Bragantino Campeão Brasileiro Série B 1989

A Divisão Especial de 1989 passou por uma mudança radical em sua estrutura. O número de equipes saltou de 24 para 96, unificando a segunda e terceira divisões. À exceção dos quatro rebaixados do Brasileirão de 1988, as outras 92 vagas foram preenchidas via campeonatos estaduais.

Semifinalista do Paulistão e comandado por um jovem técnico promissor chamado Vanderlei Luxemburgo, o Bragantino entrou na disputa com credenciais de favorito. A gigantesca primeira fase contou com 16 grupos de seis times cada. O Braga foi sorteado no Grupo J, enfrentando adversários de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Ao fim de dez rodadas, o time consolidou uma liderança absoluta: somou 18 pontos em uma campanha invicta, com oito vitórias e dois empates e uma folga de oito pontos sobre o vice-líder São José.

Os dois melhores de cada chave avançaram para o mata-mata, totalizando 32 clubes. Na segunda fase, o Massa Bruta enfrentou o Catanduvense. Venceu por 1 a 0 fora de casa e administrou a vaga com um empate em 1 a 1 em Bragança Paulista. Nas oitavas de final, o duelo foi contra o Juventus. Duas vitórias confirmaram a superioridade alvinegra: 1 a 0 na Rua Javari e 3 a 2 no Marcelo Stéfani.

Nas quartas de final, o desafio contra o Criciúma marcou a única derrota do Bragantino na competição, por 1 a 0 no Heriberto Hülse. No jogo de volta, entretanto, o Braga foi soberano e reverteu o placar com um contundente 3 a 0.

Na semifinal, o confronto mais equilibrado foi contra o Remo. Após dois empates sem gols, tanto em Belém quanto em Bragança Paulista, a decisão foi para os pênaltis. O Bragantino venceu por 4 a 1, consolidando o acesso para a elite nacional de 1990.

Na final, o Bragantino reencontrou o conhecido São José, que eliminou Botafogo-SP, XV de Piracicaba, Juventude e Catuense. No primeiro duelo, no Estádio Martins Pereira, em São José dos Campos, o Braga venceu por 1 a 0. No jogo de volta, no Marcelo Stéfani, o time de Luxemburgo voltou a triunfar, desta vez por 2 a 1, garantindo o troféu.

O título da Série B de 1989 foi um dos degraus fundamentais da escalada histórica do clube. Após vencer a Série A-2 do Paulista em 1988 e a Série B em 1989, o Bragantino alcançaria o título paulista em 1990, o vice-campeonato brasileiro em 1991 e a semifinal nacional em 1992.

A campanha do Bragantino:
18 jogos | 14 vitórias | 3 empates | 1 derrota | 26 gols marcados | 7 gols sofridos


Foto Arquivo/Gazeta Press

Inter de Limeira Campeã do Brasileiro Série B 1988

Após 1985, a segunda divisão passou por reformulações. Em 1986, a CBF transformou a competição no Torneio Paralelo, com 36 equipes divididas em quatro grupos. O regulamento previa que o líder de cada chave subiria para a fase final do Brasileirão ainda naquele ano, sem a proclamação de um campeão oficial. Todavia, Treze, Central, Inter de Limeira e Criciúma reivindicam o título daquela edição.

Em 1987, o conflito entre a Copa União (organizada pelo Clube dos 13) e o Módulo Amarelo (organizado pela CBF) tornou a divisão de acesso um tema complexo. Oficialmente, ambos os módulos representavam o primeiro nível, devendo os campeões e vices se cruzarem em um quadrangular final. Como o cruzamento não ocorreu, o Sport é reconhecido como o campeão brasileiro daquele ano.

Na prática da época, contudo, o Módulo Amarelo foi tratado por muitos como a Série B, com o título dividido entre Sport e Guarani. Abaixo deles, existiam os Módulos Azul e Branco, competições com status de terceira divisão. O Americano venceu o Azul e o Operário-MS o Branco.

