Cruzeiro Campeão Brasileiro 2014

Se o título de 2013 foi o despertar de uma nova era, o de 2014 foi a prova definitiva da força do Cruzeiro. Mantendo a base vitoriosa e o futebol ofensivo, a Raposa conquistou o tetracampeonato brasileiro com uma autoridade raramente vista. O time estabeleceu um recorde de permanência no topo até ali: foram 33 rodadas consecutivas na primeira posição.

A trajetória cruzeirense no Brasileirão começou com uma vitória por 2 a 1 sobre o Bahia fora de casa. Após perder o clássico mineiro para o Atlético-MG por 2 a 1 no Independência, na quarta rodada, o Cruzeiro se encontrou de vez. O time assumiu a liderança na sexta rodada, ao bater o Sport no Mineirão por 2 a 0, e de lá jamais saiu.

Nem mesmo a pausa de mais de um mês para a Copa do Mundo no Brasil foi capaz de quebrar o ritmo da equipe de Marcelo Oliveira. Enquanto outros clubes tentavam se reorganizar durante o hiato, o Cruzeiro voltou ainda mais entrosado, consolidando-se como um adversário indigesto.

O Cruzeiro soube administrar o desgaste físico e a pressão dos adversários. O momento de maior tensão ocorreu na 21ª rodada, quando o São Paulo ensaiou uma aproximação perigosa na tabela. No entanto, a Raposa reagiu com maturidade, voltando a ampliar a vantagem e transformando a reta final em uma contagem regressiva para a festa.

O elenco de 2014 funcionava como uma engrenagem perfeita, com destaques individuais que viviam o auge de suas carreiras. Everton Ribeiro e Ricardo Goulart era a dupla dinâmica que ditava o ritmo do campeonato, unindo criatividade e faro de gol. No ataque, Marcelo Moreno retornou ao clube para ser o homem gol, suprindo a necessidade de gols com eficiência a referência. Na defesa, Fábio mais uma vez garantiu a segurança embaixo das traves.

O título do Cruzeiro foi matematicamente selado na 36ª rodada, dentro de um Mineirão prestes a explodir. Sob muita chuva, a Raposa venceu o Goiás por 2 a 1, com gols de Ricardo Goulart e Everton Ribeiro, os símbolos daquela geração. 

A campanha de 2014 superou a do ano anterior em aproveitamento e em boa parte das estatísticas. Foram somados 80 pontos, quatro a mais do que em 2013 e dez a mais que o vice São Paulo. A equipe venceu 24 das 38 partidas disputadas, uma a mais em relação a temporada anterior.

A campanha do Cruzeiro:
38 jogos | 24 vitórias | 8 empates | 6 derrotas | 67 gols marcados | 38 gols sofridos


Foto Gustavo Theza/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo

Cruzeiro Campeão Brasileiro 2013

Exatamente dez anos após a histórica Tríplice Coroa, o Cruzeiro voltou a exercer uma dominância absoluta no cenário nacional, faturando o tricampeonato brasileiro em 2013 com uma rodagem impressionante. Sob o comando de Marcelo Oliveira, a Raposa montou um elenco extremamente equilibrado, revelando para o Brasil nomes como Everton Ribeiro e Ricardo Goulart.

No entanto, o brilho técnico em campo foi contrastado por uma das maiores polêmicas jurídicas do esporte brasileiro na era moderna: o Caso Héverton. Após o término da competição, o STJD puniu a Portuguesa com a perda de quatro pontos pela escalação irregular do meia Héverton na rodada final. A decisão rebaixou a equipe paulista e salvou o Fluminense da Série B. O Flamengo também foi punido em quatro pontos pela escalação irregular de André Santos, terminando perigosamente próximo à zona de descenso.

Alheio às turbulências de bastidores, o Cruzeiro iniciou o certame de forma avassaladora, goleando o Goiás no Mineirão por 5 a 0. Apesar de alguns tropeços iniciais contra rivais como Botafogo e Fluminense, o time encontrou sua identidade tática rapidamente. A briga pela liderança no primeiro turno foi brevemente disputada com o Botafogo, mas a Raposa logo assumiu o controle das ações e caminhou sozinho rumo à taça.

