficial da Copa do Nordeste

Paysandu Campeão da Copa Verde 2026

A Copa Verde ganhou nova sobrevida em 2026. Juntamente com a reformulação do calendário nacional, a CBF substituiu o formato inteiramente em mata-mata e passou a colocar os 24 participantes em quatro grupos, dando ao campeão uma vaga direta na terceira fase da Copa do Brasil de 2027. No entanto, a grande novidade foi a subdivisão das primeiras fases em dois torneios: a Copa Norte e a Copa Centro-Oeste, cada uma com 12 equipes. Na prática, os campeões de cada uma dessas regiões asseguraram suas vagas na final da Copa Verde. Além disso, a CBF passou a realizar os jogos em paralelo com os torneios sul-americanos, excluindo qualquer clube que estivesse participando das competições da Conmebol.

Quase tudo mudou na Copa Verde, menos o campeão. Pela sexta vez, sendo a terceira consecutiva, o Paysandu conquistou o título, reafirmando-se como o maior vencedor da competição. Pelo novo regulamento, os participantes se enfrentaram em turno único dentro de seus grupos na primeira fase.

O Paysandu iniciou sua caminhada no Grupo A da Copa Norte. Na estreia, o Papão fez 3 a 1 sobre o GAS, mandando o jogo no Estádio Modelão, em Castanhal. Depois, o clube perdeu duas fora de casa, por 1 a 0 para o Guaporé, em Rondônia, e uma goleada por 7 a 0 para o Nacional-AM, em Manaus. A recuperação bicolor veio nas vitórias por 2 a 1 sobre o Independência, na Curuzu, e por 3 a 0 sobre o Trem, no Amapá. O clube se classificou para o mata-mata na vice-liderança da chave, com nove pontos.

Nas quartas de final, em jogo único, o Paysandu bateu no Águia de Marabá, por 5 a 1 no Zinho de Oliveira, fora de casa. Na sequência, valendo o título da Copa Norte e a vaga na final da Copa Verde, a semifinal foi decidida no reencontro com o Nacional-AM. Na ida, o Papão fez 1 a 0 no Mangueirão. Na volta, no Carlos Zamith, em Manaus, novo triunfo por 4 a 2 deu o título nortista à equipe bicolor.

A final da Copa Verde reuniu o Paysandu contra o Anápolis, equipe que venceu a Copa Centro-Oeste após eliminar Vila Nova e Rio Branco-ES. Na partida de ida, no Jonas Duarte, o confronto terminou com derrota bicolor por 3 a 1. O ápice aconteceu no jogo de volta, onde o Papão fez a remontada e garantiu o hexa ao golear por 4 a 0, com gols de Kleiton Pego, Castro e dois de Ítalo Carvalho.

A campanha do Paysandu:
10 jogos | 7 vitórias | 0 empates | 3 derrotas | 23 gols marcados | 16 gols sofridos


Foto Jorge Luís Totti/Paysandu

Avaí Campeão da Copa Sul-Sudeste 2026

A Copa Sul-Sudeste nasceu como a grande novidade do futebol brasileiro, criada pela CBF dentro da reformulação do calendário em 2026. O torneio trouxe uma clara inspiração na antiga Copa Sul-Minas, com a inclusão de times de São Paulo e do Rio de Janeiro, reunindo 12 participantes e oferecendo ao campeão uma vaga na terceira fase da Copa do Brasil de 2027. A competição foi realizada em paralelo com os torneios continentais, excluindo qualquer clube que estivesse disputando a Libertadores ou a Copa Sul-Americana. Também houve uma desistência: o Internacional tinha direito de participar do novo torneio, mas abriu da sua vaga alegando prioridade sobre a Copa do Brasil e o Brasileirão. O Caxias herdou seu lugar.

