Vitória Campeão Baiano 1985

Após anos muitos difíceis no cenário estadual, o Vitória acabou com a hegemonia do Bahia e levou o título baiano em 1985, depois de cinco anos. A décima conquista na história do clube o fez empatar com no ranking histórico com o Ypiranga, rival esquecido do topo desde 1951.

A competição foi realizada com 12 times, divididos em dois grupos. Na primeira fase, as equipes de um grupo enfrentaram as do outro em dois turnos. O líder de cada grupo em cada turno foi para a semifinal, e os ganhadores decidiram o primeiro finalista. Na segunda fase, os clubes atuaram dentro das próprias chaves, também em dois turnos, com os vencedores indo para o mata-mata que definiu o segundo finalista. Por fim, a fase final foi disputada em um quadrangular de dois turnos, com os dois ganhadores das fases anteriores, com dois pontos extras cada, e os dois melhores times na soma geral.

O Vitória iniciou a campanha no grupo A, vencendo o Botafogo Bonfinense por 4 a 0. Nos outros cinco jogos, a equipe ganhou uma e empatou quatro, encerrando o primeiro turno na liderança com oito pontos. No segundo turno, o Leão da Barra venceu mais cinco vezes e empatou uma, voltando a ficar na liderança da chave, com 11 pontos. Como o time liderou as duas etapas, foi direto para a final da primeira fase. Do outro lado, a Catuense bateu o Ypiranga. Na ida, o Vitória empatou por 1 a 1. Na volta, outro empate por 1 a 1 classificou o rubro-negro para a fase final, devido à melhor campanha.

Na segunda fase, o Vitória abriu fazendo 3 a 0 no Redenção. Na sequência do primeiro turno, o time venceu dois jogos e perdeu outros dois, ficando na terceira colocação do grupo A com seis pontos. No segundo turno, o Leão venceu quatro partidas e empatou uma, encerrando na liderança com nove pontos. Na semifinal, a equipe bateu o Itabuna após empatar a ida por 1 a 1 e vencer a volta por 2 a 1. Na final, contra o Bahia, o Vitória levou 3 a 1 na ida e só empatou por 1 a 1 na volta, o que também colocou o rival na fase decisiva.

A dupla Bavi chegou ao quadrangular final junto com Serrano e Catuense. Na estreia, o Vitória fez 3 a 1 no Serrano. Depois, fez 3 a 2 na Catuense e perdeu por 1 a 0 para o Bahia que, apesar do triunfo no clássico, estava com cinco pontos, contra seis do Vitória. Na quarta rodada, o rubro-negro goleou o Serrano por 4 a 1 e o Bahia perdeu para a Catuense, aumentando a diferença para três pontos.

Com oito pontos, o Vitória entrou na penúltima rodada com a chance do título antecipado. Bastava derrotar a Catuense na Fonte Nova. Com gols de Bigu e Ivan, o Leão venceu por 2 a 1 e sagrou-se campeão. A taça foi erguida na última rodada, após a derrota por 2 a 1 para o Bahia.

A campanha do Vitória:
34 jogos | 19 vitórias | 10 empates | 5 derrotas | 64 gols marcados | 31 gols sofridos


Foto Carlos Catela/Placar

Athletico-PR Campeão Paranaense 1985

Em uma temporada em que viu seu maior rival erguer a taça do Campeonato Brasileiro, o Athletico se salvou no cenário doméstico e se tornou campeão paranaense pela 14ª vez, em 1985, mostrando que quem mandava no Paraná ainda era o rubro-negro.

Doze times participaram do torneio. Na primeira fase, eles foram divididos em três grupos regionais, a Taça Curitiba, a Taça Café e a Taça Soja, onde se enfrentaram em dois turnos. O líder de cada quadrangular levou um ponto extra para a etapa seguinte. Na segunda fase, todos jogaram em turno único, sem grupos. O líder avançou à decisão. A terceira fase foi igual, com o primeiro colocado passando para a etapa final. Os dois líderes e as duas equipes com melhor campanha geral tiveram lugar no quadrangular final, exceto se um mesmo clube vencesse as duas fases, sendo proclamado campeão.

