América-RN Campeão Potiguar 1979

O Campeonato Potiguar é conhecido por ter o maior vencedor de um mesmo torneio, o ABC, com quase 60 taças. Em seguida, aparece o América de Natal com cerca de 20 conquistas a menos, mas tradição igual. Em 1979, o cenário apontava para 37 títulos aos alvinegros e 20 para os alvirrubros. O 21º troféu veio para abrir caminho à um tetracampeonato vermelho, a maior sequência na história do clube.

O Potiguar de 1979 teve 12 times: América de Natal, ABC, Alecrim, Potiguar de Mossoró, Baraúnas, Força e Luz, Caicó, Atlético Potiguar, Ferroviário de Natal, Potyguar Seridoense, Riachuelo e Macau. Eles foram divididos em um grupo com cinco times, um com quatro e outro com três na disputa de duas fases em dois turnos. Em ambas as etapas, as quatro melhores equipes da chave maior e os líderes das chaves menores avançaram para um hexagonal de turno único. O líder de cada fase se classificou para a decisão estadual.

O América ficou no grupo A, o maior, composto pelos times com mais camisa. Na estreia da primeira fase, fez 4 a 2 no Alecrim jogando no antigo Estádio Castelão, em Natal. Nos sete jogos seguintes, o Dragão conseguiu mais três vitórias, dois empates e duas derrotas, que deixaram a equipe classifica na vice-liderança, com dez pontos. No hexagonal, após disputa acirrada, terminou outra vez em segundo lugar, com três vitórias, um empate e uma derrota em cinco partidas. Foram somados sete pontos, um a menos que o líder ABC, o primeiro finalista.

Na segunda fase, o Mecão passou por um susto. Na estreia, a equipe perdeu por 4 a 3 para o Baraúnas em Natal. Depois, venceu três jogos, empatou um e perdeu mais três. A campanha irregular quase custou a eliminação no estadual, mas o América passou na quarta posição com sete pontos, um a mais que o lanterna de grupo Potiguar.

As atuações mudariam completamente no hexagonal. Em cinco jogos, o América conseguiu um empate e quatro vitórias, sendo duas por goleada: 8 a 0 no Força e Luz e 7 a 0 no Macau. Com nove pontos, os alvirrubros lideraram e levaram a segunda fase com nove pontos, um a mais que o ABC e na vitória por 2 a 1 sobre o rival no Clássico Rei da última rodada.

América e ABC decidiram o Campeonato Potiguar de 1979 em duas partidas no Castelão. Nenhum gol foi anotado em 180 minutos e os dois clássicos terminaram empatados por 0 a 0. Nos pênaltis, o Dragão se deu melhor e venceu por 4 a 3, faturando o título.

A campanha do América-RN:
28 jogos | 14 vitórias | 7 empates | 7 derrotas | 57 gols marcados | 23 gols sofridos


Foto Arquivo/Diário de Natal

Mixto Campeão Mato-Grossense 1979

O Campeonato Mato-Grossense pode ser dividido em três momentos: quando a dupla Mixto e Operário Várzea Grande alternavam os títulos, quando os times de Campo Grande assumiram a hegemonia (anos 1970) e quando uma força do século 21 passou a dominar (o Cuiabá).

O cenário em 1979 era o seguinte: o Mixto, maior vencedor com 15 taças, não ganhava há nove anos, enquanto Operário de Várzea Grande e Dom Bosco, com cinco títulos cada, não venciam há seis e oito anos, respectivamente. Nesse meio tempo, os clubes de Campo Grande, Operário e Comercial, assumiram o controle do estadual. Mas tudo mudaria no momento que o Mato Grosso foi dividido em dois. Com a formação do estado do Mato Grosso do Sul naquele ano, os times campo-grandenses saíram da disputa e o Tigre da Vargas aproveitou para sair da fila e conquistar o 16º título.