Em 1988, o calendário começou a retornar aos eixos. A Série B ressurgiu sob o nome de Divisão Especial, com 24 clubes disputando duas vagas de acesso, enquanto os quatro piores da Série A seriam rebaixados. A competição foi montada com 22 times indicados ou convidados pelas federações.

A Inter de Limeira vivia um momento áureo, vinda do título paulista de 1986. Na primeira fase, a Veterana sobrou no Grupo E. Em dez rodadas, fez cinco vitórias, quatro empates e uma derrota, liderando com 22 pontos. O sistema de pontuação era peculiar: vitórias valiam três pontos e jogos empatados eram decididos nos pênaltis, rendendo dois pontos ao vencedor e um ao perdedor.

Na segunda fase, no Grupo H, contra Joinville, Avaí e Atlético-GO, a Inter liderou com 16 pontos em seis jogos, com quatro vitórias e um empate. Na terceira fase, Enfrentando Náutico, Valeriodoce e Operário-MS, a Veterana seguiu absoluta, somando 15 pontos, com quatro triunfos e dois empates. 

Já em 1989, a disputa final pelo acesso envolveu Inter de Limeira, Náutico, Ponte Preta e Americano. Em uma briga ponto a ponto, a Inter venceu dois jogos, empatou três e perdeu um, garantiu a subida com 12 pontos, um à frente dos pernambucanos.

A final contra o Náutico foi disputada em partida única no Estádio Major Levy Sobrinho, em Limeira. Premiando a equipe de melhor campanha e maior regularidade, a Inter de Limeira venceu por 2 a 1, sagrando-se campeã da Série B de 1988.

A campanha da Inter de Limeira:
29 jogos | 16 vitórias | 10 empates | 3 derrotas | 46 gols marcados | 25 gols sofridos


Foto Arquivo/Inter de Limeira

Tuna Luso Campeã do Brasileiro Série B 1985

O primeiro título nacional conquistado pelo futebol paraense ocorreu em 1985, na Série B do Campeonato Brasileiro, que naquele ano voltava a ser chamada de Taça de Prata. A Tuna Luso chegou para a disputa embalada pelo vice-campeonato estadual de 1984 e, crescendo jogo a jogo, conquistou a maior glória de sua história centenária, elevando a região Norte a um novo patamar no cenário esportivo. O regulamento do torneio era direto: com 24 participantes, todas as fases iniciais foram disputadas em mata-mata, culminando em um triangular final para decidir o campeão.

A trajetória da Tuna Luso começou contra o Moto Club. Após um empate sem gols em São Luís, a equipe impôs sua força em Belém, vencendo por 3 a 0. Na segunda fase, o desafio foi contra o Rio Negro-AM. No jogo de ida, a Águia do Souza mandou a partida no Baenão e venceu por 1 a 0. Em Manaus, no Vivaldão, confirmou a superioridade com um novo triunfo por 2 a 1.

Nas quartas de final, o adversário foi o Fortaleza. Após segurar um empate em 0 a 0 no Estádio Presidente Vargas, a Tuna Luso deu um espetáculo na capital paraense: uma goleada sonora por 5 a 1 que classificou a Águia para a fase decisiva. Além da Tuna, o Figueirense e o Goytacaz garantiram suas vagas no triangular final. Os catarinenses eliminaram Novo Hamburgo, Marília e Operário-MS. Já o clube do Rio de Janeiro passou por América-SP, América-MG e Catuense.

A fase final da Série B começou de forma perfeita para os paraenses. Na primeira rodada, vitória em casa por 1 a 0 sobre o Figueirense. Na sequência, a Tuna foi até Campos dos Goytacazes e superou o Goytacaz pelo mesmo placar. Na rodada em que a Tuna folgou, o time fluminense bateu o catarinense por 3 a 1 em casa.

A situação tornou-se tão favorável que nem mesmo a derrota por 3 a 2 para o Figueirense, no Orlando Scarpelli, abalou a confiança da equipe. O revés apenas adiou o grito de campeão. Na penúltima rodada do triangular, a última partida dos paraenses, a Tuna Luso venceu o Goytacaz por 3 a 2 no Mangueirão, diante de 12 mil torcedores tunantes.