O Furacão abriu o torneio na Taça Curitiba, com vitória por 1 a 0 sobre o Coritiba. Nos outros cinco jogos, venceu um, empatou dois e perdeu dois, encerrando a primeira fase na segunda posição com seis pontos. O Athletico ficou dois pontos atrás do líder Pinheiros, que levou o ponto extra junto com Apucarana e Grêmio Maringá.

A segunda fase começou ruim para o rubro-negro, pois perdeu por 4 a 1 para o Grêmio Maringá fora de casa. A primeira vitória veio somente no terceiro jogo, por 2 a 1 sobre o Pato Branco em casa, no antigo Joaquim Américo. O Atlhetico embalou nos outros nove jogos, vencendo seis, empatando dois e perdendo um. Com 16 pontos, assim como o Pinheiros, mas com dois triunfos a mais, o Furacão foi o líder e se garantiu na decisão.

A terceira fase foi equilibrada. Depois de estrear fazendo 2 a 0 no Cascavel em casa, o Athletico seguiu com mais quatro vitórias, dois empates e três derrotas até a penúltima rodada. A equipe chegou a 12 pontos, empatada com Pinheiros, Apucarana e Matsubara, um ponto a mais que Colorado e Cascavel, e dois a mais que União Bandeirante, Coritiba e Grêmio Maringá.

Apesar de tanto equilíbrio, o Athletico tinha duas vitórias a mais que todos os adversários. Por isso, dependia apenas de si para ser campeão antecipado na última rodada. Contra o Londrina no Joaquim Américo, o Furacão venceu por 3 a 0 e confirmou o título sem a necessidade do quadrangular final.

A campanha do Athletico-PR:
28 jogos | 15 vitórias | 6 empates | 7 derrotas | 32 gols marcados | 21 gols sofridos


Foto Sérgio Sade/Placar

Atlético-MG Campeão Mineiro 1985

O Atlético viu sua sequência de títulos mineiros ser interrompida em 1984, mas a década continuaria em alta para o clube. Em 1985, o Galo recuperou o título estadual e chegou a marca de 31 taças erguidas.

A competição reuniu 14 participantes em duas fases. Em ambas, os times se enfrentaram em turno único e os quatro melhores se classificaram para um quadrangular de dois turnos. O líder de cada quadrangular avançou para a decisão, em melhor de até três jogos.

A trajetória do Atlético teve início na vitória por 3 a 0 sobre o XV de Novembro em Uberlândia. Nas outras 12 partidas da primeira fase, o Galo venceu mais nove, empatou duas e perdeu uma. Com 22 pontos, a equipe terminou na liderança e foi ao quadrangular. Na próxima etapa, o time venceu dois jogos, empatou três e perdeu uma, somando sete pontos. O desempenho não foi suficiente para colocar o Atlético na liderança, que acabou ocupada pelo Cruzeiro com oito pontos.

Era preciso vencer a segunda fase. O Galo estreou com vitória por 3 a 0 sobre o Tupi no Mineirão. Na sequência, a equipe venceu outras vinco vezes, empatou seis e perdeu uma, terminando na segunda colocação com 18 pontos, dois a menos que o líder Cruzeiro, mas classificado ao quadrangular.

No quadrangular, Atlético e Cruzeiro enfrentaram Valeriodoce e Uberlândia. O Galo iniciou vencendo o Uberlândia por 1 a 0 no Parque do Sabiá. Nas cinco partidas seguinte, o time venceu duas e empatou três, o que deu a liderança e um lugar na final com nove pontos. A vaga foi carimbada na vitória por 3 a 1 sobre o Cruzeiro no Mineirão.

Atlético e Cruzeiro disputaram mais uma decisão estadual, também no Mineirão. No primeiro jogo, os times empataram sem gols. Na segunda partida, novo empate por 2 a 2. A definição ficou para o terceiro encontro, mas este também acabou empatado por 0 a 0. A final então foi para a prorrogação, quando Paulinho Kiss anotou gol da vitória por 1 a 0, devolvendo o título ao Galo.

