Em uma grande história de redenção, o Operário Ferroviário passou de quase eliminado para bicampeão paranaense em 2026, consolidando o terceiro título estadual em sua história centenária e o primeiro bi de um clube do interior desde o feito do Grêmio Maringá em 1964.
O torneio contou com 12 participantes, que na primeira fase foram divididos em dois grupos. Os times de uma chave enfrentaram os da outra em turno único. Nas seis partidas que disputou, o Operário obteve apenas uma vitória, com mais dois empates e três derrotas. Com cinco pontos, o Fantasma conseguiu a classificação na quarta posição do grupo B, apenas um ponto a mais que o Andraus, que foi o quinto colocado e disputou o play-off do rebaixamento.
Os resultados fizeram o técnico Alex ser demitido, entrando no lugar Luizinho Lopes. Nas quartas de final, o Operário cresceu e eliminou o Azuriz com duas vitórias por 2 a 0, em Ponta Grossa e em Pato Branco. Na semifinal, o Fantasma passou pelo Coritiba depois de empatar duas vezes por 2 a 2, tanto no Germano Krüger quanto no Couto Pereira, vencendo nos pênaltis por 6 a 5.
Na final, Operário enfrentou o Londrina, em mais uma decisão interiorana. Os londrinenses superaram São-Joseense e Athletico. A ida aconteceu em Ponta Grossa, no Germano Krüger, encerrando com empate por 0 a 0. A volta ocorreu no Estádio do Café, e outro empate sem gols levou a definição do título aos pênaltis. Nas cobranças, o Fantasma venceu por 4 a 3.
A campanha do Operário-PR:
12 jogos | 3 vitórias | 6 empates | 3 derrotas | 12 gols marcados | 12 gols sofridos
Foto André Jonsson/Operário-PR

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