A vitória garantiu antecipadamente o título da Taça de Prata e o acesso à elite de 1986. Enquanto Figueirense e Goytacaz empatavam em 1 a 1 na última rodada apenas para cumprir tabela, a torcida cruz-maltina comemorava. Ao final, a Tuna Luso somou seis pontos, deixando os adversários para trás com apenas três pontos cada.

A campanha da Tuna Luso:
10 jogos | 7 vitórias | 2 empates | 1 derrota | 18 gols marcados | 7 gols sofridos


Foto Arquivo/O Liberal

Uberlândia Campeão Brasileiro Série B 1984

O ano de 1984 marcou uma nova transição de identidade para a segunda divisão nacional. A antiga Taça de Prata foi rebatizada como Taça CBF, mantendo o tradicional critério de qualificação baseado no desempenho dos clubes nos campeonatos estaduais. No entanto, o regulamento foi simplificado: a competição abandonou o formato de grupos, adotando o sistema de mata-mata do início ao fim com 32 participantes. Além disso, não haveria mais o cruzamento entre divisões na mesma temporada. O campeão seria o único a subir imediatamente para a fase final da Copa Brasil (Série A) de 1984, enquanto finalista e vice garantiriam a vaga na elite do ano seguinte.

Nesse cenário, o Uberlândia surgia como uma força emergente. O clube vinha de uma campanha sólida no Campeonato Mineiro, onde terminou em quarto lugar e conquistou o título de campeão do interior. Com um elenco histórico, o alviverde iniciou sua trajetória superando obstáculos um a um.

Na primeira fase, o Uberlândia mediu forças com o Nacional de Itumbiara. Após uma vitória convincente por 3 a 0 no Parque do Sabiá, em casa, o time suportou uma derrota por 2 a 1 no Estádio JK, no interior de Goiás, para avançar.

Nas oitavas, o desafio subiu de nível contra o Guarani. O empate sem gols em Minas Gerais gerou desconfiança, mas o Furacão da Mogiana calou o Brinco de Ouro ao vencer por 1 a 0, eliminando um dos favoritos ao título.

Nas quartas de final, a equipe enfrentou o Itumbiara. Uma vitória por 2 a 1 fora de casa permitiu ao time mineiro administrar um empate por 1 a 1 na volta, no Parque do Sabiá. Na semifinal, o Uberlândia não deu chances ao Botafogo-PB, indo à final com vitórias por 4 a 0 em João Pessoa e por 2 a 0 em casa.

Com o acesso para 1985 já assegurado, o Uberlândia foi para a decisão contra o Remo, que superou Rio Negro-AM, Maranhão, Comercial-MS e Inter de Santa Maria. O primeiro jogo, no Parque do Sabiá, foi equilibrado e nervoso. A resistência paraense só foi quebrada aos 46 minutos do segundo tempo, quando o atacante Vivinho marcou o gol da vitória por 1 a 0.

Na volta, o Uberlândia enfrentou um Mangueirão lotado e uma pressão sufocante do Remo. Demonstrando uma organização defensiva impecável, o alviverde mineiro segurou o empate em 0 a 0 e conquistou o título inédito da Série B.

A campanha do Uberlândia:
10 jogos | 6 vitórias | 3 empates | 1 derrota | 15 gols marcados | 4 gols sofridos


Foto Armênio Abascal/Placar

Juventus Campeão Brasileiro Série B 1983

A Taça de Prata gozava de um relativo sucesso na década de 1980, sendo considerada, por muitos, mais democrática do que a própria primeira divisão. Para 1983, foi repetido exatamente o regulamento do ano anterior: 36 equipes iniciavam na primeira fase e outras 12 ingressavam diretamente no mata-mata. Naquela edição, nenhum dos chamados 12 grandes do futebol brasileiro marcou presença na Série B.