A campanha do Atlético-MG:
41 jogos | 22 vitórias | 16 empates | 3 derrotas | 63 gols marcados | 22 gols sofridos


Foto Amâncio Chiodi/Placar

Grêmio Campeão Gaúcho 1985

Entre 1981 e 1984, o Grêmio ficou longe do título gaúcho. Porém, no mesmo período, venceu Campeonato Brasileiro, Libertadores e Mundial, além de um vice nacional e outro continental. Era a hora de voltar a ter o controle do Rio Grande do Sul, que estava nas mãos do Inter há quatro campeonatos. A conquista do 23º título estadual foi o início de uma sequência de seis taças que iria virar a década.

O campeonato foi simples e direto. Com 14 participantes, as equipes se enfrentaram em turno único em duas fases. O líder de cada etapa se classificou para a final, mas se um mesmo time vencesse ambas, ficaria com o título antecipado.

A campanha do Grêmio teve início no empate por 2 a 2 com o Santa Cruz no Olímpico. A primeira vitória aconteceu na partida seguinte, por 2 a 1 sobre o Novo Hamburgo fora de casa. A invencibilidade tricolor seguiu até a penúltima rodada, quando a vitória por 2 a 0 sobre o Brasil de Pelotas classificou o Imortal para a final com uma rodada de antecedência. Na última rodada, o Grêmio levou 2 a 0 do Internacional no Beira-Rio e encerrou a primeira fase com 22 pontos, distribuídos em dez vitórias, dois empates e uma derrota.

Na segunda fase, o Grêmio continuou em alta. Na abertura, a equipe venceu o Inter de Santa Maria por 2 a 0. Nas 11 rodadas seguintes, venceu mais seis vezes, empatou três e perdeu duas, chegando a 17 pontos. Ao mesmo tempo, o Internacional fez 19 pontos e encerrou a penúltima rodada como líder da etapa.

A última rodada da segunda fase juntou Grêmio e Internacional para uma decisão. O tricolor precisava da vitória para chegar na mesma pontuação do rival, superá-lo no saldo de gols e levar o título antecipado. O Inter jogava pelo empate para forçar a decisão em pelo menos mais duas partidas. No Olímpico, ainda no primeiro tempo, Bonamigo e Caio Júnior fizeram os gols que levaram o Grêmio a vencer por 2 a 1 e recuperar o título gaúcho depois de cinco anos.

A campanha do Grêmio:
26 jogos | 18 vitórias | 5 empates | 3 derrotas | 56 gols marcados | 17 gols sofridos


Foto Lemyr Martins/Placar

Fluminense Campeão Carioca 1985

Em 1985, o Fluminense repetiu uma façanha de 47 anos e se tornou tricampeão carioca. A última vez que o clube havia vencido três vezes consecutivas o estadual foi em 1938. A conquista representou a 27ª na história tricolor e foi a mais difícil da sequência.

A competição manteve o número de participantes em 12 e o mesmo regulamento das temporadas anteriores, com duas fases em turno único, a Taça Guanabara e a Taça Rio. O vencedor de cada turno avançou para a fase final, juntamente com o time de melhor campanha na soma das duas etapas, na disputa de um triangular de turno único.

A estreia do Fluminense na Taça Guanabara se deu com vitória por 1 a 0 sobre o Olaria. Nas outras 11 partidas, o tricolor venceu mais sete e empatou três, somando 19 pontos e levando o título de maneira invicta, além da vaga na decisão do Cariocão.

Na Taça Rio, o Fluminense voltou a estrear contra o Olaria, e novamente com vitória, por 2 a 1. Depois, o Flu fez mais dez jogos, vencendo cinco, empatando três e perdendo duas. Com 15 pontos, o tricolor ficou na quarta colocação, com três pontos a menos que Bangu e Flamengo, além de um ponto a menos que o America. A liderança ficou com o Flamengo, que superou o Bangu no saldo de gols e levou o título da fase.

A terceira vaga no triangular final ficou com o Bangu, que fez a melhor campanha na soma das duas fases mesmo sem ter ficado na liderança em ambas as oportunidades, com 35 pontos. O Fluminense fez 34 pontos, contra 33 do Flamengo. A abertura da decisão ficou a dupla Fla-Flu, que empatou por 1 a 1. Na segunda rodada, o Bangu fez 2 a 1 no Flamengo e eliminou o time rubro-negro.

