quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Corinthians Campeão Brasileiro 2017

A primeira força do Brasil. Mais uma vez, o Corinthians levanta a taça do Brasileirão. No feriado de Proclamação da República, o Alvinegro conquistou o sétimo Campeonato Brasileiro de sua história, com três rodadas de antecedência. Com a conquista, o Timão se isolou como o maior campeão na era dos pontos corridos, com quatro taças (2005, 2011, 2015 e 2017). A campanha do Timão foi ótima desde o começo. Líder a partir da quinta rodada, passou 20 rodadas sem perder, com 17 vitórias e três empates. No começo do segundo turno, a conquista chegou a ficar em dúvida. Depois de uma sequência de resultados ruins, o Corinthians viu o Palmeiras encurtar a distância para apenas cinco pontos. Mas no clássico, o Alvinegro se impôs, venceu por 3x2 e deu um passo fundamental rumo ao título, sacramentado na partida contra o Fluminense, na Arena Corinthians, pelo placar de 3x1.


Foto Heitor Feitosa/Placar/Divulgação

sábado, 4 de novembro de 2017

Grêmio Campeão da Copa do Brasil 2016

O Rei de Copas. Esta é a alcunha que o Grêmio conquistou ao levantar a taça do penta da Copa do Brasil, em 2016., e após aguentar um jejum de 15 anos sem taças importantes.
O Grêmio começou a disputa na competição diretamente nas oitavas de final, por ter participado da Libertadores ao mesmo tempo. O primeiro adversário foi o Atlético-PR. Começou vencendo por 1 a 0 em Curitiba, mas perdeu pelo mesmo placar em Porto Alegre. Nos pênaltis, o time gaúcho errou menos (foram 16 cobranças) e venceu por 4 a 3. Nas quartas de final, foi a vez de enfrentar o Palmeiras. Venceu a partida de ida na Arena por 2 a 1 e segurou empate em 1 a 1 em São Paulo. Na semifinal, jogou contra outro especialista em Copas, o Cruzeiro. Após vencer por 2 a 0 em Minas Gerais, manteve o empate sem gols no Rio Grande do Sul.
A final foi contra o outro grande mineiro, o Atlético-MG. Na volta para o Mineirão, uma atuação inesquecível de Pedro Rocha, que fez dois gols e foi expulso. Everton completou a vitória por 3 a 1. Mas, entre a ida e a volta, uma tragédia abateu o futebol brasileiro. A queda do avião da Chapecoense, que vitimou 71 pessoas, adiou em uma semana a disputa da partida na Arena do Grêmio. Em meio a homenagens ao time catarinense, o Tricolor gaúcho voltou a empatar, em 1 a 1 - gol marcado por Miller Bolaños. Assim, Grêmio chegou ao seu quinto título da Copa do Brasil.


Foto Jeferson Guareze/AGIF

Palmeiras Campeão da Copa do Brasil 2015

Em uma inédita final decidida nos pênaltis, o Palmeiras conquistou o tricampeonato da Copa do Brasil, em 2015. Nas 13 partidas que disputou, o Verdão fez oito vitórias, três empates e duas derrotas.
O Alviverde começou a competição contra o Vitória da Conquista da Bahia. A vitória por 4 a 1 fora de casa evitou a partida de volta. Na fase seguinte, o adversário foi o Sampaio Corrêa. No Maranhão houve empate, mas em São Paulo o Palmeiras aplica 5 a 1 e avança. Na terceira fase, contra o ASA de Alagoas, o empate em 0 a 0 em casa foi um susto. Com vitória fora de casa pelo placar mínimo, o clube paulista se classifica. Nas oitavas de final, duas vitória sobre o Cruzeiro. Nas quartas, o encontro com o Internacional. Após empate em Porto Alegre, a vitória apertada por 3 a 2 colocou o Verdão na semifinal. A primeira derrota do Palmeiras foi no Maracanã, contra o Fluminense. O resultado de 2 a 1 foi devolvido em São Paulo, e nos pênaltis o time alviverde se classifica para a final, diante do Santos.
A ida foi na Vila Belmiro, mas acabou com derrota por 1 a 0. Com quase 40 mil pessoas no Allianz Parque, o Alviverde conseguiu a vitória por 2 a 1, com gols de Dudu, e a decisão foi para os pênaltis – a primeira em finais. Tendo Fernando Prass e Dudu como destaques, o Palmeiras chegou ao tricampeonato do torneio ao vencer por 4 a 3, com direito a uma defesa e o gol derradeiro do goleiro.


Foto Rafael Ribeiro/CBF

Atlético-MG Campeão da Copa do Brasil 2014

Com históricas viradas de confrontos, o Atlético Mineiro se tornou campeão pela primeira vez da Copa do Brasil, na edição de 2014.
Por ter participado da Libertadores da América no primeiro semestre daquele ano, o Atlético entrou na Copa do Brasil já na fase das oitavas de final, quando eliminou o Palmeiras com duas vitórias: 1 a 0 e 2 a 0. Nas quartas de final, o adversário foi o Corinthians. Depois de perder na ida por 2 a 0 e sair atrás no jogo de volta, no Mineirão, o Atlético conseguiu uma grande virada ao vencer por 4 a 1. Na semifinal, o time do técnico Levir Culpi repetiu o feito. Perdeu para o Flamengo na primeira partida por 2 a 0, saiu atrás na volta, no Mineirão, e novamente goleou por 4 a 1.
A final reservou o grande clássico mineiro contra o Cruzeiro. E quem diria, foi menos complicado que os jogos anteriores. No primeiro jogo, no Independência, vitória alvinegra por 2 a 0. Com esta vantagem, o Galo voltou como visitante ao Mineirão. Apesar de o Cruzeiro ter a maior necessidade de marcar gols, quem dominou foi o Atlético, que nos acréscimos do primeiro tempo marcou o gol do título, com Diego Tardelli, que recebeu cruzamento de Dátolo e marcou o seu único gol na competição: 1 a 0 e Galo campeão. Na campanha de oito jogos, foram seis vitórias, duas derrotas, 14 gols marcados e seis sofridos.


Foto Juliana Flister/DomTotal

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Flamengo Campeão da Copa do Brasil 2013

O Flamengo conquistou sua terceira Copa do Brasil em 2013. O título chegou para mudar o ambiente de crise. O interino Jaime de Almeida assumira a equipe no lugar de Mano Menezes. O Fla venceu 11 das 14 partidas que disputou.
A campanha começou contra o Remo na primeira fase. Com duas vitórias, o Rubro-Negro avançou. Na segunda fase foi a vez de enfrentar o Campinense da Paraíba. Mas duas vitórias e a classificação para a terceira fase. A sequência continuou sensacional, e mais dois triunfos contra o ASA de Alagoas deram a vaga para as oitavas de final. Contra o Cruzeiro, a única derrota foi na ida em Minas Gerais, por 2 a 1. Na volta, 1 a 0 bastou para a classificação flamenguista. Nas quartas de final, contra o Botafogo, empate no primeiro jogo e goleada por 4 a 0 no segundo. Na semifinal, duas vitórias por 2 a 1 sobre o Goiás colocaram o Mengão na final.
Contra o Atlético-PR, o Flamengo saiu perdendo, mas empatou em 1 a 1 na ida, na Vila Capanema. Na volta, no Maracanã, demorou para o gol sair. Elias e Hernane Brocador marcaram o 2 a 0 depois dos 43 minutos da etapa final. Importante na campanha do tri, o Maracanã havia sido liberado após a disputa da Copa das Confederações. E o reencontro da torcida com a casa foi a química perfeita para o Flamengo. Foram quatro jogos no estádio, com média de público acima de 50 mil torcedores.


