São Raimundo-AM Campeão da Copa Norte 2000

No ano 2000, a Copa Norte testemunhou a consolidação de um domínio poucas vezes visto na região, com o segundo título do São Raimundo. Para esta edição, o regulamento passou por ajustes importantes: o número de participantes subiu para 11, mantendo a fase preliminar paraense, desta vez com quatro equipes disputando uma única vaga. Ao final, oito times foram divididos em dois grupos de quatro, onde apenas os dois melhores de cada chave avançavam para as semifinais.

Favorito ao bicampeonato, o São Raimundo caiu no Grupo A, ao lado de Remo, Vasco-AC e Genus. O Tufão da Colina desfilou em campo, garantindo a classificação de forma invicta. A estreia foi um eletrizante 3 a 3 contra o Remo, em Belém. Depois, os amazonenses emendaram quatro vitórias consecutivas contra os rivais do Acre e de Rondônia, com destaque para o sólido 3 a 0 sobre o Vasco-AC na quarta rodada. O encerramento da fase de grupos veio com um empate em 1 a 1 contra o Remo, em Manaus, selando a liderança da chave com 14 pontos, cinco à frente dos paraenses.

O mata-mata trouxe contornos dramáticos. Na semifinal, o São Raimundo encarou o River. No jogo de ida, em Teresina, o time sentiu o peso do adversário e saiu derrotado por 1 a 0. No entanto, o regulamento favorecia a equipe de melhor campanha, que jogava por uma vitória simples para avançar. No jogo de volta, sob o calor de Manaus, o Tufão fez valer o mando de campo, venceu por 1 a 0 e chegou para mais uma decisão.

A grande final colocou frente a frente o São Raimundo e o Maranhão, que superou Rio Negro-RR, Aliança-AP e Remo. Seguindo o roteiro do ano anterior, o primeiro duelo aconteceu em São Luís, no Castelão. Em uma partida aberta e recheada de gols, o Tufão acabou derrotado por 3 a 2.

Apesar da desvantagem, a confiança no Vivaldão era absoluta. Com um elenco tecnicamente superior e o apoio de sua torcida, o time alviceleste manteve a calma necessária para reverter o cenário. Com uma vitória segura por 2 a 0 em solo amazonense, o São Raimundo ergueu o troféu pela segunda vez consecutiva, confirmando-se como o Rei do Norte.

Com a extinção da Copa Conmebol, o prêmio para o campeão regional tornou-se a vaga na Copa dos Campeões, torneio que reunia a elite do futebol brasileiro e valia um lugar na Libertadores. O São Raimundo, porém, sentiu o nível de exigência da nova competição. Na fase preliminar, o empate contra o Vitória e a derrota para o Goiás interromperam o sonho de voos ainda mais altos em âmbito nacional.

A campanha do São Raimundo-AM:
10 jogos | 6 vitórias | 2 empates | 2 derrotas | 17 gols marcados | 9 gols sofridos


Foto Ariosvaldo Baeta/Placar

São Raimundo-AM Campeão da Copa Norte 1999

Em 1999, a Copa Norte chegava à sua terceira edição consolidando o formato de mata-mata. O torneio, que já se tornara o objeto de desejo dos grandes clubes da região, apresentou uma leve mudança: uma fase preliminar entre três forças do Pará (Remo, Paysandu e Tuna Luso) para definir quem avançaria ao quadro principal. Ao todo, dez clubes iniciaram a disputa, todos de olho na última vaga da história para a Copa Conmebol.

Embora o Paysandu tenha vencido o triangular paraense na preliminar, a hegemonia que estava prestes a nascer não vinha de Belém, mas sim de Manaus. O São Raimundo, que bateu na trave com o vice-campeonato no ano anterior, entrou no torneio determinado a não deixar o título escapar novamente.

O Tufão da Colina iniciou sua campanha nas quartas de final contra o Baré. Foi um início tenso e equilibrado, com empate sem gols na capital amazonense e um novo empate em 1 a 1 em Boa Vista. A vaga só foi decidida nos pênaltis, com o São Raimundo vencendo por 5 a 4.