O Guarani, campeão de 1981, voltava à disputa desde o início. Entretanto, o futuro campeão não começou o torneio na divisão de acesso. O Juventus, o querido Moleque Travesso da  Mooca, iniciou a temporada na Taça de Ouro, mas, ao não se classificar na primeira fase, foi rebaixado com outros 11 clubes para a terceira fase da Taça de Prata.

No começo, o destaque inicial foi o Santa Cruz, que venceu quatro de seus cinco jogos, marcando dez gols e não sofrendo nenhum. Contudo, a excelente fase parou por ali: a equipe pernambucana foi eliminada na segunda fase pelo Uberaba. Este, por sua vez, conquistou o acesso para a fase final da elite no mesmo ano, ao lado de Guarani, Americano e Botafogo-SP. A caminhada do Juventus rumo ao título começou nas oitavas de final contra o Itumbiara. Após uma vitória por 3 a 1 em São Paulo e um empate em 1 a 1 no interior goiano, a equipe avançou às quartas de final.

O desafio seguinte foi contra o Galícia. No jogo de ida, na Fonte Nova, em Salvador, o Juventus venceu por 3 a 2. A volta ocorreu no Parque São Jorge, uma vez que o tradicional Estádio da Rua Javari não possuía (e ainda não possui) iluminação artificial para jogos noturnos. O time grená venceu novamente, desta vez por 2 a 1. Na semifinal, o adversário foi o Joinville. Após um empate sem gols em Santa Catarina, a vitória por 2 a 1 em solo paulista garantiu a vaga na decisão.

O rival na final foi o CSA, que chegava à sua terceira final de Série B em quatro anos após eliminar Guarany de Sobral, Mixto e Brasília. Em Maceió, no Rei Pelé, o Juventus foi derrotado por 3 a 1. Na volta, o regulamento exigia que o time paulista vencesse o segundo jogo para forçar o desempate, e o Moleque Travesso não deu chances e aplicou um 3 a 0 no Parque São Jorge.

O jogo de desempate, realizado no mesmo local, foi muito mais tenso. O gol do título saiu apenas no segundo tempo, em um pênalti convertido por Paulo Martins. A vitória por 1 a 0 garantiu ao Juventus o acesso para a elite de 1984 e a maior conquista de sua história.

A campanha do Juventus-SP:
9 jogos | 6 vitórias | 2 empates | 1 derrota | 16 gols marcados | 9 gols sofridos


Foto Arquivo/Juventus

Campo Grande Campeão Brasileiro Série B 1982

A Taça de Prata de 1982 teve seu regulamento levemente alterado. Embora o número de participantes tenha permanecido em 48, o formato de entrada foi modificado: 36 equipes iniciavam a disputa desde o começo, enquanto as outras 12 ingressavam apenas na segunda fase, oriundas da Taça de Ouro (após serem eliminadas da elite). Ou seja, pela primeira vez, houve um sistema de rebaixamento, ainda que aplicado dentro da mesma temporada.

Dois gigantes disputaram a segunda divisão naquele ano: Corinthians e Palmeiras, reflexo de péssimas campanhas no Paulistão de 1981. No entanto, a equipe que alcançou a glória máxima veio da Zona Oeste do Rio de Janeiro. O Campo Grande, sétimo no Carioca, fez história e ficou com o título.

Na primeira fase, os participantes foram divididos em seis grupos de turno único. O Galo da Zona Oeste entrou no Grupo E e terminou na liderança isolada, somando nove pontos com quatro vitórias e um empate. O time classificou-se para a fase seguinte ao lado do Uberaba.

Na segunda fase, os 12 classificados foram separados em quatro novos grupos. O Campo Grande caiu no Grupo J, com Athletico-PR e Volta Redonda. Com um empate e uma derrota, a equipe carioca ficou na segunda posição, com um ponto. O acesso direto para a elite ainda naquela temporada ficou com o time paranaense, mas o Campo Grande seguiu vivo na disputa pelo título da Taça de Prata.