Sete equipes participaram do Mato-Grossense em 1979: Mixto, Operário de Várzea Grande, Dom Bosco, Estrela D'Oeste, Barra do Garças, Palmeiras de Cuiabá e União Rondonópolis. Na primeira fase, todos se enfrentaram em turno único, com uma vaga na terceira fase para o líder. A segunda fase foi realizada de maneira igual. A terceira etapa aconteceu em dois turnos com os dois líderes e as duas melhores campanhas na classificação somada. Os dois melhores avançaram à decisão.

O Mixto não começou bem o campeonato. Estreou com derrota por 1 a 0 para o União em Rondonópolis, seguindo com mais um revés, uma vitória e três empates na primeira fase. O clube foi apenas o quarto colocado, com cinco pontos, longe do próprio União, que foi o líder com dez pontos.

As coisas melhoraram para o Tigre na segunda fase. Depois de golear o Palmeiras por 5 a 0 na abertura, o time engatou mais quatro vitórias e um empate, garantindo a classificação à etapa seguinte com 11 pontos na liderança.

Na terceira fase, o Mixto seguiu junto com União, Operário e Dom Bosco. O início do quadrangular foi com vitória por 1 a 0 sobre o União em Cuiabá, no Estádio José Fragelli, o Verdão. Nos cinco jogos restantes, os alvinegros venceram mais duas e empataram três, conseguindo a vaga na decisão em primeiro lugar, com nove pontos.

A final foi disputada contra o Operário, no que é conhecido como "Clássico dos Milhões". O regulamento dizia que o primeiro time a somar quatro pontos seria declarado campeão, e que todas as partidas aconteceriam no Verdão. No primeiro jogo, o resultado foi de empate por 1 a 1. No segundo, o Mixto perdeu por 2 a 0 e ficou em desvantagem. Porém, sob pressão, a equipe venceu a terceira partida também por 2 a 0. Por fim, no quarto confronto, Bife marcou 1 a 0 e confirmou o título mixtense.

A campanha do Mixto:
22 jogos | 11 vitórias | 8 empates | 3 derrotas | 35 gols marcados | 16 gols sofridos


Foto Arquivo/Mixto

Remo Campeão Paraense 1979

O Remo encerrou a década de 1970 com o domínio mantido no Campeonato Paraense. O clube venceu o tricampeonato em 1979 e chegou a 29 títulos estaduais e seis conquistas nas últimas sete edições.

Apenas seis equipes participaram do estadual: Remo, Paysandu, Tuna Luso, Sport Belém, Tiradentes e Liberato de Castro. O regulamento foi composto por quatro fases de turno único, com o líder de cada etapa se classificando para o quadrangular final. No caso de um mesmo time ter vencido mais de uma fase, o quadrangular fica também formado por quem mais somou pontos no campeonato.

A trajetória remista teve início na vitória por 2 a 0 sobre o Tiradentes. No restante da primeira fase, o Remo conseguiu mais quatro vitórias em quatro partidas, garantindo logo no começo sua vaga na fase final, com dez pontos na liderança, três a mais que o vice Paysandu.

A superioridade do Leão continuou a ser vista na segunda fase. Na estreia, vitória por 3 a 1 sobre o Sport Belém. Nos outros quatro jogos, o time venceu três e empatou um, chegando a nove pontos e ficando novamente na liderança, um ponto acima do Paysandu, que ficou outra vez em segundo lugar.

Na terceira fase, os azulinos iniciaram com vitória por 1 a 0 sobre o Tiradentes. Depois, obtiveram outras três vitórias e uma derrota. Entre os triunfos, destaque para a goleada por 8 a 0 sobre o Liberato de Castro. O revés foi no Repa, por 2 a 1 para o Paysandu. Isso fez com que os dois times empatassem na liderança com oito pontos. Um desempate foi marcado, e o Remo voltou a perder por 2 a 1.

O Leão Azul voltaria a ser superado pelos bicolores na quarta fase, por 3 a 0. Antes, a equipe teve quatro vitórias sem levar gols: 2 a 0 no Tiradentes, 4 a 0 no Sport Belém, 5 a 0 no Liberato de Castro e 3 a 0 na Tuna Luso. O Remo fez novamente oito pontos e terminou em segundo lugar.