Na semifinal, porém, o time mostrou sua verdadeira força contra o Cruzeiro-RO. O jogo de ida, no Estádio da Colina, foi um verdadeiro massacre de 8 a 0 para os donos da casa, resultado que praticamente liquidou a fatura. No jogo de volta, em Rondônia, o São Raimundo apenas confirmou a superioridade com uma vitória por 2 a 1, avançando para a grande final.

O destino reservou um reencontro na decisão: a revanche contra o então campeão, o Sampaio Corrêa, que eliminou Paysandu e Flamengo-PI. O roteiro foi simétrico ao de 1998, mas com os papéis invertidos. Na ida, no Castelão, em São Luís, o São Raimundo surpreendeu e venceu por 1 a 0.

Na volta, um Vivaldão lotado em Manaus viu o time maranhense devolver o placar, vencendo por 2 a 1 e forçando, mais uma vez, a decisão por pênaltis. Desta vez, o trauma de 1998 ficou para trás. Com o pé calibrado e o apoio da torcida, o Tufão venceu por 3 a 1. Era o início de uma dinastia: a primeira de três taças consecutivas da Copa Norte que o clube conquistaria.

Assim como seus antecessores, o São Raimundo não foi à Copa Conmebol apenas a passeio. O clube amazonense honrou o futebol brasileiro ao eliminar o Atlético Huila, da Colômbia, nas oitavas e o Sport Boys, do Peru, nas quartas de final. A histórica caminhada só foi interrompida na semifinal, em um duelo brasileiro (e insólito) contra o CSA.

A campanha do São Raimundo-AM:
6 jogos | 3 vitórias | 2 empates | 1 derrota | 13 gols marcados | 4 gols sofridos


Foto João Pinduca Rodrigues/Placar

Sampaio Corrêa Campeão da Copa Norte 1998

A segunda edição da Copa Norte passou por mudanças estruturais significativas em 1998. As cidades-sede foram abolidas, mas a competição manteve um caráter experimental. O número de participantes foi reduzido de dez para oito, tornando o torneio, que já era breve, ainda mais dinâmico. Os estaduais do ano anterior seguiram como critério de qualificação, oferecendo aos campeões (ou vices) a chance de conquistar um título regional e garantir vaga na Copa Conmebol.

Em fase esplêndida, após conquistar o Campeonato Maranhense e a Série C do Brasileiro em 1997, o Sampaio Corrêa entrou na disputa como um dos favoritos ao título. A Bolívia Querida confirmou as expectativas com uma campanha dominante e venceu a competição.

Nas quartas de final, o adversário foi o São Raimundo-RR. Logo no jogo de ida, em Boa Vista, o Sampaio praticamente selou a classificação ao golear por 5 a 1. Na volta, em São Luís, a superioridade foi ainda mais gritante, com um sonoro 10 a 0.

Na semifinal, o desafio do Tubarão foi contra o Ypiranga-AP. No Castelão, em casa, o Sampaio Corrêa venceu por 2 a 0. no Zerão, em Macapá, um novo triunfo por 2 a 1 classificou a equipe tricolor para a decisão da Copa Norte.

O adversário na final foi o São Raimundo-AM, que passou por Paysandu e Rio Branco-AC. No jogo de ida, no Estádio da Colina, o Sampaio Corrêa não resistiu à pressão em Manaus e foi derrotado por 1 a 0. A decisão então ficou para São Luís.

Com o apoio massivo da torcida no Castelão, o Sampaio devolveu a diferença ao vencer por 2 a 1 no tempo normal. A definição do título foi para os pênaltis, onde brilhou o emocional dos maranhenses: a Bolívia Querida converteu suas três primeiras cobranças, enquanto os amazonenses desperdiçaram todas as suas chances. O placar de 3 a 0 confirmou o título, tornando o Sampaio Corrêa o primeiro campeão regional fora de sua divisão geográfica de origem.

Na Copa Conmebol, o Sampaio Corrêa representou bem o futebol nortista e maranhense. O clube eliminou o América-RN nas oitavas de final e o Deportes Quindío, da Colômbia, nas quartas, parando apenas na semifinal diante do Santos, em uma das campanhas mais memoráveis de um clube da região Norte-Nordeste em torneios continentais.

