Valencia Campeão da Liga Europa 2004

A Copa da UEFA de 2004 não teve nenhuma mudança no regulamento, que vigorava desde 2000. Mas foi um marco de encerramento, pois foi a última realizada 100% em fases de mata-mata. A partir da temporada seguinte, a UEFA introduziria a fase de grupos. O último vencedor no formato clássico foi o Valencia, clube espanhol que vinha de dois vices na Liga dos Campeões (2000 e 2001) e foi o último (até o momento) que destronou Real Madrid e Barcelona vindo de uma terceira comunidade autônoma.

No mesmo ano de seu último título espanhol, os "murciélagos" (morcegos) disputaram a Copa da UEFA desde a primeira fase, onde enfrentaram o AIK. A primeira partida foi na Suécia, no antigo Rasunda, com vitória por 1 a 0. O segundo jogo aconteceu no Mestalla, e pelo mesmo placar o Valencia avançou.

Na segunda fase, os valencianos encararam o Maccabi Haifa. Na ida em casa, empate sem gols. A classificação veio com a goleada por 4 a 0 fora de casa. Mas o jogo não aconteceu em Israel, e sim em Roterdã, na Holanda. Na terceira fase, a vítima espanhola foi o Besiktas, com vitórias por 3 a 2 no Mestalla, e por 2 a 0 na Turquia.

O Valencia enfrentou nas oitavas de final outro turco, o Gençlerbirligi. O jogo de ida foi em Ancara, na parte asiática da Turquia, e os murciélagos foram derrotados por 1 a 0. A volta ocorreu no Mestalla, mas, apesar da pressão, só um gol foi anotado, pelo atacante Mista. Na prorrogação, aos quatro minutos do primeiro tempo, Vicente Rodríguez fez 2 a 0 e trouxe o alívio da classificação. Nas quartas, as coisas foram mais sossegadas contra o Bordeaux, pois a vaga foi obtida com vitórias por 2 a 1 tanto na França quanto na Espanha.

A semifinal foi num encontro caseiro com o Villarreal. A primeira partida foi em El Madrigal, e o Valencia ficou no empate por 0 a 0. O segundo jogo aconteceu no Mestalla, para 58 mil torcedores. Com um gol anotado logo aos 16 minutos do primeiro tempo, em pênalti convertido por Mista, os valencianos venceram por 1 a 0 e chegaram à final.

A decisão foi entre Valencia e Olympique Marselha, vindo da Liga dos Campeões e que eliminou Dnipro, Liverpool, Internazionale e Newcastle. O estádio escolhido foi o sueco Ullevi, em Gotemburgo. A partida não foi lá muito emocionante porque o Valencia não permitiu que fosse. Aos 45 do primeiro tempo, o artilheiro Mista abriu o placar batendo pênalti. Aos 13 do segundo tempo, Vicente fez 2 a 0 e deu os números finais da conquista inédita e merecida dos valencianos.

A campanha do Valencia:
13 jogos | 10 vitórias | 2 empates | 1 derrota | 20 gols marcados | 5 gols sofridos


Foto Bob Thomas/Getty Images

Porto Campeão da Liga Europa 2003

Portugal chegou ao primeiro título na Copa da UEFA apenas em 2003. O vencedor foi o Porto, que viveu uma de suas melhores eras na primeira metade dos anos 2000, com o auge nas conquistas da Liga dos Campeões e do Mundial em 2004. A temporada também foi marcada por ter sido a última completa do Estádio das Antas (que seria fechado e demolido no começo de 2004). E não menos importante, no comando dos jogadores estava um jovem técnico português muito promissor: José Mourinho.

Os dragões iniciaram a caminhada na primeira fase da Copa da UEFA, diante do Polonia Varsóvia. A classificação foi praticamente garantida  na partida de ida, na goleada por 6 a 0 no Estádio das Antas. Na volta, os portistas perderam por 2 a 0 fora de casa. Na segunda fase, foi a vez pelo Austria Viena. No primeiro jogo, vitória por 1 a 0 na capital austríaca. Na segunda partida, o triunfo foi por 2 a 0 em casa.

