Palmeiras Campeão Brasileiro 2016

Em 2016, o Palmeiras encerrou uma agoniante espera de 22 anos sem ser campeão no Brasileirão. Com um planejamento sólido e um elenco robusto, o Verdão dominou a competição com autoridade, atingindo a marca de nove títulos brasileiros e isolando-se como o maior campeão nacional. Sob o comando de Cuca, o time aliou força física, jogadas ensaiadas e o talento individual de uma joia em ascensão: Gabriel Jesus.

A estreia foi um cartão de visitas avassalador: goleada de 4 a 0 sobre o Athletico-PR no Allianz Parque, resultado que garantiu a liderança imediata pelo saldo de gols. Embora logo depois tenha perdido por 2 a 1 para a Ponte Preta em Campinas, o Palmeiras encontrou sua identidade. A disputa no primeiro turno foi acirrada, com o time alternando a ponta com rivais como Santos e Corinthians, mas a vitória por 2 a 1 sobre o Vitória na 19ª rodada, em casa, garantiu a liderança definitiva.

Na metade final da competição, o Palmeiras demonstrou uma regularidade impressionante, tornando-se uma equipe dificílima de ser batida. Enquanto os adversários diretos oscilavam, o Verdão mantinha a frieza. A base formada por Jailson, Dudu, Zé Roberto e Lucas Barrios dava o suporte necessário para que o time administrasse a vantagem com segurança. Já as equipes que alternaram no primeiro lugar com o alviverde, cada uma foi para um lado: o Corinthians perdeu fôlego, o Santos ficou na briga pelo vice com o Flamengo, o Grêmio se dedicou à Copa do Brasil, e Santa Cruz e Internacional desceram para a zona de rebaixamento.

A confirmação matemática do título veio na 37ª rodada, no Allianz Parque, com a vitória por 1 a 0 sobre a Chapecoense, gol do lateral Fabiano. No entanto, o clima de festa foi brutalmente interrompido dias depois. Aquela seria a última partida do clube catarinense antes da viagem para a final da Copa Sul-Americana na Colômbia e o trágico acidente aéreo, que vitimou 71 pessoas e comoveu o mundo. O Campeonato Brasileiro foi paralisado por luto, e a rodada final ocorreu em um ambiente de profunda tristeza e solidariedade.

O Palmeiras encerrou sua campanha histórica com 80 pontos e 24 vitórias em 38 partidas. E Gabriel Jesus despediu-se do clube rumo à Europa como o craque do campeonato, simbolizando a renovação de um clube que deixaria de vez as incertezas e as brigas contra o rebaixamento para voltar a ser o protagonista do Brasil.

A campanha do Palmeiras:
38 jogos | 24 vitórias | 8 empates | 6 derrotas | 62 gols marcados | 32 gols sofridos


Foto Miguel Schincariol/Gazeta Press

Corinthians Campeão Brasileiro 2015

O Campeonato Brasileiro de 2015 registrou um marco histórico para o Corinthians. O clube chegou ao hexa nacional com 71% de aproveitamento, um dos maiores de toda a história do torneio. Sob a batuta de Tite, que retornava ao clube após um ano sabático, o alvinegro apresentou um futebol coletivo, tático e envolvente que não deu chances aos concorrentes.

O ano começou cercado de desconfiança após eliminações precoces no Paulista e na Libertadores, mas a estreia no Brasileirão foi simbólica: vitória por 1 a 0 sobre o então bicampeão Cruzeiro, no Mineirão. Embora tenha assumido a liderança já na segunda rodada, ao bater a Chapecoense por 1 a 0 em casa, o time sofreu com a saída de jogadores importantes e tropeços subsequentes, incluindo uma derrota no Derby para o Palmeiras por 2 a 0 em plena Arena em Itaquera, na quarta partida.