A campanha do Sampaio Corrêa:
6 jogos | 5 vitórias | 0 empates | 1 derrota | 21 gols marcados | 4 gols sofridos


Foto Biaman Prado/Placar

Rio Branco-AC Campeão da Copa Norte 1997

Historicamente, a região Norte do Brasil enfrentou maiores desafios para se consolidar no cenário do futebol nacional. No entanto, isso nunca impediu os clubes locais de buscarem suas próprias competições. O primeiro torneio de destaque foi o Torneio do Norte, integrante do Torneio Norte-Nordeste entre 1968 e 1970. Antes disso, de 1959 a 1967, equipes nortistas e nordestinas disputavam a Zona Norte da Taça Brasil, cujo campeão avançava às quartas de final do certame nacional.

Entre 1975 e 1990, houve também o Torneio Integração da Amazônia, disputado por equipes de Acre, Amapá, Roraima e Rondônia. Mas foi apenas em 1997 que a região passou a ter uma competição robusta, independente e que reunisse a maioria dos estados: a Copa Norte. Criada em 1997 pela CBF durante a ascensão dos campeonatos regionais no fim do século 20, garantia ao campeão uma vaga na Copa Conmebol. O torneio contou com times de seis estados da região, além de Maranhão e Piauí. O Tocantins foi a ausência (seus clubes seriam incluídos na Copa Centro-Oeste anos depois).

O regulamento era simples: dez times se qualificaram via estaduais, divididos em dois grupos de cinco, com confrontos em turno único. O primeiro campeão foi o Rio Branco-AC, vice-campeão acreano em 1996, e que entrou no torneio ao lado do Independência, terceiro colocado, após o campeão Juventus abrir mão da vaga. O time alvirrubro integrou o Grupo B, sediado na capital em Rio Branco.

A campanha começou morna na segunda rodada, após uma folga na estreia: um 0 a 0 contra o Ji-Paraná no estádio José de Melo. Tudo engrenou no jogo seguinte, com uma vitória por 1 a 0 sobre o Baré. Como apenas o líder da chave avançava, o Rio Branco arrancou rumo à final ao vencer o Independência por 1 a 0 e golear o Nacional-AM por 4 a 1, terminando com dez pontos, dois à frente do Ji-Paraná.

A decisão colocou frente a frente Rio Branco e Remo, que tivera uma campanha impecável no Grupo A, vencendo todos os jogos em Belém. O favoritismo era paraense, e o empate sem gols no jogo de ida, no Acre, parecia favorecer o time paraense para a volta no Mangueirão. No entanto, o Estrelão vivia um dos melhores momentos de sua história. Sem se intimidar com a pressão da torcida adversária, a equipe acreana venceu a partida decisiva por 2 a 1. O título da Copa Norte tornou-se a maior conquista da história do Rio Branco e permanece como o único troféu regional do futebol do Acre.

Na Copa Conmebol, o Rio Branco foi valente. Nas oitavas de final, contra o Deportes Tolima, perdeu a ida por 2 a 1 na Colômbia e venceu a volta por 1 a 0 em seus domínios. Nos pênaltis, perdeu por 3 a 1.

A campanha do Rio Branco-AC:
6 jogos | 4 vitórias | 2 empates | 0 derrotas | 8 gols marcados | 2 gols sofridos


Foto Francisco Chagas/Placar

Desportiva Campeã Capixaba 1984

Depois de três anos, a Desportiva Ferroviária voltou a conquistar o Campeonato Capixaba, em 1984. O clube chegou a marca de dez títulos estaduais naquele ano.

Oito equipes disputaram o torneio, em dois grupos. Na primeira e na terceira fases, os participantes se enfrentaram dentro do próprio grupo em dois turnos, com os líderes avançando para a final. Na segunda etapa, os times de uma chave encararam os da outra, também em dois turnos e com os líderes indo à decisão. O vencedor de cada etapa foi à fase final com um ponto extra. A última etapa foi realizada em um quadrangular de dois turnos, com os ganhadores das fases e o clube de melhor campanha no geral.

