Piauí Campeão Piauiense 2026

Agora já é bicampeão! Depois de ficar quatro décadas sem vencer, o Piauí estabeleceu uma hegemonia de títulos com a segunda conquista consecutiva em 2026, que também representou a sétima na história do clube rubro-anil.

Em um torneio sem a presença de River e Flamengo, já que os dois maiores vencedores estão na segunda divisão, oito times disputaram a primeira fase em turno único. Em sete partidas, o Piauí, venceu quatro, empatou uma e perdeu duas, terminando em segundo lugar, com 13 pontos. Na semifinal, o Enxuga Rato passou pelo Fluminense ao vencer por 1 a 0 na ida e por 3 a 1, ambos no Albertão, em Teresina.

Na final, o Piauí encarou o Atlético-PI, que eliminou o Altos. O primeiro jogo foi realizado no Albertão, e terminou com vitória rubro-anil por 1 a 0. A segunda partida aconteceu no Lindolfo Monteiro, em Teresina, e acabou empatada por 0 a 0, resultado que o título ao PEC.

A campanha do Piauí:
11 jogos | 7 vitórias | 2 empates | 2 derrotas | 13 gols marcados | 8 gols sofridos


Foto Aldo Carvalho/Piauí

Nacional-AM Campeão Amazonense 2026

Demorou 11 anos, mas o maior vencedor do Amazonas voltou a ser campeão estadual. Em 2026, o Nacional-AM venceu o Barezão pela 44ª vez e saiu da fila.

O estadual contou com oito times, separados em dois grupos e na disputa de dois turnos. No primeiro, as equipes de uma chave enfrentaram os da outra. No segundo, os jogos aconteceram dentro dos grupos. Em ambos, os melhor de cada chave foi à semifinal, e os dois seguintes ao playoff. 

Na primeira fase, o Nacional fez quatro jogos, com duas vitórias e dois empates. Com oito pontos, o time liderou o grupo B. Na semifinal, venceu o Princesa do Solimões por 1 a 0 na Arena da Amazônia. Na final, também na Arena, empatou sem gols com o Amazonas e perdeu nos pênaltis por 5 a 3.

Na segunda fase, o Naça fez três partidas, com uma vitória, um empate e uma derrota. Com quatro pontos, o clube avançou em segundo na chave B. No playoff, o Nacional bateu o Amazonas por 3 a 0 na Arena da Amazôna. Na semifinal, derrotou o Manauara por 1 a 0, no mesmo local. Na final, de novo na Arena, fez 2 a 0 no Parintins.

Na decisão geral, o Nacional encarou o Amazonas em jogo único no Carlos Zamith. Em partida que teve 65 minutos de segundo tempo, o Leão da Vila Municipal venceu o jovem rival por 2 a 1 e reconquistou o título.

A campanha do Nacional-AM:
13 jogos | 8 vitórias | 4 empates | 1 derrota | 20 gols marcados | 6 gols sofridos 


Foto Roger Matos/Agência Breves

Santa Cruz-AC Campeão Acreano 2026

Em uma ascensão meteórica, o Santa Cruz Esporte Clube é o novo campeão do Acre. Fundado em 2022, o clube começou nas categorias de base em 2023, venceu a segunda divisão estadual em 2025 e chegou ao primeiro título acreano de sua história em 2026, na estreia na elite.

O campeonato contou com oito times, que jogaram em turno único na primeira fase. Em sete partidas disputadas, o Santa Cruz-AC venceu quatro, empatou uma e perdeu duas, terminando na terceira colocação com 13 pontos, três a menos que o líder Galvez. Na semifinal, o Santa eliminou o Humaitá ao empatar a ida sem gols e vencer a volta por 1 a 0, ambos os jogos no Estádio Tonicão, antigo Florestão.

Na final, o Santa Cruz enfrentou o tradicional Rio Branco, que passou pelo Galvez. Em partida única no Tonicão, o Santa segurou o ímpeto do adversário, marcou seu gol e venceu por 1 a 0, marcando um novo momento para o futebol acreano.

A campanha do Santa Cruz-AC:
10 jogos | 6 vitórias | 2 empates | 2 derrotas | 18 gols marcados | 7 gols sofridos 


Foto Sueli Rodrigues Batista

Gama Campeão Candango 2026

O Gama atingiu a histórica marca de 15 títulos estaduais em 2026, consolidando-se com o maior vencedor da história do Distrito Federal. O título, obtido de maneira invicta, também representou mais um bicampeonato na história do clube.

