Santa Cruz-AC Campeão Acreano 2026

Em uma ascensão meteórica, o Santa Cruz Esporte Clube é o novo campeão do Acre. Fundado em 2022, o clube começou nas categorias de base em 2023, venceu a segunda divisão estadual em 2025 e chegou ao primeiro título acreano de sua história em 2026, na estreia na elite.

O campeonato contou com oito times, que jogaram em turno único na primeira fase. Em sete partidas disputadas, o Santa Cruz-AC venceu quatro, empatou uma e perdeu duas, terminando na terceira colocação com 13 pontos, três a menos que o líder Galvez. Na semifinal, o Santa eliminou o Humaitá ao empatar a ida sem gols e vencer a volta por 1 a 0, ambos os jogos no Estádio Tonicão, antigo Florestão.

Na final, o Santa Cruz enfrentou o tradicional Rio Branco, que passou pelo Galvez. Em partida única no Tonicão, o Santa segurou o ímpeto do adversário, marcou seu gol e venceu por 1 a 0, marcando um novo momento para o futebol acreano.

A campanha do Santa Cruz-AC:
10 jogos | 6 vitórias | 2 empates | 2 derrotas | 18 gols marcados | 7 gols sofridos 


Foto Sueli Rodrigues Batista

Gama Campeão Candango 2026

O Gama atingiu a histórica marca de 15 títulos estaduais em 2026, consolidando-se com o maior vencedor da história do Distrito Federal. O título, obtido de maneira invicta, também representou mais um bicampeonato na história do clube.

O torneio contou com dez times, que na primeira fase jogaram em turno único. Em nove partidas, o Gama venceu sete e empatou duas, encerrando na liderança com 23 pontos. Na semifinal, o time verde eliminou o Ceilândia, depois de empatar a ida por 1 a 1 fora de casa e vencer a volta por 2 a 1 no Bezerrão.

A final do Candangão foi realizada em partida única contra o Sobradinho, que superou o Samambaia na semifinal. No Mané Garrincha, em Brasília, os dois times não saíram do empate por 0 a 0. Mas, nos pênaltis, o Gamão confirmou o título ao vencer por 5 a 4.

A campanha do Gama:
12 jogos | 8 vitórias | 4 empates | 0 derrotas | 18 gols marcados | 6 gols sofridos


Foto Filipe Fonseca/Gama

América-RN Campeão Potiguar 2026

De "rebaixado" a tetracampeão, esta foi a vida do América-RN no Campeonato Potiguar em 2026. Depois de ter perdido 18 pontos no TJD, e de recuperado eles no STJD, o clube arrancou para o 40º título estadual e o quarto consecutivo, uma marca que só havia atingido em 1982.

O estadual foi disputado por oito times, que na primeira fase se enfrentaram em turno único. Os dois melhores foram à semifinal e do terceiro ao sexto foram às quartas de final. Em sete partidas, o América venceu cinco e empatou duas. Com 17 pontos, o Mecão ficou na liderança. Porém, se a punição por escalação irregular tivesse sido mantida, o time teria acabado em penúltimo com um ponto negativo (isso porque o Potyguar Seridoense também sofreu punição e ficou com -11). Na semifinal, o Dragão passou pelo Potiguar de Mossoró ao vencer a ida fora por 3 a 1 e empatar a volta em casa por 1 a 1.

Na final, o América encontrou mais uma vez seu maior rival, o ABC, que passou pelo QFC. Os dois jogos da decisão aconteceram na Arena das Dunas e terminaram empatados por 1 a 1. Nos pênaltis, o goleiro Renan Bragança defendeu duas cobranças, e o Mecão venceu por 4 a 2, confirmando o título invicto.

A campanha do América-RN:
11 jogos | 6 vitórias | 5 empates | 0 derrotas | 22 gols marcados | 7 gols sofridos


Foto Gabriel Leite/América-RN

Joinville Campeão Catarinense 1984

Em mais um capítulo de uma década vencedora, o Joinville conquistou o heptacampeonato catarinense em 1984. O título representou o oitavo estadual vencido pelo clube em oito anos de existência.

Mais uma vez, o estadual foi arrastado, com 12 participantes em três fases. Na primeira, a Taça Governador do Estado, os times foram separados em dois grupos e jogaram em dois turnos. Cada líder foi à semifinal. Depois, nova organização em duas chaves, com mais dois líderes indo ao mata-mata. Na segunda fase, a Taça J.A. Rebelo, todos se enfrentaram em turno único, mas divididos em quatro grupos. Os dois melhores de cada chave foram ao mata-mata. A terceira fase foi igual a anterior, mas chamada de Taça Aldo Almeida. Por fim, o três vencedores de fases e o time de melhor campanha na soma geral disputaram o quadrangular final em dois turnos.