Em meio a esse cenário, o Avaí e gravou seu nome na história como o primeiro vencedor da Copa Sul-Sudeste, assegurando um troféu regional inédito para a sua galeria e para o futebol de Santa Catarina. O regulamento da competição foi enxuto e dinâmico, dividindo os 12 times em dois grupos de seis, onde as equipes de uma chave enfrentavam os integrantes da outra.

O Avaí iniciou a campanha no Grupo B, contra os rivais do Grupo A. Na abertura, o Leão da Ilha perdeu por 3 a 2 para o Tombense em Minas Gerais. Depois, empatou em 2 a 2 com o Cianorte na Ressacada e levou 2 a 1 da Chapecoense em Chapecó. O início ruim foi compensado com três vitórias na segunda metade da primeira fase: 1 a 0 no Caxias em casa, 2 a 1 no Novorizontino fora, e 2 a 0 no Sampaio Corrêa-RJ na Ressacada. Após essa virada, o clube garantiu sua classificação na liderança de sua chave, com dez pontos.

Na semifinal, o Avaí teve pela frente o Volta Redonda, vice-líder do Grupo A. Na partida de ida, o placar foi de empate em 2 a 2 no Raulino de Oliveira, obrigando a equipe avaiana a decidir a vaga no segundo jogo. Na volta, o Leão fechou o serviço e se classificou para a decisão ao vencer por 2 a 0 em Florianópolis.

A final colocou frente a frente uma grande rivalidade entre a capital e o interior catarinense, onde o Avaí mediu forças contra a Chapecoense, equipe que eliminou o Novorizontino na semifinal. No jogo de ida, o Leão dominou totalmente o rival e venceu por 3 a 0 na Ressacada, com dois gols de Jean Lucas e um de Wallison. Na volta, o Avaí tentou resistir e a Chapecoense tentou a reação, devolvendo o placar de 3 a 0 e forçando a disputa de pênaltis. Porém, o Avaí foi mais eficiente e venceu por 5 a 4, entrando definitivamente para a história como o primeiro vencedor da Copa Sul-Sudeste.

A campanha do Avaí:
10 jogos | 5 vitórias | 2 empates | 3 derrotas | 18 gols marcados | 13 gols sofridos


Foto Léo Piva/Mix Mídia

Brasil Campeão da Taça Independência 1972

Em 1972, o futebol serviu de palco para a política e a celebração nacional no Brasil. Para comemorar os 150 anos) da independência do país, a CBD idealizou a Taça Independência. Popularmente batizada de Minicopa, a competição reuniu 20 seleções em 12 cidades brasileiras, em uma estrutura que superou o tempo de duração de uma Copa do Mundo daquela época, entre 11 de junho e 9 de julho. As partidas aconteceram em Aracaju, Belo Horizonte, Campo Grande, Curitiba, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

O torneio carregava objetivos por trás dos gramados. Para a ditadura militar, era a chance de inflar o ufanismo civil na esteira do tricampeonato mundial de 1970, surfando no lema do "Brasil Grande" através de estádios recém-construídos ou reformados. Para o presidente da CBD, João Havelange, a Minicopa era a vitrine para demonstrar sua capacidade organizacional ao mundo e pavimentar sua campanha para a presidência da FIFA, o que conseguiu em 1974.

Embora o torneio tenha sofrido com as desistências de Alemanha Ocidental, Itália e Inglaterra, a organização readequou as chaves trazendo outras equipes europeias e combinados regionais. No Grupo 1, ficaram Argentina, Colômbia, França e as seleções da Concacaf e da África. No Grupo 2, estiveram Chile, Equador, Irã, Irlanda e Portugal. No Grupo 3, jogaram Bolívia, Iugoslávia, Paraguai, Peru e Venezuela. As equipes se enfrentaram em turno único dentro de cada chave, e as líderes garantiram uma vaga na segunda fase, onde já estavam Brasil, Escócia, Tchecoslováquia, União Soviética e Uruguai.