Remo e Paysandu venceram duas fases cada e foram ao quadrangular final com Tuna Luso e Sport Belém. A disputa foi em turno único, então era proibido perder jogos. O Leão iniciou fazendo 1 a 0 na Tuna e 2 a 0 no Sport. Na última rodada, no Repa decisivo, Luís Augusto e Bira marcaram os gols do título na vitória por 2 a 1.

A campanha do Remo:
24 jogos | 20 vitórias | 1 empate | 3 derrotas | 66 gols marcados | 15 gols sofridos


Foto Luís Carlos Moreira/Placar

Vila Nova Campeão Goiano 1979

Continua a hegemonia do Vila Nova no Campeonato Goiano. Em 1979, o clube chegou ao tricampeonato estadual e o oitavo título no geral, fechando a década em alto nível.

Com dez participantes, o estadual começou uma semana após o término da edição de 1978, em abril de 1979. Por isso, a competição voltou a ser mais curta. Na primeira fase, os times foram divididos em dois grupos, em que um enfrentou o outro em dois turnos. Os três melhores de cada chave avançaram ao hexagonal final, que definiu o campeão em dois turnos.

O Vila Nova ficou no grupo B, junto com Atlético, Anapolina, Mineiros e Goiatuba, e contra os times do grupo A. Na estreia, porém, o time levou 6 a 2 do Itumbiara fora de casa. A recuperação veio na segunda rodada, nos 4 a 0 sobre a Jataiense em casa. Nos outros oito jogos, o Tigrão conseguiu mais seis vitórias e dois empates, que o colocaram classificado na liderança da chave, com 16 pontos.

No hexagonal final, o Vila Nova enfrentou Atlético, Anapolina, Goiás, Itumbiara e Anápolis. Na abertura, a equipe ficou no empate por 0 a 0 com os atleticanos. Na sequência, conseguiu quatro vitórias consecutivas, por 1 a 0 sobre o Anápolis e sobre o Itumbiara, por 2 a 0 sobre o Goiás e por 4 a 0 sobre a Anapolina, que deram a liderança ao Tigrão na primeira metade.

A segunda parte do hexagonal começou com tropeços para o Vila. O time empatou por 1 a 1 com a Anapolina, depois perdeu por 2 a 1 para o Goiás e por 1 a 0 para o Itumbiara. Com isso, os adversários se aproximaram, principalmente o Atlético. Mas o Tigrão conseguiu manter a liderança ao vencer o Anápolis por 2 a 0 na penúltima rodada. A equipe chegou a 12 pontos, contra 11 dos atleticanos.

O título foi decidido na última rodada do hexagonal, entre Vila Nova e Atlético. O confronto direto foi disputado no Serra Dourada, com a vantagem do empate ficando ao lado dos colorados. O rival até tentou mudar a história do campeonato, mas o Tigrão foi mais eficiente e segurou o placar de 0 a 0 até o fim, garantindo mais uma taça.

A campanha do Vila Nova:
20 jogos | 12 vitórias | 5 empates | 3 derrotas | 30 gols marcados | 13 gols sofridos


Foto Walter Soares/Placar

Ferroviário Campeão Cearense 1979

Coube ao Ferroviário desbancar a hegemonia do Ceará no estadual em 1979. O time chegou no sexto título em sua história no fim da década, o que colocou ponto final na fila que chegava a nove anos.

O Campeonato Cearense de 1979 teve dez times. Na primeira fase, todos se enfrentaram em dois turnos, com o líder garantindo uma vaga na final. A segunda e terceira fases foram iguais: as equipes se enfrentaram em turno único, com as quatro melhores seguindo para um quadrangular de turnos, cuja pontuação era acumulada com a etapa anterior. O líder de cada quadrangular se garantiu na decisão.

A campanha do Ferroviário começa na vitória fora de casa sobre o Guarani de Juazeiro por 2 a 0. Nas outras 17 partidas da primeira fase, o time conseguiu mais 11 vitórias, quatro empates e duas derrotas. Com 28 pontos somados, o Tubarão ficou na segunda colocação, a um ponto do líder Fortaleza, que se classificou para a final.