A história do Joinville começou na vitória por 2 a 0 sobre a Chapecoense fora de casa. Depois, venceu mais três vezes, empatou três e perdeu uma, ficando na liderança do grupo A da primeira fase com 15 pontos. No outro turno da primeira fase, o JEC venceu quatro jogos, empatou quatro e perdeu dois, encerrando em segundo no grupo C com 12 pontos, atrás do Criciúma no saldo de gols. Na semifinal, o Coelho passou pelo Blumenau. Na final, bateu o Figueirense depois empatar os dois primeiros jogos por 1 a 1 e vencer o terceiro por 1 a 0 no Ernestão.

Na segunda fase, o Joinville iniciou com derrota por 2 a 0 para o Inter de Lages fora de casa. Nas outras dez partidas, venceu quatro, empatou duas e perdeu quatro. Com apenas dez pontos, a campanha foi irregular, mas o JEC deu sorte que seus oponentes no grupo A (Rio do Sul e Marcílio Dias) foram piores, e isso foi suficiente para a liderança da chave. Nas quartas de final, os tricolores passaram pela Chapecoense. Na semifinal, bateram o Figueirense. Na final, Joinville superou o Blumenau com empate por 1 a 1 fora e vitória por 2 a 0 no Ernestão. As conquistas das duas primeiras fases deram um ponto extra ao JEC no quadrangular final.

O torneio foi para a terceira fase com uma desistência: o Carlos Renaux saiu da disputa devido às enchentes que atingiram a cidade de Brusque. O Joinville voltou a estrear com derrota para o Inter de Lages, por 2 a 1 em casa. Nas demais nove partidas, venceu quatro, empatou quatro e perdeu uma. Com 12 pontos, o JEC ficou no segundo lugar do grupo A, dois pontos a menos que o líder Avaí. Nas quartas de final, bateu o Blumenau nos pênaltis. Na semifinal, tirou o Figueirense. Na final, o Coelho foi superado pelo Avaí, que avançou ao quadrangular.

O Joinville chegou à fase final com um ponto a mais que Avaí, Figueirense e Blumenau (os dois últimos ocuparam as vagas pela soma geral). Em uma disputa forte contra os alvinegros, o JEC chegou ao título na última rodada. Depois de vencer dois jogos e empatar três nas cinco rodadas anteriores, os tricolores tinham oito pontos contra seis do Figueirense. Na partida derradeira, os times se enfrentaram no Orlando Scarpelli, e o Joinville segurou o empate por 0 a 0 para ser campeão mais uma vez.

A campanha do Joinville:
64 jogos | 29 vitórias | 23 empates | 12 derrotas | 83 gols marcados | 55 gols sofridos


Foto Sérgio Sade/Placar

Náutico Campeão Pernambucano 1984

Depois de dez anos, o Náutico voltou a comemorar um título pernambucano em 1984. O clube alvirrubro saiu da fila e chegou ao 16º títulos após uma maratona imposta pelo regulamento.

Onze times disputaram o estadual, em três fases iguais. Na primeira fase, todos se enfrentaram em turno único, com os cinco melhores indo à um pentagonal. O líder de cada turno fez a final. Na segunda fase, continuaram os dez melhores da etapa anterior, com turno, pentagonal e final entre os líderes. Na terceira fase, permaneceram os oito melhores da etapa anterior, novamente com turno, pentagonal e decisão. O ganhador de cada fase foi à final geral.

A trajetória do Náutico começou na goleada por 8 a 0 sobre o Ferroviário de Recife. Nos outros nove jogos da primeira fase, venceu mais sete e empatou dois, terminando com 18 pontos. O time ficou empatado na liderança com o Sport, tendo de fazer uma partida extra para definir o primeiro finalista da fase. Depois de empatar por 1 a 1, o Timbu venceu nos pênaltis por 3 a 1. No pentagonal, a equipe venceu dois jogos, empatou um e perdeu um, tornando a empatar com os rubro-negros na liderança com cinco pontos. No desempate, o Náutico perdeu por 2 a 0. Por fim, na decisão da etapa, em outro Clássico dos Clássicos, os times ficaram no 2 a 2. De novo nos pênaltis, o alvirrubro venceu por 4 a 3.