No Grupo 1, a Argentina confirmou o favoritismo ao vencer o combinado da África por 2 a 0, golear a equipe da Concacaf por 7 a 0 e bater a Colômbia por 4 a 1. A França também fez campanha impecável, com vitórias por 5 a 0 na Concacaf, 2 a 0 na África e 3 a 2 na Colômbia, deixando a decisão da vaga para o confronto direto. O empate em 0 a 0 beneficiou os argentinos pelo saldo de gols.

No Grupo 2, Portugal sobrou ao aplicar 3 a 0 no Equador, 3 a 0 no Irã, 4 a 1 no Chile e 2 a 1 na Irlanda, avançando com 100% de aproveitamento. Já no Grupo 3, a Iugoslávia estreou impondo uma histórica goleada de 10 a 0 sobre a Venezuela. Na sequência, os iugoslavos empataram em 1 a 1 com a Bolívia, e venceram Paraguai e Peru por 2 a 1 para garantir a liderança, em uma chave marcada ainda por uma briga generalizada na vitória do Paraguai por 4 a 1 sobre a Venezuela.

O Brasil estreou na segunda fase. No Grupo A, a reformulada seleção de Zagallo, que já não contava com Pelé e testava novos nomes visando a Copa do Mundo de 1974, estreou com um frustrante 0 a 0 contra a Tchecoslováquia no Maracanã. Paralelamente, Iugoslávia e Escócia empataram em 2 a 2 no Mineirão. A reabilitação brasileira veio na segunda rodada com um 3 a 0 sobre a Iugoslávia no Morumbi, enquanto escoceses e tchecos não saíram do zero. A classificação foi sacramentada no Rio de Janeiro com uma vitória por 1 a 0 diante da Escócia. No fechamento do grupo, a Iugoslávia garantiu o direito de disputar o terceiro lugar ao vencer a Tchecoslováquia por 2 a 1.

No Grupo B, Portugal venceu a Argentina por 3 a 1 na estreia, enquanto a União Soviética superava o Uruguai por 1 a 0. Na rodada seguinte, os portugueses empataram em 1 a 1 com os uruguaios e os argentinos se recuperaram ao baterem os soviéticos por 1 a 0. Na rodada decisiva, a Argentina derrotou o Uruguai por 1 a 0 e carimbou sua vaga na disputa do bronze, mas a liderança e a vaga na final ficaram com Portugal, que venceu a União Soviética por 1 a 0 em Belo Horizonte. Na decisão do terceiro lugar, a Iugoslávia fez 4 a 2 na Argentina.

Na sequência, diante de um Maracanã lotado, Brasil e Portugal protagonizaram uma final dramática. Com a equipe portuguesa resistindo na defesa, o placar demorou a sair do zero. Foi somente aos 44 minutos do segundo tempo que o time brasileiro marcou seu gol, quando Rivelino cobrou uma falta alçada na área e Jairzinho cabeceou para o fundo das redes. O gol garantiu a vitória por 1 a 0 e o título da Taça Independência ao Brasil, coroando a despedida de Gerson e Tostão da seleção.

A campanha do Brasil:
4 jogos | 4 vitórias | 0 empates | 0 derrotas | 5 gols marcados | 0 gols sofridos


Foto Andre Lecoq/L'Équipe 

Londrina Campeão da Primeira Liga 2017

A segunda e última edição da Primeira Liga, realizada em 2017, teve um cenário ainda mais conturbado que o de sua estreia. Embora o número de participantes tenha saltado para 16, a competição sofreu baixas de peso: Athletico-PR e Coritiba, fundadores da liga, desistiram do torneio devido a divergências internas. Para suprir as ausências, Londrina e Paraná foram integrados ao certame, juntamente com novos membros como Chapecoense, Joinville, Brasil de Pelotas e Ceará. No entanto, o torneio já nascia desgastado pela péssima relação entre os dirigentes e pela falta de apoio das federações.