No entanto, Tite montou o meio-campo com Jadson e Renato Augusto, que viveram ali o auge técnico de suas carreiras. A perseguição ao surpreendente Sport e, principalmente, ao Atlético-MG foi implacável. A liderança foi obtida de maneira definitiva na 18ª rodada, em uma vitória épica por 4 a 3 contra o Sport na Arena Corinthians.

O returno do Corinthians beirou a perfeição. A equipe se tornou uma máquina de somar pontos, aliando a melhor defesa do campeonato a um ataque extremamente eficiente. O golpe de misericórdia no Atlético-MG ocorreu na 33ª rodada: uma vitória categórica por 3 a 0 em pleno Independência, que silenciou Belo Horizonte e deixou o título nas mãos dos paulistas.

O hexacampeonato foi matematicamente confirmado na 35ª rodada, em um empate em 1 a 1 com o Vasco em São Januário. Com o apito final, a consagração de um grupo que contava com nomes como Vágner Love, Elias e Cássio.

Já com a faixa de campeão, o Timão viveu um momento de euforia absoluta na 36ª rodada. Mesmo com um time majoritariamente reserva, o Corinthians aplicou uma goleada histórica de 6 a 1 sobre o rival São Paulo na Arena, transformando o dia da entrega do troféu em uma festa inesquecível.

O Corinthians encerrou a competição com 81 pontos, 12 a mais sobre o Atlético-MG, e 24 vitórias. O título selou de vez o ciclo vitorioso de Tite no alvinegro antes de sua partida para a Seleção Brasileira, deixando para a história um dos times mais equilibrados que o Brasil já viu.

A campanha do Corinthians:
38 jogos | 24 vitórias | 9 empates | 5 derrotas | 71 gols marcados | 31 gols sofridos


Foto Alexandre Battibugli/Placar

Cruzeiro Campeão Brasileiro 2014

Se o título de 2013 foi o despertar de uma nova era, o de 2014 foi a prova definitiva da força do Cruzeiro. Mantendo a base vitoriosa e o futebol ofensivo, a Raposa conquistou o tetracampeonato brasileiro com uma autoridade raramente vista. O time estabeleceu um recorde de permanência no topo até ali: foram 33 rodadas consecutivas na primeira posição.

A trajetória cruzeirense no Brasileirão começou com uma vitória por 2 a 1 sobre o Bahia fora de casa. Após perder o clássico mineiro para o Atlético-MG por 2 a 1 no Independência, na quarta rodada, o Cruzeiro se encontrou de vez. O time assumiu a liderança na sexta rodada, ao bater o Sport no Mineirão por 2 a 0, e de lá jamais saiu.

Nem mesmo a pausa de mais de um mês para a Copa do Mundo no Brasil foi capaz de quebrar o ritmo da equipe de Marcelo Oliveira. Enquanto outros clubes tentavam se reorganizar durante o hiato, o Cruzeiro voltou ainda mais entrosado, consolidando-se como um adversário indigesto.

O Cruzeiro soube administrar o desgaste físico e a pressão dos adversários. O momento de maior tensão ocorreu na 21ª rodada, quando o São Paulo ensaiou uma aproximação perigosa na tabela. No entanto, a Raposa reagiu com maturidade, voltando a ampliar a vantagem e transformando a reta final em uma contagem regressiva para a festa.

O elenco de 2014 funcionava como uma engrenagem perfeita, com destaques individuais que viviam o auge de suas carreiras. Everton Ribeiro e Ricardo Goulart era a dupla dinâmica que ditava o ritmo do campeonato, unindo criatividade e faro de gol. No ataque, Marcelo Moreno retornou ao clube para ser o homem gol, suprindo a necessidade de gols com eficiência a referência. Na defesa, Fábio mais uma vez garantiu a segurança embaixo das traves.

O título do Cruzeiro foi matematicamente selado na 36ª rodada, dentro de um Mineirão prestes a explodir. Sob muita chuva, a Raposa venceu o Goiás por 2 a 1, com gols de Ricardo Goulart e Everton Ribeiro, os símbolos daquela geração. 