Foto Alexandre Loureiro/Placar

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Palmeiras Campeão da Copa do Brasil 2012

O bicampeonato da Copa do Brasil da Palmeiras foi marcante. Mais do que a campanha invicta, o título representou a quebra de um jejum de 12 anos sem títulos nacionais.
A caminhada alviverde na competição começou diante do Coruripe de Alagoas. O Verdão venceu a ida e conquistou a classificação para a próxima fase com triunfo também na volta. Na fase seguinte, o adversário foi o Horizonte do Ceará. O Palmeiras venceu por 3 a 1 fora de casa e eliminou o segundo jogo. Nas oitavas de final, o clube palestrino passou pelo Paraná com duas vitórias. Na sequência, nas quartas, o Atlético-PR foi o adversário. Os paulistas seguraram empate no primeiro encontro e venceram em casa no segundo. Na semifinal, o Palmeiras passou pelo Grêmio em confrontos antológicos. Já na reta final da partida, no Olímpico, a equipe saiu com 2 a 0. Na volta, os paulistas seguraram o 1 a 1 e avançaram.
Na final, o adversário foi o Coritiba. No primeiro jogo em Barueri, Valdívia marcou de pênalti e Marcos Assunção cobrou falta na cabeça de Thiago Heleno, garantindo vantagem de 2 a 0. No Couto Pereira, o adversário abriu o placar e deixou o Verdão ligado. Marcos Assunção novamente apareceu e ajudou a encaminhar a conquista. Ele cobrou falta com maestria e Betinho marcou de cabeça. Palmeiras bicampeão da Copa do Brasil.


Foto Miguel Schincariol/Placar

Vasco Campeão da Copa do Brasil 2011

O Vasco da Gama não conquistava um título em competições nacionais há 11 anos, quando finalmente venceu a Copa do Brasil, em 2011. Foi uma campanha com cinco vitórias, cinco empates e apenas uma derrota.
O Vasco iniciou a trajetória na competição com goleada por 6 a 1 no Comercial do Mato Grosso do Sul, eliminando o duelo da volta. Na segunda fase, empatou com o ABC fora de casa, mas garantiu a classificação com o triunfo na segunda partida. Nas oitavas de final, o Gigante da Colina foi com tudo para os Aflitos e venceu por 3 a 0 o Náutico. No duelo de volta, nada de gols em São Januário. O adversário na fase seguinte foi o Atlético-PR e o Cruzmaltino passou com dois empates. Na semifinal, o time começou com tropeço em casa: empate com o Avaí. Na volta, Diego Souza botou a Cruz de Malta na decisão ao conduzir a equipe ao triunfo.
A final inesquecível diante do Coritiba começou com vitória em casa, pela vantagem magra. O time comandado pelo técnico Ricardo Gomes garantiu o resultado positivo com gol marcado pelo atacante Alecsandro. O goleiro Fernando Prass e os meias Bernardo e Diego Souza, tiveram boas atuações e foram fundamentais para a vitória. No duelo da volta, novamente Alecsandro e Eder Luis, com um chutaço de longe, garantiram o título mesmo com a derrota por 3 a 2.


Foto Hedeson Alves/Gazeta do Povo/AE

Santos Campeão da Copa do Brasil 2010

Liderado por Neymar, Ganso e Robinho, o Santos Clube conquistou o título inédito em 2010 e entrou para o grupo dos campeões da Copa do Brasil. Para levantar o troféu, o Peixe contou com um futebol ofensivo durante as 11 partidas. O artilheiro do time na competição foi ninguém menos que Neymar. Com apenas 18 anos de idade, o menino fez 11 gols.
Na estreia, o Santos superou o Naviraiense do Mato Grosso do Sul, mas não conseguiu evitar o jogo de volta. Na Vila Belmiro, o Peixe não perdoou, venceu por 10 a 0. Na fase seguinte, o Santos eliminou o duelo de volta ao bater o Remo por 4 a 0 no Mangueirão. Na sequência, os meninos da Vila despacharam o Guarani ao golear por 8 a 1 na ida e perder por 3 a 2 no Brinco de Ouro. Pelo mesmo placar, o time santista saiu atrás no confronto com o Atlético-MG, mas reverteu a desvantagem ao vencer na Vila. Na semifinal, a história se repetiu e a classificação veio após a derrota por 4 a 3 para o Grêmio, em Porto Alegre, e o triunfo por 3 a 1 em casa.
Santos e Vitória decidiram o título da Copa do Brasil. Com gols de Marquinhos e Neymar, o Peixe saiu na frente da disputa e levou uma boa vantagem para a grande final em Salvador. Mesmo com a derrota por 2 a 1 no Barradão, o time santista se sagrou campeão do torneio nacional pela primeira vez.


Foto Vaner Casaes/Agência Estadão

Corinthians Campeão da Copa do Brasil 2009

No dia 1º de julho de 2009, o Corinthians conquistava o tricampeonato da Copa do Brasil. Vencedor em 1995 e 2002, o Timão repetiu a dose e levou o troféu do torneio nacional.
A campanha do terceiro título da história do Timão na Copa do Brasil – com cinco vitórias, quatro empates e uma derrota – teve início na vitória por 2 a 0 contra o Itumbiara de Goiás. O duelo foi marcado pela estreia de Ronaldo Fenômeno com a camisa alvinegra. Assim como na primeira fase, o Corinthians eliminou o jogo de volta contra o Misto do Mato Grosso do Sul, ao vencer por 2 a 0 em Campo Grande. O Atlético-PR foi o adversário nas oitavas. O Timão perdia o jogo por 3 a 0 até os 41 minutos do segundo tempo na Arena da Baixada, mas reagiu com dois gols. No Pacaembu, a vitória por 2 a 0, com dois gols de Ronaldo, sacramentou a vaga nas quartas de final. Na sequência da competição, o Alvinegro despachou o Fluminense com duas vitórias nas quartas e o Vasco com dois empates na semifinal, assim alcançando a final, contra o Internacional.
Após vencer o primeiro jogo por 2 a 0 no Pacaembu – gols de Jorge Henrique e Ronaldo –, o Corinthians segurou o empate em 2 a 2 com o time gaúcho no Beira-Rio e soltou o grito de campeão pela terceira vez na Copa do Brasil.


Foto Edu Andrade/Gazeta Press

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Sport Campeão da Copa do Brasil 2008

Foram 12 duelos e muita luta para o torcedor do Rubro-Negro Pernambucano poder finalmente soltar o grito de campeão na Copa do Brasil.
A caminhada do Sport começou fora de casa, com um empate diante do Imperatriz do Maranhão Após o tropeço inicial, a equipe nordestina engatou três vitórias consecutivas: no jogo de volta e nos dois confrontos contra o Brasiliense, na fase seguinte. Nas oitavas de final, o Leão passou pelo primeiro grande desafio na competição: eliminou o Palmeiras. Depois de empatar com o time paulista no Palestra Itália, o Rubro-Negro venceu por 4 a 1 na Ilha do Retiro. No Beira-Rio, pelas quartas de final, derrota para o Internacional. Precisando vencer para seguir vivo na briga pelo título, os pernambucanos fizeram o dever de casa e venceram os gaúchos por 3 a 1.
Na semifinal, contra o Vasco, o Sport venceu a primeira partida por 2 a 0. No Rio de Janeiro, os cruzmaltinos reagiram e conquistaram a vitória pelo mesmo placar. Decisão nas penalidades e todas as cobranças pernambucanas no gol. Na final, mais um  desafio a ser construído: reverter em casa o placar de 3 a 1 aplicado pelo Corinthians na ida. Com gols de Carlinhos Bala e Luciano Henrique, o Leão fez o que precisava para conquistar a taça da competição. A virada heroica simbolizava a trajetória guerreira do time pernambucano.