Na terceira fase, o Porto enfrentou o Lens, saído da Liga dos Campeões. A ida foi disputada no Estádio das Antas, e os dragões venceram por 3 a 0. Com a classificação encaminhada, bastou ao portugueses segurarem o ímpeto francês no Estádio Félix-Bollaert, que fez apenas 1 a 0 e não conseguiu reverter o confronto. O adversário nas oitavas de final foi o Denizlispor, da Turquia. E mais uma vez a passagem de fase foi tranquila, com goleada por 6 a 1 na ida em casa, e empate por 2 a 2 na volta fora.

Nas quartas de final, os dragões tiveram pela frente o Panathinaikos, e só então que as dificuldades apareceram. O primeiro jogo foi no Estádio das Antas, mas o Porto acabou derrotado por 1 a 0. As coisas ficaram para serem definidas na segunda partida em Atenas. O artilheiro Derlei abriu o placar aos portugueses ainda no primeiro tempo, que levou o confronto à prorrogação, quando Derlei fez 2 a 0.

A semi foi disputada contra a Lazio. Disposto a não repetir o sofrimento da fase anterior, o Porto tratou de ir para cima desde o começo contra os italianos. Com dois gols de Derlei, e um de Maniche e Hélder Postiga, os portugueses golearam a ida nas Antas por 4 a 1. A volta aconteceu no Olímpico de Roma, e a vaga na decisão veio após o empate por 0 a 0 que os azuis seguraram.

A final foi contra o Celtic, que passou por Suduva (Lituânia), Blackburn, Celta de Vigo, Stuttgart, Liverpool e Boavista. A partida foi realizada no Estádio de La Cartuja, à época chamado de Olímpico, em Sevilha, na Espanha. A parada foi dura. Derlei abriu o placar no fim do primeiro tempo, mas os escoceses empataram já na volta do intervalo. Dmitri Alenichev fez o segundo dos dragões aos nove minutos, mas 12 já estava tudo empatado de novo. Foi só na prorrogação, já sem o gol de ouro e a cinco minutos de acabar, que Derlei fez 3 a 2 e confirmou o título português.

A campanha do Porto:
13 jogos | 8 vitórias | 2 empates | 3 derrotas | 29 gols marcados | 10 gols sofridos


Foto Alain Gadoffre/Onze/Icon Sport/Getty Images

Corinthians Campeão Brasileiro Feminino 2023

O time feminino do Corinthians chegou a impressionante marca de cinco títulos brasileiros, sendo o de 2023 o quarto consecutivo, um feito inédito. Poderia ter sido mais, pois o clube desde 2017 acumulou sete finais em sequência, mas sendo vice em 2017 e em 2019. Em comum nesse tempo todo, a presença do técnico Arthur Elias na beira do campo. Em seis anos de trabalho, o profissional conquistou 14 títulos. Tanto sucesso lhe rendeu o maior passo que um treinador pode dar, que é ser contratado pela Seleção Brasileira..

A novidade do campeonato foi a entrada da Globo, que transmitiu boa parte do mata-mata às 16 horas dos domingos. Porém, não exibiu a primeira fase, onde o penta corinthiano começou a ser desenhado. A estreia foi na goleada por 14 a 0 sobre o Ceará. Cinco vitórias e um empate depois, veio a primeira das duas derrotas, por 2 a 0 para o Internacional fora. A outra foi na 12ª rodada, por 1 a 0 para o Avaí Kindermann em Santa Catarina.

Em 15 partidas, o Corinthians venceu 12 e empatou uma. Com 37 pontos, terminou a primeira fase na liderança. As outras sete vagas ficaram, na ordem, com Palmeiras, Ferroviária, Santos, Flamengo, Internacional, São Paulo e Cruzeiro. Nas quartas, o Timão passou pelo time cruzeirense com vitórias por 2 a 1 em Minas Gerais, e por 4 a 2 no Parque São Jorge.