A campanha de 2014 superou a do ano anterior em aproveitamento e em boa parte das estatísticas. Foram somados 80 pontos, quatro a mais do que em 2013 e dez a mais que o vice São Paulo. A equipe venceu 24 das 38 partidas disputadas, uma a mais em relação a temporada anterior.

A campanha do Cruzeiro:
38 jogos | 24 vitórias | 8 empates | 6 derrotas | 67 gols marcados | 38 gols sofridos


Foto Gustavo Theza/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo

Cruzeiro Campeão Brasileiro 2013

Exatamente dez anos após a histórica Tríplice Coroa, o Cruzeiro voltou a exercer uma dominância absoluta no cenário nacional, faturando o tricampeonato brasileiro em 2013 com uma rodagem impressionante. Sob o comando de Marcelo Oliveira, a Raposa montou um elenco extremamente equilibrado, revelando para o Brasil nomes como Everton Ribeiro e Ricardo Goulart.

No entanto, o brilho técnico em campo foi contrastado por uma das maiores polêmicas jurídicas do esporte brasileiro na era moderna: o Caso Héverton. Após o término da competição, o STJD puniu a Portuguesa com a perda de quatro pontos pela escalação irregular do meia Héverton na rodada final. A decisão rebaixou a equipe paulista e salvou o Fluminense da Série B. O Flamengo também foi punido em quatro pontos pela escalação irregular de André Santos, terminando perigosamente próximo à zona de descenso.

Alheio às turbulências de bastidores, o Cruzeiro iniciou o certame de forma avassaladora, goleando o Goiás no Mineirão por 5 a 0. Apesar de alguns tropeços iniciais contra rivais como Botafogo e Fluminense, o time encontrou sua identidade tática rapidamente. A briga pela liderança no primeiro turno foi brevemente disputada com o Botafogo, mas a Raposa logo assumiu o controle das ações e caminhou sozinho rumo à taça.

A partir da 16ª rodada, após vencer a Ponte Preta em Campinas por 2 a 0, o Cruzeiro tomou o primeiro lugar para não soltá-lo mais. O time se destacava pela intensidade, com um meio-campo criativo, laterais ofensivos, a segurança defensiva do goleiro Fábio e o poder de finalização de Borges e Dagoberto.

A arrancada cruzeirense no segundo turno foi implacável, não dando chances para perseguidores como Grêmio e Athletico-PR. O título matemático foi selado com quatro rodadas de antecedência, na 34ª jornada, com uma vitória autoritária por 3 a 1 sobre o Vitória, no Barradão.

O Cruzeiro encerrou a campanha com estatísticas dignas de um campeão absoluto. Foram somados 76 pontos ao longo das rodadas, 11 a mais em relação ao vice Grêmio. Em 38 jogos, a Raposa obteve 23 vitórias. O time apresentou o futebol mais plástico e eficiente do país, servindo de base para o título que seria repetido no ano seguinte. A conquista de 2013 foi o fim de um jejum de uma década e o nascimento de uma nova hegemonia celeste que encantou o Brasil pela qualidade técnica.

A campanha do Cruzeiro:
38 jogos | 23 vitórias | 7 empates | 8 derrotas | 77 gols marcados | 37 gols sofridos


Foto Eduardo Martins/Agência A Tarde/Estadão Conteúdo

Fluminense Campeão Brasileiro 2012

O Brasileirão de 2012 repetiu a estratégia de colocar os clássicos regionais na última rodada do campeonato. No entanto, a disputa pela taça não precisou chegar aos minutos finais. Com um elenco estelar liderado por Deco, Thiago Neves e o artilheiro Fred, o Fluminense dominou a competição quase de ponta a ponta, conquistando o tetracampeonato com uma autoridade que contrastou com o sufoco visto em 2010.