A caminhada da Desportiva começou no grupo B, com empate sem gols com o Ordem e Progresso, em Bom Jesus do Norte. Nos outros cinco jogos, venceu três e empatou dois, garantindo a liderança com nove pontos. Na final, contra o Rio Branco, a Locomotiva empatou sem gols a ida fora, e venceu por 1 a 0 a volta em casa, no Engenheiro Araripe, classificando-se para a etapa decisiva com um ponto extra.

Na segunda fase, a Desportiva estreou com vitória por 2 a 0 sobre o Ibiraçu em casa. Depois, venceu mais quatro vezes, empatou uma e perdeu duas, encerrando na liderança do grupo B com 11 pontos. Na decisão, contra o Vitória, empatou por 0 a 0 a ida em casa e perdeu a volta na capital por 1 a 0.

A Desportiva seguiu no grupo B na terceira fase, com outros adversários. Na abertura, empatou sem gols com o Colatina no Engenheiro Araripe. Nas demais cinco partidas, a Tiva empatou mais quatro vezes e perdeu uma, terminando na lanterna da chave com cinco pontos. A liderança ficou com o Estrela do Norte, que foi superado pelo Rio Branco na final.

A fase final juntou Desportiva, Vitória, Rio Branco (todos com um ponto) e Colatina. Na abertura, a equipe grená levou 1 a 0 do Vitória fora de casa, mas iria reagir. A Tiva fez 4 a 0 no Colatina em casa, empatou por 0 a 0 com o Rio Branco fora, fez 2 a 0 no Vitória em casa e outro 2 a 0 no Colatina fora.

Com oito pontos, a Desportiva foi como líder para a última rodada, contra sete de Vitória e Rio Branco. No Engenheiro Araripe, a equipe recebeu o Rio Branco dependendo apenas de si, e chegou ao título ao vencer por 2 a 0, indo a dez pontos no quadrangular final.

A campanha da Desportiva:
30 jogos | 13 vitórias | 12 empates | 5 derrotas | 28 gols marcados | 15 gols sofridos


Foto Gildo Loyola/Placar

Corumbaense Campeão Sul-Mato-Grossense 1984

Uma história com dois finais, mas com o mesmo resultado. Em 1984, o Corumbaense tornou-se no primeiro clube do interior do Mato Grosso do Sul a vencer o estadual, rompendo o domínio da capital.

A competição foi disputada por oito times. Nas duas primeiras fases, todos se enfrentaram em turno único, com os dois primeiros avançando para a final, o líder com um ponto extra. O vencedor de cada fase, com um ponto de bônus para casa, e os dois melhores na soma geral foram à terceira fase, realizada em um quadrangular de dois turnos. Os dois primeiros se classificaram para a decisão.

A história do Corumbaense na primeira fase começou na derrota por 3 a 0 para o Aquidauana. A equipe se recuperou com três vitórias e dois empates, e teve outra derrota. Os resultados acabaram insuficientes para o Carijó da Avenida avançar. Com oito pontos, o time ficou em quarto lugar, três pontos atrás dos líderes Comercial e Douradense. O ganhador foi o Comercial, em três jogos contra o Douradense.

Na segunda fase, o Corumbaense voltou a estrear contra o Aquidauana, com vitória por 2 a 0. Nas outras seis partidas, venceu três, empatou duas e perdeu uma, terminando na segunda colocação com dez pontos, dois a menos que o Comercial, que levou um pontoe extra para a final. Na ida, no Arthur Marinho, em Corumbá, o Carijó empatou sem gols. Na volta, no Morenão, em Campo Grande, o Corumbaense levou 1 a 0. Assim, o Comercial foi à terceira fase com dois pontos extras.

O Corumbaense seguiu para a terceira etapa ao lado de Operário e Corumbaense, todos dois pontos atrás do Comercial. Mas as bonificações não adiantaram de nada para os alvirrubros, que acabaram em último lugar com dois empates e quatro derrotas. O Carijó estreou fazendo 1 a 0 no Operário, seguido de duas vitórias, dois empates e uma derrota. Com oito pontos, o time ficou na liderança e avançou para a decisão com a vantagem de fazer o jogo definitivo em casa. Operário e Douradense somaram sete pontos, com o time da capital se classificando no saldo de gols.

