Sobradinho Campeão Candango 1985

Um novo campeão surgiu no Distrito Federal em 1985. Ou melhor, ressurgiu. O Sobradinho chegou ao histórico primeiro título candango profissional naquela temporada, porém, dez anos antes, quando se chamava Campineira, venceu o estadual amador, o último nesse formato.

A competição de 1985 reuniu oito times. Nas três principais fases, todos os participantes se enfrentaram em turno único, com as classificações divididas em dois grupos e o primeiro colocado de cada chave fazendo a decisão. O vencedor de cada fase avançou para a final do campeonato.

O Sobradinho começou a campanha no grupo A da primeira fase. Na estreia, aplicou a maior goleada da competição ao fazer 10 a 0 no Planaltina. Nos outros seis jogos, o Leão da Serra venceu mais três vezes, empatou duas e perdeu uma. O time foi o segundo melhor no geral, mas deu o azar de ficar na segunda colocação da chave, um ponto atrás do líder Taguatinga. A decisão de fase foi entre Taguatinga e Brasília, que empataram duas vezes sem gols. Pela campanha, a vaga na final ficou com o time azul.

Novos grupos foram reorganizados na segunda fase, e o Sobradinho caiu na chave B. O Sobradinho abriu a etapa fazendo 1 a 0 no Planaltina. Depois, seguiu com mais cinco vitórias e um empate, fechando na liderança do grupo com 13 pontos. Do outro lado, veio o Taguatinga. Na partida de ida da final, no Serejão, as equipes empataram por 1 a 1. Na volta, no Estádio Augustinho Lima, outro empate por 1 a 1 favoreceu o Leão, que por ter campanha superior ao adversário carimbou seu lugar na decisão.

De volta ao grupo A, o Sobradinho iniciou a terceira fase fazendo 3 a 1 no Planaltina. Nas seis partidas seguintes, venceu duas, empatou três e perdeu uma, encerrando com nove pontos e na vice-liderança da chave, um ponto atrás do Taguatinga, que bateu o Brasília na final e foi para a decisão geral com um ponto de vantagem sobre o alvinegro.

Na final contra o Taguatinga, o Sobradinho não podia tropeçar. Com uma fase vencida contra duas do adversário, o Leão da Serra corria o risco de perder o estadual logo na primeira partida, em caso de derrota. Mas a equipe empatou por 1 a 1 no Serejão, fora de casa. No segundo jogo, também no Serejão, a vitória passou a ser obrigatória ao Sobradinho, com o empate servindo ao Taguatinga. Porém, o alvinegro surpreendeu e venceu os anfitriões por 2 a 0, com gols de Artur e Toni, levando o título.

A campanha do Sobradinho:
25 jogos | 14 vitórias | 9 empates | 2 derrotas | 40 gols marcados | 14 gols sofridos


Foto Sérgio Sade/Placar

Nacional-AM Campeão Amazonense 1985

A força do Nacional continuou a ser mostra no Campeonato Amazonense de 1985. Na ocasião, o clube chegou ao tricampeonato estadual, a 32ª conquista ao todo e a nona nos últimos dez campeonatos.

O torneio contou com a presença de oito times. Nas duas primeiras fases, todos se enfrentaram em turno único, mas com classificações separadas em dois grupos. Os dois primeiros de cada chave avançaram para um quadrangular seguinte, realizado também em turno único. O líder de cada quadrangular se classificou para a decisão.

O Nacional iniciou a campanha do tri com vitória por 3 a 0 sobre o São Raimundo. Nos outros seis jogos, venceu mais quatro e empatou dois, encerrando na liderança do grupo A com 12 pontos. No quadrangular, o Leão estreou vencendo mais uma vez, o Sul América por 2 a 0. Na rodada seguinte, bateu o Penarol por 4 a 1. Na última rodada, empatou por 0 a 0 com o Rio Negro. Tanto Nacional quanto Rio Negro somaram cinco pontos no quadrangular, mas a liderança e a primeira vaga na final ficaram com o Naça devido a equipe ter tido melhor trajetória na etapa anterior.