Foto Marcos Michael/JC Imagem/AE



terça-feira, 31 de outubro de 2017

Fluminense Campeão da Copa do Brasil 2007

Depois de 23 anos sem conquistar um título em competições nacionais do grupo de elite, o Fluminense consagrava-se campeão da Copa do Brasil em 2007.
Com um início arrasador, o Fluminense venceu os três primeiros jogos da campanha. Na Primeira Fase, contra o Adesg do Acre, vitória fora de casa e goleada no Maracanã por 6 a 0. Diante do América-RN, na Segunda-Fase, mais uma vitória, dessa vez no Frasqueirão, por 2 a 1. No confronto de volta, veio o único revés da campanha: 1 a 0, insuficiente para o time do Rio Grande do Norte tirar a classificação da equipe carioca. No duelo entre tricolores pelas oitavas de final, dois empates, com o número de gols marcados na Fonte Nova garantindo a vaga dos cariocas sobre o Bahia. Nas quartas, empate no Maracanã contra o Atlético-PR e classificação conquistada na Arena da Baixada com vitória simples. Contra o Brasiliense, a torcida fez a diferença e o Tricolor venceu em casa. No jogo de volta, um empate e passaporte carimbado para a decisão.
Um dos nomes da conquista do Fluminense, Adriano Magrão se fez presente na final diante do Figueirense. No Maracanã, o atacante balançou as redes garantindo o empate.
No Orlando Scarpelli deu a assistência que resultou no gol de Roger e, por consequência, no inédito título da Copa do Brasil.


Foto Edison Vara/Placar

domingo, 29 de outubro de 2017

Flamengo Campeão da Copa do Brasil 2006

Em 2006, pela primeira vez a Copa do Brasil foi decidida por dois clubes do mesmo estado. O Flamengo conquistou o título de 2006 diante do Vasco. Com uma campanha de oito vitórias, três empates e uma derrota, o rubro-negro tornou-se bicampeão da competição.
o Flamengo iniciou a competição eliminando em dois jogos o ASA de Alagoas. Na segunda fase, duas vitórias diante do ABC de Natal. Nas oitavas de final, o Maracanã foi palco da vitória por 5 a 1 contra o Guarani, o que o garantiu na fase seguinte mesmo sendo derrotado em Campinas. Nas quartas, goleou o Atlético-MG em casa e ficou no empate no Mineirão. Quase imbatível, o Fla se garantiu na final ao vencer o Ipatinga na semifinal. Do outro lado, o Vasco eliminara outro rival local, o Fluminense, antes da final.
Assim, o Rio de Janeiro parou para assistir aos dois clássicos que decidiriam o título. E o bicampeonato rubro-negro foi encaminhado na primeira partida com uma boa vitória por 2 a 0, gols de Obina e Luizão.
Assim, na segunda partida as arquibancadas (superiores, pois as inferiores estavam em reformas) do Maracanã eram totalmente dominadas pela torcida do Flamengo, que comemorou mais uma vitória - 1 a 0, gol de Juan - e o título. Depois de bater na trave três vezes (1997, 2003 e 2004), o Flamengo tornava-se bicampeão.


Foto Fernando Soutello/AGIF/Gazeta Press

Paulista Campeão da Copa do Brasil 2005

Na Copa do Brasil de 2005, foi a terceira vez que um time camepão fora das capitais erguendo a taça no Rio de Janeiro. Após Juventude (1999) e Santo André (2004), a zebra da vez foi o Paulista de Jundiaí. E isto sem mencionar o fato do Galo do Japi ter sido o quarto campeão do interior brasileiro, contando a conquista do Criciúma (1991).
O Paulista iniciou a trajetória campeã com vitória e empate diante do Juventude. Na segunda fase, empatou os dois jogos com o Botafogo, se garantindo nas oitavas pela regra do gol fora de casa. Nas oitavas de final, foi ao Beira-Rio, onde perdeu por 1 a 0 para o Internacional. Na volta, devolveu o placar ao time gaúcho e avançou com vitória por 4 a 2 nos pênaltis, no Jayme Cintra. Nas quartas de final, novamente levou a classificação para as penalidades máximas, com a mesma sequência diante do Figueirense. Nos pênaltis, venceu por 3 a 1. Na semifinal, venceu o Cruzeiro em casa e perdeu no Mineirão. Com o resultado construído em Jundiaí, chegou à final.
A decisão foi contra o Fluminense. No primeiro jogo, muito nervosismo e gols apenas na segunda etapa. Márcio Mossoró fez 1 a 0 e Léo fechou a conta.
Com o Maracanã em obras, a decisão foi em São Januário e terminou em 0 a 0, coroando a campanha do Paulista, campeão da Copa do Brasil em 2005.


Foto Daryan Dornelles/Placar

sábado, 28 de outubro de 2017

Santo André Campeão da Copa do Brasil 2004

Na 16ª edição da Copa do Brasil, em 2004, ninguém comemorou mais do que o Santo André. O clube do ABC Paulista surpreendeu os outros 63 participantes e conquistou o inédito título.
O Ramalhão iniciou sua participação no torneio na primeira fase vencendo o Novo Horizonte de Goiás por 5 a 0. Na segunda fase, venceu o Atlético Mineiro, no jogo de ida, por 3 a 0, em casa, e perdeu por 2 a 0, no Mineirão. Nas oitavas de final, enfrentou o Guarani e empatou nos dois jogos – avançou devido ao critério de gols marcados fora. Pelas quartas de final, seu adversário foi o Palmeiras. No jogo de ida, empatou por 3 a 3, no Bruno Daniel. Na volta, empatou novamente mas dessa vez por 4 a 4. Diante de outra surpresa, o 15 de Novembro do Rio Grande do Sul, avançou na semifinal.
A final foi contra o Flamengo. Na primeira partida, no Parque Antarctica, o torcedor ramalhino assistiu o Flamengo abrir o placar no primeiro tempo. O time voltou empenhado para o segundo tempo e virou o placar. Mas, no final do jogo, veio o empate.
O Flamengo jogaria a decisão no Maracanã com a vantagem de dois gols feitos fora de casa e um com um público de 72 mil pessoas. No entanto, o Santo André venceu por 2 a 0, com gols de Sandro Gaúcho e Élvis, e faturou sua maior conquista nacional até hoje.