A partir da 16ª rodada, após vencer a Ponte Preta em Campinas por 2 a 0, o Cruzeiro tomou o primeiro lugar para não soltá-lo mais. O time se destacava pela intensidade, com um meio-campo criativo, laterais ofensivos, a segurança defensiva do goleiro Fábio e o poder de finalização de Borges e Dagoberto.

A arrancada cruzeirense no segundo turno foi implacável, não dando chances para perseguidores como Grêmio e Athletico-PR. O título matemático foi selado com quatro rodadas de antecedência, na 34ª jornada, com uma vitória autoritária por 3 a 1 sobre o Vitória, no Barradão.

O Cruzeiro encerrou a campanha com estatísticas dignas de um campeão absoluto. Foram somados 76 pontos ao longo das rodadas, 11 a mais em relação ao vice Grêmio. Em 38 jogos, a Raposa obteve 23 vitórias. O time apresentou o futebol mais plástico e eficiente do país, servindo de base para o título que seria repetido no ano seguinte. A conquista de 2013 foi o fim de um jejum de uma década e o nascimento de uma nova hegemonia celeste que encantou o Brasil pela qualidade técnica.

A campanha do Cruzeiro:
38 jogos | 23 vitórias | 7 empates | 8 derrotas | 77 gols marcados | 37 gols sofridos


Foto Eduardo Martins/Agência A Tarde/Estadão Conteúdo

Fluminense Campeão Brasileiro 2012

O Brasileirão de 2012 repetiu a estratégia de colocar os clássicos regionais na última rodada do campeonato. No entanto, a disputa pela taça não precisou chegar aos minutos finais. Com um elenco estelar liderado por Deco, Thiago Neves e o artilheiro Fred, o Fluminense dominou a competição quase de ponta a ponta, conquistando o tetracampeonato com uma autoridade que contrastou com o sufoco visto em 2010.

A trajetória tricolor começou com um cartão de visitas de peso: vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians, então campeão brasileiro e prestes a conquistar a Libertadores, em pleno Pacaembu. A partir daí, o Fluminense construiu uma sequência invicta de 11 partidas, baseada em um sistema defensivo fortíssimo protegido pelo goleiro Diego Cavalieri.

Embora o primeiro turno tenha sido dominado pelo Atlético-MG de Ronaldinho Gaúcho, o Fluminense manteve-se à espreita, ocupando a vice-liderança e aguardando o momento de dar o bote. A única derrota na primeira metade do certame foi na 12ª rodada, por 1 a 0 para o Grêmio no Olímpico, evidenciando a consistência do time de Abel Braga.

O momento da virada para o Fluminense ocorreu na 22ª rodada. Ao vencer o Santos por 3 a 1 no Engenhão, o Tricolor ultrapassou o Atlético-MG e assumiu a liderança para não soltá-la mais. Nas 16 rodadas finais, o Flu demonstrou uma maturidade tática impressionante, administrando a vantagem e frustrando as tentativas de aproximação dos mineiros e também do Grêmio, que seguiu como terceiro colocado.

A consagração matemática veio com três rodadas de antecedência, na 35ª jornada. Em um jogo dramático no Estádio Prudentão, em Presidente Prudente, o Fluminense venceu o já rebaixado Palmeiras por 3 a 2, com dois dos gols do título marcados por Fred, o grande craque e artilheiro daquela edição com 20 gols. A taça foi entregue na 37ª rodada, no empate por 2 a 2 com o Cruzeiro no Engenhão.

O Fluminense fechou o ano com uma campanha irretocável: 77 pontos, 22 vitórias e apenas cinco derrotas em 38 jogos. Foi a coroação de um grupo que uniu o talento técnico de seus meias à letalidade de um centroavante que vivia o auge de sua carreira, colocando o Rio de Janeiro novamente no topo do futebol nacional.