Na segunda fase, o Nacional abriu com goleada por 6 a 0 sobre o América de Manaus. Na sequência, o time obteve mais três triunfos, dois empates e uma derrota, terminando na vice-liderança do grupo A com dez pontos, empatado com o Penarol, mas com uma vitória a menos.

Embalado e com o favoritismo ao seu lado, o Nacional começou o quadrangular da segunda fase com vitória por 2 a 1 sobre o rival Rio Negro. Na segunda partida, o Leão bateu o América por 3 a 0, ficando a um passo de ser campeão antecipado. O Naça estava com quatro pontos, contra dois de Rio Negro e Penarol.

Na última rodada, o Nacional encarou o Penarol no Vivaldão. Podendo até empatar, o time resolveu o título ao golear o adversário por 4 a 1. Com seis pontos, o Leão foi outra vez líder do quadrangular, venceu também a segunda fase e eliminou a necessidade de uma decisão, garantindo a taça sem rival.

A campanha do Nacional-AM:
20 jogos | 14 vitórias | 5 empates | 1 derrota | 43 gols marcados | 9 gols sofridos


Foto Cláudio Paulo/Placar

Alecrim Campeão Potiguar 1985

Campeão duas vezes na década de 1920 e três vezes na década de 1960, o Alecrim era a terceira força do futebol do Rio Grande do Norte. Em 1985, o clube de Natal já estava há 17 anos sem vencer o estadual, mas naquela temporada quebraria o jejum, faturaria o sexto título e iniciaria um bicampeonato.

O regulamento do torneio foi mais um daqueles confusos, com sete participantes. Nas três primeiras fases, as equipes foram divididas em dois grupos e se enfrentaram, a chave de quatro em turno único, e a de três em dois turnos. Os líderes disputaram uma final e seguiram para um quadrangular de dois turnos com os dois vices das chaves. O líder do quadrangular disputou a decisão de fase com a ganhador do mata-mata anterior, e o vencedor de cada se fase se enfrentou na decisão do campeonato.

Na primeira fase, o Alecrim iniciou a campanha no grupo B, contra Baraúna e Potiguar de Mossoró. Na estreia, empatou sem gols com o Baraúnas fora, seguindo a campanha com duas vitórias e outro empate nos três jogos seguintes. Com seis pontos, o Periquito liderou a chave e encarou o América de Natal na final, empatando por 1 a 1 no tempo normal e perdendo nos pênaltis. No quadrangular, o Verdão ganhou apenas uma partida e perdeu cinco, encerrando em último lugar com dois pontos. O América foi o líder com nove pontos e faturou a primeira fase sem precisar da outra decisão.

O péssimo fim da primeira fase fez o Alecrim mudar as coisas a partir da segunda etapa. Na abertura, o time venceu o Riachuelo por 1 a 0, seguido por outro 1 a 0 sobre o Atlético de Natal e 2 a 0 sobre o América. Com seis pontos, o Periquito liderou o grupo B. Na final, venceu o ABC, líder da chave A, por 1 a 0, na prorrogação. No quadrangular, o Verdão venceu dois jogos, empatou três e perdeu um, ficando na segunda posição com sete pontos, dois atrás do líder ABC. Na final, o Alecrim voltou a bater o rival alvinegro por 2 a 0 e se classificou para a fase final.

Na terceira fase, o Alecrim seguiu arrasador. Estreou fazendo 3 a 1 no Atlético, seguido por 5 a 0 no Riachuelo e 2 a 0 no ABC, voltando a liderar o grupo B com seis pontos. Porém, na decisão contra o outro líder, perdeu por 4 a 2 para o América. No quadrangular, reduzido para apenas um turno, o Verdão venceu as três partidas e ficou em primeiro lugar com seis pontos. Na final da fase, de novo contra o América, o Periquito venceu por 1 a 0 e garantiu uma grande vantagem na final do estadual.