Apesar dos bastidores caóticos, a Primeira Liga de 2017 tornou-se um capítulo glorioso na história do Londrina. O Tubarão ignorou o favoritismo dos gigantes do eixo Rio-Minas-RS e trilhou uma campanha invicta e irretocável, erguendo um troféu que hoje figura na galeria do clube com o mesmo peso de seus títulos estaduais e da Série B do Brasileiro de 1980.

Sorteado no Grupo D, ao lado do Paraná e da dupla catarinense Avaí e Figueirense, o Londrina demonstrou sua força logo cedo. O time paranaense venceu todos os seus compromissos da primeira fase: bateu o Figueirense por 1 a 0 no Orlando Scarpelli, superou o Avaí por 1 a 0 na Ressacada e derrotou o Paraná por 2 a 1 no Estádio do Café. Com 100% de aproveitamento e nove pontos somados, o Tubarão avançou como líder absoluto da chave.

Nas quartas de final, o sorteio colocou o Fluminense, então campeão defensor, no caminho paranaense. Beneficiado pelo regulamento de jogo único e por ter a segunda melhor campanha geral, o Londrina teve a vantagem de mandar o confronto em casa. Com autoridade, despachou os cariocas por 2 a 0.

A semifinal reservou um duelo dramático contra o Cruzeiro, de novo no Estádio do Café. Após sair atrás no placar, o Londrina buscou o empate por 2 a 2 de forma heroica aos 51 minutos do segundo tempo. Nos pênaltis, o goleiro César brilhou e o Tubarão venceu por 3 a 1, garantindo a vaga na final.

A decisão foi contra o Atlético-MG, que chegava embalado após eliminar Internacional e Paraná. Com o Estádio do Café completamente lotado por uma torcida esperançosa, as duas equipes travaram um duelo de muita marcação, e o placar permaneceu em 0 a 0 durante os 90 minutos. A definição do campeão então foi para as penalidades máximas. Sob o peso da responsabilidade, o Londrina converteu suas cobranças com precisão e triunfou por 4 a 2. A conquista coroou a competência do clube em meio ao colapso de uma liga nacional.

A campanha do Londrina:
6 jogos | 4 vitórias | 2 empates | 0 derrotas | 8 gols marcados | 3 gols sofridos


Foto Gustavo Oliveira/Londrina

Todos os campeões da Copa do Brasil Sub-17

A seguir, todos os campeões da Copa do Brasil Sub-17. A competição foi criada em 2013 pela CBF e é a oficial mais antiga da categoria, que até então vivia apenas de estaduais e de torneios pequenos organizados por prefeituras. Em 2026, ocorreu a 14ª edição do campeonato.

Em 2026, o Athletico-PR foi o campeão. Na primeira fase, o clube eliminou o Ibrachina-SP. Nas oitavas de final, passou pelo Sfera-SP. Nas quartas de final, bateu o Monte Roraima. Na semifinal, superou o Cruzeiro. Na final, empatou com o Atlético-MG por 2 a 2 em Belo Horizonte, vencendo por 4 a 3 nos pênaltis.

Foto Luciano Brew/@lucianobrewfotografia/@werbbrow

Em 2025, o Vasco foi o campeão. Na primeira fase, o clube eliminou o Coimbra. Nas oitavas de final, passou pelo Cuiabá. Nas quartas de final, bateu o Mazagão-AP. Na semifinal, superou o Flamengo. Na final, empatou com o Bahia por 2 a 2 no Rio de Janeiro, vencendo por 5 a 3 nos pênaltis.

Foto Rafael Ribeiro/CBF

Em 2024, o Fluminense foi o campeão. Na primeira fase, o clube eliminou o Porto Vitória. Nas oitavas de final, passou pelo América-MG. Nas quartas de final, bateu o CRB. Na semifinal, superou o Sport. Na final, venceu o São Paulo por 2 a 1 em Volta Redonda.