Na segunda fase, o Náutico estreou com nova goleada, por 6 a 0 sobre o Íbis. Na sequência, venceu mais cinco vezes, empatou duas e perdeu uma, encerrando em terceiro lugar com 14 pontos, três a menos que o líder Sport. No pentagonal, a equipe alvirrubra ganhou duas partidas, empatou uma e perdeu uma, tornando a somar cinco e a ficar com a liderança empatada, mas com o Santa Cruz. No desempate, o Timbu perdeu por 1 a 0. A etapa foi vencida pelo Santa Cruz em cima do Sport.

A estreia do Náutico na terceira fase foi na vitória por 1 a 0 sobre o Atlético Caruaru. Nas demais seis partidas, o time venceu três e perdeu três, terminando em quarto lugar com oito pontos, seis atrás do líder Santa Cruz. No pentagonal, desta vez o Timbu foi líder isolado, com sete pontos, três vitórias e um empate. Na decisão da fase, os alvirrubros venceram o Santa Cruz por 2 a 1 e conquistaram uma vantagem do empate para a final.

Com a primeira e a terceiras fases no bolso, o Náutico decidiu o título estadual no Arruda contra o Santa Cruz, ganhador da segunda etapa. Como o Timbu estava com a vantagem do empate, entrou em campo para fazer valer o regulamento ao seu favor, sem precisar de outra partida. O resultado de 0 a 0 colocou ponto final ao jejum alvirrubro.

A campanha do Náutico:
44 jogos | 26 vitórias | 10 empates | 8 derrotas | 85 gols marcados | 28 gols sofridos


Foto Maurício Coutinho/Placar

Sergipe Campeão Sergipano 2026

O Sergipe voltou a escrever seu nome na história do Campeonato Sergipano e venceu o estadual de 2026, depois de quatro anos longe da taça. A conquista levou o clube vermelho para 38 ao todo na história, cada vez mais à frente como o maior ganhador na história local.

A competição teve dez participantes, que atuaram em turno único na primeira fase. O líder foi direto à semifinal, já do segundo ao sétimo avançaram às quartas de final. Em nove partidas, o Sergipe venceu seis, empatou duas e perdeu uma, o que deixou o time tranquilo na liderança com 20 pontos, classificado diretamente para a fase semifinal. O Gipão esperou o América de Propriá, eliminando-o de maneira dramática, por 6 a 5 nos pênaltis após dois empates por 1 a 1, tanto no interior quanto em Aracaju, no Batistão.

Na final, o Sergipe encontrou o seu maior rival, o Confiança, que passou por Guarany e Itabaiana. Os dois jogos da decisão aconteceram no Batistão. No primeiro, os dois times empataram por 1 a 1. No segundo, o Diabo Rubro venceu por 1 a 0 e confirmou o título, evitando o tricampeonato do adversário.

A campanha do Sergipe:
13 jogos | 7 vitórias | 5 empates | 1 derrota | 17 gols marcados | 9 gols sofridos 


Foto Emanuel Rocha/FSF

Goiás Campeão Goiano 2026

O maior campeão goiano está de volta ao topo depois de oito anos. O Goiás chegou ao 29º título estadual em 2026, feito que não conseguia fazer desde 2018, contando no meio do caminho com alguns tropeços em casa. Todos foram superados.

O campeonato foi disputado por 12 clubes, em um formato inédito e semelhante aos utilizados no Paulista, no Paraense e na Liga dos Campeões da Europa. Todos os times ficaram em um mesmo grupo, porém só disputaram oito jogos. Nas partidas que disputou, o Goiás obteve seis vitórias e dois empates, que colocaram a equipe na liderança com 20 pontos.

Nas quartas de final, o Esmeraldino enfrentou o CRAC, empatando por 1 a 1 em Catalão e vencendo por 4 a 1 em Goiânia, na Serrinha. Na semifinal, o Goiás bateu a Anapolina de maneira dramática, por 4 a 3 nos pênaltis, após empatar por 2 a 2 em Anápolis e também por 1 a 1 em casa.

Na final, o Goiás enfrentou o Atlético-GO, que havia batido Abecat e Vila Nova. A decisão foi um tipo de revanche pelos três vices impostos pelo rival em 2019, 2022 e 2023, os dois últimos em plena Serrinha. Na ida, o Esmeraldino encaminhou o título ao vencer por 2 a 0 no Antônio Accioly, casa do adversário. Na volta, o empate por 0 a 0 em casa garantiu a taça de forma invicta.

A campanha do Goiás:
14 jogos | 8 vitórias | 6 empates | 0 derrotas | 24 gols marcados | 6 gols sofridos


Foto Léo Iran/Diário de Goiás