Na segunda fase, a estreia foi na vitória por 2 a 1 sobre o América de Fortaleza. Nos próximos oito jogos, mais cinco vitórias e três empates deixaram o Ferroviário na vice-liderança, com 15 pontos. A invencibilidade seguiu no quadrangular com quatro triunfos e duas igualdades, com destaque para a goleada por 5 a 0 sobre o Fortaleza na última rodada. Com 25 pontos, o Tubarão passou à decisão.

O forte desempenho seguiu na terceira fase, a começar pela vitória por 2 a 0 sobre o Quixadá fora de casa. Nas oito partidas seguintes, o Ferroviário obteve mais seis vitórias, um empate e uma derrota, que deixaram a equipe outra vez em segundo lugar, com 15 pontos. No quadrangular (sem o Fortaleza, que ficou em sexto), o Tubarão venceu mais quatro, empatou uma e perdeu outra. Foram 24 pontos somados no total, assim como o Ceará. Porém, no saldo de gols, o alvinegro ficou na liderança e foi à final.

Ferroviário, Fortaleza e Ceará disputaram o triangular final, em dois turnos no Castelão. Na estreia, o Tubarão fez 2 a 0 no rival tricolor. Depois, perdeu por 3 a 1 para o alvinegro. Na terceira rodada, Ceará e Fortaleza empataram por 1 a 1. No quarto jogo, o Ferroviário fez 1 a 0 nos alvinegros e encaminhou o título ao chegar a quatro pontos, ante três do adversário e um dos tricolores. A conquista foi confirmada na partida seguinte, na vitória por 3 a 0 sobre o Fortaleza.

A campanha do Ferroviário:
52 jogos | 36 vitórias | 11 empates | 5 derrotas | 113 gols marcados | 43 gols sofridos
 

Foto Arquivo/Ferroviário

Portugal Campeão da Liga das Nações 2025

A quarta edição da Liga da Nações da UEFA, em 2025, celebrou o primeiro bicampeonato. A seleção de Portugal conquistou o segundo título na história da competição, seis anos depois da vitória inaugural, em 2019. Um título marcado pela mescla da juventude de uma nova geração portuguesa com a experiência de Cristiano Ronaldo, que, aos 40 anos e na busca pelo gol mil, ainda é o líder da seleção.

A UEFA promoveu duas mudanças no regulamento da Liga das Nações: a inclusão das quartas de final na Liga A e a extensão dos playoffs de acesso e rebaixamento para todas as divisões. O número de participantes na primeira divisão permaneceu em 16, bem como o banimento da Rússia.

Entre os principais destaques da primeira fase do torneio, estão o acesso da Inglaterra da Liga B para a Liga A e as derrotas de Escócia e Hungria no playoff de rebaixamento, para Grécia e Turquia, respectivamente. No mais, sem surpresas no campeonato principal. No grupo 1, Portugal enfrentou Croácia, Escócia e Polônia. Em seis partidas, foram obtidas quatro vitórias e dois empates, que deixaram a equipe na liderança da chave, com 14 pontos.

Na campanha em casa na primeira fase, em Lisboa e no Porto, a Esquadra das Quinas venceu Escócia e Croácia por 2 a 1, e goleou a Polônia por 5 a 1. Fora, ficou no 0 a 0 com escoceses em Glasgow, no 1 a 1 com os croatas em Split, e venceu os poloneses por 3 a 1 em Varsóvia. Nas quartas de final, Portugal sofreu a única derrota na competição, por 1 a 0 para a Dinamarca na ida em Copenhagen. Na volta, os portugueses reverteram fazendo 5 a 2 em Lisboa.

A semifinal e a final da Liga das Nações foram sediadas na Alemanha. Na semi, Portugal enfrentou a dona da casa em Munique, na Allianz Arena. De virada, Francisco Conceição e Cristiano Ronaldo fizeram os gols da vitória por 2 a 1. No outro confronto, Espanha e França protagonizaram um emocionante 5 a 4, em que os espanhóis chegaram a abrir 5 a 1 no placar.