O primeiro jogo da final aconteceu no Morenão, com empate sem gols. A segunda partida foi em Corumbá, e o Corumbaense venceu por 1 a 0, conquistando o título inédito. Porém, a história teria ainda outro capítulo, pois o Douradense entrou na justiça contra o Operário, pedindo os pontos de um empate contra o clube na terceira fase.

Em julho de 1985, sete meses depois da final, o Douradense teve o recurso aceito, ganhando o direito de fazer a decisão contra o Corumbaense. Na nova disputa, a ida aconteceu em Dourados, com vitória do Carijó por 1 a 0. Na volta, no Arthur Marinho, outro triunfo por 1 a 0 confirmou o título em definitivo para o Corumbaense.

A campanha do Corumbaense:
24 jogos | 12 vitórias | 7 empates | 5 derrotas | 24 gols marcados | 20 gols sofridos


Foto Renan Silva/Placar

Flamengo-PI Campeão Piauiense 1984

Um dos mais tradicionais clubes do Piauí, o Esporte Clube Flamengo foi campeão piauiense em 1984, colocando fim em cinco anos de jejum e conquistando a 12ª conquista em sua história.

A competição contou com oito participantes. Nas duas primeiras fases, todos se enfrentaram em turno único, com um líder indo à decisão de etapa. Depois, os quatro melhores e os quatro piores foram à dois quadrangulares de turno único, e os líderes fizeram um confronto valendo a segunda vaga na decisão. O vencedor de cada fase levou um ponto extra para a etapa final, disputada em outro quadrangular de turno único com os finalistas das duas fases anteriores.

O caminho do Flamengo começou na vitória por 1 a 0 sobre o Caiçara, fora de casa. Nos outros seis jogos, venceu quatro, empatou um e perdeu outro, somando 11 pontos e terminando na segunda colocação da primeira fase, atrás do Auto Esporte no saldo de gols. No quadrangular dos melhores, o Leão do Pirajá venceu Piauí e Auto Esporte, mas perdeu para o River na segunda rodada e acabou em segundo lugar com quatro pontos, dois atrás do maior rival. Na sequência, o River passou pelo Tiradentes (líder dos piores) e caiu para o Auto Esporte na decisão da fase.

O Flamengo voltou para a segunda fase, estreando com empate por 2 a 2 com o Parnahyba fora. Na sequência, fez de novo mais quatro vitórias, um empate e uma derrota, ficando na liderança isolada com 11 pontos, indo à decisão de etapa. No quadrangular dos melhores, o Leão venceu o Auto Esporte, empatou com o River e perdeu para o Piauí, em um grupo em que todos os times somaram três pontos. A liderança foi definida pelo critério de menos derrotas, e o River se deu melhor com três empates.

Na final da segunda fase, o Flamengo esperou pelo ganhador do playoff dos quadrangulares entre River e Tiradentes, saindo vencedor o clube da PM. Na decisão, a equipe rubro-negra bateu o Tiradentes ao empatar a ida por 1 a 1 e vencer a volta por 2 a 1, ambos no Albertão, em Teresina.

O quadrangular final reuniu Flamengo, Auto Esporte, River e Tiradentes para três rodadas no Albertão, com um ponto extra para os dois primeiros. Na abertura, o Leão do Pirajá fez 1 a 0 no River. Na segunda rodada, empatou por 2 a 2 com o Tiradentes, deixando a decisão do título para a terceira rodada. Com quatro pontos contra três de Auto Esporte e Tiradentes, o rubro-negro só precisava vencer o Auto para ser campeão. E o fez com o placar de 1 a 0, reconquistando a taça.

A campanha do Flamengo-PI:
25 jogos | 16 vitórias | 5 empates | 4 derrotas | 33 gols marcados | 14 gols sofridos


Foto Ademar Danilo/Placar