O título ficou para ser definido entre Fluminense e Bangu. No Maracanã, o Flu saiu perdendo para o time alvirrubro, que vivia um momento histórico após ser vice do Brasileirão. Mas Romerito e o reserva Paulinho viraram a partida no segundo tempo e o tricolor venceu por 2 a 1, vencendo o estadual de maneira conturbada. Isso porque o Bangu reclamou de uma não-marcação de pênalti aos 45 minutos da etapa final, que poderia ocasionar o gol de empate, e este resultado daria o título ao clube banguense.

A campanha do Fluminense:
24 jogos | 16 vitórias | 5 empates | 3 derrotas | 40 gols marcados | 16 gols sofridos


Foto Ricardo Beliel/Placar

São Paulo Campeão Paulista 1985

O São Paulo voltou a conquistar o título estadual em 1985, depois de quatro anos longe de taça. A conquista representou a 13ª na história do clube tricolor, em um momento marcado como o surgimento dos "Menudos do Morumbi", a geração de jovens jogadores que brilharia na década de 1980 e chegaria ao título brasileiro em 1986.

O regulamento do Paulistão mudou um pouco para 1985. Novamente com 20 times, eles se enfrentaram em dois turnos independentes, com o líder de cada fase avançando à semifinal. As outras duas vagas no mata-mata foram preenchidas pelas duas melhores campanhas na soma das duas fases.

A campanha do São Paulo teve início no empate por 1 a 1 com o Botafogo de Ribeirão Preto, fora de casa. A primeira vitória aconteceu apenas na quinta rodada, por 3 a 0 sobre a Portuguesa. Nos outros 17 jogos da primeira fase, a equipe venceu oito, empatou cinco e perdeu quatro. com 24 pontos, o São Paulo acabou em segundo, quatro pontos atrás da líder Portuguesa, que se garantiu na semifinal.

Na segunda fase, o tricolor voltou a estrear com empate fora de casa, por 0 a 0 com o Santo André. A primeira vitória veio na partida seguinte, por 2 a 0 sobre o Paulista de Jundiaí no Morumbi. No restante da caminha, o São Paulo venceu mais dez vezes, empatou quatro e perdeu três, encerrando na liderança com 27 pontos e classificado à semifinal.

Com 51 pontos, o São Paulo fez a segunda melhor campanha no geral, um a menos que a Portuguesa. As outras vagas na fase final foram ocupadas por Guarani e Ferroviária. Na semifinal, o tricolor eliminou o Guarani ao empatar a ida por 1 a 1 em Campinas e vencer a volta por 3 a 0 no Morumbi.

Na final, o São Paulo encarou a Portuguesa, que passou pela Ferroviária. As duas partidas aconteceram no Morumbi. Na primeira, o tricolor venceu por 3 a 1. Na segunda, Sidney e Müller fizeram os gols da vitória são-paulina por 2 a 1, que confirmou o título estadual

A campanha do São Paulo:
42 jogos | 23 vitórias | 12 empates | 7 derrotas | 72 gols marcados | 29 gols sofridos


Foto Nico Esteves/Placar

Palmeiras Campeão da Brasil Ladies Cup 2026

A Brasil Ladies Cup é uma competição que acontece ao final da temporada nacional de futebol feminino. Foi criada em 2021 numa parceria entre a Federação Paulista de Futebol (FPF) e a Federação Internacional de Football Soccer Society (FIFOS). Até 2024, o torneio aconteceu com oito times, divididos em dois grupos, com o líder de cada passando para a final. Tudo em turno único, em tiro curto, durante quatro edições. A partir de 2025, o torneio foi reduzido para quatro equipes, em uma disputa com semifinal e final.

A sexta edição da Ladies Cup aconteceu em 2026, em julho, durante o período da Copa do Mundo masculina. Os quatro times que receberam o convite foram Palmeiras, Flamengo, Peñarol e a seleção do Paraguai, todos com participações anteriores. Além do calendário, outra novidade foi a mudança de sede, saindo do Canindé, na capital paulista, para o Brinco de Ouro, em Campinas.