Depois da pausa para a Copa do Mundo (onde o Brasil caiu na fase de grupos), a semifinal foi realizada entre Corinthians e Santos. O primeiro jogo aconteceu na Vila Belmiro, mas a vitória ficou com o alvinegro da capital, por 3 a 0. Na segunda partida, o triunfo foi por 2 a 0 em São Paulo.

Na final, o Timão enfrentou a Ferroviária, bicampeã brasileira que eliminou Internacional e São Paulo no mata-mata. A ida foi realizada na Fonte Luminosa, em Araraquara, terminando empatada por 0 a 0. A volta foi na Neo Química Arena, diante do novo recorde de público de 42 mil torcedores, mas quem saiu na frente do placar foi a Ferroviária, com menos de 15 minutos. O Corinthians pressionou até conseguiu o empate, no gol de cabeça de Jheniffer, a artilheira do time. No segundo tempo, Tamires anotou o gol da virada: 2 a 1 e ponto final.

A campanha do Corinthians:
21 jogos | 17 vitórias | 2 empates | 2 derrotas | 66 gols marcados | 12 gols sofridos


Foto Nayra Halm/Staff Images Woman/CBF

Feyenoord Campeão da Liga Europa 2002

Em competições de final única, geralmente o estádio é escolhido com antecedência, antes de se conhecer os times finalistas. Algumas vezes, pode acontecer de um deles ser o próprio usuário do palco. Foi o caso do Feyenoord na Copa da UEFA de 2002. O clube levou o bicampeonato depois de 28 anos junto à sorte que acompanha os competentes. Foi a primeira conquista europeia do clube holandês desde a década de 1970.

Mas a caminhada do Feyenoord inicia na Liga dos Campeões, onde o time sucumbiu na fase de grupos. Na chave D, foi eliminado para Nantes e Galatasaray, ficando à frente somente da Lazio. A terceira colocação jogou a equipe para a Copa da UEFA, e é aí que a história de verdade começa a ser escrita, com atacantes experientes somados a uma jovem promessa, ainda discreta, chamada Robin Van Persie.

Na terceira fase, o Feyenoord enfrentou o Freiburg. O primeiro jogo foi realizado no De Kuip, a casa do clube em Roterdã. O resultado foi de vitória por 1 a 0. A segunda partida aconteceu no Dreisamstadion. O adversário alemão até chegou a reverter o confronto com dois gols, mas os holandeses conseguiram buscar o empate por 2 a 2. Nas oitavas de final, foi a vez de passar pelo Rangers ao empatar por 1 a 1 em Glasgow, e vencer por 3 a 2, de virada, em Roterdã.

Na quartas, dois clássicos duros com o PSV Eindhoven. O primeiro foi no Estádio Philips, e ficou empatado por 1 a 1. O segundo foi realizado no De Kuip e teve o mesmo resultado, obtido de maneira agônica aos 48 minutos do segundo tempo, no gol de Pierre Van Hooijdonk. Nos pênaltis, vitória do Feyenoord por 5 a 4.

Na semifinal, o adversário foi a Internazionale. A ida aconteceu no San Siro, e os holandeses conseguiram vencer por 1 a 0. A volta foi em Roterdã. O Feyenoord abriu dois gols de frente com Van Hooijdonk e Jon Dahl Tomasson, mas levou o empate por 2 a 2 nos minutos finais e passou de maneira sofrida.

Na decisão, Feyenoord e Borussia Dortmund, que eliminou Copenhagen, Lille, Slovan Liberec e Milan. Como já mencionado, o estádio da final previamente escolhido foi o De Kuip, em Roterdã. Em casa, os holandeses anotaram dois gols no primeiro tempo, ambos com Van Hooijdonk. Os alemães reagiram aos três do segundo tempo, mas aos cinco Tomasson fez o terceiro. Logo depois, outro tento alemão deu o placar definitivo de 3 a 2, que coroou a invicta história do Feyenoord bicampeão.