Também em Munique, Portugal enfrentou a Espanha na luta pelo bicampeonato. Os espanhóis chegaram a ficar duas vezes na frente do placar, com Martín Zubimendi e Mikel Oyarzabal, mas os portugueses empataram nas duas, com Nuno Mendes e Cristiano Ronaldo, que fez 2 a 2 aos 17 minutos do segundo tempo. Nos pênaltis, Diogo Costa defendeu uma cobrança e Portugal venceu por 5 a 3.

A campanha de Portugal:
10 jogos | 6 vitórias | 3 empates | 1 derrota | 22 gols marcados | 11 gols sofridos


Foto Martin Meissner/AP

Joinville Campeão Catarinense 1979

O bicampeonato catarinense e a terceira taça na história do Joinville aconteceram em 1979, em mais uma mostra de que o clube era realmente o mais forte de Santa Catarina no fim da década de 1970.

A competição estadual teve 14 participantes. Na primeira fase, todos se enfrentaram em dois turnos, mas com classificações dividias em dois grupos. Todos os times avançaram à segunda fase, onde ocorreu nova divisão: os oito melhores disputaram o grupo dos vencedores, valendo quatro vagas na fase final, e os outros seis jogaram no grupo dos perdedores, valendo duas vagas. Tudo foi feito em dois turnos. Por fim, o hexagonal final, também realizado em dois turnos, definiu o título.

O JEC fez parte do grupo B na primeira fase. Na estreia, fez 2 a 0 na Caçadorense em casa, no Ernestão. Nas demais 25 partidas, venceu 13, empatou sete e perdeu cinco, o que fez o time avançar de fase com 35 pontos, na segunda colocação de seu grupo, quatro pontos distante do Figueirense.

No grupo dos vencedores, o Joinville iniciou com empate sem gols com o Rio do Sul, fora de casa. Em casa, a primeira vitória só aconteceu na quinta rodada, quando fez 1 a 0 no Figueirense. Nos outros 12 jogos, o JEC conseguiu três vitórias, oito empates e uma derrota. Ao todo, a equipe somou 17 pontos, mas o excesso de empates a fez ficar outra vez atrás do Figueirense, que marcou 18.

O Joinville sabia que precisava converter as muitas igualdades em vitórias para chegar ao bicampeonato estadual. Porém, na abertura do hexagonal final, o time ficou no 2 a 2 com o Criciúma no Ernestão. A primeira vitória veio no jogo seguinte, por 1 a 0 sobre o Figueirense em pleno Orlando Scarpelli. Depois, em casa, mais dois empates: 1 a 1 com a Caçadorense e 0 a 0 com o Joaçaba, os dois classificados do grupo dos perdedores. Só a partir da quinta rodada que o clube tricolor engrenou, vencendo a Chapecoense por 1 a 0 e o Criciúma por 3 a 0 fora, o Figueirense por 3 a 1 em casa e a Caçadorense por 1 a 0 fora. Ao fim da oitava rodada, o Joinville somava 13 pontos na liderança.

Na penúltima rodada, uma vitória sobre o Joaçaba era suficiente para a confirmação do título do Joinville. E o resultado veio de modo bizarro. No Estádio Oscar Rodrigues da Nova, o JEC perdia por 1 a 0 até o momento em que teve um pênalti marcado a favor. Mas os jogadores e a torcida do Joaçaba protestaram e não deixaram a cobrança acontecer, inclusive com derrubada de alambrado e invasão de campo. Devido a falta de segurança, o árbitro encerrou o jogo antes do fim e reverteu o placar na súmula. A taça foi entregue na última rodada, no empate por 1 a 1 com a Chapecoense no Ernestão.

A campanha do Joinville:
50 jogos | 24 vitórias | 20 empates | 6 derrotas | 66 gols marcados | 29 gols sofridos


Foto Orestes Araújo/Placar