A trajetória tricolor começou com um cartão de visitas de peso: vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians, então campeão brasileiro e prestes a conquistar a Libertadores, em pleno Pacaembu. A partir daí, o Fluminense construiu uma sequência invicta de 11 partidas, baseada em um sistema defensivo fortíssimo protegido pelo goleiro Diego Cavalieri.

Embora o primeiro turno tenha sido dominado pelo Atlético-MG de Ronaldinho Gaúcho, o Fluminense manteve-se à espreita, ocupando a vice-liderança e aguardando o momento de dar o bote. A única derrota na primeira metade do certame foi na 12ª rodada, por 1 a 0 para o Grêmio no Olímpico, evidenciando a consistência do time de Abel Braga.

O momento da virada para o Fluminense ocorreu na 22ª rodada. Ao vencer o Santos por 3 a 1 no Engenhão, o Tricolor ultrapassou o Atlético-MG e assumiu a liderança para não soltá-la mais. Nas 16 rodadas finais, o Flu demonstrou uma maturidade tática impressionante, administrando a vantagem e frustrando as tentativas de aproximação dos mineiros e também do Grêmio, que seguiu como terceiro colocado.

A consagração matemática veio com três rodadas de antecedência, na 35ª jornada. Em um jogo dramático no Estádio Prudentão, em Presidente Prudente, o Fluminense venceu o já rebaixado Palmeiras por 3 a 2, com dois dos gols do título marcados por Fred, o grande craque e artilheiro daquela edição com 20 gols. A taça foi entregue na 37ª rodada, no empate por 2 a 2 com o Cruzeiro no Engenhão.

O Fluminense fechou o ano com uma campanha irretocável: 77 pontos, 22 vitórias e apenas cinco derrotas em 38 jogos. Foi a coroação de um grupo que uniu o talento técnico de seus meias à letalidade de um centroavante que vivia o auge de sua carreira, colocando o Rio de Janeiro novamente no topo do futebol nacional.

A campanha do Fluminense:
38 jogos | 22 vitórias | 11 empates | 5 derrotas | 61 gols marcados | 33 gols sofridos


Foto Ricardo Ayres/Photocamera

Corinthians Campeão Brasileiro 2011

O Campeonato Brasileiro de 2011 manteve a fórmula consolidada dos pontos corridos, mas trouxe uma inovação estratégica: a última rodada seria composta exclusivamente por clássicos estaduais, visando evitar facilitações e aumentar a emoção. Em uma disputa ferrenha que se estendeu até o último minuto, o Corinthians superou o Vasco para erguer sua quinta taça nacional.

Sob o comando de Tite, o Corinthians começou a competição em ritmo de campeão. A estreia com vitória por 2 a 1 sobre o Grêmio no Olímpico deu o tom de uma equipe que priorizava a solidez defensiva e a eficiência coletiva. O ponto alto do primeiro turno foi a goleada de 5 a 0 sobre o São Paulo no Pacaembu, um resultado que impulsionou o time à liderança a partir da sétima rodada.

O Timão manteve uma invencibilidade impressionante até a 11ª rodada, quando levou 1 a 0 do Cruzeiro em casa. Liderado em campo por Paulinho, Ralf e Emerson Sheik, o Corinthians virou o turno no topo, ostentando a regularidade que se tornaria a marca registrada da Era Tite.

O segundo turno reservou uma luta implacável com o Vasco, campeão da Copa do Brasil daquele ano. Entre a 24ª e a 31ª rodada, os dois clubes alternaram a liderança em um jogo de xadrez tático. Após alguns tropeços, como a derrota por 3 a 1 para o Santos em casa, na 24ª partida, o Corinthians retomou a ponta em definitivo na 32ª rodada ao vencer o Avaí por 2 a 1 no Pacaembu, contando com o apoio incondicional de uma torcida que sentia o título próximo. A vitória por 1 a 0 sobre o Figueirense no Orlando Scarpelli, no 37º jogo, encaminhou a conquista.