A campanha do Feyenoord:
9 jogos | 4 vitórias | 5 empates | 0 derrotas | 15 gols marcados | 11 gols sofridos


Foto Robert Vos/ANP

Liverpool Campeão da Liga Europa 2001

A integrada e nova Copa da UEFA era uma verdadeira festa da diversidade futebolística. Em 2001, 145 marcaram presença na competição, que acabou vencida pelo Liverpool. Depois de 25 anos e sob a lideranças dos jovens promissores Steven Gerrard e Michael Owen, o clube inglês conquistou o tricampeonato e voltou ao circuito das taças europeias.

Os reds estiveram presentes no torneio desde a primeira fase, que foi precedida por uma preliminar com 82 times. Destes, 41 juntaram-se a mais 55, entre eles o Liverpool. A estreia vermelha foi contra o Rapid Bucareste. No primeiro jogo, vitória por 1 a 0 dentro da Romênia. Na segunda partida, em Anfield Road, um chato empate por 0 a 0 colocou o time inglês na segunda fase.

O próximo adversário do Liverpool foi o Slovan Liberec, da República Tcheca. A primeira partida foi em casa, com vitória suada por 1 a 0. A classificação foi obtida fora de casa, com outra vitória por 3 a 2. Na terceira fase, dois confrontos com os gregos do Olympiacos. Na ida, empate por 2 a 2 em Atenas. Na volta, vitória por 2 a 0 em Anfield.

Nas oitavas de final, o rival foi a Roma. O primeiro jogo aconteceu no Olímpico romano. E os reds voltaram a superar os italianos, por 2 a 0. A segunda partida foi realizada em Liverpool, e os italianos deram um susto nos ingleses, que perderam por 1 a 0, mas conseguiram a passagem de fase.

Nas quartas, o Liverpool encarou o Porto. Na ida, no velho Estádio das Antas, os ingleses seguraram empate sem gols com os portugueses. Na volta, vitória por 2 a 0 em casa deu a classificação para os reds. Na semifinal, a vítima foi o Barcelona. Os ingleses empataram o primeiro jogo por 0 a 0 no Camp Nou, e venceram por 1 a 0 o segundo em Anfield. O gol foi marcado por Gary McAllister, de pênalti.

A final da Copa da UEFA foi entre Liverpool e Alavés, surpresa da Espanha que eliminou Gaziantepspor, Lillestrom, Rosenborg, Internazionale, Rayo Vallecano e Kaiserslautern. O estádio da decisão foi o Westfalenstadion, em Dortmund, e o que se viu foi uma das maiores partidas da história. Markus Babbel abriu o placar aos quatro minutos do primeiro tempo. Gerrard ampliou aos 16 e os espanhóis reagiram aos 26. Aos 40, McAllister fez o terceiro. No segundo tempo, o Alavés buscou o empate ao marcar aos dois e aos quatro minutos. Aos 27, Robbie Fowler fez o quatro tento inglês, mas os espanhóis empataram aos 43. Na prorrogação, o jogo foi até os 11 da segunda etapa, quando Delfí Geli fez o gol contra de ouro e deu o tricampeonato ao Liverpool pelo insano placar de 5 a 4.

A campanha do Liverpool:
13 jogos | 8 vitórias | 4 empates | 1 derrota | 19 gols marcados | 9 gols sofridos


Foto Popperfoto/Getty Images

Galatasaray Campeão da Liga Europa 2000

A virada para o ano 2000 trouxe uma nova era para a Copa da UEFA, que já vinha em constante mutação ao longo da década de 1990. Com o fim da Recopa Europeia, as vagas das copas nacionais foram absorvidas pela competição agora alçada à segunda mais importante do velho continente. Mas isso não foi tudo, pois a UEFA também resolveu mexer com a Liga dos Campeões, que passou a ter os terceiros colocados eliminados da fase de grupos "rebaixados" para a terceira fase da copa menor.