A campanha do Fluminense:
38 jogos | 22 vitórias | 11 empates | 5 derrotas | 61 gols marcados | 33 gols sofridos


Foto Ricardo Ayres/Photocamera

Corinthians Campeão Brasileiro 2011

O Campeonato Brasileiro de 2011 manteve a fórmula consolidada dos pontos corridos, mas trouxe uma inovação estratégica: a última rodada seria composta exclusivamente por clássicos estaduais, visando evitar facilitações e aumentar a emoção. Em uma disputa ferrenha que se estendeu até o último minuto, o Corinthians superou o Vasco para erguer sua quinta taça nacional.

Sob o comando de Tite, o Corinthians começou a competição em ritmo de campeão. A estreia com vitória por 2 a 1 sobre o Grêmio no Olímpico deu o tom de uma equipe que priorizava a solidez defensiva e a eficiência coletiva. O ponto alto do primeiro turno foi a goleada de 5 a 0 sobre o São Paulo no Pacaembu, um resultado que impulsionou o time à liderança a partir da sétima rodada.

O Timão manteve uma invencibilidade impressionante até a 11ª rodada, quando levou 1 a 0 do Cruzeiro em casa. Liderado em campo por Paulinho, Ralf e Emerson Sheik, o Corinthians virou o turno no topo, ostentando a regularidade que se tornaria a marca registrada da Era Tite.

O segundo turno reservou uma luta implacável com o Vasco, campeão da Copa do Brasil daquele ano. Entre a 24ª e a 31ª rodada, os dois clubes alternaram a liderança em um jogo de xadrez tático. Após alguns tropeços, como a derrota por 3 a 1 para o Santos em casa, na 24ª partida, o Corinthians retomou a ponta em definitivo na 32ª rodada ao vencer o Avaí por 2 a 1 no Pacaembu, contando com o apoio incondicional de uma torcida que sentia o título próximo. A vitória por 1 a 0 sobre o Figueirense no Orlando Scarpelli, no 37º jogo, encaminhou a conquista.

A rodada final, no dia 4 de dezembro, foi carregada de um simbolismo eterno. Horas antes do clássico decisivo contra o Palmeiras, o Brasil se despedia de Sócrates, um dos maiores ídolos da história do clube. Antes ao apito inicial no Pacaembu, jogadores e torcedores prestaram uma homenagem emocionante, erguendo o punho cerrado em silêncio, repetindo o gesto icônico que o Doutor fazia nas comemorações de gol.

Em campo, o Corinthians jogou com o regulamento embaixo do braço. O empate em 0 a 0 no Derby foi o suficiente para garantir os 71 pontos e o pentacampeonato Brasileiro, já que o Vasco também não passou de um empate com o Flamengo e ficou com 69. A conquista de 2011 foi o fim de um jejum de seis anos sem títulos brasileiros e o alicerce para o ano perfeito que viria a seguir, com a conquista inédita da Libertadores e o bicampeonato do Mundial de Clubes.

A campanha do Corinthians:
38 jogos | 21 vitórias | 8 empates | 9 derrotas | 53 gols marcados | 36 gols sofridos


Foto Miguel Schincariol/Placar

Fluminense Campeão Brasileiro 2010

A taça do Campeonato Brasileiro seguiu no Rio de Janeiro em 2010, em uma das maiores reviravoltas da história do futebol nacional. Apenas um ano após escapar do rebaixamento com 99% de chances matemáticas de queda, o Fluminense encerrou um jejum de 26 anos e faturou seu terceiro título brasileiro. Sob o comando de Muricy Ramalho e a genialidade de Darío Conca, o Tricolor das Laranjeiras superou uma disputa frenética contra Corinthians e Cruzeiro.