Foto Daryan Dornelles/Placar

Cruzeiro Campeão da Copa do Brasil 2003

Depois do Mineiro e antes do Brasileiro, o Cruzeiro faturou o tetra na Copa do Brasil de 2003, o melhor ano da história cruzeirense. Foram oito vitórias e três empates até o título.
No primeiro jogo do Cruzeiro, vitória por 4 a 2 diante do Rio Branco do Espírito Santo. Na fase seguinte, diante do Coríntians do Rio Grande do Norte, empate fora, e vitória por 7 a 0, no Mineirão. Nas oitavas de final, a Raposa bateu o Vila Nova nos dois confrontos. Diante do Vasco, nas quartas de final, vitória em casa, e empate fora. Na semifinal, venceu o Goiás em Goiânia e no Mineirão.
Na grande final, enfrentou o Flamengo. No primeiro jogo, com mais de 70 mil pessoas presentes, o Cruzeiro segurou o empate em 1 a 1, no Maracanã, com gol de letra de Alex.
Já no Mineirão, diante de quase 80 mil pessoas, Deivid abriu o placar logo no primeiro minuto de jogo. Aos 16 minutos, o colombiano Aristizábal marcou mais um. No final da primeira etapa, aos 28 minutos, o zagueiro Luisão fez o terceiro da Raposa e praticamente definiu a conquista. No segundo tempo, o time cruzeirense continuou pressionando a equipe rubro-negra e perdeu diversas chances de gol. Fernando Baiano ainda marcou pelo Flamengo. O 3 a 1 se manteve até o final da partida e o Cruzeiro conquistou seu quarto título da Copa do Brasil.


Foto Paulo Euler

Corinthians Campeão da Copa do Brasil 2002

Três dias depois de conquistar o Torneio Rio-São Paulo, o Timão foi campeão da Copa do Brasil pela segunda vez. O Corinthians venceu sete de 11 partidas disputadas.
Na primeira fase, o Timão enfrentou o River do Piauí, contra quem venceu os dois jogos. Na segunda fase, o Corinthians encarou o Americano do Rio de Janeiro, em Campos, e goleou os donos da casa por 6 a 2, avançando às oitavas do torneio sem precisar da partida de volta. Na fase seguinte, o Corinthians teve pela frente seu primeiro clássico nacional contra o Cruzeiro. No Morumbi, empate na primeira partida. Na volta, o Corinthians surpreendeu os mineiros em pleno Mineirão e venceu. Nas quartas de finais, o Timão eliminou o Paraná. Venceu a ida por 3 a 1 no Pacaembu e foi derrotado no jogo de volta por 1 a 0 no Pinheirão, mas passou pelo placar agregado. Nas semis, o Corinthians eliminou o rival São Paulo em dois confrontos no Morumbi. Na primeira partida, venceu por 2 a 0 e perdeu o jogo da volta por 2 a 1, alcançando a terceira final de sua história.
Na decisão, o Corinthians enfrentou o Brasiliense, um clube fundado há menos de dois anos. O atacante Deivid marcou os dois na vitória por 2 a 1 no Morumbi. Na Boca do Jacaré, em Taguatinga, o artilheiro marcou novamente no empate em 1 a 1 e garantiu o título alvinegro.


Foto Daniel Augusto Júnior/Agência Corinthians/Placar

Grêmio Campeão da Copa do Brasil 2001

Depois das conquistas de 1989, 94 e 97, o Grêmio em 2001 venceu pela quarta vez a Copa do Brasil que ao contrário das anteriores, não foi invicta. Isto no entanto, não diminuiu o brilho da conquista já que esta teve sabor de vingança. Em 1995, o Tricolor amargou no estádio Olímpico lotado uma derrota para o Corinthians que lhe tirou o título daquele ano.
Para chegar a final da Copa do Brasil, o Grêmio eliminou na primeira fase o Villa Nova de Minas Gerais, revertendo derrota no jogo de volta. Depois, foi a vez de buscar resultado contra o Santa Cruz. A partir das oitavas de final, nada de derrotas. Derrubou o Fluminense com vitória no Olímpico e empate no Maracanã. Nas quartas de final, venceu os dois jogos contra o São Paulo-SP. Na semifinal, foi a vez do Coritiba sentir o gosto da eliminação. Assim, chegou na final com o Corinthians.
A primeira partida no Olímpico foi tensa. O Grêmio empatou em 2 a 2 depois de estar perdendo por 2 a 0 no estádio Olímpico.
Precisando vencer na volta, o Tricolor teve atuação de luxo e bateu o time paulista em pleno Morumbi, com uma vitória incontestável por 3 a 1, gols de Marinho, Marcelinho Paraíba e Zinho. Com esta vitória o tricolor devolvia para o adversário a dolorosa sensação de perda como também tornou-se o primeiro tetracampeão.


Foto Alexandre Battibugli/Placar

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Cruzeiro Campeão da Copa do Brasil 2000

Em 2000, o Cruzeiro levou a melhor e garantiu seu terceiro título da Copa do Brasil. E invicto – com oito vitórias e cinco empates.
O Cruzeiro iniciou a competição eliminando o Gama do Distrito Federal. O adversário seguinte foi o Paraná, onde a Raposa venceu fora por 2 a 0 e, pelo regulamento, eliminou o confronto da volta. Na terceira fase, dois triunfos contra o Caxias. Nas oitavas de final, passou pelo Atlético-PR com vitória em casa, e empate no Paraná. Na fase seguinte, sofreu mas passou pelo Botafogo, e se garantiu na semifinal. Para se classificar à grande final, o Cruzeiro venceu o Santos.
O título veio com uma final histórica diante do São Paulo. No primeiro jogo, no Morumbi, a Raposa conseguiu neutralizar o ataque tricolor e segurou o empate sem gols.
Em Belo Horizonte, um jogo muito disputado. os gols só saíram no segundo tempo. O São Paulo saiu na frente com um gol de falta. Precisando então de dois tentos para ficar com o título, o Cruzeiro partiu para o ataque. Quando o jogo ia se aproximando do final, Müller tabelou com Fábio Júnior, que empatou e incendiou novamente o Mineirão. Aos 45, a virada histórica. Após confusão pelo posicionamento da barreira em cobrança de falta, Geovanni bateu forte, viu a barreira abrir e a bola parar no fundo do gol: 2 a 1 e o tricampeonato da Raposa.


Foto Arquivo/EM/D.A Press

Juventude Campeão da Copa do Brasil 1999

Um ano depois de se tornar campeão gaúcho, sendo o primeiro título de um time fora da dupla Grenal em 59 anos, o Juventude chegou lá também na Copa do Brasil, em 1999. Conhecido como o “Terror dos Gigantes”, o time de Caxias do Sul teve seis vitórias, quatro empates e apenas uma derrota.
Iniciou sua campanha diante do Guará do Distrito Federal, onde venceu por 5 a 1 e eliminou a partida de volta. Na segunda fase, perdeu para o Fluminense no Maracanã, mas avançou ao golear por 6 a 0 no Alfredo Jaconi. Nas oitavas, duas vitórias diante do Corinthians. O adversário seguinte foi o Bahia, onde empatou os dois jogos por 2 a 2. Nos pênaltis, avançou. Na semifinal, empatou sem gols com o Internacional, em casa, e aplicou 4 a 0 no time colorado em pleno Beira-Rio.
O Juventude encarou o Botafogo na final. Em Caxias do Sul, abriu dois gols de vantagem logo no primeiro tempo, com Fernando e Márcio Mixirica. Mas o time carioca descontou: 2 a 1.
No confronto decisivo, o Ju foi ao Maracanã contra 100 mil alvinegros empurrando o time da casa. Mas a equipe caxiense se mostrou firme na marcação. Com o passar do tempo, o rendimento carioca foi caindo, enquanto o Juventude estava mais perto da façanha. Lutando com todas as forças, segurou o 0 a 0 e conquistou seu maior título até hoje.