O torneio contou com dez times, que na primeira fase jogaram em turno único. Em nove partidas, o Gama venceu sete e empatou duas, encerrando na liderança com 23 pontos. Na semifinal, o time verde eliminou o Ceilândia, depois de empatar a ida por 1 a 1 fora de casa e vencer a volta por 2 a 1 no Bezerrão.

A final do Candangão foi realizada em partida única contra o Sobradinho, que superou o Samambaia na semifinal. No Mané Garrincha, em Brasília, os dois times não saíram do empate por 0 a 0. Mas, nos pênaltis, o Gamão confirmou o título ao vencer por 5 a 4.

A campanha do Gama:
12 jogos | 8 vitórias | 4 empates | 0 derrotas | 18 gols marcados | 6 gols sofridos


Foto Filipe Fonseca/Gama

América-RN Campeão Potiguar 2026

De "rebaixado" a tetracampeão, esta foi a vida do América-RN no Campeonato Potiguar em 2026. Depois de ter perdido 18 pontos no TJD, e de recuperado eles no STJD, o clube arrancou para o 40º título estadual e o quarto consecutivo, uma marca que só havia atingido em 1982.

O estadual foi disputado por oito times, que na primeira fase se enfrentaram em turno único. Os dois melhores foram à semifinal e do terceiro ao sexto foram às quartas de final. Em sete partidas, o América venceu cinco e empatou duas. Com 17 pontos, o Mecão ficou na liderança. Porém, se a punição por escalação irregular tivesse sido mantida, o time teria acabado em penúltimo com um ponto negativo (isso porque o Potyguar Seridoense também sofreu punição e ficou com -11). Na semifinal, o Dragão passou pelo Potiguar de Mossoró ao vencer a ida fora por 3 a 1 e empatar a volta em casa por 1 a 1.

Na final, o América encontrou mais uma vez seu maior rival, o ABC, que passou pelo QFC. Os dois jogos da decisão aconteceram na Arena das Dunas e terminaram empatados por 1 a 1. Nos pênaltis, o goleiro Renan Bragança defendeu duas cobranças, e o Mecão venceu por 4 a 2, confirmando o título invicto.

A campanha do América-RN:
11 jogos | 6 vitórias | 5 empates | 0 derrotas | 22 gols marcados | 7 gols sofridos


Foto Gabriel Leite/América-RN

Joinville Campeão Catarinense 1984

Em mais um capítulo de uma década vencedora, o Joinville conquistou o heptacampeonato catarinense em 1984. O título representou o oitavo estadual vencido pelo clube em oito anos de existência.

Mais uma vez, o estadual foi arrastado, com 12 participantes em três fases. Na primeira, a Taça Governador do Estado, os times foram separados em dois grupos e jogaram em dois turnos. Cada líder foi à semifinal. Depois, nova organização em duas chaves, com mais dois líderes indo ao mata-mata. Na segunda fase, a Taça J.A. Rebelo, todos se enfrentaram em turno único, mas divididos em quatro grupos. Os dois melhores de cada chave foram ao mata-mata. A terceira fase foi igual a anterior, mas chamada de Taça Aldo Almeida. Por fim, o três vencedores de fases e o time de melhor campanha na soma geral disputaram o quadrangular final em dois turnos.

A história do Joinville começou na vitória por 2 a 0 sobre a Chapecoense fora de casa. Depois, venceu mais três vezes, empatou três e perdeu uma, ficando na liderança do grupo A da primeira fase com 15 pontos. No outro turno da primeira fase, o JEC venceu quatro jogos, empatou quatro e perdeu dois, encerrando em segundo no grupo C com 12 pontos, atrás do Criciúma no saldo de gols. Na semifinal, o Coelho passou pelo Blumenau. Na final, bateu o Figueirense depois empatar os dois primeiros jogos por 1 a 1 e vencer o terceiro por 1 a 0 no Ernestão.

Na segunda fase, o Joinville iniciou com derrota por 2 a 0 para o Inter de Lages fora de casa. Nas outras dez partidas, venceu quatro, empatou duas e perdeu quatro. Com apenas dez pontos, a campanha foi irregular, mas o JEC deu sorte que seus oponentes no grupo A (Rio do Sul e Marcílio Dias) foram piores, e isso foi suficiente para a liderança da chave. Nas quartas de final, os tricolores passaram pela Chapecoense. Na semifinal, bateram o Figueirense. Na final, Joinville superou o Blumenau com empate por 1 a 1 fora e vitória por 2 a 0 no Ernestão. As conquistas das duas primeiras fases deram um ponto extra ao JEC no quadrangular final.