A partir daí, os quatro vice-líderes da segunda fase encontraram-se com os 12 eliminados da fase inicial da Taça de Ouro, e a competição tornou-se um mata-mata. Nas oitavas de final, o adversário foi o Goiás. Após um 0 a 0 no Serra Dourada, o Campusca aplicou uma goleada de 4 a 0 no Ítalo del Cima.

Nas quartas de final, contra o River, nova demonstração de força. Vitória por 3 a 2 em Teresina e outra goleada por 4 a 0 no Rio de Janeiro. Na semifinal, o reencontro com o Uberaba confirmou o acesso para a primeira divisão de 1983, com vitórias por 4 a 0 na ida em casa, e por 2 a 0 na volta em Minas Gerais.

A final foi disputada contra o CSA, que passou por Fortaleza, Mixto e Joinville. O primeiro confronto, no Rei Pelé, terminou com uma derrota amarga para o Galo, por 4 a 3, de virada. Precisando da vitória para forçar um terceiro jogo, o time carioca venceu por 2 a 1 (também de virada) no Ítalo del Cima. A partida decisiva ocorreu novamente na casa do Campo Grande, e os jogadores não deram chances ao adversário: um contundente 3 a 0 que garantiu o título da Taça de Prata de 1982.

A campanha do Campo Grande:
16 jogos | 11 vitórias | 3 empates | 2 derrotas | 39 gols marcados | 13 gols sofridos


Foto Arquivo/Campo Grande

Guarani Campeão Brasileiro Série B 1981

A Taça de Prata manteve parte de seu formato original para 1981, embora com uma redução de 64 para 48 equipes. Os clubes foram divididos em seis grupos de oito times, enfrentando-se em turno único. Entre os participantes, três gigantes se destacavam: o Coritiba, semifinalista da Série A em 1980, o Palmeiras, então hexacampeão nacional, e o Guarani, campeão de 1978, contando com craques como Careca e Jorge Mendonça. Devido a campanhas ruins nos estaduais do ano anterior, esse trio de peso teve que disputar a segunda divisão.

O Bugre foi sorteado para o Grupo D, ao lado do próprio Coritiba, e fez valer o favoritismo. O time de Campinas classificou-se na liderança da chave com 11 pontos, distribuídos em cinco vitórias, um empate e uma derrota. Como o regulamento previa duas vagas por grupo, o Coritiba garantiu a segunda posição e também avançou.

Na segunda fase, os 12 classificados foram redistribuídos em quatro grupos de três times. O regulamento era claro: os líderes de cada chave conquistavam o direito de disputar a fase final da Taça de Ouro (a primeira divisão) ainda em 1981, enquanto os vice-líderes seguiam para as semifinais da Taça de Prata.

O Guarani caiu no Grupo I, ao lado de Palmeiras e Americano de Campos. Em quatro jogos, o time campineiro venceu dois jogos e perdeu dois, com quatro pontos somados. A pontuação foi insuficiente para ultrapassar o Palmeiras, que somou cinco pontos e subiu imediatamente para a elite do mesmo ano. No entanto, o Bugre garantiu a vice-liderança sobre o adversário fluminense e manteve viva a chance do título da segunda divisão.

Na semifinal, o adversário alviverde foi o Comercial-MS. O Guarani dominou os dois confrontos: venceu a ida no Estádio Morenão, em Campo Grande, por 2 a 1, e confirmou a classificação no Brinco de Ouro com um contundente 3 a 0. Com esse resultado, o acesso para a elite de 1982 já estava assegurado, restando apenas a disputa da taça.

A final foi contra a Anapolina, que eliminou o Remo na semifinal. No primeiro jogo, em Anápolis, o Guarani encaminhou o título ao vencer por 4 a 2, com dois gols de Careca. Na partida de volta, em Campinas, o empate em 1 a 1 apenas confirmou o que todos esperavam: o título da Taça de Prata para o Bugre. Esta foi a última conquista nacional de elite ou acesso do clube até a atualidade.

A campanha do Guarani:
15 jogos | 10 vitórias | 2 empates | 3 derrotas | 32 gols marcados | 15 gols sofridos


Foto Manoel Motta/Placar