Com duas fases vencidas contra uma do América, o Alecrim ficou a uma vitória do título estadual, enquanto o América dependeria de vencer para ter uma segunda partida. No Castelão, em Natal, o Verdão manteve o embalo e bateu o rival por 2 a 0, conquistando a taça.

A campanha do Alecrim:
31 jogos | 18 vitórias | 6 empates | 7 derrotas | 47 gols marcados | 23 gols sofridos


Foto Júlio Jacobina/Placar

Sampaio Corrêa Campeão Maranhense 1985

O Sampaio Corrêa voltou a empatar no número de títulos estaduais com o Moto Club em 1985, ao conquistar, com muita emoção, o bicampeonato e o 18º título maranhense.

O campeonato foi realizado com dez equipes. Na primeira fase, todos ficaram divididos em dois grupos, no qual os times de um enfrentaram os do outro. Os dois melhores de cada chave foram à semifinal, e os vencedores, à final. Na segunda fase, as oito melhores campanhas seguiram para disputar no mesmo formato da primeira, com um grupo enfrentando o outro, semifinal e final. Na terceira fase, as cinco melhores campanhas encararam um pentagonal de turno único, com o líder garantindo uma vaga na fase final. Por fim, a etapa decisiva juntou os três ganhadores das fases anteriores, com um ponto extra para cada, e o dono da melhor campanha no geral em um quadrangular de dois turnos.

A campanha do Sampaio Corrêa teve início com o empate por 1 a 1 com o Maranhão. Nas outras quatro partidas, o time empatou mais uma e venceu três, ficando na liderança do grupo B com oito pontos. No quadrangular, a Bolívia Querida empatou por 1 a 1 com o Tupan, fez 3 a 2 no Maranhão, e empatou novamente por 1 a 1 com o Moto Club. A equipe somou quatro pontos, bem como o Moto, mas ficou em segundo lugar no saldo de gols e viu o rival ser o líder e levar o primeiro ponto extra.

Na segunda fase, o Sampaio estreou vencendo o Expressinho por 4 a 1. Porém, a equipe oscilou nos jogos seguintes com só mais uma vitória e duas derrotas, encerrando na terceira colocação do grupo B com quatro pontos, três atrás do Maranhão e um atrás do Imperatriz. No quadrangular, o Maranhão foi o líder e garantiu o segundo ponto extra.

O Sampaio Corrêa seguiu para a terceira fase, abrindo-a com vitória por 2 a 1 sobre o Tocantins de Imperatriz. Na sequência, a Bolívia Querida venceu mais duas vezes e empatou duas, obtendo enfim a vaga na fase final com um ponto extra. O time liderou o pentagonal com oito pontos.

No quadrangular final, o Sampaio encarou Moto Club, Maranhão e Imperatriz. Estreou com derrota por 1 a 0 para o Imperatriz, mas se recuperou com quatro vitórias nas cinco partidas seguintes. Esta campanha, somada a outra derrota e ao ponto extra, deixou a equipe com nove pontos, bem como o Moto Club. Nesse caso, o regulamento previa a realização de uma partida extra para definir o título.

No Castelão, em São Luís, Sampaio Corrêa e Moto Club disputaram um jogo de 120 minutos, onde nenhum dos rivais anotou um gol sequer. O empate por 0 a 0 levou o Superclássico aos pênaltis, e o Sampaio conseguiu a taça após uma longa disputa, que terminou 7 a 6 para o bicampeão.

A campanha do Sampaio Corrêa:
24 jogos | 13 vitórias | 7 empates | 4 derrotas | 36 gols marcados | 18 gols sofridos


Foto Jairo Brasil/Placar

CSA Campeão Alagoano 1985

Hegemônico na primeira metade da década de 1980, o CSA levou o bicampeonato e o 28º título alagoano em 1985, em mais uma campanha dominante do início ao fim.