O torneio foi para a terceira fase com uma desistência: o Carlos Renaux saiu da disputa devido às enchentes que atingiram a cidade de Brusque. O Joinville voltou a estrear com derrota para o Inter de Lages, por 2 a 1 em casa. Nas demais nove partidas, venceu quatro, empatou quatro e perdeu uma. Com 12 pontos, o JEC ficou no segundo lugar do grupo A, dois pontos a menos que o líder Avaí. Nas quartas de final, bateu o Blumenau nos pênaltis. Na semifinal, tirou o Figueirense. Na final, o Coelho foi superado pelo Avaí, que avançou ao quadrangular.

O Joinville chegou à fase final com um ponto a mais que Avaí, Figueirense e Blumenau (os dois últimos ocuparam as vagas pela soma geral). Em uma disputa forte contra os alvinegros, o JEC chegou ao título na última rodada. Depois de vencer dois jogos e empatar três nas cinco rodadas anteriores, os tricolores tinham oito pontos contra seis do Figueirense. Na partida derradeira, os times se enfrentaram no Orlando Scarpelli, e o Joinville segurou o empate por 0 a 0 para ser campeão mais uma vez.

A campanha do Joinville:
64 jogos | 29 vitórias | 23 empates | 12 derrotas | 83 gols marcados | 55 gols sofridos


Foto Sérgio Sade/Placar

Náutico Campeão Pernambucano 1984

Depois de dez anos, o Náutico voltou a comemorar um título pernambucano em 1984. O clube alvirrubro saiu da fila e chegou ao 16º títulos após uma maratona imposta pelo regulamento.

Onze times disputaram o estadual, em três fases iguais. Na primeira fase, todos se enfrentaram em turno único, com os cinco melhores indo à um pentagonal. O líder de cada turno fez a final. Na segunda fase, continuaram os dez melhores da etapa anterior, com turno, pentagonal e final entre os líderes. Na terceira fase, permaneceram os oito melhores da etapa anterior, novamente com turno, pentagonal e decisão. O ganhador de cada fase foi à final geral.

A trajetória do Náutico começou na goleada por 8 a 0 sobre o Ferroviário de Recife. Nos outros nove jogos da primeira fase, venceu mais sete e empatou dois, terminando com 18 pontos. O time ficou empatado na liderança com o Sport, tendo de fazer uma partida extra para definir o primeiro finalista da fase. Depois de empatar por 1 a 1, o Timbu venceu nos pênaltis por 3 a 1. No pentagonal, a equipe venceu dois jogos, empatou um e perdeu um, tornando a empatar com os rubro-negros na liderança com cinco pontos. No desempate, o Náutico perdeu por 2 a 0. Por fim, na decisão da etapa, em outro Clássico dos Clássicos, os times ficaram no 2 a 2. De novo nos pênaltis, o alvirrubro venceu por 4 a 3.

Na segunda fase, o Náutico estreou com nova goleada, por 6 a 0 sobre o Íbis. Na sequência, venceu mais cinco vezes, empatou duas e perdeu uma, encerrando em terceiro lugar com 14 pontos, três a menos que o líder Sport. No pentagonal, a equipe alvirrubra ganhou duas partidas, empatou uma e perdeu uma, tornando a somar cinco e a ficar com a liderança empatada, mas com o Santa Cruz. No desempate, o Timbu perdeu por 1 a 0. A etapa foi vencida pelo Santa Cruz em cima do Sport.

A estreia do Náutico na terceira fase foi na vitória por 1 a 0 sobre o Atlético Caruaru. Nas demais seis partidas, o time venceu três e perdeu três, terminando em quarto lugar com oito pontos, seis atrás do líder Santa Cruz. No pentagonal, desta vez o Timbu foi líder isolado, com sete pontos, três vitórias e um empate. Na decisão da fase, os alvirrubros venceram o Santa Cruz por 2 a 1 e conquistaram uma vantagem do empate para a final.

Com a primeira e a terceiras fases no bolso, o Náutico decidiu o título estadual no Arruda contra o Santa Cruz, ganhador da segunda etapa. Como o Timbu estava com a vantagem do empate, entrou em campo para fazer valer o regulamento ao seu favor, sem precisar de outra partida. O resultado de 0 a 0 colocou ponto final ao jejum alvirrubro.

A campanha do Náutico:
44 jogos | 26 vitórias | 10 empates | 8 derrotas | 85 gols marcados | 28 gols sofridos


Foto Maurício Coutinho/Placar