Em sua quarta participação, o Palmeiras fez história ao conquistar o bicampeonato, sendo o primeiro time a realizar tal feito na competição. Na semifinal, o Verdão enfrentou a seleção do Paraguai e venceu tranquilamente por 3 a 0, com gols de Pati Maldaner, Bia Zaneratto e Fê Palermo. No outro confronto semifinal, o Flamengo fez 4 a 1 no Peñarol, garantindo mais uma decisão brasileira e entre dois vencedores, algo inédito no torneio. Na disputa pelo terceiro lugar, o Paraguai bateu o Peñarol por 2 a 1 e ficou com a medalha de bronze.

Na final, Palmeiras e Flamengo se enfrentaram, e as Palestrinas venceram por 3 a 1, com dois gols de Lorena Benítez e um de Fê Palermo, todos ainda no primeiro tempo. Com o controle da partida, foi só esperar o segundo tempo passar para soltar o grito de campeão mais uma vez.

A campanha do Palmeiras:
2 jogos | 2 vitórias | 0 empates | 0 derrotas | 6 gols marcados | 1 gol sofrido


Foto Paloma Cassiano/Palmeiras

Todos os campeões do Brasileirão Sub-20 Série B

Uma nova competição de base foi criada no Brasil. Em 2025, a CBF introduziu no calendário o Campeonato Brasileiro Sub-20 Série B, que, como o nome já sugere, é a segunda divisão nacional para jogadores de até 20 anos. Aqui, vamos trazer os vencedores desta competição.

Em 2026, o Goiás foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi quarto colocado do grupo A. Nas quartas de final, eliminou o Atlético-GO. Na semifinal, bateu o CRB. Na final, empatou com o Ceará por 1 a 1 em Fortaleza, vencendo por 11 a 10 nos pênaltis. O Goiás subiu para a primeira divisão em 2027 ao lado do vice Ceará e do Atlético-MG, que fez a melhor campanha entre os semifinalistas.

Foto Rafael Ribeiro/CBF

Em 2025, o Avaí foi o campeão. Na primeira fase, o clube foi terceiro colocado do grupo B. Nas quartas de final, eliminou o Vila Nova. Na semifinal, bateu o Sport. Na final, venceu o Vitória por 3 a 1 em Florianópolis. O Avaí subiu para a primeira divisão em 2026 ao lado do vice Vitória e do Criciúma, que fez a melhor campanha entre os semifinalistas.

Foto Fernando Ribeiro/FCF

Hercílio Luz Campeão Catarinense Série B 2026

Depois de 68 anos, o Hercílio Luz voltou a comemorar um título em Santa Catarina. Bicampeão da primeira divisão estadual em 1957 e 1958, o clube da cidade de Tubarão voltou a chegar lá na conquista da Série B de 2026, garantindo o retorno à elite depois de ter sido rebaixado em 2025.

A competição foi disputada por dez times, de maneira muito simples: pontos corridos em turno e returno. Após 18 rodadas, o líder do campeonato ficou com a única vaga de acesso e o título. A estreia do Hercílio Luz aconteceu com goleada por 4 a 1 sobre o Jaraguá em casa, no estádio Aníbal Costa. No restante do primeiro turno, o Leão do Sul venceu mais quatro vezes, empatou duas e perdeu duas, fixando-se na luta pelo título.

No segundo turno, o time disparou. Da 10ª até a 16ª rodada, o Hercílio Luz emendou sete vitórias consecutivas: 2 a 0 no Jaraguá fora, 3 a 0 no Metropolitano em casa, 4 a 2 no Fluminense de Joinville em casa, 2 a 1 no Guarani de Palhoça fora, 2 a 0 no Blumenau fora, 1 a 0 no Juventus de Jaraguá em casa e 2 a 0 no clássico com o Atlético Tubarão na casa do rival.

Na penúltima rodada, o Hercílio Luz recebeu o Caravaggio no Aníbal Costa. Com 38 pontos, contra 32 do vice Metropolitano, um empate bastou para o Leão ser campeão. O empate sem gols confirmou o acesso e o título com uma rodada de antecedência.