Foto Divulgação

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Palmeiras Campeão da Copa do Brasil 1998

O Palmeiras foi protagonista nos anos 90, vencendo três estaduais, dois brasileiros e a Copa do Brasil de 1998. Esta última conquista foi marcante, pois, após vencer tudo o que podia no Brasil, garantiu a vaga que possibilitou a conquista da América no ano seguinte.
O planejamento de Luiz Felipe Scolari era justamente esse. O time estreou com facilidade, superando o CSA de Alagoas na primeira fase. Na fase seguinte, uma igualdade no primeiro jogo frente ao Ceará deixou os palmeirenses apreensivos, porém um 6 a 0 no Palestra Italia acabou com qualquer dúvida. Nas oitavas de final, o primeiro grande susto. Derrota por 2 a 1 para o Botafogo no Maracanã. Apoiado pela torcida, o time conseguiu um suado 1 a 0 na partida de volta, e avançou graças ao gol fora de casa. Nas quartas, vitória fora de casa sobre o Sport e empate em casa. Contra o Santos na semifinal, dois empates classificaram o Alviverde novamente graças aos gols marcados fora de seus domínios.
Na final, enfrentou o Cruzeiro, algoz de 1996. Depois de perder por 1 a 0 no Mineirão, o Palmeiras faturou o título no Morumbi, com o primeiro gol por Paulo Nunes, logo no início da partida. Aos 44 minutos da etapa final, quando tudo indicava que o desfecho seria nos pênaltis, um chute sem ângulo de Oséas explodiu em alegria os palestrinos.


Foto Djalma Vassão/Gazeta Press

Grêmio Campeão da Copa do Brasil 1997

Após conquistar a Libertadores em 1995 e o Brasileirão em 1996, o Grêmio entrou na disputa da Copa do Brasil de 1997 com favoritismo. O Tricolor comemorou o título com emoção nunca antes igualada, porque o laurel consagrou um momento histórico e marcou o início de um novo ciclo na vida do clube.
Duas vitórias na primeira fase contra o Fortaleza garantiram a classificação para as oitavas de final. que veio na crista de uma reedição da fase final do Campeonato Brasileiro anterior, contra a Portuguesa, que perdeu no Olímpico e empatou no Canindé. Nas quartas, foi a vez de despachar o Vitória. A semifinal culminou no expressivo feito que dependeu da grande capacidade de superação do time gremista. Contra o Corinthians, em São Paulo, uma finalização foi necessária para o Grêmio vencer por 2 a 1 (o outro gol foi contra). Empate em Porto Alegre deixou ao Grêmio o caminho aberto para uma façanha histórica.
Na final com o Flamengo, empate em 0 a 0 no Olímpico, e 2 a 2 em pleno Maracanã com mais de 100 mil pessoas. Carlos Miguel foi o herói do empate. O time carioca nunca havia perdido título nacional no Rio de Janeiro, mas o Grêmio tinha a força uma equipe e o embalo de uma torcida que já havia mostrado que milagre existe. E isto bastou para que se tornasse tricampeão da Copa do Brasil.


Foto Divulgação/Grêmio FBPA

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Cruzeiro Campeão da Copa do Brasil 1996

Em 1996, a Copa do Brasil passou a ser disputada por 40 times. Entre eles, o Cruzeiro, que chegou ao segundo título da competição (conquistou a edição de 1993). Na campanha vitoriosa da Raposa, foram quatro vitórias, cinco empates e uma derrota nos dez jogos disputados.
A estreia do Cruzeiro na competição foi contra o Juventus do Acre. Empate fora e vitória em casa asseguraram vaga nas oitavas de final. O Vasco foi o adversário e a Raposa avançou após goleada por 6 a 2, no Rio de Janeiro, e empate em casa. Nas quartas de final, venceu o Corinthians por 4 a 0 na ida, e avançou mesmo perdendo no confronto da volta. A semifinal terminou com dois empates com o Flamengo. Com o 1 a 1 no Maracanã, o time celeste se garantiu na final com o 0 a 0 no Mineirão.
Na grande decisão, o Cruzeiro enfrentou o Palmeiras, favorito ao título com uma campanha de goleadas na Copa do Brasil e também no Campeonato Paulista. Na primeira partida da final, empate em 1 a 1, no Mineirão. No confronto decisivo, o time paulista abriu o placar logo aos cinco minutos. Mas, ainda no primeiro tempo, Roberto Gaúcho deixou tudo igual para a Raposa. Já no final da etapa complementar, Marcelo Ramos marcou o gol do bicampeonato e calou os quase 30 mil palmeirenses presentes no Parque Antarctica.


Foto Ricardo Corrêa/Placar

Corinthians Campeão da Copa do Brasil 1995

Após levar os títulos da Copa São Paulo de Juniores e do Paulistão, o Corinthians, em um ano espetacular, levantou o troféu da Copa do Brasil de 1995. A equipe venceu oito das dez partidas disputadas, inclusive as duas da final.
Em sua sétima edição, a Copa do Brasil contou com uma novidade no regulamento. Na fase preliminar e na primeira fase, a equipe visitante que vencesse a primeira partida por três gols ou mais de diferença se classificava, automaticamente, para a etapa seguinte.
E o Corinthians iniciou a disputa embalado. Na primeira fase, eliminou o Operário do Mato Grosso. Nas oitavas de final, o rival foi o Rio Branco do Acre. Com duas vitórias, o Timão chegou às quartas de final, onde enfrentaria o Paraná. Passou com empate no Sul e vitória em São Paulo. Na semifinal, duas vitórias diante do Vasco: 1 a 0 no Maracanã, e goleada por 5 a 0 no Pacaembu.
A decisão foi diante do Grêmio, então atual campeão da competição. No Pacaembu, a vitória foi por 2 a 1, com gols de Viola e Marcelinho Carioca.
Em Porto Alegre, o time paulista jogava pelo empate para ficar com a taça. A garantia do primeiro título veio com gol novamente dele, Marcelinho, que definiu o placar no Olímpico, no segundo tempo. Depois, foi só segurar a pressão gaúcha. Foi a primeira de três conquistas do Corinthians na Copa do Brasil.


Foto Edison Vara/Placar

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Grêmio Campeão da Copa do Brasil 1994

Das seis edições da Copa do Brasil disputadas até então, o Grêmio mostrou sua força copeira ao chegar em quatro finais. E foi em 1994 que o Grêmio chegou ao bicampeonato de forma impecável: seis vitórias e quatro empates. Como em 1989, o tricolor conquistou a Copa do Brasil invicto.
Foram treze gols a favor e apenas três contra, onde o Grêmio teve pela frente adversários de tradição. Na primeira fase, se vingou do Criciúma. Nas oitavas de final passou com tranquilidade pelo Corinthians e nas quartas venceu os dois jogos sobre o Vitória. Na semifinal, empate fora e vitória em casa contra o Vasco.
A final foi contra a forte e histórica equipe do Ceará. Um time que eliminou, entre outras, equipes como Palmeiras e Internacional.
No primeiro jogo das finais, em Fortaleza, um difícil empate em 0 a 0. Em 10 de agosto de 1994, a segunda partida da final contou com um estádio lotado de apaixonados gremistas que viam nesta decisão a possibilidade de disputar mais uma Libertadores. E o Grêmio não decepcionou seu torcedor. Logo aos 3 minutos o matador Nildo marcou de cabeça o gol do título, definindo o placar em 1 a 0. O Grêmio era mais uma vez Campeão da Copa do Brasil, garantindo sua participação na Libertadores de 1995, que seria conquista com méritos pelo tricolor.