De tal forma, o número de participantes saltou para 142. Entre eles, o Galatasaray, clube da Turquia e que tinha como principal atração o goleiro Taffarel, o meia Gheorghe Hagi e o atacante Hakan Sükür. O país jamais havia atingido uma decisão na Europa até a Copa da UEFA de 2000, que seria conquistada de maneira invicta pelos "aslanlar" (os leões). Mas o caminho começou na Liga dos Campeões, superado por Chelsea e Hertha Berlim no grupo H. Porém, a equipe terminou à frente do Milan e garantiu um lugar na Copa da UEFA.

O primeiro adversário do Galatasaray na nova competição foi o Bologna. Na ida, empatou por 1 a 1 na Itália. Na volta, venceu por 2 a 1 no antigo Estádio Ali Sami Yen, em Istambul. Nas oitavas de final, foi a vez de enfrentar o Borussia Dortmund. Na primeira partida, vitória por 2 a 0 em plena Alemanha, com gols de Hakan Sükür e Hagi. No segundo jogo, bastou segurar o 0 a 0 na Turquia.

Nas quartas de final, o Galatasaray encarou o Mallorca. E novamente o time encaminhou a classificação na ida fora de casa, ao golear por 4 a 1, com gols de Arif Erdem, Emre Belözoglu, Hakan Sükür e Okan Buruk. Em casa, a equipe turca voltou a vencer, fazendo 2 a 1 no rival espanhol.

A semifinal foi disputada contra o Leeds United. Desta vez, o primeiro jogo foi realizado em Istambul. Ainda no primeiro tempo, Hakan Sükür e o zagueiro Capone (o brasileiro) anotaram os tentos da vitória por 2 a 0 que encaminhou a vaga do Galatasaray na final. A segunda partida aconteceu em Elland Road e o time turco arrancou dos ingleses o empate por 2 a 2.

Na decisão, o Galatasaray enfrentou outro inglês, o Arsenal. Também egresso da Liga dos Campeões, o clube de Londres passou por Nantes, Deportivo La Coruña, Werder Bremen e Lens. O estádio definido para a partida foi o Parken, em Copenhague, na Dinamarca. Entretanto, apesar das chances criadas pelos dois times, o gol não saiu nem nos 90 minutos, nem na prorrogação. Nos pênaltis, a trave ficou do lado dos turcos, que viram duas cobranças inglesas pararem lá. Por 4 a 1, deu Galatasaray.

A campanha do Galatasaray:
9 jogos | 5 vitórias | 4 empates | 0 derrotas | 15 gols marcados | 6 gols sofridos


Foto Philippe Huguen/AFP/Getty Images

Nação Campeão Catarinense Série B 2023

Em Santa Catarina também teremos estreia. O Nação Esportes, clube de Joinville fundado em 2018, chegou ao título do Catarinense Série B de 2023 pela primeira vez, em mais um passo da escalada que começou desde o primeiro ano de existência.

A disputa teve a presença, em grupo único, de nove times mais o Próspera, que foi excluído da tabela e rebaixado. Em oito partidas, o Leão venceu quatro e empatou as outras quatro, que lhe deixaram na segunda posição da primeira fase com 16 pontos, ficando atrás do Santa Catarina no saldo de gols.

Nas quartas de final, o Nação passou pelo Caravaggio ao perder a ida fora por 1 a 0, vencer a volta em casa pelo mesmo placar e fazer valer a vantagem da melhor campanha. Na semifinal, eliminou o Guarani de Palhoça com dois empates, por 0 a 0 fora e por 1 a 1 em Joinville.

Com o acesso confirmado, o Nação enfrentou na final o Inter de Lages, que superou Juventus de Jaraguá e Santa Catarina. O primeiro jogo foi em Lages, no Vidal Ramos, e o Leão perdeu por 1 a 0. A segunda partida foi na Arena Joinville, e o Nação reverteu a desvantagem com vitória por 3 a 0.

A campanha do Nação:
14 jogos | 6 vitórias | 6 empates | 2 derrotas | 21 gols marcados | 14 gols sofridos


Foto Fernando Ribeiro/FCF