Foto Nayra Halm/Staff Images/CBF

Em 2023, o Palmeiras foi o campeão. Na primeira fase, o clube eliminou o Instituto AEFA-MS. Nas oitavas de final, passou pelo Azuriz. Nas quartas de final, bateu o Sampaio Corrêa. Na semifinal, superou o Vasco. Na final, venceu o Athletico-PR por 4 a 1 em Barueri.

Foto Fábio Menotti/Palmeiras

Em 2022, o Palmeiras foi o campeão. Na primeira fase, o clube eliminou o Saint Germain-RO. Nas oitavas de final, passou pelo Remo. Nas quartas de final, bateu o Atlético-MG. Na semifinal, superou o Sport. Na final, venceu o Vasco por 4 a 1 em São Paulo e perdeu por 4 a 2 no Rio de Janeiro.

Foto Adriano Fontes/CBF

Em 2021, o Flamengo foi o campeão. Na primeira fase, o clube eliminou o Vasco-AC. Nas oitavas de final, passou pelo Gama. Nas quartas de final, bateu o Cruzeiro. Na semifinal, superou o Palmeiras. Na final, venceu o São Paulo por 3 a 1 em São Paulo e por 3 a 0 em Volta Redonda.

Foto Thais Magalhães/CBF

Em 2020, o São Paulo foi o campeão. Na primeira fase, o clube eliminou o 1º BPM-TO. Nas oitavas de final, passou pelo CRB. Nas quartas de final, bateu o River. Na semifinal, superou o Palmeiras. Na final, empatou com o Fluminense por 0 a 0 em Cotia e venceu por 2 a 1 no Rio de Janeiro.

Foto Gilvan de Souza/CBF

Em 2019, o Palmeiras foi o campeão. Na primeira fase, o clube eliminou o União Rondonópolis. Nas oitavas de final, passou pelo Náutico. Nas quartas de final, bateu o Betim. Na semifinal, superou o Fluminense. Na final, perdeu para o São Paulo por 3 a 2 e venceu por 2 a 0, ambos em São Paulo.

Foto Mauro Horita/CBF

Em 2018, o Flamengo foi o campeão. Na primeira fase, o clube eliminou o Londrina. Nas oitavas de final, passou pelo América-MG. Nas quartas de final, bateu o São Paulo. Na semifinal, superou o Santos. Na final, empatou com o Fluminense por 1 a 1 e venceu por 1 a 0, ambos no Rio de Janeiro.

Foto Staff Images/Flamengo

Em 2017, o Palmeiras foi o campeão. Na primeira fase, o clube eliminou o Brasil de Pelotas. Nas oitavas de final, passou pelo Atlético-MG. Nas quartas de final, bateu o Vasco. Na semifinal, superou o Flamengo. Na final, venceu o Corinthians por 1 a 0 e perdeu por 1 a 0, ambos em São Paulo, vencendo por 4 a 3 nos pênaltis.

Foto Lucas Figueiredo/CBF

Em 2016, o Corinthians foi o campeão. Na primeira fase, o clube eliminou o Luverdense. Nas oitavas de final, passou pelo Coritiba. Nas quartas de final, bateu a Chapecoense. Na semifinal, superou o Cruzeiro. Na final, empatou com o Sport por 2 a 2 em Recife e venceu por 2 a 0 em São Paulo.

Foto Robson Fernandjes/Allsports

Em 2015, o Vitória foi o campeão. Na primeira fase, o clube eliminou o Sampaio Corrêa. Nas oitavas de final, passou pelo Palmeiras. Nas quartas de final, bateu o São Paulo. Na semifinal, superou o Flamengo. Na final, perdeu para o Botafogo por 3 a 1 em Salvador e venceu por 3 a 1 Rio de Janeiro, vencendo por 4 a 3 nos pênaltis.