Foto Edison Vara/Placar

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Cruzeiro Campeão da Copa do Brasil 1993

Depois de uma década pra ser esquecida – na qual venceu apenas dois estaduais, o Cruzeiro enfim voltava a vencer competições importantes. Começara a década vencendo a Supercopa em 1991 e 1992 e sonhava com uma volta à Libertadores. E o caminho mais curto era a Copa do Brasil.
Começou passando pela Desportiva Capixaba. Nas oitavas de final, sofreu mas bateu o Náutico. Nas quartas, derrubou o então campeão mundial São Paulo. E na semifinal não deu chances ao Vasco. A final seria contra o Grêmio, já em sua terceira no currículo.
No jogo de ida, 0 a 0 em Porto Alegre, ficando tudo para o Mineirão.Na volta, 70 mil foram ao estádio para prestigiar o time do Cruzeiro. A Raposa tinha que jogar com a cautela, pois um gol do Grêmio obrigaria o time de Minas a fazer dois, devido ao critério dos gols fora. Mas logo aos 12 minutos de jogo, Roberto Gaúcho chutou de longe e a bola passou no meio das pernas do goleiro gremista. Frangaço e 1 a 0 para o Cruzeiro no placar. Mas a vantagem durou pouco e, 13 minutos depois o Grêmio empatou, e o título estava nas mãos gaúchas. Mas logo na volta do intervalo, aos 20 segundos, Cleisson tranquilizou a torcida cruzeirense. O placar não se mexeria mais até o fim do jogo.
Festa em Minas: primeiro dos cinco títulos do Cruzeiro na Copa do Brasil.


Foto Divulgação/Placar

sábado, 21 de outubro de 2017

CSA Campeão Brasileiro Série C 2017

O CSA (e o estado de Alagoas) conseguiu o primeiro título nacional na sua história: o Brasileiro da Série C em 2017. E logo no primeiro ano depois do acesso da quarta divisão. Líder quase de ponta a ponta, o time alagoano terminou a primeira fase na segunda posição do grupo A, com o mesmo número de pontos que o Sampaio Corrêa (32), mas uma vitória a menos (9 a 8). Nas quartas de final, duas vitórias sobre o Tombense já valeram o acesso para a Série B de 2018. Na semifinal, venceu o São Bento nos pênaltis, e foi para a final contra o Fortaleza. No jogo de ida no Castelão, grande vitória por 2x1. Essa vantagem foi suficiente para o CSA segurar um 0x0 no Rei Pelé e comemorar seu histórico título. Os outros times citados no post (exceto o Tombense) também vão para a Série B no ano que vem).


Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Internacional Campeão da Copa do Brasil 1992

Foi em 1992 que o Inter conquistou o seu quarto título nacional, conferindo ainda mais grandeza ao clube colorado. A campanha na Copa do Brasil foi emocionante. Depois de eliminar o Muniz Freire do Espírito Santo na primeira fase, atropelou nas oitavas de final o Corinthians, em pleno Pacaembu, com uma goleada por 4 a 0. O Inter ainda enfrentou o Grêmio nas quartas. Os dois jogos acabaram em 1 a 1, com a decisão indo para os pênaltis. Das arquibancadas, os torcedores mandaram muita fé e confiança para dentro do campo. O resultado não poderia ser outro: 3 a 0 sobre o maior rival. Na semifinal, o Internacional foi superior ao Palmeiras e conquistou duas vitórias.
Na final, o time de Antônio Lopes enfrentou o Fluminense. Os cariocas levaram a primeira partida para as Laranjeiras e venceram com um placar apertado: 2 a 1. Mas ali surgiu uma revelação, Caíco, de 19 anos, autor de um gol espetacular.
Gol este que deu a vantagem ao Inter de vencer dentro do Beira-Rio por apenas um gol. Mais de 50 mil colorados vibravam nas arquibancadas, acreditando no time. Sem perder as esperanças, o time lutou até o final, quando foi recompensado. Aos 41 minutos do segundo tempo, Pinga sofreu pênalti. O zagueiro Célio Silva bateu forte e rasteiro, no meio do gol. Depois de muita luta, o Internacional era novamente dono do Brasil.


Foto Divulgação/Placar

Criciúma Campeão da Copa do Brasil 1991

O dia 2 de junho de 1991 entrou para a história do Criciúma e de Santa Catarina. Com um time sem estrelas ou craques renomados, mas entrosado, o Tigre se tornou campeão da Copa do Brasil.
Na enxuta campanha de dez jogos, cinco times foram eliminados pelo Criciúma, que terminou a competição invicto: o Ubiratan do Mato Grosso do Sul na primeira fase, o Atlético-MG nas oitavas de final, o Goiás nas quartas, o Remo na semifinal, e o Grêmio na final. Na decisão, a redenção foi ampliada pelo excesso de confiança que a imprensa gaúcha depositava no recém rebaixado time do Grêmio. A equipe gaúcha parecia franca favorita ao título e estava “a 180 minutos Libertadores”, como foi noticiado à época.
Só que na primeira partida da decisão, no Estádio Olímpico, a surpresa. Uma cabeçada fulminante do zagueiro Vilmar abriu o placar para os visitantes, que após o final da partida saíram comemorando o empate em 1 a 1.
Como a regra da Copa do Brasil dava vantagem para a equipe que marca gols fora de casa, o Tigre sequer precisou vencer ou marcar gols no Heriberto Hülse para erguer a taça.
E do banco de reservas saiu o principal nome da campanha vitoriosa. O técnico Luiz Felipe Scolari, que viria a se tornar o maior vencedor da Copa do Brasil, com quatro taças (1991, 1994, 1998 e 2012).


Foto Divulgação/Criciúma EC

Flamengo Campeão da Copa do Brasil 1990

O Flamengo conquistou seu primeiro título da Copa do Brasil logo em sua segunda edição. O veterano e multi-campeão meia Júnior comandou uma equipe jovem e de talento, com os colegas de setor Zinho, Aílton, Bobô, o goleiro Zé Carlos, e os atacantes Renato e Gaúcho.
Depois de bater com duas goleadas o Capelense de Alagoas na primeira fase, o candango Taguatinga com tranquilidade nas oitavas de final, o Bahia nas quartas e o Náutico na semifinal, a equipe dirigida por Jair Pereira enfrentou o Goiás na decisão.
O zagueiro Fernando fez o gol da vitória no jogo de ida, em Juiz de Fora (em uma quinta-feira à tarde, com pouco mais de dois mil torcedores no estádio Helenão), e com isso os rubro-negros jogariam pelo empate na partida decisiva, em Goiânia, na semana seguinte.
E foi mesmo com o empate que o título foi definido. Diante de mais de 45 mil pessoas no Serra Dourada, o Flamengo segurou o 0 a 0 que garantiu a conquista invicta: foram seis vitórias e quatro empates. O centroavante Gaúcho foi o artilheiro do time, com cinco gols anotados.
Esta foi a primeira conquista de Júnior em sua segunda passagem pelo Flamengo, após retorno da Itália, motivado pelo desejo de que seu filho o visse atuando com o manto rubro-negro.