A campanha do Hercílio Luz:
18 jogos | 13 vitórias | 3 empates | 2 derrotas | 35 gols marcados | 10 gols sofridos


Foto Murilo da Rosa/Hercílio Luz

Paranavaí Campeão Paranaense 2ª Divisão 2026

O Paranavaí está de volta para a primeira divisão do Campeonato Paranaense depois de 14 anos. Melhor ainda, o clube venceu a Segunda Divisão pela quarta vez em sua história. A conquista de 2026 somou-se às obtidas em 1967, 1983 e 1992, com o desfecho semelhante ao que aconteceu na decisão da elite de 2007, em que o Vermelhinho do Fim da Linha fez história ao ser campeão.

Dez equipes participaram da segundona paranaense, se enfrentando em turno único na primeira fase. Em nove jogos, o Paranavaí venceu três, empatou um e perdeu cinco. A campanha não foi muito boa, mas foi suficiente para classificar o Vermelhinho em sexto lugar, com dez pontos, 13 a menos que o líder Paraná. 

Nas quartas de final, o Diabo Rubro eliminou o Laranja Mecânica, após empatar a ida por 0 a 0 em casa, no Waldemiro Wagner, e vencer a volta em Arapongas por 2 a 1. Na semifinal, o Paranavaí voltou a se superar contra o Patriotas. No primeiro jogo em casa, perdeu por 2 a 1. Na segunda partida, em Campo Largo, venceu por 1 a 0 no tempo normal e por 3 a 2 nos pênaltis, conquistando o acesso.

Na final, o Paranavaí repetiu a decisão da primeira divisão de 2007 contra o Paraná, que passou por Toledo e Araucária. Na ida, no Waldemiro Wagner, os times empataram por 1 a 1. Na volta, na Vila Capanema, ficaram na igualdade por 0 a 0. Nos pênaltis, o Vermelhinho venceu por 4 a 2 e foi campeão.

A campanha do Paranavaí:
15 jogos | 5 vitórias | 4 empates | 6 derrotas | 15 gols marcados | 15 gols sofridos


Foto André Jonsson/FPF

Itapipoca Campeão Cearense Série B 2026

Vindo da cidade que reúne sertão, serra e mar, o Itapipoca venceu em 2026 a Série B do Campeonato Cearense pela terceira vez, repetindo os feitos obtidos em 2002 e 2013. O clube volta para a primeira divisão estadual depois de dez anos, estando ausente desde 2017.

A competição trouxe dez times divididos em dois grupos na primeira fase. Em oito partidas realizadas no grupo B, o Itapipoca venceu cinco e perdeu três, terminando a etapa inicial na liderança com 15 pontos e avançando diretamente para a semifinal ao lado do Icasa, líder da outra chave. Os vices e terceiros colocados disputaram as quartas de final.

Na semi, o Garoto Travesso eliminou o Crato. Na ida, o Itapipoca empatou fora de casa por 2 a 2. Na volta, no Estádio Perilo Teixeira, venceu por 2 a 0 e garantiu o acesso, além da vaga na final.

Na decisão, o Itapipoca enfrentou o Icasa, que também subiu de divisão ao passar pelo Crateús na semifinal. No primeiro jogo, No Perilo Teixeira, o Itão empatou por 0 a 0, empurrando a definição toda para a segunda partida. Na Arena Romeirão, em Juazeiro do Norte, novo empate por 1 a 1 levou a disputa aos pênaltis, onde o Garoto Travesso venceu por 5 a 3, conquistando o título.

A campanha do Itapipoca:
12 jogos | 6 vitórias | 3 empates | 3 derrotas | 16 gols marcados | 13 gols sofridos


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Todos os terceiros colocados da Copa do Mundo

Tirando o campeão, uma seleção que também sai feliz da Copa do Mundo é a que vence a disputa do terceiro lugar. Por isso, o blog trás todas as 23 seleções que já ficaram no terceiro posto dos Mundiais ao longo de 96 anos de história. Para ver os campeões e o vices, clique nos links.

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Todos os vice-campeões da Copa do Mundo

Após a longa série com todos os campeões mundiais e o fim da Copa do Mundo 2026, é a hora de trazer também todos os vice-campeões mundiais.
São 23 equipes que quase mudaram a história do futebol. Para rever todos os campeões da Copa do Mundo, acesse o link.

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