A trajetória começou com um tropeço diante do Ceará, por 1 a 0 no Castelão, mas o time rapidamente encontrou seu equilíbrio. O Fluminense assumiu a liderança pela primeira vez na 10ª rodada, ao vencer o Cruzeiro por 1 a 0 em casa, iniciando um revezamento constante no topo da tabela. O campeonato foi marcado por um equilíbrio entre Corinthians, Cruzeiro e Fluminense, alternavam a ponta quase a cada rodada, transformando o certame em uma batalha de nervos.

Um marco daquela campanha foi a mudança de casa. Com o fechamento do Maracanã para as obras da Copa do Mundo de 2014, o Flu adotou o Engenhão como sua nova fortaleza a partir da 20ª rodada. Mesmo com a troca de ares e confrontos diretos desgastantes, como a derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro em Uberlândia, o Time de Guerreiros se manteve firme no pelotão de frente.

Se Muricy era a mente estratégica no banco, Darío Conca era o motor em campo. O meia argentino manteve um nível técnico altíssimo do início ao fim. Além dele, a segurança de Gum na zaga e o faro de gol de Emerson Sheik e Fred no ataque foram fundamentais para sustentar o fôlego tricolor até o fim do campeonato.

A definição do título foi dramática. Na 35ª rodada, um empate em 1 a 1 contra o Goiás, no Rio de Janeiro, parecia ter entregue a taça ao Corinthians. No entanto, o Fluminense retomou a ponta na rodada seguinte com uma goleada de 4 a 1 sobre o São Paulo em Barueri.

Nas duas partidas restantes, o Tricolor mostrou maturidade. Na 37ª rodada, venceu por 2 a 1 o Palmeiras, de virada, na Arena Barueri. No último jogo, em um Engenhão pulsante, um gol solitário de Emerson Sheik contra o Guarani garantiu a vitória por 1 a 0 e o título nacional. O Fluminense encerrou a competição com 71 pontos, coroando uma campanha de superação absoluta. O clube que no ano anterior estava fadado ao inferno da zona de rebaixamento, chegava depois ao céu do tricampeonato brasileiro.

A campanha do Fluminense:
38 jogos | 20 vitórias | 11 empates | 7 derrotas | 62 gols marcados | 36 gols sofridos


Foto Buda Mendes/Getty Images

Flamengo Campeão Brasileiro 2009

O Campeonato Brasileiro de 2009 foi o mais imprevisível e disputado desde que a fórmula de pontos corridos foi adotada. Em uma disputa de tirar o fôlego que envolveu Palmeiras, São Paulo e Internacional, o Flamengo ressurgiu das cinzas para conquistar sua sexta taça nacional. A campanha foi marcada por um início turbulento, uma troca de comando providencial e o brilho técnico de dois ídolos: Petkovic e Adriano.

O rubro-negro teve um começo irregular, estreando com derrota por 2 a 0 para o Cruzeiro em Belo Horizonte, depois sofrendo uma goleada de 5 a 0 para o Coritiba no Couto Pereira, na sexta rodada. O retorno de Adriano ao Flamengo aconteceu na quarta partida, marcando o gol da vitória por 2 a 1 sobre o Athletico-PR no Maracanã. A instabilidade tática do Fla persistiu até a 13ª rodada, culminando na demissão de Cuca e na efetivação de Andrade, auxiliar do clube e ídolo da década de 1980 com quatro títulos nacionais.

Andrade deu equilíbrio ao meio-campo e liberdade para Petkovic orquestrar as jogadas. Mesmo assim, o primeiro turno terminou com o Flamengo apenas em sétimo lugar, oito pontos atrás do líder Internacional. Naquela altura, o título parecia um duelo particular entre a equipe gaúcha e o Palmeiras, que assumiu a ponta na 21ª rodada e nela permaneceu por meses.

O destino do campeonato mudou na reta final. Enquanto o Palmeiras entrava em colapso técnico, o Flamengo iniciava uma série invicta impressionante após sofrer sua última derrota na 32ª rodada, por 2 a 0 para o Barueri em São Paulo. Entre vitórias épicas contra o próprio Palmeiras e o Atlético-MG, ambas por 2 a 0 e como visitante, o Fla foi escalando a tabela.