Foto Divulgação/Placar

Grêmio Campeão da Copa do Brasil 1989

Com a criação da Copa do Brasil, em 1989, foi aberto outro caminho para a Libertadores: o vencedor assegurava uma vaga para a competição sul-americana. Foi concebido como um torneio eliminatório e constituído pelos times campeões e vice-campeões de cada estado brasileiro, no sistema de ida e volta (mata-mata).
O Grêmio derrubou na primeira fase o desconhecido capixaba Ibiraçu. Nas oitavas, os mato-grossenses do Mixto sequer foram para o jogo de volta. Nas quartas, o Bahia não resistiu. Um a um, os oponentes caíram, com o Grêmio chegando a conquistar algumas vitórias históricas sobre seus adversários, como o placar de 6 a 1 que o tricolor aplicou sobre o Flamengo na semifinal. O adversário da final era o Sport.
Na primeira partida o Grêmio soube conter a motivação dos pernambucanos e de sua torcida, garantindo um importante empate sem gols.
Na partida de volta, o Olímpico lotou para ver o Grêmio campeão e, para delírio dos mais 60 mil torcedores gremistas, o jogo terminou 2 a 1, com gols de Assis e Cuca. O Grêmio conquistava invicto o campeonato e novamente o Brasil via de perto a força da camiseta tricolor.
O primeiro título da Copa do Brasil era do Grêmio. Um pioneiro na conquista de glórias memoráveis, e que até hoje não foi superado em número de taças.


Foto Divulgação/Placar

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Santos-AP Campeão Amapaense 2017

Ninguém para o Santos do Amapá. Em um estadual de tiro curto, o Peixe da Amazônia precisou apenas de nove jogos para ser campeão de novo. Na primeira fase, liderou com nove pontos (três vitórias e duas derrotas). Depois, não perdeu mais. Eliminou na semifinal o Ypiranga com duas vitórias (2x0 e 1x0). Na final, o Santos enfrentou o Macapá. Na ida já encaminhou o título com 3x0 no placar. E na volta aumentou ainda mais o agregado, aplicando um sonoro 7x2 no adversário. Festa no Zerão para o sexto estadual santista, sendo este o penta na hegemonia do time (e a maior sequência do Brasil no momento).


Foto Divulgação/FAF


São Raimundo-RR Campeão Roraimense 2017

Mais uma vez deu São Raimundo em Roraima. Mesmo sendo o estadual mais curto do Brasil (apenas seis participantes), foi trabalhoso o caminho para a conquista. No primeiro turno, derrota nos pênaltis para o Baré (0x0, depois 5x4). No segundo turno as coisas se inverteram, e o São Raimundo venceu (2x1). Na finalíssima, um jogo emocionantes, com o Baré largando na frente, e o Pássaro Azul buscando o empate. Depois de um 3x3, outra decisão nas penalidades máximas. E dessa vez o São Raimundo foi mais eficiente, vencendo por 4x3. É o oitavo título roraimense do clube.


Foto Tércio Neto

Real Ariquemes Campeão Rondoniense 2017

Em Rondônia, a festa foi do Real Ariquemes. Venceu o primeiro turno do estadual com cinco vitórias e dois empates. Já classificado para a semifinal, puxou o freio no segundo turno, mas mesmo assim não perdeu nenhum jogo, vencendo dois e empatando cinco. Na semifinal, mais dois empates (2x2 e 0x0) com o Genus, vencendo na disputa por pênaltis (3x1). A final do Real foi contra o... Barcelona! Em "El Clásico" rondoniense, dois jogos truncados. A primeira partida em Ariquemes terminou 0x0. Na volta, em Vilhena, o gol demorou mas aconteceu, o Real venceu por 1x0 e comemorou seu primeiro título estadual.


Foto Divulgação/Real Ariquemes

Interporto Campeão Tocantinense 2017

O time do Interporto se sagrou campeão tocantinense pela quarta vez na história. Deixou para trás Gurupi, Paraíso e Capital e terminou na liderança do seu grupo. Na semifinal, eliminou com dois empates o Tocantinópolis (2x2 e 0x0, passando pelo gol fora de casa). Na final, venceu o Sparta por 2x0 nas duas partidas, em Porto Nacional e em Araguaína. Festa para o Tigre, campeão do Tocantins depois de três anos.


Foto Divulgação/Interporto EC

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Manaus Campeão Amazonense 2017

Entre os vários times que venceram o estadual pela primeira vez em 2017, o Manaus conseguiu o feito no Amazonas. Após uma primeira fase maluca, onde Nacional e Rio Negro perderam e recuperaram pontos no tribunal, o Gavião do Norte obteve a vaga na semifinal na última rodada, em terceiro lugar. Na semifinal, enfrentou o Fast. Venceu o primeiro jogo por 2x0 e segurou o 1x1 no segundo. Na final, contra o tradicional Nacional, saiu na frente na ida, com vitória por 1x0. Na volta, comemorou o título na Arena da Amazônia com outro empate por 1x1.


Foto Raiana Barreto/Antonio Assis/Jornal Extra


Altos Campeão Piauiense 2017

Pela primeira vez o time do Altos venceu o Campeonato Piauiense. Fundado em 2013, começou no estadual desse ano liderando o primeiro turno, mas perdendo a final para o Parnahyba. No segundo turno, ficou apenas na terceira posição. Na semifinal venceu o 4 de Julho, e na final derrotou o River. Na final geral, dois jogos contra o Parnahyba. No primeiro, em Parnaíba, vitória categórica por 3x0. No segundo, em Teresina, empate em 2x2 e o título para o Jacaré.


Foto Renan Morais/45Graus

Corumbaense Campeão Sul-Mato-Grossense 2017

Depois de 33 anos, o Corumbaense voltou a soltar o grito de campeão no Mato Grosso do Sul. Vice-líder do seu grupo, porém invicto (quatro vitórias e seis empates), o Carijó da Avenida eliminou um a um seus adversários no mata-mata. Nas quartas de final, passou pelo União ABC, da capital Campo Grande. Na semifinal, derrotou por 3x1 o tradicional Operário, após reverter derrota de 1x0. Na final, enfrentou o "descendente" do time anterior, o Novoperário. Na primeira partida no Morenão, empate em 1x1. Na volta, no Estádio Arthur Marinho, em Corumbá, o time da casa venceu pelo placar de 2x1, confirmando o segundo estadual na história do Corumbaense.


Foto Divulgação/Corumbaense FC

Atlético-AC Campeão Acriano 2017

Além do acesso para a Série C do Brasileiro, o Atlético-AC também conquistou o estadual em 2017. Defendendo a taça conquistada no ano anterior, o time ficou na segunda posição entre oito times da primeira fase. No hexagonal, foi o líder com cinco vitórias em cinco jogos, 12 gols marcados e nenhum sofrido. Na final, enfrentou o vencedor da fase inicial, o Rio Branco. Os dois jogos foram na Arena da Floresta. Na ida, derrota por 1x0 com o gol saindo aos 47 minutos do segundo tempo. Em desvantagem, o Atlético entrou na volta precisando vencer. E conseguiu, por 3x1, reverter o resultado e faturar seu oitavo título no Acre.


Foto Divulgação/Atlético-AC

Botafogo-PB Campeão Paraibano 2017

Na Paraíba, ninguém parou o Botafogo, O time chegou ao título estadual com todo o merecimento. Líder em 15 das 18 rodadas da primeira fase, avança para a semifinal contra o Atlético Cajazeirense. Duas vitórias (3x0 e 1x0) credenciaram o Belo para a grande final, contra o time do Treze. A vitória por 3x2 no Amigão, em Campina Grande, deixou o Botafogo tranquilo para a volta no Almeidão, em João Pessoa. O empate em 1x1 confirmou a 28ª taça para o time da capital.