Novamente com oito participantes, o estadual contou com um regulamento extenso. Na primeira fase, os times foram divididos em dois grupos, onde os membros de uma chave enfrentaram os da outra em turno único. Os dois primeiros colocados de cada chave foram para a semifinal, e seus vencedores para a final. Na segunda fase, sem divisão por grupos, todas as equipes voltaram a jogar em turno único, com os quatro melhores indo para um quadrangular, também de mão única. Na terceira fase, os clubes autuaram outra vez em turno único e em uma só chave, mas apenas os dois melhores seguiram para a final, em partida única. Por fim, cada campeão e vice de fase teve direito a uma vaga no hexagonal final, que também foi preenchido com os clubes de melhor campanha, quantos lugares fossem necessários. Além da fórmula confusa, foi mantido para 1985 o sistema de múltiplos pontos extras, com dois para cada vencedor de fase e um para cada vice.

O CSA iniciou a campanha vencendo por 2 a 1 o clássico sobre o CRB. Nas outras três partidas da primeira fase, venceu duas e empatou uma, encerrando na liderança do grupo B com sete pontos. Na semifinal, o time bateu o Capelense por 3 a 2. Na final, em outro clássico com o CRB, o Azulão venceu de novo por 2 a 1 e faturou os dois primeiros pontos extras para a fase final.

Na segunda fase, o CSA abriu com empate por 1 a 1 com o ASA em Arapiraca. Na sequência, a equipe empatou mais duas vezes e venceu quatro, chegando novamente ao primeiro lugar com 11 pontos, superando o vice CRB no saldo de gols. No quadrangular, o Azulão fez 3 a 0 no Capelense, 1 a 0 no São Domingos e empatou sem gols com o CRB, levando cinco pontos ao todo, a liderança e mais dois pontos extras para a decisão.

Empolgado, o CSA estreou na terceira fase com goleada por 4 a 0 sobre o São Domingos. Depois, venceu mais três jogos, empatou dois e perdeu um, indo para dez pontos. No primeiro lugar, o Azulão viu o ASA fazer a mesma pontuação e ficar em segundo. Na decisão entre os times, o CSA goleou por 4 a 1 no Rei Pelé e chegou a seis pontos extras no hexagonal final.

Tantos pontos extras fizeram o CSA chegar na fase final com a mão quase na taça. Com dois e um pontos, respectivamente, CRB e ASA pouco podiam fazer. Na abertura, o Azulão fez 4 a 2 no Penedense, seguido de goleada por 5 a 0 sobre o São Domingos. Na terceira rodada, o time fez 2 a 0 no Capelense e foi para 12 pontos, contra oito do CRB. Logo, na quarta partida, contra o ASA no Rei Pelé, bastou segurar o 0 a 0 para o CSA pintar Maceió de azul em mais uma festa de título, que acabaria coroada com o triunfo por 2 a 0 sobre o maior rival na última partida.

A campanha do CSA:
29 jogos | 20 vitórias | 8 empates | 1 derrota | 66 gols marcados | 15 gols sofridos


Foto Arlindo Tavares/Placar

Operário-MT Campeão Mato-Grossense 1985

O Operário Varzea-Grandense voltou a ser campeão mato-grossense em 1985, superando o rival Mixto com uma autoridade poucas vezes vista e chegando ao sétimo título estadual em sua história e o segundo ao longo da década.

O campeonato contou com sete participantes e foi executado de maneira simples. Nas duas principais fases, os clubes se enfrentaram em dois turnos, com o líder de cada etapa avançando para a final. Nas decisão, o time que chegasse a duas vitórias ficava com a taça. Um regulamento menor para ser realizado em um espaço de tempo mais curto no calendário, embora com a previsão de mais partidas para todos os times.

Na estreia da competição, em Cuiabá, o Operário bateu o União Rondonópolis por 1 a 0. Depois, o Chicote da Fronteira manteve uma campanha até o fim da primeira fase, com mais seis vitórias e cinco empates em 11 partidas. Com 19 pontos, o time terminou na liderança e garantiu a classificação para a final, com dois pontos de vantagem sobre o vice Dom Bosco, e seis sobre Mixto e Barra do Garças.