A liderança só foi alcançada na penúltima rodada, após uma vitória por 2 a 0 sobre o Corinthians, em Campinas. Na última rodada, um cenário raro: quatro times tinham chances matemáticas de título. O Internacional chegou a ser campeão virtual durante parte da tarde, enquanto goleava o Santo André, mas o Flamengo, em um Maracanã lotado, mostrou resiliência.

O jogo contra o Grêmio foi dramático. Os gaúchos saíram na frente, mas o Flamengo reagiu. Com gols dos zagueiros David Braz e Ronaldo Angelim, o Flamengo virou para 2 a 1, garantindo os 67 pontos necessários para o título. Adriano terminou como artilheiro (ao lado de Diego Tardelli) com 19 gols, e o rubro-negro voltou a celebrar o topo do Brasil após 17 anos de espera.

A campanha do Flamengo:
38 jogos | 19 vitórias | 10 empates | 9 derrotas | 58 gols marcados | 44 gols sofridos


Foto Eduardo Monteiro/Placar

São Paulo Campeão Brasileiro 2008

Mantendo a fórmula de sucesso, o Brasileirão de 2008 consolidou o domínio absoluto do São Paulo, rendendo ao clube o apelido de "Soberano". No entanto, ao contrário das edições de 2006 e 2007, a conquista do sexto título nacional foi marcada por uma superação dramática. Em um ano onde o futebol paulista sentia a ausência do Corinthians, que disputava a Série B, o Tricolor precisou de uma reação histórica para tirar uma vantagem que parecia irreversível.

A caminhada rumo ao hexa começou justamente contra o rival que seria o seu maior algoz na temporada: o Grêmio. Na estreia, uma derrota por 1 a 0 no Morumbi ligou o sinal de alerta. O time de Muricy Ramalho demorou a engrenar, acumulando empates nas primeiras rodadas.

Apesar de vitórias expressivas, como os 4 a 2 sobre o Flamengo no Maracanã e a goleada de 5 a 1 sobre o Atlético-MG em casa, o São Paulo encerrou o primeiro turno na quinta posição. Com 33 pontos, o Tricolor estava a oito pontos do líder Grêmio, que parecia caminhar firme para o título.

O segundo turno começou com um balde de água fria: uma nova derrota por 1 a 0 para o Grêmio, no Olímpico, na 20ª rodada, aumentou a distância para 11 pontos. Aquele revés, contudo, foi o último do São Paulo na competição. A partir dali, o time ficou 18 partidas sem perder, combinando a já conhecida solidez defensiva com um meio-campo liderado por Hernanes e o faro de gol de Hugo e Borges.

Enquanto o Grêmio perdia fôlego com tropeços sucessivos, o São Paulo empilhava vitórias. O momento da virada ocorreu na 33ª rodada, quando o Tricolor venceu o Internacional por 3 a 0 no Morumbi e, aproveitando o empate gaúcho contra o Figueirense, assumiu a liderança pela primeira vez no campeonato.

Diferente dos anos anteriores, o título foi decidido palmo a palmo até a rodada final. Na última partida, em um Estádio Bezerrão lotado em Brasília, com mando de campo do Goiás, o São Paulo precisava apenas de um empate. No entanto, o time garantiu a vitória por 1 a 0, com gol de Borges, confirmando o hexacampeonato.

Com 75 pontos, o São Paulo de 2008 entrou para a história ao se tornar o primeiro clube a vencer três edições seguidas na era dos pontos corridos, igualando o feito do Santos de Pelé na década de 1960. Foi a coroação da era Muricy Ramalho e a prova de que o Tricolor sabia sofrer tanto quanto sabia vencer.

A campanha do São Paulo:
38 jogos | 21 vitórias | 12 empates | 5 derrotas | 66 gols marcados | 36 gols sofridos


Foto Fernando Pilatos/Gazeta Press