Foto Francisco Galvão/Vitória

Em 2014, o Atlético-MG foi o campeão. Na primeira fase, o clube eliminou o Paraná. Nas oitavas de final, passou pelo Coritiba. Nas quartas de final, bateu o Vitória. Na semifinal, superou o Flamengo. Na final, venceu o Grêmio por 1 a 0 em Porto Alegre e empatou por 1 a 1 em Belo Horizonte.

Foto Bruno Cantini/Atlético-MG

Em 2013, o São Paulo foi o campeão. Na primeira fase, o clube eliminou o Criciúma. Nas oitavas de final, passou pelo Sport. Nas quartas de final, bateu o Coritiba. Na semifinal, superou o Fluminense. Na final, venceu o Flamengo por 2 a 0 em São Paulo e por 3 a 1 em Macaé.

Foto Miguel Schincariol/São Paulo

Todas as campeãs do Brasileirão Feminino Sub-18 e Sub-20

O Brasileirão Feminino Sub-20 é a principal competição de base da modalidade no país. Sua estreia aconteceu em 2022, em substituição à categoria sub-18. O mesmo caso aconteceu com a categoria sub-16, que lugar à sub-17. Em 2025, tivemos a quarta edição da competição.

A seguir, as campeãs do Brasileirão Sub-18 (entre 2019 e 2021) e Sub-20 (desde 2022):

Em 2026, o Flamengo foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi líder do grupo B. Nas quartas de final, eliminou o Fluminense. Na semifinal, bateu o Internacional. Na final, venceu o São Paulo por 1 a 0 em Diadema e por 2 a 1 no Rio de Janeiro.

Foto Paula Reis/Flamengo

Em 2025, o Botafogo foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi líder do grupo B. Nas quartas de final, eliminou o Santos. Na semifinal, bateu o Internacional. Na final, venceu o Flamengo por 1 a 0 no Rio de Janeiro.

Foto Thiago Ribeiro/Staff Images/CBF

Em 2024, o Flamengo foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi vice-líder do grupo C. Nas quartas de final, eliminou o São Paulo. Na semifinal, bateu o Internacional. Na final, venceu o Botafogo por 7 a 0 no Rio de Janeiro.

Foto Nayra Halm/Staff Images Woman/CBF

Em 2023, o Internacional foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi líder do grupo A. Nas quartas de final, eliminou a Ferroviária. Na semifinal, bateu o Fluminense. Na final, empatou com o São Paulo por 1 a 1 em Santo André, vencendo por 5 a 3 nos pênaltis.

Foto Fernanda Luz/Staff Images Woman/CBF

Em 2022, o Internacional foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi vice-líder do grupo D. Na segunda fase, foi líder do grupo H. Na semifinal, eliminou o Grêmio. Na final, venceu o São Paulo por 2 a 0 em Porto Alegre e empatou por 2 a 2 em Santana de Parnaíba.

Foto Mauro Horita/CBF

Em 2021, o São Paulo foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi líder do grupo C. Na segunda fase, foi líder do grupo G. Na semifinal, eliminou o Internacional. Na final, venceu o Corinthians por 3 a 0 em São Paulo e por 2 a 0 em Cotia.

Foto Thais Magalhães/CBF

Em 2020, o Fluminense foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi vice-líder do grupo B. Na segunda fase, foi vice-líder do grupo H. Na semifinal, eliminou o Santos. Na final, venceu o Internacional por 2 a 1 em Porto Alegre e perdeu por 4 a 1 em Porto Alegre, vencendo nos pênaltis por 7 a 6.

Foto Adriano Fontes/Fluminense

Em 2019, o Internacional foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi líder do grupo B. Na segunda fase, foi vice-líder do grupo G. Na semifinal, eliminou o Iranduba. Na final, venceu o São Paulo por 1 a 0 em Porto Alegre e empatou por 1 a 1 em São Paulo.

Foto Mariana Capra/Internacional