A rodada final, no dia 4 de dezembro, foi carregada de um simbolismo eterno. Horas antes do clássico decisivo contra o Palmeiras, o Brasil se despedia de Sócrates, um dos maiores ídolos da história do clube. Antes ao apito inicial no Pacaembu, jogadores e torcedores prestaram uma homenagem emocionante, erguendo o punho cerrado em silêncio, repetindo o gesto icônico que o Doutor fazia nas comemorações de gol.

Em campo, o Corinthians jogou com o regulamento embaixo do braço. O empate em 0 a 0 no Derby foi o suficiente para garantir os 71 pontos e o pentacampeonato Brasileiro, já que o Vasco também não passou de um empate com o Flamengo e ficou com 69. A conquista de 2011 foi o fim de um jejum de seis anos sem títulos brasileiros e o alicerce para o ano perfeito que viria a seguir, com a conquista inédita da Libertadores e o bicampeonato do Mundial de Clubes.

A campanha do Corinthians:
38 jogos | 21 vitórias | 8 empates | 9 derrotas | 53 gols marcados | 36 gols sofridos


Foto Miguel Schincariol/Placar

Fluminense Campeão Brasileiro 2010

A taça do Campeonato Brasileiro seguiu no Rio de Janeiro em 2010, em uma das maiores reviravoltas da história do futebol nacional. Apenas um ano após escapar do rebaixamento com 99% de chances matemáticas de queda, o Fluminense encerrou um jejum de 26 anos e faturou seu terceiro título brasileiro. Sob o comando de Muricy Ramalho e a genialidade de Darío Conca, o Tricolor das Laranjeiras superou uma disputa frenética contra Corinthians e Cruzeiro.

A trajetória começou com um tropeço diante do Ceará, por 1 a 0 no Castelão, mas o time rapidamente encontrou seu equilíbrio. O Fluminense assumiu a liderança pela primeira vez na 10ª rodada, ao vencer o Cruzeiro por 1 a 0 em casa, iniciando um revezamento constante no topo da tabela. O campeonato foi marcado por um equilíbrio entre Corinthians, Cruzeiro e Fluminense, alternavam a ponta quase a cada rodada, transformando o certame em uma batalha de nervos.

Um marco daquela campanha foi a mudança de casa. Com o fechamento do Maracanã para as obras da Copa do Mundo de 2014, o Flu adotou o Engenhão como sua nova fortaleza a partir da 20ª rodada. Mesmo com a troca de ares e confrontos diretos desgastantes, como a derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro em Uberlândia, o Time de Guerreiros se manteve firme no pelotão de frente.

Se Muricy era a mente estratégica no banco, Darío Conca era o motor em campo. O meia argentino manteve um nível técnico altíssimo do início ao fim. Além dele, a segurança de Gum na zaga e o faro de gol de Emerson Sheik e Fred no ataque foram fundamentais para sustentar o fôlego tricolor até o fim do campeonato.

A definição do título foi dramática. Na 35ª rodada, um empate em 1 a 1 contra o Goiás, no Rio de Janeiro, parecia ter entregue a taça ao Corinthians. No entanto, o Fluminense retomou a ponta na rodada seguinte com uma goleada de 4 a 1 sobre o São Paulo em Barueri.

Nas duas partidas restantes, o Tricolor mostrou maturidade. Na 37ª rodada, venceu por 2 a 1 o Palmeiras, de virada, na Arena Barueri. No último jogo, em um Engenhão pulsante, um gol solitário de Emerson Sheik contra o Guarani garantiu a vitória por 1 a 0 e o título nacional. O Fluminense encerrou a competição com 71 pontos, coroando uma campanha de superação absoluta. O clube que no ano anterior estava fadado ao inferno da zona de rebaixamento, chegava depois ao céu do tricampeonato brasileiro.

A campanha do Fluminense:
38 jogos | 20 vitórias | 11 empates | 7 derrotas | 62 gols marcados | 36 gols sofridos


Foto Buda Mendes/Getty Images