Já garantido na decisão, o Operário relaxou um pouco na segunda fase. Logo na estreia, a equipe sofreu a primeira derrota no torneio, por 1 a 0 para o Palmeiras de Cuiabá. A primeira vitórias só apareceu na quarta rodada, por 1 a 0 sobre o Atlético. Nas outras dez partidas, o Chicote venceu outras quatro, empatou três e perdeu três. No fim, o time terminou a etapa na quarta colocação com 13 pontos. A liderança e a outra vaga na decisão ficaram com o Mixto, que somou 19 pontos.

Assim como nas temporadas anteriores, Operário e Mixto decidiram o Campeonato Mato-Grossense no Estádio Verdão, em Cuiabá. E também como em vezes anteriores, esperava-se uma disputa equilibrada. Porém, logo no primeiro Clássico dos Milhões, o Chicote venceu por 3 a 1 e encaminhou uma ótima vantagem. Na segunda partida, o Mixto precisava pontuar para manter as chances de título, mas o Operário voltou ainda mais avassalador e goleou por 5 a 1, conquistando o título com uma humilhação inesquecível em cima de seu principal rival.

A campanha do Operário-MT:
26 jogos | 14 vitórias | 8 empates | 4 derrotas | 30 gols marcados | 14 gols sofridos


Foto Sérgio Sade/Placar

Paysandu Campeão Paraense 1985

De volta ao trilho dos títulos em um ano antes, o Paysandu faturou o bicampeonato paraense em 1985. Com a conquista da 34ª taça, o clube virou a metade da década de 1980 como a maior força do Pará.

O campeonato foi disputado por oito equipes. Nas duas primeiras fases, todos se enfrentaram em turno único, com o líder de cada etapa avançando para a etapa final com um ponto extra. Ao fim das duas fases, os quatro melhores times na soma das campanhas campanha também se classificaram para a fase decisiva. A etapa derradeira foi realizada em um hexagonal de turno único.

O Paysandu iniciou a campanha vencendo o Tiradentes por 1 a 0. Nos outros seis jogos da primeira fase, o Papão venceu mais cinco vezes e empatou uma, encerrando na liderança com 13 pontos. Com dois pontos a mais em relação a Remo e Tuna Luso, o time bicolor garantiu sua passagem para o hexagonal final com um ponto extra.

Na segunda fase, o Paysandu tornou a estrear diante do Tiradentes, com vitória por 3 a 0. Na sequência, a equipe venceu mais quatro partidas, empatou uma e perdeu outra. Esta derrota aconteceu na última rodada, por 1 a 0 para o Remo, e tirou a chance do Papão encerrar outra vez na primeira colocação e com um segundo ponto extra. No fim, o time terminou em segundo lugar com 11 pontos, dois a menos que o próprio Remo, que ficou na liderança e em pé de igualdade com o rival no hexagonal final.

Além da dupla Repa, a fase final contou com Tuna Luso, Izabelense, Sport Belém e Pinheirense. Na abertura do hexagonal, o Paysandu bateu o Pinheirense por 2 a 0. Na segunda rodada, fez 1 a 0 no Izabelense. Na terceira partida, bateu a Tuna Luso por 3 a 0. Na quarta rodada, venceu o Sport Belém por 2 a 0. Ao mesmo tempo, o Remo venceu três jogos, mas tropeçou ao empatar com a Tuna.

Ao fim da penúltima rodada, o Papão era o líder do hexagonal com nove pontos, seguido pelo Remo com oito. Na última partida, os dois rivais duelaram pelo título no Mangueirão. Enquanto o Remo precisava da vitória, para o Paysandu bastava o empate. Com o regulamento ao seu lado, o time bicolor segurou o ataque remista e garantiu o placar em 0 a 0 para comemorar a conquista de mais um título estadual.
 
A campanha do Paysandu:
19 jogos | 15 vitórias | 3 empates | 1 derrota | 42 gols marcados | 3 gols sofridos


Foto Pinheiro Júnior/Placar