Foto Divulgação/Botafogo FC

Cuiabá Campeão Mato-Grossense 2017

O Cuiabá recupera a hegemonia no Mato Grosso ao vencer o estadual em 2017. O caminho começou fácil, mas terminou complicado, porém com final feliz. Na primeira fase, o Dourado passou invicto, com seis vitória e dois empates. Na semifinal, enfrentou o Luverdense, que era defensor do título. Perdeu o primeiro jogo por 1x0 e devolveu o placar na volta. Nos pênaltis, venceu por 4x2. Na final, enfrentou o Sinop. A primeira partida na Arena Pantanal acabou 2x1 para o Cuiabá. Na volta no Gigante do Norte, derrota por 1x0 e outra vitória nos pênaltis, por 5x4. Campeão pela sétima vez.


Foto Pedro Lima/Gigantes Online

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Sampaio Corrêa Campeão Maranhense 2017

Depois de três anos, o Sampaio Corrêa voltou a conquistar o Campeonato Maranhense. No primeiro turno, o time ficou logo na primeira fase, e o Cordino foi o campeão. No segundo turno, as coisas melhoraram, e o Sampaio passou de fase na vice-liderança do seu grupo. Na semifinal, empatou com o Moto Club e enfrentou os tribunais, pois o time havia feito mais pontos que o rival (8 a 6), mas o Moto era o líder do outro grupo, e assim uma dupla interpretação do regulamento foi criada. No fim prevaleceu a pontuação, e o Sampaio Corrêa venceu o Cordino na final do returno. Na final geral, mais dois jogos contra a surpresa do interior. A Bolívia Querida venceu tanto em São Luís quanto em Imperatriz por 2x1 e levou o 33º título estadual.


Foto Divulgação/Sampaio Corrêa FC

CRB Campeão Alagoano 2017

O CRB chegou ao 30º título alagoano depois de liderar todas as fases. Na primeira, venceu cinco jogos, empatou quatro e só perdeu um. Na segunda fase foram cinco jogos, com quatro vitórias e um empate. Na semifinal, eliminou o Murici, com 1x1 fora e 2x1 em casa. Na final, enfrentou o maior rival, o CSA. Os dois jogos foram no Rei Pelé. A ida foi vencida por 1x0 e a volta por 3x2. Taça na mão do Galo da Pajuçara e tricampeão no grito da torcida.


Foto Aílton Cruz/Gazeta de Alagoas

domingo, 8 de outubro de 2017

Goiás Campeão Goiano 2017

Maior vencedor em seu estado, o Goiás levou o pela terceira vez na história um tricampeonato goiano. Líder do seu grupo na primeira fase, encarou o Atlético-GO na semifinal. Venceu por 2x1 na ida e empatou em 0x0 na volta. Na final, enfrentou o Vila Nova. Logo no primeiro jogo a conquista foi encaminhada, ao vencer por 3x0. O título foi comemorado na partida de volta, com vitória por 1x0 no Serra Dourada. É o 27º título estadual do Esmeraldino.


Foto Rosiron Rodrigues/Diário de Goiás

Sport Campeão Pernambucano 2017

O Sport venceu pela 41ª vez o Campeonato Pernambucano. Depois de ficar no terceiro lugar no hexagonal, enfrentou na semifinal o Náutico. Após vitória por 3x2 e empate em 1x1, enfrentou na final o Salgueiro, que tinha a melhor campanha. No primeiro jogo, apenas 1x1 na Ilha do Retiro. Mais de um mês depois, houve a partida de volta no Cornélio de Barros. Mesmo fora de casa, o Leão conseguiu a vitória por 1x0 e faturou o título estadual.


Foto Marlon Costa/Pernambuco Press

Operário-PR Campeão Brasileiro Série D 2017

O Operário de Ponta Grossa conseguiu um histórico acesso e o título do Brasileirão da Série D. Entrou na competição meio desacreditado, pois havia falhado na campanha do acesso estadual. Mas foi passando aos poucos pelos adversários. Venceu Brusque, XV de Piracicaba, São Paulo de Rio Grande, Desportiva-ES e Espírito Santo, até conseguiu a vaga na Série C de 2018 ao eliminar o Maranhão. Passou ainda pelo Atlético-AC na semifinal, antes de enfrentar o Globo na final. O Fantasma goleou por 5x0 em pleno Rio Grande do Norte. Em casa, derrota por 1x0, mas sem tirar a alegria pela conquista inédita.


Foto Lucas Figueiredo/CBF

sábado, 7 de outubro de 2017

Londrina Campeão da Primeira Liga 2017

O Londrina conquistou o título da Primeira Liga de 2017. E de maneira invicta. Apesar da competição ter durado dez meses, o Tubarão só precisou de seis jogos para ser campeão. Derrotou na primeira fase Figueirense, Avaí e Paraná. Enfrentou nas quartas de final o Fluminense. Venceu por 2x0 e partiu para a semifinal. Contra o Cruzeiro, levou dois gols, mas buscou o empate (2x2) e o derrotou nos pênaltis. Na final, o Londrina recebeu no Café o Atlético-MG. Após 0x0 no tempo normal, 4x2 para o Tubarão nos pênaltis e o título para o futebol paranaense.


Foto Gustavo Oliveira/Londrina EC

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Cruzeiro Campeão da Copa do Brasil 2017

A Copa é azul. O Cruzeiro enfim chega ao seu quinto título na Copa do Brasil, em 2017. Jogando todas as fases, eliminou Volta Redonda, São Francisco-PA, Murici-AL, São Paulo, Chapecoense, Palmeiras, Grêmio e Flamengo. Na reedição da final de 2003, foi um pouco mais tenso. Dois empates (1x1 e 0x0) com o time carioca fizeram a decisão ir para os pênaltis. E ali a Raposa não decepcionou, converteu todas as cobranças (5x3), podendo assim comemorar o pentacampeonato.


Foto Pedro Vilela/Getty Images

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Bahia Campeão da Copa do Nordeste 2017

O Bahia ergueu com justiça sua terceira taça da Copa do Nordeste. Líder do grupo B na primeira fase, o Tricolor deixou para trás Fortaleza, Altos do Piauí e Moto Club. Nas quartas de final, o Sergipe não foi páreo para o time baiano (4x2 e 3x0). Na semifinal, a grande alegria de eliminar o rival Vitória, depois de reverter a desvantagem de 1x2 na ida com o triunfo por 2x0 na volta. Na final, o encontro com o Sport em dois jogos apertados. Na Ilha do Retiro, empate por 1x1. Na Fonte Nova, 1x0 para o Bahia e a coroação.


Foto Felipe Oliveira/EC Bahia

Luverdense Campeão da Copa Verde 2017

O maior título da história de 13 anos do Luverdense é a Copa Verde de 2017. E essa conquista não poderia ter sido feita de melhor maneira: invicta. O LEC despachou nas oitavas de final o time do Ceilândia com duas vitórias. Nas quartas de final, eliminou o Rio Branco-ES com goleada e empate. O Rondoniense foi a vítima da semifinal com mais duas vitórias. E na final, foi a vez de passar pelo Paysandu. 3x1 na Arena Pantanal deu a tranquilidade para o Verdão segurar o 1x1 no Mangueirão e comemomar o título inédito.


Foto Divulgação/Luverdense EC

Paysandu Campeão Paraense 2017

O Paysandu conquistou o bicampeonato paraense em 2017. Líder de seu grupo na primeira fase, enfrentou e eliminou na semifinal o São Francisco (0x0 e 3x1). Na final, encontrou seu arquirrival, o Remo, e em dois jogos complicados, empatou a ida por 1x1 e venceu a volta por 2x1 com o gol da vitória aos 45 minutos do segundo tempo. Este é o 47º título estadual do Papão.


Foto Sidney Oliveira/Agência Pará